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O bromato de potássio (KBrO3) é um oxidante empregado em palitos de fósforo e como agente de maturação em farinhas destinadas à fabricação de pães, para aumentar o rendimento da massa. A International Agency for Research on Cancer (IARC), órgão ligado à Organização Mundial de Saúde, classificou o bromato de potássio como um agente possivelmente cancerígeno para humanos. Como aditivo alimentar, o KBrO3 é proibido no Brasil desde 1970 pela Resolução da ANVISA n.º 15/1970 e pela Lei n.º 10.273/2001.
Quando aquecido a 350 ºC, o KBrO3 desprende oxigênio, transformando-se em brometo de potássio e, em contato com materiais orgânicos, pode provocar incêndios. A decomposição térmica do bromato de potássio pode ser representada pela seguinte equação química.
\( KBrO_3(s) \rightarrow { \large 3 \over 2} O_2(g) + KBr9(s) \)
Considerando essas informações, julgue o item seguinte, acerca das propriedades químicas do bromato de potássio.
Na decomposição térmica do bromato de potássio, o elemento químico bromo se reduz e o elemento químico oxigênio se oxida.
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Texto para o item.
A Resolução da ANVISA n.º 1.576/2004 determinou, como medida de interesse sanitário, a suspensão do comércio e do uso de medicamentos que contenham em sua composição o princípio ativo rofecoxib, em todas as suas apresentações. A medida foi tomada depois que o fabricante de determinado antiinflamatório, cujo princípio ativo é o rofecoxib, informou a autoridades sanitárias de diversos países que foi constatado um aumento de problemas cardiovasculares causado pelo uso ininterrupto do referido medicamento por mais de um ano. O fabricante informou que adotou todas as medidas para o recolhimento do produto no Brasil, trabalho esse que está sendo acompanhado pela ANVISA, a qual considera as ações adequadas.
No organismo humano, o rofecoxib é metabolizado em rotas oxidativas e redutivas, sendo alguns dos principais metabólitos o cis-3 ,4-diidroro fecoxib e o ác ido eritro-3,4-diidroidroxirofecoxib, cujas estruturas são mostradas na figura que se segue, juntamente com a do rofecoxib.

Internet: <www.anvisa.gov.br>. Acesso em out./2004
(com adaptações). R. A. Halpin et al. In: Drug metabolism and disposition, v. 30, 2002, p. 684.
Com relação ao tema e às informações do texto acima, julgue o item a seguir.
Tendo em vista as informações contidas no texto, considere a seguinte situação.
O cromatograma que se segue foi obtido quando uma amostra de urina humana, que continha rofecoxib e ácido eritro-3,4-diidroidroxirofecoxib, foi submetida a cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) com detector de UV/VIS ajustado em 254 nm. Como fase estacionária, foi empregada uma coluna cromatográfica de fase reversa e, como fase móvel, uma mistura de acetonitrila (\( \varphi \) = 0,33) e água (\( \varphi \) = 0,67) — em que n representa a fração em volume —, a um fluxo de 1 mL/min, sob condições isocráticas.

Idem, ibidem.
Nessa situação, considerando a polaridade relativa do rofecoxib e do ácido eritro-3,4-diidroidroxirofecoxib e as condições em que o cromatograma foi obtido, é correto concluir que o pico que elui com 7,8 min corresponde ao rofecoxib.
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Texto para o item.
A Resolução da ANVISA n.º 1.576/2004 determinou, como medida de interesse sanitário, a suspensão do comércio e do uso de medicamentos que contenham em sua composição o princípio ativo rofecoxib, em todas as suas apresentações. A medida foi tomada depois que o fabricante de determinado antiinflamatório, cujo princípio ativo é o rofecoxib, informou a autoridades sanitárias de diversos países que foi constatado um aumento de problemas cardiovasculares causado pelo uso ininterrupto do referido medicamento por mais de um ano. O fabricante informou que adotou todas as medidas para o recolhimento do produto no Brasil, trabalho esse que está sendo acompanhado pela ANVISA, a qual considera as ações adequadas.
No organismo humano, o rofecoxib é metabolizado em rotas oxidativas e redutivas, sendo alguns dos principais metabólitos o cis-3 ,4-diidroro fecoxib e o ác ido eritro-3,4-diidroidroxirofecoxib, cujas estruturas são mostradas na figura que se segue, juntamente com a do rofecoxib.

