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INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II
Asdfg çlkjh!
A moça do outro lado da mesa na agência bancária
está me abrindo uma conta. À sua frente, o computador.
Sem pestanejar, digita uma a uma todas as palavras,
sem olhar, enquanto me pergunta sobre aplicativos,
senhas, tokens e outros mistérios da vida contemporânea.
Os dedos, cheios de anéis e com longas unhas,
talvez artificiais, teclam a uma velocidade que, nas antigas
escolas de datilografia, certamente renderia prêmios ao
aluno. Não vacila, não erra uma letra. Eu apenas observo
e me espanto porque, com o dobro de anos de teclado do
que ela de vida, às vezes o dedo escorrega, bato em falso
e sou obrigado a corrigir.
Nos idos do século 20, sempre que alguma chatice me
obrigava a ir a uma repartição pública, eu me via micado no
balcão enquanto um funcionário catava milho na máquina
de escrever para preencher um formulário. Aquela era a
profissão do sujeito, e ele não estava preparado para a
simples missão que tinha de executar: datilografar um
texto. A ninguém ocorria agilizar o serviço pagando-lhe
um curso de datilografia, do qual, em poucas semanas,
até com o teclado coberto, ele executaria a jato o
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh.
Sendo a máquina de escrever a única alternativa mecânica
à escrita manual, e estando presente em repartições de
todos os tipos, eu me perguntava por que, desde a escola,
não se ministravam cursos de datilografia aos estudantes.
Seria uma disciplina como as outras, com provas parciais e
finais, notas vermelhas para quem não aprendesse direito
e possível bomba no fim do ano.
Bem, isso nunca foi feito. E, a partir dos anos 1990,
deixou de precisar. Assim que se viram diante do teclado
do computador – o mesmo que o das velhas Remingtons
e Olivettis –, as pessoas começaram a nascer já sabendo
digitar. Asdfg!
CASTRO, Ruy. Asdfg çlkjh! Folha de São Paulo,
Opinião, 03 jun. 2024, p. A 2. (adaptado).
“Nos idos do século 20, sempre que alguma chatice me obrigava a ir a uma repartição pública, eu me via micado no balcão enquanto um funcionário catava milho na máquina de escrever para preencher um formulário.”
Disponível em: https://www.elo7.com.br/maquina-de-escrever-retro-arquivo-digital/dp/1227E2C.
Analise as informações a seguir sobre os tipos de registros e de linguagens e assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) A linguagem popular e informal, com o registro de marcas linguísticas comuns à fala cotidiana, só está presente no trecho do texto II.
( ) A função emotiva da linguagem pode ser identificada no texto II pelo emprego da primeira pessoa no relato feito pelo cronista.
( ) A combinação entre linguagem verbal e informações visuais, no anúncio, resulta em um comentário jocoso sobre a máquina de escrever.
( ) Os elementos verbais e não verbais, presentes no anúncio, são interdependentes, pois a retirada de algum deles resultaria em perda de sentido do anúncio.
Assinale a sequência correta.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II
Asdfg çlkjh!
A moça do outro lado da mesa na agência bancária
está me abrindo uma conta. À sua frente, o computador.
Sem pestanejar, digita uma a uma todas as palavras,
sem olhar, enquanto me pergunta sobre aplicativos,
senhas, tokens e outros mistérios da vida contemporânea.
Os dedos, cheios de anéis e com longas unhas,
talvez artificiais, teclam a uma velocidade que, nas antigas
escolas de datilografia, certamente renderia prêmios ao
aluno. Não vacila, não erra uma letra. Eu apenas observo
e me espanto porque, com o dobro de anos de teclado do
que ela de vida, às vezes o dedo escorrega, bato em falso
e sou obrigado a corrigir.
Nos idos do século 20, sempre que alguma chatice me
obrigava a ir a uma repartição pública, eu me via micado no
balcão enquanto um funcionário catava milho na máquina
de escrever para preencher um formulário. Aquela era a
profissão do sujeito, e ele não estava preparado para a
simples missão que tinha de executar: datilografar um
texto. A ninguém ocorria agilizar o serviço pagando-lhe
um curso de datilografia, do qual, em poucas semanas,
até com o teclado coberto, ele executaria a jato o
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh.
