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Instrução: Leia trechos a seguir do texto Oniomania - O prazer de comprar e responda à questão.
Oniomania é o nome dado ao comportamento compulsivo de comprar, ou seja, oniomania é o mesmo
que transtorno de compra compulsiva ou transtorno compulsivo de comprar. É um quadro patológico que se
caracteriza por uma compulsão recorrente de compras, é o ato de comprar bens materiais, geralmente sem
qualquer necessidade disso, trata-se apenas do comprar por comprar.
É uma alteração comportamental que diz respeito ao consumo desenfreado e incontrolável. Apenas o
desejo de adquirir bens compulsivamente, culminando com problemas financeiros e desajustes na relação
conjugal, familiar e social. Os problemas maiores vêm depois de alguns ou inúmeros episódios de compras.
Antes é apenas prazer e sensação de alívio, depois vêm ansiedade, arrependimento e sentimento de culpa.
Isso porque a satisfação logo desaparece e dá lugar ao sentimento de incapacidade de conter o
comportamento compulsivo por compras desnecessárias.
[...]
A oniomania é um transtorno comportamental que tem tratamento, psicológico e psiquiátrico. Há
também a possibilidade de obter benefícios através de grupos de apoio, compartilhando testemunhos e meios
de enfrentamento. Isso tudo visa à percepção do oniomaníaco no sentido de reconhecer e modificar seus
padrões de pensamento e comportamento.
(ESTEVÃO, M. Disponível em: primeirapágina.com.br. Acesso em: 19/11/2024.)
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Instrução: Leia trechos a seguir do texto Oniomania - O prazer de comprar e responda à questão.
Oniomania é o nome dado ao comportamento compulsivo de comprar, ou seja, oniomania é o mesmo
que transtorno de compra compulsiva ou transtorno compulsivo de comprar. É um quadro patológico que se
caracteriza por uma compulsão recorrente de compras, é o ato de comprar bens materiais, geralmente sem
qualquer necessidade disso, trata-se apenas do comprar por comprar.
É uma alteração comportamental que diz respeito ao consumo desenfreado e incontrolável. Apenas o
desejo de adquirir bens compulsivamente, culminando com problemas financeiros e desajustes na relação
conjugal, familiar e social. Os problemas maiores vêm depois de alguns ou inúmeros episódios de compras.
Antes é apenas prazer e sensação de alívio, depois vêm ansiedade, arrependimento e sentimento de culpa.
Isso porque a satisfação logo desaparece e dá lugar ao sentimento de incapacidade de conter o
comportamento compulsivo por compras desnecessárias.
[...]
A oniomania é um transtorno comportamental que tem tratamento, psicológico e psiquiátrico. Há
também a possibilidade de obter benefícios através de grupos de apoio, compartilhando testemunhos e meios
de enfrentamento. Isso tudo visa à percepção do oniomaníaco no sentido de reconhecer e modificar seus
padrões de pensamento e comportamento.
(ESTEVÃO, M. Disponível em: primeirapágina.com.br. Acesso em: 19/11/2024.)
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Oniomania é o nome dado ao comportamento compulsivo de comprar, ou seja, oniomania é o mesmo
que transtorno de compra compulsiva ou transtorno compulsivo de comprar. É um quadro patológico que se
caracteriza por uma compulsão recorrente de compras, é o ato de comprar bens materiais, geralmente sem
qualquer necessidade disso, trata-se apenas do comprar por comprar.
É uma alteração comportamental que diz respeito ao consumo desenfreado e incontrolável. Apenas o
desejo de adquirir bens compulsivamente, culminando com problemas financeiros e desajustes na relação
conjugal, familiar e social. Os problemas maiores vêm depois de alguns ou inúmeros episódios de compras.
Antes é apenas prazer e sensação de alívio, depois vêm ansiedade, arrependimento e sentimento de culpa.
Isso porque a satisfação logo desaparece e dá lugar ao sentimento de incapacidade de conter o
comportamento compulsivo por compras desnecessárias.