Internet: <www.anvisa.gov.br>. Acesso em out./2004
(com adaptações). R. A. Halpin et al. In: Drug metabolism and disposition, v. 30, 2002, p. 684.
Com relação ao tema e às informações do texto acima, julgue o item a seguir.
Quanto à estabilidade relativa dos isômeros cis e trans do 3,4-diidrorofecoxib, é correto afirmar que o isômero trans é o mais estável termodinamicamente, devido à menor repulsão de van der Waals entre os anéis benzênicos.
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Texto para o item.
A Resolução da ANVISA n.º 1.576/2004 determinou, como medida de interesse sanitário, a suspensão do comércio e do uso de medicamentos que contenham em sua composição o princípio ativo rofecoxib, em todas as suas apresentações. A medida foi tomada depois que o fabricante de determinado antiinflamatório, cujo princípio ativo é o rofecoxib, informou a autoridades sanitárias de diversos países que foi constatado um aumento de problemas cardiovasculares causado pelo uso ininterrupto do referido medicamento por mais de um ano. O fabricante informou que adotou todas as medidas para o recolhimento do produto no Brasil, trabalho esse que está sendo acompanhado pela ANVISA, a qual considera as ações adequadas.
No organismo humano, o rofecoxib é metabolizado em rotas oxidativas e redutivas, sendo alguns dos principais metabólitos o cis-3 ,4-diidroro fecoxib e o ác ido eritro-3,4-diidroidroxirofecoxib, cujas estruturas são mostradas na figura que se segue, juntamente com a do rofecoxib.

Internet: <www.anvisa.gov.br>. Acesso em out./2004
(com adaptações). R. A. Halpin et al. In: Drug metabolism and disposition, v. 30, 2002, p. 684.
Com relação ao tema e às informações do texto acima, julgue o item a seguir.
Sob condições não-enzimáticas, a hidrólise do anel lactônico do rofecoxib é favorecida em relação à da correspondente lactona saturada, pois carbonilas conjugadas são mais suscetíveis a ataques nucleofílicos que carbonilas não-conjugadas.
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Texto para o item.
A Resolução da ANVISA n.º 1.576/2004 determinou, como medida de interesse sanitário, a suspensão do comércio e do uso de medicamentos que contenham em sua composição o princípio ativo rofecoxib, em todas as suas apresentações. A medida foi tomada depois que o fabricante de determinado antiinflamatório, cujo princípio ativo é o rofecoxib, informou a autoridades sanitárias de diversos países que foi constatado um aumento de problemas cardiovasculares causado pelo uso ininterrupto do referido medicamento por mais de um ano. O fabricante informou que adotou todas as medidas para o recolhimento do produto no Brasil, trabalho esse que está sendo acompanhado pela ANVISA, a qual considera as ações adequadas.
No organismo humano, o rofecoxib é metabolizado em rotas oxidativas e redutivas, sendo alguns dos principais metabólitos o cis-3 ,4-diidroro fecoxib e o ác ido eritro-3,4-diidroidroxirofecoxib, cujas estruturas são mostradas na figura que se segue, juntamente com a do rofecoxib.