Sendo a máquina de escrever a única alternativa mecânica
à escrita manual, e estando presente em repartições de
todos os tipos, eu me perguntava por que, desde a escola,
não se ministravam cursos de datilografia aos estudantes.
Seria uma disciplina como as outras, com provas parciais e
finais, notas vermelhas para quem não aprendesse direito
e possível bomba no fim do ano.
Bem, isso nunca foi feito. E, a partir dos anos 1990,
deixou de precisar. Assim que se viram diante do teclado
do computador – o mesmo que o das velhas Remingtons
e Olivettis –, as pessoas começaram a nascer já sabendo
digitar. Asdfg!
CASTRO, Ruy. Asdfg çlkjh! Folha de São Paulo,
Opinião, 03 jun. 2024, p. A 2. (adaptado).
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INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II
Asdfg çlkjh!
A moça do outro lado da mesa na agência bancária
está me abrindo uma conta. À sua frente, o computador.
Sem pestanejar, digita uma a uma todas as palavras,
sem olhar, enquanto me pergunta sobre aplicativos,
senhas, tokens e outros mistérios da vida contemporânea.
Os dedos, cheios de anéis e com longas unhas,
talvez artificiais, teclam a uma velocidade que, nas antigas
escolas de datilografia, certamente renderia prêmios ao
aluno. Não vacila, não erra uma letra. Eu apenas observo
e me espanto porque, com o dobro de anos de teclado do
que ela de vida, às vezes o dedo escorrega, bato em falso
e sou obrigado a corrigir.
Nos idos do século 20, sempre que alguma chatice me
obrigava a ir a uma repartição pública, eu me via micado no
balcão enquanto um funcionário catava milho na máquina
de escrever para preencher um formulário. Aquela era a
profissão do sujeito, e ele não estava preparado para a
simples missão que tinha de executar: datilografar um
texto. A ninguém ocorria agilizar o serviço pagando-lhe
um curso de datilografia, do qual, em poucas semanas,
até com o teclado coberto, ele executaria a jato o
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh.
Sendo a máquina de escrever a única alternativa mecânica
à escrita manual, e estando presente em repartições de
todos os tipos, eu me perguntava por que, desde a escola,
não se ministravam cursos de datilografia aos estudantes.
Seria uma disciplina como as outras, com provas parciais e
finais, notas vermelhas para quem não aprendesse direito
e possível bomba no fim do ano.
Bem, isso nunca foi feito. E, a partir dos anos 1990,
deixou de precisar. Assim que se viram diante do teclado
do computador – o mesmo que o das velhas Remingtons
e Olivettis –, as pessoas começaram a nascer já sabendo
digitar. Asdfg!
CASTRO, Ruy. Asdfg çlkjh! Folha de São Paulo,
Opinião, 03 jun. 2024, p. A 2. (adaptado).
“A ninguém ocorria agilizar o serviço pagando-lhe um curso de datilografia, do qual, em poucas semanas, até com o teclado coberto, ele executaria a jato o
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh.”
Disponível em: https://www.nadaver.com/author/site-admin/page/36/.
No que diz respeito à fonologia e à fonética, analise as afirmativas a seguir.
I. As palavras ATÉ, ELE, VOU e NÃO estão agrupadas porque têm a mesma classificação quanto ao número de sílabas.
II. A grafia do termo TELECOTECO está incorreta, segundo as regras do Novo Acordo Ortográfico sobre o uso do hífen.
III. Os vocábulos “NINGUÉM” e “VOCÊ”, presentes nos textos, no que diz respeito à acentuação gráfica, são acentuados conforme a mesma regra gramatical.
IV. Um componente sonoro pode ser identificado com a escolha vocabular tanto do termo TELECOTECO quando da grafia repetida de ASDFG ÇLKJH.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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TEXTO II
Asdfg çlkjh!
A moça do outro lado da mesa na agência bancária
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Sem pestanejar, digita uma a uma todas as palavras,
sem olhar, enquanto me pergunta sobre aplicativos,
senhas, tokens e outros mistérios da vida contemporânea.