[...]
A oniomania é um transtorno comportamental que tem tratamento, psicológico e psiquiátrico. Há
também a possibilidade de obter benefícios através de grupos de apoio, compartilhando testemunhos e meios
de enfrentamento. Isso tudo visa à percepção do oniomaníaco no sentido de reconhecer e modificar seus
padrões de pensamento e comportamento.
(ESTEVÃO, M. Disponível em: primeirapágina.com.br. Acesso em: 19/11/2024.)
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Brainrot - o lixo que apodrece a mente
Este fenômeno, Brainrot, surgiu no auge dos animes e mangás, quando seus fãs passavam horas e horas
consumindo conteúdos.
Brainrot ainda não faz parte dos termos médicos ou cientificamente reconhecidos, é, na verdade, um
termo que vem sendo usado e ganhando popularidade na internet e nas redes sociais, é algo que diz respeito
ao comportamento de consumir excessivamente conteúdos de baixa qualidade e até mesmo nocivos à saúde
mental. A conexão está sempre direcionada à atualização de fenômenos negativos, ao lixo das redes.
Este fenômeno surgiu no auge dos animes e mangás, quando seus fãs passavam horas e horas
consumindo conteúdos. Mais tarde isso evoluiu para outros interesses das redes sociais, sempre de baixa
qualidade, geralmente tóxico para a saúde mental e para os relacionamentos.
Parece que nosso tempo perde-se literalmente entre os dedos. Enchemos ou preenchemos nossos dias
com banalidades, com informações irrelevantes, muitas vezes falsas, ou pelo menos, duvidosas. Parecemos
dominados e entregues ao lixo social. O pior é que passamos a viver essa realidade, trabalhamos para ela,
somos sua criatura. Oferecemos o que nos é oferecido, damos o que recebemos. Tornamo-nos
multiplicadores de lixo.
Vivemos esses momentos, que poderiam ser horas preciosas de vida, imersos num mundo tóxico, que
nos aproxima do nada e nos distancia de todos. Pensamos lixo, vivemos lixo, nosso cérebro termina
apodrecendo pelo lixo.
A cada dia que passa o Brainrot vem sendo mais tratado como um problema de saúde, visto que as
pessoas envolvidas nesse tipo de comportamento manifestam sintomas psíquicos, como procrastinação, falta
de concentração, ansiedade, isolamento social, depressão, além de problemas físicos. A mente passa a ser
consumida por pensamentos repetitivos e obsessivos, muitas vezes relacionados a um determinado tema,
atualmente muito comum o conteúdo ideológico.
Isso pode desencadear algo que se pode chamar de “vício cognitivo”, que leva a pessoa a ficar
obcecada por determinado assunto e incapaz de pensar em outra coisa. Essa condição pode levar a uma
sensação de exaustão mental e dificuldade de concentração em outras atividades.
Como se trata de um problema de saúde, há necessidade de busca de ajuda profissional, mas,
infelizmente, a maioria das pessoas acometidas por esse mal não se veem doentes e aborrecem-se com
aquelas que tentam lhe pontuar o problema. As poucas que percebem, entendem que precisam buscar
informações de qualidade, usar parte de seu tempo em outras atividades, como práticas esportivas, cultura e
lazer. Tornam-se convictas de que a vida não é apenas virtual, que precisam sair do mundo online e observar
que há vida aqui fora.
Infelizmente estamos na era da internet, com disparos intermináveis de mensagens, muitas com
conteúdos desencontrados, muita maldade dentro do que deveria ser saudável e útil, causando
desentendimentos, desavenças, inimizades e grupos de pessoas divididos, considerando-se inimigos uns dos
outros.
Infelizmente, isso já é presente e pode piorar no futuro, a não ser que façamos algo para prevenir a
degradação dos tempos. Mas, o que fazer? Pelo menos, sejamos cabeças pensantes para tentar mudar essa
história.
