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Foram encontradas 50 questões.

2529142 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Partir
Amyr Klink
A situação a bordo era desoladora. O vento ensurdecedor, o mar difícil, roupas encharcadas, muito frio e alguns estragos. Pela frente, uma eternidade até o Brasil. Para trás, uma costa inóspita, desolada e perigosamente próxima. Sabia melhor que ninguém avaliar as dificuldades que teria daquele momento em diante. Eu estava saindo na pior época do ano, final de outono, e teria pela frente um inverno inteiro no mar.
A fria e difícil corrente de Benguela, meu caminho obrigatório até as proximidades da Ilha de Santa Helena, é particularmente perigosa no mês de junho. Sempre planejei partir no verão, quando as águas do Atlântico Sul são mais clementes, e estabeleci uma data limite para a partida, além da qual eu deveria reconsiderar seriamente a decisão de me fazer ao mar. Essa data era o final do mês de maio, e já estava queimada. Uma colossal avalanche de problemas contribuiu para isso. Mas, se tomara essa decisão, não fora sem avaliar os riscos. Eu havia trabalhado nesse projeto durante mais de dois anos, sem jamais fazer uma única concessão que lhe comprometesse a segurança. Tinha um barco e um equipamento como sempre sonhei – perfeitos. Estava preparado para o pior, e por um período tão longo no mar seria impossível, cedo ou tarde, evitar o pior. Então, por que não partir?
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre decisões minhas e não de terceiros, e eu me sentia suficientemente capaz de solucionar todos os problemas que surgissem, de encontrar saídas para os apuros em que porventura me metesse.
Se estava com medo? Mais que a espuma das ondas, estava branco, completamente branco de medo. Mas, ao me encontrar afinal só, só e independente, senti uma súbita calma. Era preciso começar a trabalhar rápido, deixar a África para trás, e era exatamente o que eu estava fazendo. Era preciso vencer o medo: e o grande medo, meu maior medo na viagem, eu vencera ali, naquele mesmo instante, em meio à desordem dos elementos e à bagunça daquela situação. Era o medo de nunca partir. Sem dúvida, este foi o maior risco que corri: não partir.
Não estava obstinado de maneira cega pela ideia da travessia, como poderia parecer – estava simplesmente encantado. Trabalhara nela com os pés no chão, e, se em algum momento, por razões de segurança, tivesse que voltar atrás e recomeçar, não teria a menor hesitação. Confiava por completo no meu projeto e não estava disposto a me lançar em cegas aventuras. Mas não poder pelo menos tentar teria sido muito triste. Não pretendia desafiar o Atlântico – a natureza é infinitamente mais forte do que o homem – mas sim conhecer seus segredos, de um lado ao outro. Para isso era preciso conviver com os caprichos do mar e deles saber tirar proveito. E eu sabia como.
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre os remos, xingando as ondas e maldizendo a sorte, me sentia profundamente aliviado. Feliz por ter partido.
(Cem dias entre o céu e o mar, Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. P. 11-12.)
Assinale a alternativa CORRETA.
Para realizar seu sonho, Amyr Klink:
 

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2529101 Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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No contexto das responsabilidades profissionais do nutricionista e seus deveres, assinale com V as alternativas verdadeiras e com F as alternativas falsas:
( ) Realizar unicamente em consulta presencial, a avaliação e o diagnóstico nutricional e a respectiva prescrição dietética do indivíduo sob sua responsabilidade profissional;
( ) Atender às determinações da legislação própria de regulação da proteção e defesa do consumidor;
( ) Assumir a responsabilidade de qualquer ato profissional que não tenha praticado ou delegado, mesmo que tenha sido solicitado ou consentido pelo indivíduo ou pelo respectivo responsável legal;
( ) Prestar assistência, inclusive em setores de urgência e emergência, quando for de sua obrigação fazê-lo;
( ) Colaborar com as autoridades sanitárias e de fiscalização profissional.
A sequência correta para as afirmativas acima é:
 

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2528290 Ano: 2016
Disciplina: Nutrição
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Sobre os conceitos utilizados para o planejamento dietético, assinale a alternativa incorreta.
 