Os dedos, cheios de anéis e com longas unhas,
talvez artificiais, teclam a uma velocidade que, nas antigas
escolas de datilografia, certamente renderia prêmios ao
aluno. Não vacila, não erra uma letra. Eu apenas observo
e me espanto porque, com o dobro de anos de teclado do
que ela de vida, às vezes o dedo escorrega, bato em falso
e sou obrigado a corrigir.
Nos idos do século 20, sempre que alguma chatice me
obrigava a ir a uma repartição pública, eu me via micado no
balcão enquanto um funcionário catava milho na máquina
de escrever para preencher um formulário. Aquela era a
profissão do sujeito, e ele não estava preparado para a
simples missão que tinha de executar: datilografar um
texto. A ninguém ocorria agilizar o serviço pagando-lhe
um curso de datilografia, do qual, em poucas semanas,
até com o teclado coberto, ele executaria a jato o
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh.
Sendo a máquina de escrever a única alternativa mecânica
à escrita manual, e estando presente em repartições de
todos os tipos, eu me perguntava por que, desde a escola,
não se ministravam cursos de datilografia aos estudantes.
Seria uma disciplina como as outras, com provas parciais e
finais, notas vermelhas para quem não aprendesse direito
e possível bomba no fim do ano.
Bem, isso nunca foi feito. E, a partir dos anos 1990,
deixou de precisar. Assim que se viram diante do teclado
do computador – o mesmo que o das velhas Remingtons
e Olivettis –, as pessoas começaram a nascer já sabendo
digitar. Asdfg!
CASTRO, Ruy. Asdfg çlkjh! Folha de São Paulo,
Opinião, 03 jun. 2024, p. A 2. (adaptado).
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TEXTO II
Asdfg çlkjh!
A moça do outro lado da mesa na agência bancária
está me abrindo uma conta. À sua frente, o computador.
Sem pestanejar, digita uma a uma todas as palavras,
sem olhar, enquanto me pergunta sobre aplicativos,
senhas, tokens e outros mistérios da vida contemporânea.
Os dedos, cheios de anéis e com longas unhas,
talvez artificiais, teclam a uma velocidade que, nas antigas
escolas de datilografia, certamente renderia prêmios ao
aluno. Não vacila, não erra uma letra. Eu apenas observo
e me espanto porque, com o dobro de anos de teclado do
que ela de vida, às vezes o dedo escorrega, bato em falso
e sou obrigado a corrigir.
Nos idos do século 20, sempre que alguma chatice me
obrigava a ir a uma repartição pública, eu me via micado no
balcão enquanto um funcionário catava milho na máquina
de escrever para preencher um formulário. Aquela era a
profissão do sujeito, e ele não estava preparado para a
simples missão que tinha de executar: datilografar um
texto. A ninguém ocorria agilizar o serviço pagando-lhe
um curso de datilografia, do qual, em poucas semanas,
até com o teclado coberto, ele executaria a jato o
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh.
Sendo a máquina de escrever a única alternativa mecânica
à escrita manual, e estando presente em repartições de
todos os tipos, eu me perguntava por que, desde a escola,
não se ministravam cursos de datilografia aos estudantes.
Seria uma disciplina como as outras, com provas parciais e
finais, notas vermelhas para quem não aprendesse direito
e possível bomba no fim do ano.
Bem, isso nunca foi feito. E, a partir dos anos 1990,
deixou de precisar. Assim que se viram diante do teclado
do computador – o mesmo que o das velhas Remingtons
e Olivettis –, as pessoas começaram a nascer já sabendo
digitar. Asdfg!
CASTRO, Ruy. Asdfg çlkjh! Folha de São Paulo,
Opinião, 03 jun. 2024, p. A 2. (adaptado).
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INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.
TEXTO I
O “impossível” voo das abelhas
Li certa vez que, na Nasa, há um poster com uma imagem
de uma abelha e os seguintes dizeres: Aerodinamicamente
o corpo de uma abelha não pode voar, mas o bom é que
a abelha não sabe disto.