(ESTEVÃO, M. Disponível em: primeirapágina.com.br. Acesso em: 20/09/2024.)
( ) Este fenômeno (parágrafo 2) retoma algo que diz respeito ao comportamento de consumir excessivamente conteúdos de baixa qualidade e até mesmo nocivos à saúde mental.
( ) esses momentos (parágrafo 4) retoma Enchemos ou preenchemos nossos dias com banalidades, com informações irrelevantes, muitas vezes falsas, ou pelo menos, duvidosas.
( ) nesse tipo de comportamento (parágrafo 5) retoma sintomas psíquicos, como procrastinação, falta de concentração, ansiedade, isolamento social, depressão, além de problemas físicos.
( ) Isso (parágrafo 6) retoma A mente passa a ser consumida por pensamentos repetitivos e obsessivos, muitas vezes relacionados a um determinado tema, atualmente muito comum o conteúdo ideológico.
Marque a sequência correta.
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Brainrot - o lixo que apodrece a mente
Este fenômeno, Brainrot, surgiu no auge dos animes e mangás, quando seus fãs passavam horas e horas
consumindo conteúdos.
Brainrot ainda não faz parte dos termos médicos ou cientificamente reconhecidos, é, na verdade, um
termo que vem sendo usado e ganhando popularidade na internet e nas redes sociais, é algo que diz respeito
ao comportamento de consumir excessivamente conteúdos de baixa qualidade e até mesmo nocivos à saúde
mental. A conexão está sempre direcionada à atualização de fenômenos negativos, ao lixo das redes.
Este fenômeno surgiu no auge dos animes e mangás, quando seus fãs passavam horas e horas
consumindo conteúdos. Mais tarde isso evoluiu para outros interesses das redes sociais, sempre de baixa
qualidade, geralmente tóxico para a saúde mental e para os relacionamentos.
Parece que nosso tempo perde-se literalmente entre os dedos. Enchemos ou preenchemos nossos dias
com banalidades, com informações irrelevantes, muitas vezes falsas, ou pelo menos, duvidosas. Parecemos
dominados e entregues ao lixo social. O pior é que passamos a viver essa realidade, trabalhamos para ela,
somos sua criatura. Oferecemos o que nos é oferecido, damos o que recebemos. Tornamo-nos
multiplicadores de lixo.
Vivemos esses momentos, que poderiam ser horas preciosas de vida, imersos num mundo tóxico, que
nos aproxima do nada e nos distancia de todos. Pensamos lixo, vivemos lixo, nosso cérebro termina
apodrecendo pelo lixo.
A cada dia que passa o Brainrot vem sendo mais tratado como um problema de saúde, visto que as
pessoas envolvidas nesse tipo de comportamento manifestam sintomas psíquicos, como procrastinação, falta
de concentração, ansiedade, isolamento social, depressão, além de problemas físicos. A mente passa a ser
consumida por pensamentos repetitivos e obsessivos, muitas vezes relacionados a um determinado tema,
atualmente muito comum o conteúdo ideológico.
Isso pode desencadear algo que se pode chamar de “vício cognitivo”, que leva a pessoa a ficar
obcecada por determinado assunto e incapaz de pensar em outra coisa. Essa condição pode levar a uma
sensação de exaustão mental e dificuldade de concentração em outras atividades.
Como se trata de um problema de saúde, há necessidade de busca de ajuda profissional, mas,
infelizmente, a maioria das pessoas acometidas por esse mal não se veem doentes e aborrecem-se com
aquelas que tentam lhe pontuar o problema. As poucas que percebem, entendem que precisam buscar
informações de qualidade, usar parte de seu tempo em outras atividades, como práticas esportivas, cultura e
lazer. Tornam-se convictas de que a vida não é apenas virtual, que precisam sair do mundo online e observar
que há vida aqui fora.