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2528269 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Partir
Amyr Klink
A situação a bordo era desoladora. O vento ensurdecedor, o mar difícil, roupas encharcadas, muito frio e alguns estragos. Pela frente, uma eternidade até o Brasil. Para trás, uma costa inóspita, desolada e perigosamente próxima. Sabia melhor que ninguém avaliar as dificuldades que teria daquele momento em diante. Eu estava saindo na pior época do ano, final de outono, e teria pela frente um inverno inteiro no mar.
A fria e difícil corrente de Benguela, meu caminho obrigatório até as proximidades da Ilha de Santa Helena, é particularmente perigosa no mês de junho. Sempre planejei partir no verão, quando as águas do Atlântico Sul são mais clementes, e estabeleci uma data limite para a partida, além da qual eu deveria reconsiderar seriamente a decisão de me fazer ao mar. Essa data era o final do mês de maio, e já estava queimada. Uma colossal avalanche de problemas contribuiu para isso. Mas, se tomara essa decisão, não fora sem avaliar os riscos. Eu havia trabalhado nesse projeto durante mais de dois anos, sem jamais fazer uma única concessão que lhe comprometesse a segurança. Tinha um barco e um equipamento como sempre sonhei – perfeitos. Estava preparado para o pior, e por um período tão longo no mar seria impossível, cedo ou tarde, evitar o pior. Então, por que não partir?
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre decisões minhas e não de terceiros, e eu me sentia suficientemente capaz de solucionar todos os problemas que surgissem, de encontrar saídas para os apuros em que porventura me metesse.
Se estava com medo? Mais que a espuma das ondas, estava branco, completamente branco de medo. Mas, ao me encontrar afinal só, só e independente, senti uma súbita calma. Era preciso começar a trabalhar rápido, deixar a África para trás, e era exatamente o que eu estava fazendo. Era preciso vencer o medo: e o grande medo, meu maior medo na viagem, eu vencera ali, naquele mesmo instante, em meio à desordem dos elementos e à bagunça daquela situação. Era o medo de nunca partir. Sem dúvida, este foi o maior risco que corri: não partir.
Não estava obstinado de maneira cega pela ideia da travessia, como poderia parecer – estava simplesmente encantado. Trabalhara nela com os pés no chão, e, se em algum momento, por razões de segurança, tivesse que voltar atrás e recomeçar, não teria a menor hesitação. Confiava por completo no meu projeto e não estava disposto a me lançar em cegas aventuras. Mas não poder pelo menos tentar teria sido muito triste. Não pretendia desafiar o Atlântico – a natureza é infinitamente mais forte do que o homem – mas sim conhecer seus segredos, de um lado ao outro. Para isso era preciso conviver com os caprichos do mar e deles saber tirar proveito. E eu sabia como.
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre os remos, xingando as ondas e maldizendo a sorte, me sentia profundamente aliviado. Feliz por ter partido.
(Cem dias entre o céu e o mar, Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. P. 11-12.)
Numere os períodos abaixo de acordo com o significado da palavra corrente, observando o código.
1ª COLUNA 2ª COLUNA
1 Corrente – opinião geral A fria e difícil corrente de Benguela é particularmente perigosa no mês de junho.
2 Corrente – grande quantidade de água do mar que se movimenta na mesma direção Era voz corrente na família que quem mandava na casa era a mulher.
3 Corrente – uma parte da opinião pública. Havia no país uma forte corrente de opinião favorável à monarquia.
A rota do navio foi alterada pela corrente durante a tempestade.
Marque a alternativa correta:
 

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2528140 Ano: 2016
Disciplina: Nutrição
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Associe conceitos com as afirmativas abaixo:
I. Depósito de gordura
II. Distribuição de gordura androide
III. Distribuição de gordura ginoide
IV. Gordura essencial
V. Co-morbidades
( ) Gordura acumulada abaixo da pele e ao redor dos órgãos internos;
( ) Depósito de gordura localizado nas coxas e nádegas; distribuição de gordura na forma de pêra;
( ) Gordura localizada nos órgãos internos medula óssea e tecido nervoso que é necessária para sobrevivência; representa 3% a 12% da massa corporal;
( ) Depósito de gordura localizado entre a cintura e a parte superior do abdôme; distribuição de gordura na forma de maçã;
( ) Condições associadas à obesidade que normalmente pioram com o aumento do grau de obesidade e frequentemente melhoram quando esta é tratada.
A sequência correta das afirmativas é:
 