Do ponto de vista científico, o voo da abelha é realmente
impressionante. Inicialmente, acreditava-se que as
abelhas não poderiam voar, com base nos princípios da
aerodinâmica convencional, que se aplicam a aeronaves
de asas rígidas. No entanto, o mistério foi desvendado
quando se descobriu que suas asas não são rígidas como
as de um avião. Em vez disso, as abelhas trabalham muito
se movem de forma muito mais complexa – em ciclos
de flexão e de torção – gerando pequenas turbulências
que lhes permite manter-se no ar, desafiando a
aerodinâmica estacionária.
O verdadeiro valor dessa história, porém, está na lição
que podemos aplicar às nossas vidas. Assim como
o voo da abelha desafia as expectativas científicas,
o amadurecimento humano muitas vezes desafia nossas
próprias expectativas sobre o que somos capazes de
enfrentar. Ao longo da vida, acumulamos experiências e
conhecimentos que nos fazem enxergar a complexidade
da existência com mais clareza. Essa conscientização,
contudo, não deveria nos desencorajar. Pelo contrário,
ela deve nos capacitar a encarar os desafios com
resiliência e sabedoria.
Na maturidade, os desafios enfrentados muitas
vezes parecem insuperáveis. Mudanças de carreira,
perdas financeiras, separações, problemas de saúde
ou até mesmo a busca por um propósito novo de
vida são obstáculos frequentes para muitas pessoas.
Esses desafios podem parecer tão intransponíveis
quanto o voo de uma abelha deveria ser, segundo as leis
tradicionais da física. No entanto, assim como a ciência
desvendou o segredo do voo das abelhas, nós também
precisamos encontrar dentro de nós a força necessária
para superar as adversidades que a vida nos impõe,
confiantes na vitória.
Superar os desafios não significa negar a complexidade da
vida, mas sim reconhecê-la e enfrentá-la com determinação
e perseverança. Assim como a abelha continua a voar
sem saber das limitações impostas pelas leis da física
convencional, também vive-se plenamente, mesmo diante
dos obstáculos que a maturidade nos impõe. O segredo
para superar os desafios reside em nossa capacidade de
adaptação. Assim como as asas das abelhas se ajustam
ao ambiente, também devemos aprender a nos ajustar às
circunstâncias, usando os recursos disponíveis para seguir
em frente.
Muitas vezes, realizamos coisas que, à primeira vista,
pareciam impossíveis, mas que, com coragem e resiliência,
conseguimos concretizar. Assim como as abelhas,
que voam sem saber que, teoricamente, não deveriam
ser capazes de fazê-lo, podemos superar nossas próprias
limitações. Nos colocarmos no lugar das abelhas é o
ideal para continuarmos avançando, tomando-as como
exemplo, pois, muitas vezes, os limites que acreditamos
existir são apenas frutos de nossa limitação em realmente
compreender os fatos.
CARDOSO, Juraciara Vieira. O “impossível” voo das abelhas.
Estado de Minas, Bem viver, 25 set. 2024 (adaptado).
“No entanto, assim como a ciência desvendou o segredo do voo das abelhas, nós também precisamos encontrar dentro de nós a força necessária para superar as adversidades que a vida nos impõe, confiantes na vitória”.
Disponível em: https://zuzubalandia.com.br/tirinhas-m.html.
Com base na análise sintática e nos termos da oração, assinale a alternativa incorreta.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.
TEXTO I
O “impossível” voo das abelhas
Li certa vez que, na Nasa, há um poster com uma imagem
de uma abelha e os seguintes dizeres: Aerodinamicamente
o corpo de uma abelha não pode voar, mas o bom é que
a abelha não sabe disto.
Do ponto de vista científico, o voo da abelha é realmente
impressionante. Inicialmente, acreditava-se que as
abelhas não poderiam voar, com base nos princípios da
aerodinâmica convencional, que se aplicam a aeronaves
de asas rígidas. No entanto, o mistério foi desvendado
quando se descobriu que suas asas não são rígidas como
as de um avião. Em vez disso, as abelhas trabalham muito
se movem de forma muito mais complexa – em ciclos
de flexão e de torção – gerando pequenas turbulências
que lhes permite manter-se no ar, desafiando a
aerodinâmica estacionária.