Infelizmente estamos na era da internet, com disparos intermináveis de mensagens, muitas com
conteúdos desencontrados, muita maldade dentro do que deveria ser saudável e útil, causando
desentendimentos, desavenças, inimizades e grupos de pessoas divididos, considerando-se inimigos uns dos
outros.
Infelizmente, isso já é presente e pode piorar no futuro, a não ser que façamos algo para prevenir a
degradação dos tempos. Mas, o que fazer? Pelo menos, sejamos cabeças pensantes para tentar mudar essa
história.
(ESTEVÃO, M. Disponível em: primeirapágina.com.br. Acesso em: 20/09/2024.)
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Brainrot - o lixo que apodrece a mente
Este fenômeno, Brainrot, surgiu no auge dos animes e mangás, quando seus fãs passavam horas e horas
consumindo conteúdos.
Brainrot ainda não faz parte dos termos médicos ou cientificamente reconhecidos, é, na verdade, um
termo que vem sendo usado e ganhando popularidade na internet e nas redes sociais, é algo que diz respeito
ao comportamento de consumir excessivamente conteúdos de baixa qualidade e até mesmo nocivos à saúde
mental. A conexão está sempre direcionada à atualização de fenômenos negativos, ao lixo das redes.
Este fenômeno surgiu no auge dos animes e mangás, quando seus fãs passavam horas e horas
consumindo conteúdos. Mais tarde isso evoluiu para outros interesses das redes sociais, sempre de baixa
qualidade, geralmente tóxico para a saúde mental e para os relacionamentos.
Parece que nosso tempo perde-se literalmente entre os dedos. Enchemos ou preenchemos nossos dias
com banalidades, com informações irrelevantes, muitas vezes falsas, ou pelo menos, duvidosas. Parecemos
dominados e entregues ao lixo social. O pior é que passamos a viver essa realidade, trabalhamos para ela,
somos sua criatura. Oferecemos o que nos é oferecido, damos o que recebemos. Tornamo-nos
multiplicadores de lixo.
Vivemos esses momentos, que poderiam ser horas preciosas de vida, imersos num mundo tóxico, que
nos aproxima do nada e nos distancia de todos. Pensamos lixo, vivemos lixo, nosso cérebro termina
apodrecendo pelo lixo.
A cada dia que passa o Brainrot vem sendo mais tratado como um problema de saúde, visto que as
pessoas envolvidas nesse tipo de comportamento manifestam sintomas psíquicos, como procrastinação, falta
de concentração, ansiedade, isolamento social, depressão, além de problemas físicos. A mente passa a ser
consumida por pensamentos repetitivos e obsessivos, muitas vezes relacionados a um determinado tema,
atualmente muito comum o conteúdo ideológico.
Isso pode desencadear algo que se pode chamar de “vício cognitivo”, que leva a pessoa a ficar
obcecada por determinado assunto e incapaz de pensar em outra coisa. Essa condição pode levar a uma
sensação de exaustão mental e dificuldade de concentração em outras atividades.
Como se trata de um problema de saúde, há necessidade de busca de ajuda profissional, mas,
infelizmente, a maioria das pessoas acometidas por esse mal não se veem doentes e aborrecem-se com
aquelas que tentam lhe pontuar o problema. As poucas que percebem, entendem que precisam buscar
informações de qualidade, usar parte de seu tempo em outras atividades, como práticas esportivas, cultura e
lazer. Tornam-se convictas de que a vida não é apenas virtual, que precisam sair do mundo online e observar
que há vida aqui fora.
Infelizmente estamos na era da internet, com disparos intermináveis de mensagens, muitas com
conteúdos desencontrados, muita maldade dentro do que deveria ser saudável e útil, causando
desentendimentos, desavenças, inimizades e grupos de pessoas divididos, considerando-se inimigos uns dos
outros.
Infelizmente, isso já é presente e pode piorar no futuro, a não ser que façamos algo para prevenir a
degradação dos tempos. Mas, o que fazer? Pelo menos, sejamos cabeças pensantes para tentar mudar essa
história.