Internet: <www.anvisa.gov.br>. Acesso em out./2004
(com adaptações). R. A. Halpin et al. In: Drug metabolism and disposition, v. 30, 2002, p. 684.
Com relação ao tema e às informações do texto acima, julgue o item a seguir.
A conversão de rofecoxib em cis-3,4-diidrorofecoxib é um exemplo de reação de redução
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A figura acima representa uma série histórica do número mensal de casos de AIDS (por 100.000 habitantes) notificados em um estado brasileiro. As linhas pontilhadas representam os números médios de casos notificados de AIDS antes e depois do mês 25 e os ‘+’ representam as previsões para os próximos 8 meses. As previsões foram obtidas a partir de um modelo de regressão linear com erros autocorrelacionados na forma Yt = m + Zt, em que Yt representa o número de casos de AIDS (por 100.000 habitantes) notificados no mês t, t = 1, 2, ..., 100, m representa o número médio de casos notificados,
\( Z_t = \phi_1 Z_{t -1} + \phi_2 Z_{t-2} + \phi_3 Z_{t-3} + \theta_1 a_{t -1} + \theta_2 a_{t-2} + \theta_3 a_{ t -3} + a_t \), em que os at representam os choques aleatórios e f e q são os coeficientes do processo ARMA. A identificação de um modelo preliminar foi realizada adotando-se o critério de informação de Akaike (AIC), cujos resultados estão mostrados na tabela a seguir:

Acerca da redução do número mensal de casos observados a partir do mês 25, sabe-se que, em parte, deve-se às campanhas pelo uso de preservativos e, também, ao problema do atraso de notificação. A tabela a seguir apresenta algumas estatísticas descritivas sobre o número mensal de casos antes e depois do mês 25.
| número de observações |
média |
|
|
mês \( \le \) 25 |
25 | 69,9 |
|
mês > 25 |
75 | 67,5 |
|
1 \( \le \) mês \( \le \) 100 |
100 | A |
O atraso de notificação é o intervalo de tempo entre o diagnóstico do caso e o conhecimento por parte das autoridades (por meio do Sistema de Vigilância Epidemiológica). Em função desse atraso, a curva epidemiológica pode dar a falsa impressão de estar declinando. Por isso, é necessário fazer um ajuste da série histórica de incidência de AIDS considerando-se a distribuição dos atrasos de notificação para o monitoramento da epidemia. De acordo com alguns estudos, a distribuição de probabilidade do tempo de atraso T (em meses) na notificação de cada diagnóstico é geométrica, isto é, P(T = t) = 0,8 x 0,2t, em que t = 0 quando não há atraso e t = 1, 2, 3, ..., representa o número de meses em atraso.
Em relação à situação hipotética apresentada no texto, julgue o item a seguir.
Dos diagnósticos, 4% são notificados com 2 ou mais meses de atraso.
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A figura acima representa uma série histórica do número mensal de casos de AIDS (por 100.000 habitantes) notificados em um estado brasileiro. As linhas pontilhadas representam os números médios de casos notificados de AIDS antes e depois do mês 25 e os ‘+’ representam as previsões para os próximos 8 meses. As previsões foram obtidas a partir de um modelo de regressão linear com erros autocorrelacionados na forma Yt = m + Zt, em que Yt representa o número de casos de AIDS (por 100.000 habitantes) notificados no mês t, t = 1, 2, ..., 100, m representa o número médio de casos notificados,
\( Z_t = \phi_1 Z_{t -1} + \phi_2 Z_{t-2} + \phi_3 Z_{t-3} + \theta_1 a_{t -1} + \theta_2 a_{t-2} + \theta_3 a_{ t -3} + a_t \), em que os at representam os choques aleatórios e f e q são os coeficientes do processo ARMA. A identificação de um modelo preliminar foi realizada adotando-se o critério de informação de Akaike (AIC), cujos resultados estão mostrados na tabela a seguir:

Acerca da redução do número mensal de casos observados a partir do mês 25, sabe-se que, em parte, deve-se às campanhas pelo uso de preservativos e, também, ao problema do atraso de notificação. A tabela a seguir apresenta algumas estatísticas descritivas sobre o número mensal de casos antes e depois do mês 25.
| número de observações |
média |
|
|
mês \( \le \) 25 |
25 | 69,9 |
|
mês > 25 |
75 | 67,5 |
|
1 \( \le \) mês \( \le \) 100 |
100 | A |
O atraso de notificação é o intervalo de tempo entre o diagnóstico do caso e o conhecimento por parte das autoridades (por meio do Sistema de Vigilância Epidemiológica). Em função desse atraso, a curva epidemiológica pode dar a falsa impressão de estar declinando. Por isso, é necessário fazer um ajuste da série histórica de incidência de AIDS considerando-se a distribuição dos atrasos de notificação para o monitoramento da epidemia. De acordo com alguns estudos, a distribuição de probabilidade do tempo de atraso T (em meses) na notificação de cada diagnóstico é geométrica, isto é, P(T = t) = 0,8 x 0,2t, em que t = 0 quando não há atraso e t = 1, 2, 3, ..., representa o número de meses em atraso.
Em relação à situação hipotética apresentada no texto, julgue o item a seguir.
P(T = 1| T \( \ge \) 1 ) > 0,90.
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A figura acima representa uma série histórica do número mensal de casos de AIDS (por 100.000 habitantes) notificados em um estado brasileiro. As linhas pontilhadas representam os números médios de casos notificados de AIDS antes e depois do mês 25 e os ‘+’ representam as previsões para os próximos 8 meses. As previsões foram obtidas a partir de um modelo de regressão linear com erros autocorrelacionados na forma Yt = m + Zt, em que Yt representa o número de casos de AIDS (por 100.000 habitantes) notificados no mês t, t = 1, 2, ..., 100, m representa o número médio de casos notificados,
\( Z_t = \phi_1 Z_{t -1} + \phi_2 Z_{t-2} + \phi_3 Z_{t-3} + \theta_1 a_{t -1} + \theta_2 a_{t-2} + \theta_3 a_{ t -3} + a_t \), em que os at representam os choques aleatórios e f e q são os coeficientes do processo ARMA. A identificação de um modelo preliminar foi realizada adotando-se o critério de informação de Akaike (AIC), cujos resultados estão mostrados na tabela a seguir:

Acerca da redução do número mensal de casos observados a partir do mês 25, sabe-se que, em parte, deve-se às campanhas pelo uso de preservativos e, também, ao problema do atraso de notificação. A tabela a seguir apresenta algumas estatísticas descritivas sobre o número mensal de casos antes e depois do mês 25.
| número de observações |
média |
|
|
mês \( \le \) 25 |
25 | 69,9 |
|
mês > 25 |
75 | 67,5 |
|
1 \( \le \) mês \( \le \) 100 |
100 | A |
O atraso de notificação é o intervalo de tempo entre o diagnóstico do caso e o conhecimento por parte das autoridades (por meio do Sistema de Vigilância Epidemiológica). Em função desse atraso, a curva epidemiológica pode dar a falsa impressão de estar declinando. Por isso, é necessário fazer um ajuste da série histórica de incidência de AIDS considerando-se a distribuição dos atrasos de notificação para o monitoramento da epidemia. De acordo com alguns estudos, a distribuição de probabilidade do tempo de atraso T (em meses) na notificação de cada diagnóstico é geométrica, isto é, P(T = t) = 0,8 x 0,2t, em que t = 0 quando não há atraso e t = 1, 2, 3, ..., representa o número de meses em atraso.
Em relação à situação hipotética apresentada no texto, julgue o item a seguir.
O tempo médio de atraso de notificação é inferior a 2 meses.
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A figura acima representa uma série histórica do número mensal de casos de AIDS (por 100.000 habitantes) notificados em um estado brasileiro. As linhas pontilhadas representam os números médios de casos notificados de AIDS antes e depois do mês 25 e os ‘+’ representam as previsões para os próximos 8 meses. As previsões foram obtidas a partir de um modelo de regressão linear com erros autocorrelacionados na forma Yt = m + Zt, em que Yt representa o número de casos de AIDS (por 100.000 habitantes) notificados no mês t, t = 1, 2, ..., 100, m representa o número médio de casos notificados,
\( Z_t = \phi_1 Z_{t -1} + \phi_2 Z_{t-2} + \phi_3 Z_{t-3} + \theta_1 a_{t -1} + \theta_2 a_{t-2} + \theta_3 a_{ t -3} + a_t \), em que os at representam os choques aleatórios e f e q são os coeficientes do processo ARMA. A identificação de um modelo preliminar foi realizada adotando-se o critério de informação de Akaike (AIC), cujos resultados estão mostrados na tabela a seguir:

Acerca da redução do número mensal de casos observados a partir do mês 25, sabe-se que, em parte, deve-se às campanhas pelo uso de preservativos e, também, ao problema do atraso de notificação. A tabela a seguir apresenta algumas estatísticas descritivas sobre o número mensal de casos antes e depois do mês 25.
| número de observações |
média |
|
|
mês \( \le \) 25 |
25 | 69,9 |
|
mês > 25 |
75 | 67,5 |
|
1 \( \le \) mês \( \le \) 100 |
100 | A |
O atraso de notificação é o intervalo de tempo entre o diagnóstico do caso e o conhecimento por parte das autoridades (por meio do Sistema de Vigilância Epidemiológica). Em função desse atraso, a curva epidemiológica pode dar a falsa impressão de estar declinando. Por isso, é necessário fazer um ajuste da série histórica de incidência de AIDS considerando-se a distribuição dos atrasos de notificação para o monitoramento da epidemia. De acordo com alguns estudos, a distribuição de probabilidade do tempo de atraso T (em meses) na notificação de cada diagnóstico é geométrica, isto é, P(T = t) = 0,8 x 0,2t, em que t = 0 quando não há atraso e t = 1, 2, 3, ..., representa o número de meses em atraso.
Em relação à situação hipotética apresentada no texto, julgue o item a seguir.
O número médio mensal de casos observados no período todo (1 \( \le \) mês \( \le \) 100) é menor que 68,7.
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A figura acima representa uma série histórica do número mensal de casos de AIDS (por 100.000 habitantes) notificados em um estado brasileiro. As linhas pontilhadas representam os números médios de casos notificados de AIDS antes e depois do mês 25 e os ‘+’ representam as previsões para os próximos 8 meses. As previsões foram obtidas a partir de um modelo de regressão linear com erros autocorrelacionados na forma Yt = m + Zt, em que Yt representa o número de casos de AIDS (por 100.000 habitantes) notificados no mês t, t = 1, 2, ..., 100, m representa o número médio de casos notificados,
\( Z_t = \phi_1 Z_{t -1} + \phi_2 Z_{t-2} + \phi_3 Z_{t-3} + \theta_1 a_{t -1} + \theta_2 a_{t-2} + \theta_3 a_{ t -3} + a_t \), em que os at representam os choques aleatórios e f e q são os coeficientes do processo ARMA. A identificação de um modelo preliminar foi realizada adotando-se o critério de informação de Akaike (AIC), cujos resultados estão mostrados na tabela a seguir:

Acerca da redução do número mensal de casos observados a partir do mês 25, sabe-se que, em parte, deve-se às campanhas pelo uso de preservativos e, também, ao problema do atraso de notificação. A tabela a seguir apresenta algumas estatísticas descritivas sobre o número mensal de casos antes e depois do mês 25.
| número de observações |
média |
|
|
mês \( \le \) 25 |
25 | 69,9 |
|
mês > 25 |
75 | 67,5 |
|
1 \( \le \) mês \( \le \) 100 |
100 | A |
O atraso de notificação é o intervalo de tempo entre o diagnóstico do caso e o conhecimento por parte das autoridades (por meio do Sistema de Vigilância Epidemiológica). Em função desse atraso, a curva epidemiológica pode dar a falsa impressão de estar declinando. Por isso, é necessário fazer um ajuste da série histórica de incidência de AIDS considerando-se a distribuição dos atrasos de notificação para o monitoramento da epidemia. De acordo com alguns estudos, a distribuição de probabilidade do tempo de atraso T (em meses) na notificação de cada diagnóstico é geométrica, isto é, P(T = t) = 0,8 x 0,2t, em que t = 0 quando não há atraso e t = 1, 2, 3, ..., representa o número de meses em atraso.
Em relação à situação hipotética apresentada no texto, julgue o item a seguir.
O modelo sugerido pelo AIC tem a forma \( Y_t = \mu + a_t \).
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