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2528070 Ano: 2016
Disciplina: Nutrição
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Sobre as alterações metabólicas nas hepatopatias, assinale “V” quando a afirmativa for correta e “F” quando a afirmativa for falsa:
( ) Deficiências de vitaminas e minerais prevalecem nas disfunções hepáticas, sobretudo quando a etiologia for de origem alcoólica;
( ) Em virtude das alterações no metabolismo energético, pode acontecer aumento da oxidação muscular de aminoácidos cetogênicos para fornecimento de energia;
( ) Com o comprometimento da função hepática, observam-se aumento da metabolização de aminoácidos aromáticos e detoxificação de amônia;
( ) O fígado participa ativamente do metabolismo proteico: promove síntese de hormônios, enzimas e proteínas plasmáticas e estruturais, além de controlar o turnover protéico.
Sendo assim, assinale a alternativa correta:
 

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2526845 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Amyr Klink
A situação a bordo era desoladora. O vento ensurdecedor, o mar difícil, roupas encharcadas, muito frio e alguns estragos. Pela frente, uma eternidade até o Brasil. Para trás, uma costa inóspita, desolada e perigosamente próxima. Sabia melhor que ninguém avaliar as dificuldades que teria daquele momento em diante. Eu estava saindo na pior época do ano, final de outono, e teria pela frente um inverno inteiro no mar.
A fria e difícil corrente de Benguela, meu caminho obrigatório até as proximidades da Ilha de Santa Helena, é particularmente perigosa no mês de junho. Sempre planejei partir no verão, quando as águas do Atlântico Sul são mais clementes, e estabeleci uma data limite para a partida, além da qual eu deveria reconsiderar seriamente a decisão de me fazer ao mar. Essa data era o final do mês de maio, e já estava queimada. Uma colossal avalanche de problemas contribuiu para isso. Mas, se tomara essa decisão, não fora sem avaliar os riscos. Eu havia trabalhado nesse projeto durante mais de dois anos, sem jamais fazer uma única concessão que lhe comprometesse a segurança. Tinha um barco e um equipamento como sempre sonhei – perfeitos. Estava preparado para o pior, e por um período tão longo no mar seria impossível, cedo ou tarde, evitar o pior. Então, por que não partir?
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre decisões minhas e não de terceiros, e eu me sentia suficientemente capaz de solucionar todos os problemas que surgissem, de encontrar saídas para os apuros em que porventura me metesse.
Se estava com medo? Mais que a espuma das ondas, estava branco, completamente branco de medo. Mas, ao me encontrar afinal só, só e independente, senti uma súbita calma. Era preciso começar a trabalhar rápido, deixar a África para trás, e era exatamente o que eu estava fazendo. Era preciso vencer o medo: e o grande medo, meu maior medo na viagem, eu vencera ali, naquele mesmo instante, em meio à desordem dos elementos e à bagunça daquela situação. Era o medo de nunca partir. Sem dúvida, este foi o maior risco que corri: não partir.
Não estava obstinado de maneira cega pela ideia da travessia, como poderia parecer – estava simplesmente encantado. Trabalhara nela com os pés no chão, e, se em algum momento, por razões de segurança, tivesse que voltar atrás e recomeçar, não teria a menor hesitação. Confiava por completo no meu projeto e não estava disposto a me lançar em cegas aventuras. Mas não poder pelo menos tentar teria sido muito triste. Não pretendia desafiar o Atlântico – a natureza é infinitamente mais forte do que o homem – mas sim conhecer seus segredos, de um lado ao outro. Para isso era preciso conviver com os caprichos do mar e deles saber tirar proveito. E eu sabia como.
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre os remos, xingando as ondas e maldizendo a sorte, me sentia profundamente aliviado. Feliz por ter partido.
(Cem dias entre o céu e o mar, Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. P. 11-12.)
São características psicológicas do narrador presentes no texto. EXCETO:
 

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2525822 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
Sobre o “Acordo de Paris” (COP-21), são verdadeiras as alternativas abaixo, EXCETO:
 

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2525571 Ano: 2016
Disciplina: Nutrição
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Os principais objetivos para a indicação da terapia nutricional em hepatopatias são, exceto:
 

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2525533 Ano: 2016
Disciplina: Nutrição
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Insuficiência renal crônica (IRC) é uma síndrome clínica decorrente da perda lenta, progressiva e irreversível das funções renais. Ao quadro clínico que se desenvolve com o evoluir da insuficiência renal denominamos síndrome urêmica ou uremia.
São várias as causas da IRC, sendo as mais comuns:
 

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