(ESTEVÃO, M. Disponível em: primeirapágina.com.br. Acesso em: 20/09/2024.)
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Brainrot - o lixo que apodrece a mente
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consumindo conteúdos.
Brainrot ainda não faz parte dos termos médicos ou cientificamente reconhecidos, é, na verdade, um
termo que vem sendo usado e ganhando popularidade na internet e nas redes sociais, é algo que diz respeito
ao comportamento de consumir excessivamente conteúdos de baixa qualidade e até mesmo nocivos à saúde
mental. A conexão está sempre direcionada à atualização de fenômenos negativos, ao lixo das redes.
Este fenômeno surgiu no auge dos animes e mangás, quando seus fãs passavam horas e horas
consumindo conteúdos. Mais tarde isso evoluiu para outros interesses das redes sociais, sempre de baixa
qualidade, geralmente tóxico para a saúde mental e para os relacionamentos.
Parece que nosso tempo perde-se literalmente entre os dedos. Enchemos ou preenchemos nossos dias
com banalidades, com informações irrelevantes, muitas vezes falsas, ou pelo menos, duvidosas. Parecemos
dominados e entregues ao lixo social. O pior é que passamos a viver essa realidade, trabalhamos para ela,
somos sua criatura. Oferecemos o que nos é oferecido, damos o que recebemos. Tornamo-nos
multiplicadores de lixo.
Vivemos esses momentos, que poderiam ser horas preciosas de vida, imersos num mundo tóxico, que
nos aproxima do nada e nos distancia de todos. Pensamos lixo, vivemos lixo, nosso cérebro termina
apodrecendo pelo lixo.
A cada dia que passa o Brainrot vem sendo mais tratado como um problema de saúde, visto que as
pessoas envolvidas nesse tipo de comportamento manifestam sintomas psíquicos, como procrastinação, falta
de concentração, ansiedade, isolamento social, depressão, além de problemas físicos. A mente passa a ser
consumida por pensamentos repetitivos e obsessivos, muitas vezes relacionados a um determinado tema,
atualmente muito comum o conteúdo ideológico.
Isso pode desencadear algo que se pode chamar de “vício cognitivo”, que leva a pessoa a ficar
obcecada por determinado assunto e incapaz de pensar em outra coisa. Essa condição pode levar a uma
sensação de exaustão mental e dificuldade de concentração em outras atividades.
Como se trata de um problema de saúde, há necessidade de busca de ajuda profissional, mas,
infelizmente, a maioria das pessoas acometidas por esse mal não se veem doentes e aborrecem-se com
aquelas que tentam lhe pontuar o problema. As poucas que percebem, entendem que precisam buscar
informações de qualidade, usar parte de seu tempo em outras atividades, como práticas esportivas, cultura e
lazer. Tornam-se convictas de que a vida não é apenas virtual, que precisam sair do mundo online e observar
que há vida aqui fora.
Infelizmente estamos na era da internet, com disparos intermináveis de mensagens, muitas com
conteúdos desencontrados, muita maldade dentro do que deveria ser saudável e útil, causando
desentendimentos, desavenças, inimizades e grupos de pessoas divididos, considerando-se inimigos uns dos
outros.
Infelizmente, isso já é presente e pode piorar no futuro, a não ser que façamos algo para prevenir a
degradação dos tempos. Mas, o que fazer? Pelo menos, sejamos cabeças pensantes para tentar mudar essa
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(ESTEVÃO, M. Disponível em: primeirapágina.com.br. Acesso em: 20/09/2024.)
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Brainrot - o lixo que apodrece a mente
Este fenômeno, Brainrot, surgiu no auge dos animes e mangás, quando seus fãs passavam horas e horas
consumindo conteúdos.
Brainrot ainda não faz parte dos termos médicos ou cientificamente reconhecidos, é, na verdade, um
termo que vem sendo usado e ganhando popularidade na internet e nas redes sociais, é algo que diz respeito
ao comportamento de consumir excessivamente conteúdos de baixa qualidade e até mesmo nocivos à saúde
mental. A conexão está sempre direcionada à atualização de fenômenos negativos, ao lixo das redes.