O verdadeiro valor dessa história, porém, está na lição
que podemos aplicar às nossas vidas. Assim como
o voo da abelha desafia as expectativas científicas,
o amadurecimento humano muitas vezes desafia nossas
próprias expectativas sobre o que somos capazes de
enfrentar. Ao longo da vida, acumulamos experiências e
conhecimentos que nos fazem enxergar a complexidade
da existência com mais clareza. Essa conscientização,
contudo, não deveria nos desencorajar. Pelo contrário,
ela deve nos capacitar a encarar os desafios com
resiliência e sabedoria.
Na maturidade, os desafios enfrentados muitas
vezes parecem insuperáveis. Mudanças de carreira,
perdas financeiras, separações, problemas de saúde
ou até mesmo a busca por um propósito novo de
vida são obstáculos frequentes para muitas pessoas.
Esses desafios podem parecer tão intransponíveis
quanto o voo de uma abelha deveria ser, segundo as leis
tradicionais da física. No entanto, assim como a ciência
desvendou o segredo do voo das abelhas, nós também
precisamos encontrar dentro de nós a força necessária
para superar as adversidades que a vida nos impõe,
confiantes na vitória.
Superar os desafios não significa negar a complexidade da
vida, mas sim reconhecê-la e enfrentá-la com determinação
e perseverança. Assim como a abelha continua a voar
sem saber das limitações impostas pelas leis da física
convencional, também vive-se plenamente, mesmo diante
dos obstáculos que a maturidade nos impõe. O segredo
para superar os desafios reside em nossa capacidade de
adaptação. Assim como as asas das abelhas se ajustam
ao ambiente, também devemos aprender a nos ajustar às
circunstâncias, usando os recursos disponíveis para seguir
em frente.
Muitas vezes, realizamos coisas que, à primeira vista,
pareciam impossíveis, mas que, com coragem e resiliência,
conseguimos concretizar. Assim como as abelhas,
que voam sem saber que, teoricamente, não deveriam
ser capazes de fazê-lo, podemos superar nossas próprias
limitações. Nos colocarmos no lugar das abelhas é o
ideal para continuarmos avançando, tomando-as como
exemplo, pois, muitas vezes, os limites que acreditamos
existir são apenas frutos de nossa limitação em realmente
compreender os fatos.
CARDOSO, Juraciara Vieira. O “impossível” voo das abelhas.
Estado de Minas, Bem viver, 25 set. 2024 (adaptado).
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TEXTO I
O “impossível” voo das abelhas
Li certa vez que, na Nasa, há um poster com uma imagem
de uma abelha e os seguintes dizeres: Aerodinamicamente
o corpo de uma abelha não pode voar, mas o bom é que
a abelha não sabe disto.
Do ponto de vista científico, o voo da abelha é realmente
impressionante. Inicialmente, acreditava-se que as
abelhas não poderiam voar, com base nos princípios da
aerodinâmica convencional, que se aplicam a aeronaves
de asas rígidas. No entanto, o mistério foi desvendado
quando se descobriu que suas asas não são rígidas como
as de um avião. Em vez disso, as abelhas trabalham muito
se movem de forma muito mais complexa – em ciclos
de flexão e de torção – gerando pequenas turbulências
que lhes permite manter-se no ar, desafiando a
aerodinâmica estacionária.
O verdadeiro valor dessa história, porém, está na lição
que podemos aplicar às nossas vidas. Assim como
o voo da abelha desafia as expectativas científicas,
o amadurecimento humano muitas vezes desafia nossas
próprias expectativas sobre o que somos capazes de
enfrentar. Ao longo da vida, acumulamos experiências e
conhecimentos que nos fazem enxergar a complexidade
da existência com mais clareza. Essa conscientização,
contudo, não deveria nos desencorajar. Pelo contrário,
ela deve nos capacitar a encarar os desafios com
resiliência e sabedoria.
Na maturidade, os desafios enfrentados muitas
vezes parecem insuperáveis. Mudanças de carreira,
perdas financeiras, separações, problemas de saúde
ou até mesmo a busca por um propósito novo de
vida são obstáculos frequentes para muitas pessoas.