Este fenômeno surgiu no auge dos animes e mangás, quando seus fãs passavam horas e horas
consumindo conteúdos. Mais tarde isso evoluiu para outros interesses das redes sociais, sempre de baixa
qualidade, geralmente tóxico para a saúde mental e para os relacionamentos.
Parece que nosso tempo perde-se literalmente entre os dedos. Enchemos ou preenchemos nossos dias
com banalidades, com informações irrelevantes, muitas vezes falsas, ou pelo menos, duvidosas. Parecemos
dominados e entregues ao lixo social. O pior é que passamos a viver essa realidade, trabalhamos para ela,
somos sua criatura. Oferecemos o que nos é oferecido, damos o que recebemos. Tornamo-nos
multiplicadores de lixo.
Vivemos esses momentos, que poderiam ser horas preciosas de vida, imersos num mundo tóxico, que
nos aproxima do nada e nos distancia de todos. Pensamos lixo, vivemos lixo, nosso cérebro termina
apodrecendo pelo lixo.
A cada dia que passa o Brainrot vem sendo mais tratado como um problema de saúde, visto que as
pessoas envolvidas nesse tipo de comportamento manifestam sintomas psíquicos, como procrastinação, falta
de concentração, ansiedade, isolamento social, depressão, além de problemas físicos. A mente passa a ser
consumida por pensamentos repetitivos e obsessivos, muitas vezes relacionados a um determinado tema,
atualmente muito comum o conteúdo ideológico.
Isso pode desencadear algo que se pode chamar de “vício cognitivo”, que leva a pessoa a ficar
obcecada por determinado assunto e incapaz de pensar em outra coisa. Essa condição pode levar a uma
sensação de exaustão mental e dificuldade de concentração em outras atividades.
Como se trata de um problema de saúde, há necessidade de busca de ajuda profissional, mas,
infelizmente, a maioria das pessoas acometidas por esse mal não se veem doentes e aborrecem-se com
aquelas que tentam lhe pontuar o problema. As poucas que percebem, entendem que precisam buscar
informações de qualidade, usar parte de seu tempo em outras atividades, como práticas esportivas, cultura e
lazer. Tornam-se convictas de que a vida não é apenas virtual, que precisam sair do mundo online e observar
que há vida aqui fora.
Infelizmente estamos na era da internet, com disparos intermináveis de mensagens, muitas com
conteúdos desencontrados, muita maldade dentro do que deveria ser saudável e útil, causando
desentendimentos, desavenças, inimizades e grupos de pessoas divididos, considerando-se inimigos uns dos
outros.
Infelizmente, isso já é presente e pode piorar no futuro, a não ser que façamos algo para prevenir a
degradação dos tempos. Mas, o que fazer? Pelo menos, sejamos cabeças pensantes para tentar mudar essa
história.
(ESTEVÃO, M. Disponível em: primeirapágina.com.br. Acesso em: 20/09/2024.)
I. O autor mostra-se desesperançado frente à avalanche de informações nas redes sociais, sentimento enfatizado pelo uso repetido do advérbio infelizmente.
II. O uso constante da palavra lixo remete à postura do autor contra as informações irrelevantes, duvidosas, até tóxicas veiculadas nas redes sociais.
III. Ansiedade, depressão, isolamento social podem ser manifestações de pessoas que se deixam consumir pelos conteúdos de baixa qualidade constantes das redes sociais.
IV. Ao final do texto, o autor reconhece que o brainrot é fato tão presente e arraigado no mundo que não vê como solucioná-lo.
V. O fato de o autor usar a primeira pessoa do plural no texto não o exime de ser pessoa que também está imersa nesse mundo, que também se reconhece vivenciando o brainrot.
Estão corretas as afirmativas
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