Esses desafios podem parecer tão intransponíveis
quanto o voo de uma abelha deveria ser, segundo as leis
tradicionais da física. No entanto, assim como a ciência
desvendou o segredo do voo das abelhas, nós também
precisamos encontrar dentro de nós a força necessária
para superar as adversidades que a vida nos impõe,
confiantes na vitória.
Superar os desafios não significa negar a complexidade da
vida, mas sim reconhecê-la e enfrentá-la com determinação
e perseverança. Assim como a abelha continua a voar
sem saber das limitações impostas pelas leis da física
convencional, também vive-se plenamente, mesmo diante
dos obstáculos que a maturidade nos impõe. O segredo
para superar os desafios reside em nossa capacidade de
adaptação. Assim como as asas das abelhas se ajustam
ao ambiente, também devemos aprender a nos ajustar às
circunstâncias, usando os recursos disponíveis para seguir
em frente.
Muitas vezes, realizamos coisas que, à primeira vista,
pareciam impossíveis, mas que, com coragem e resiliência,
conseguimos concretizar. Assim como as abelhas,
que voam sem saber que, teoricamente, não deveriam
ser capazes de fazê-lo, podemos superar nossas próprias
limitações. Nos colocarmos no lugar das abelhas é o
ideal para continuarmos avançando, tomando-as como
exemplo, pois, muitas vezes, os limites que acreditamos
existir são apenas frutos de nossa limitação em realmente
compreender os fatos.
CARDOSO, Juraciara Vieira. O “impossível” voo das abelhas.
Estado de Minas, Bem viver, 25 set. 2024 (adaptado).
Com base nesse conceito, assinale a alternativa correta.
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TEXTO I
O “impossível” voo das abelhas
Li certa vez que, na Nasa, há um poster com uma imagem
de uma abelha e os seguintes dizeres: Aerodinamicamente
o corpo de uma abelha não pode voar, mas o bom é que
a abelha não sabe disto.
Do ponto de vista científico, o voo da abelha é realmente
impressionante. Inicialmente, acreditava-se que as
abelhas não poderiam voar, com base nos princípios da
aerodinâmica convencional, que se aplicam a aeronaves
de asas rígidas. No entanto, o mistério foi desvendado
quando se descobriu que suas asas não são rígidas como
as de um avião. Em vez disso, as abelhas trabalham muito
se movem de forma muito mais complexa – em ciclos
de flexão e de torção – gerando pequenas turbulências
que lhes permite manter-se no ar, desafiando a
aerodinâmica estacionária.
O verdadeiro valor dessa história, porém, está na lição
que podemos aplicar às nossas vidas. Assim como
o voo da abelha desafia as expectativas científicas,
o amadurecimento humano muitas vezes desafia nossas
próprias expectativas sobre o que somos capazes de
enfrentar. Ao longo da vida, acumulamos experiências e
conhecimentos que nos fazem enxergar a complexidade
da existência com mais clareza. Essa conscientização,
contudo, não deveria nos desencorajar. Pelo contrário,
ela deve nos capacitar a encarar os desafios com
resiliência e sabedoria.
Na maturidade, os desafios enfrentados muitas
vezes parecem insuperáveis. Mudanças de carreira,
perdas financeiras, separações, problemas de saúde
ou até mesmo a busca por um propósito novo de
vida são obstáculos frequentes para muitas pessoas.
Esses desafios podem parecer tão intransponíveis
quanto o voo de uma abelha deveria ser, segundo as leis
tradicionais da física. No entanto, assim como a ciência
desvendou o segredo do voo das abelhas, nós também
precisamos encontrar dentro de nós a força necessária
para superar as adversidades que a vida nos impõe,
confiantes na vitória.
Superar os desafios não significa negar a complexidade da
vida, mas sim reconhecê-la e enfrentá-la com determinação
e perseverança. Assim como a abelha continua a voar
sem saber das limitações impostas pelas leis da física
convencional, também vive-se plenamente, mesmo diante
dos obstáculos que a maturidade nos impõe. O segredo
para superar os desafios reside em nossa capacidade de
adaptação. Assim como as asas das abelhas se ajustam
ao ambiente, também devemos aprender a nos ajustar às
circunstâncias, usando os recursos disponíveis para seguir
em frente.
Muitas vezes, realizamos coisas que, à primeira vista,
pareciam impossíveis, mas que, com coragem e resiliência,
conseguimos concretizar. Assim como as abelhas,
que voam sem saber que, teoricamente, não deveriam
ser capazes de fazê-lo, podemos superar nossas próprias
limitações. Nos colocarmos no lugar das abelhas é o
ideal para continuarmos avançando, tomando-as como
exemplo, pois, muitas vezes, os limites que acreditamos
existir são apenas frutos de nossa limitação em realmente
compreender os fatos.
CARDOSO, Juraciara Vieira. O “impossível” voo das abelhas.
Estado de Minas, Bem viver, 25 set. 2024 (adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.
TEXTO I
O “impossível” voo das abelhas
Li certa vez que, na Nasa, há um poster com uma imagem
de uma abelha e os seguintes dizeres: Aerodinamicamente
o corpo de uma abelha não pode voar, mas o bom é que
a abelha não sabe disto.
Do ponto de vista científico, o voo da abelha é realmente
impressionante. Inicialmente, acreditava-se que as
abelhas não poderiam voar, com base nos princípios da
aerodinâmica convencional, que se aplicam a aeronaves
de asas rígidas. No entanto, o mistério foi desvendado
quando se descobriu que suas asas não são rígidas como
as de um avião. Em vez disso, as abelhas trabalham muito
se movem de forma muito mais complexa – em ciclos
de flexão e de torção – gerando pequenas turbulências
que lhes permite manter-se no ar, desafiando a
aerodinâmica estacionária.
O verdadeiro valor dessa história, porém, está na lição
que podemos aplicar às nossas vidas. Assim como
o voo da abelha desafia as expectativas científicas,
o amadurecimento humano muitas vezes desafia nossas
próprias expectativas sobre o que somos capazes de
enfrentar. Ao longo da vida, acumulamos experiências e
conhecimentos que nos fazem enxergar a complexidade
da existência com mais clareza. Essa conscientização,
contudo, não deveria nos desencorajar. Pelo contrário,
ela deve nos capacitar a encarar os desafios com
resiliência e sabedoria.
Na maturidade, os desafios enfrentados muitas
vezes parecem insuperáveis. Mudanças de carreira,
perdas financeiras, separações, problemas de saúde
ou até mesmo a busca por um propósito novo de
vida são obstáculos frequentes para muitas pessoas.
Esses desafios podem parecer tão intransponíveis
quanto o voo de uma abelha deveria ser, segundo as leis
tradicionais da física. No entanto, assim como a ciência
desvendou o segredo do voo das abelhas, nós também
precisamos encontrar dentro de nós a força necessária
para superar as adversidades que a vida nos impõe,
confiantes na vitória.
Superar os desafios não significa negar a complexidade da
vida, mas sim reconhecê-la e enfrentá-la com determinação
e perseverança. Assim como a abelha continua a voar
sem saber das limitações impostas pelas leis da física
convencional, também vive-se plenamente, mesmo diante
dos obstáculos que a maturidade nos impõe. O segredo
para superar os desafios reside em nossa capacidade de
adaptação. Assim como as asas das abelhas se ajustam
ao ambiente, também devemos aprender a nos ajustar às
circunstâncias, usando os recursos disponíveis para seguir
em frente.
Muitas vezes, realizamos coisas que, à primeira vista,
pareciam impossíveis, mas que, com coragem e resiliência,
conseguimos concretizar. Assim como as abelhas,
que voam sem saber que, teoricamente, não deveriam
ser capazes de fazê-lo, podemos superar nossas próprias
limitações. Nos colocarmos no lugar das abelhas é o
ideal para continuarmos avançando, tomando-as como
exemplo, pois, muitas vezes, os limites que acreditamos
existir são apenas frutos de nossa limitação em realmente
compreender os fatos.
CARDOSO, Juraciara Vieira. O “impossível” voo das abelhas.
Estado de Minas, Bem viver, 25 set. 2024 (adaptado).
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