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Foram encontradas 314 questões.

193020 Ano: 2010
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BACEN
Um investidor aplicou R$ 20.000,00 num CDB com vencimento para 3 meses depois, a uma taxa composta de 4% ao mês. O valor de resgate dessa operação foi, em reais, de (Nota: efetue as operações com 4 casas decimais)
 

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193018 Ano: 2010
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BACEN
. A taxa composta de 4% ao semestre equivale, ao mês, a (Nota: efetue as operações com 6 casas decimais)
 

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193017 Ano: 2010
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BACEN
Um aplicador vai obter de resgate em um título o valor de R$ 30.000,00. Sabendo-se que a operação rendeu juros simples de 5% ao mês, por um período de 6 meses, o valor original da aplicação foi, em reais, de
 

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193401 Ano: 2010
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BACEN
. Carlos foi surpreendido, em sua empresa, por agentes fiscais da União, que exigiram a apresentação dos livros comerciais obrigatórios e demais registros legais, dando início a procedimento administrativo fiscal. Insatisfeitos com os resultados apresentados, notificaram Carlos para que o mesmo apresentasse os extratos bancários da empresa, bem como os extratos pessoais para exame da fiscalização. Por meio do exame dos documentos, inúmeras irregularidades foram descobertas e tornadas públicas por meio de processo criminal, no qual o Ministério Público requereu, ainda, quebra de sigilo bancário do réu, que restou indeferido. Inconformado, o Ministério Público requisitou diretamente ao Banco Central a quebra do sigilo bancário, o que foi negado pelos funcionários do Banco. Diante desse relato, conclui-se que
Questão Anulada

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193314 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BACEN
Os 25 Princípios Fundamentais da Basileia dão efetividade ao sistema de supervisão bancária. Esses princípios compreendem, entre outros, os itens:

I - objetivos, independência, poderes, transparência e cooperação;

II - autorização e estrutura;

II - regulação prudencial e requerimentos;

IV - métodos de supervisão bancária contínua;

V - contabilidade e divulgação.

Correspondem aos Princípios Fundamentais de Basileia os itens
Questão Anulada

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193217 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BACEN
. Um analista do BACEN, ao efetuar o registro dos atos e fatos contábeis ? receita arrecadada, despesa fixada, inscrição de restos a pagar e baixa da dívida ativa ? deverá utilizar, respectivamente, os sistemas de contas:
Questão Anulada

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193148 Ano: 2010
Disciplina: Estatística
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BACEN
A variável aleatória contínua x tem a seguinte função de densidade de probabilidade:

!$ f(x)={x\,\over\,12}-k,\,\quad\,\mathrm\,{se\,0\,\le\,x\,\le\,3} !$
e f(x) = 0, para todos os outros valores de x.

Sendo k uma constante, seu valor é igual a
Questão Anulada

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193119 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BACEN
O modelo das cinco forças da concorrência, proposto por Michael Porter, permite ampliar a arena para a análise competitiva e reconhecer novas condições, que podem alterar a forma como ocorre a competição em dado setor e os efeitos sobre a atratividade da indústria. São fatores que aumentam a atratividade de uma indústria, tornando os retornos das empresas instaladas superiores àqueles de outros setores:
Questão Anulada

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No Brasil das últimas décadas, a miséria teve diversas caras.

Houve um tempo em que, romântica, ela batia à nossa porta. Pedia-nos um prato de comida. Algumas vezes, suplicava por uma roupinha velha.

Conhecíamos os nossos mendigos. Cabiam nos dedos de uma das mãos. Eram parte da vizinhança. Ao alimentá-los e vesti-los, aliviávamos nossas consciências. Dormíamos o sono dos justos.

A urbanização do Brasil deu à miséria certa impessoalidade. Ela passou a apresentar-se como um elemento da paisagem, algo para ser visto pela janelinha do carro, ora esparramada sobre a calçada, ora refugiada sob o viaduto.

A modernidade trouxe novas formas de contato com a riqueza. Logo a miséria estava batendo, suja, esfarrapada, no vidro de nosso carro.

Os semáforos ganharam uma inesperada função social. Passamos a exercitar nossa infinita bondade pingando esmolas em mãos rotas. Continuávamos de bem com nossos travesseiros.

Com o tempo, a miséria conquistou os tubos de imagem dos aparelhos de TV. Aos poucos, foi perdendo a docilidade. A rua oferecia-nos algo além de água encanada e luz elétrica.

Os telejornais passaram a despejar violência sobre o tapete da sala, aos pés de nossos sofás. Era como se dispuséssemos de um eficiente sistema de miséria encanada. Tão simples quanto virar uma torneira ou acionar o interruptor, bastava apertar o botão da TV. Embora violenta, a miséria ainda nos excluía.

Súbito, a miséria cansou de esmolar. Ela agora não pede; exige. Ela já não suplica; toma.

A miséria não bate mais à nossa porta; invade. Não estende a mão diante do vidro do carro; arranca os relógios dos braços distraídos.

Acuada, a cidade passou de opressora a vítima dos morros. No Brasil de hoje, a riqueza é refém da miséria.

A constituição do perfil da miséria no Brasil está diretamente relacionada com a crescente modernização do país.

SOUZA, Josias de. "A vingança da miséria". Folha de S. Paulo, São Paulo, 31 out. 1994.Caderno Opinião, p.2. (Adaptado)

"Embora violenta, a miséria ainda nos excluía."

Essa frase é uma síntese das passagens do texto apresentadas a seguir, EXCETO

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No Brasil das últimas décadas, a miséria teve diversas caras.

Houve um tempo em que, romântica, ela batia à nossa porta. Pedia-nos um prato de comida. Algumas vezes, suplicava por uma roupinha velha.

Conhecíamos os nossos mendigos. Cabiam nos dedos de uma das mãos. Eram parte da vizinhança. Ao alimentá-los e vesti-los, aliviávamos nossas consciências. Dormíamos o sono dos justos.

A urbanização do Brasil deu à miséria certa impessoalidade. Ela passou a apresentar-se como um elemento da paisagem, algo para ser visto pela janelinha do carro, ora esparramada sobre a calçada, ora refugiada sob o viaduto.

A modernidade trouxe novas formas de contato com a riqueza. Logo a miséria estava batendo, suja, esfarrapada, no vidro de nosso carro.

Os semáforos ganharam uma inesperada função social. Passamos a exercitar nossa infinita bondade pingando esmolas em mãos rotas. Continuávamos de bem com nossos travesseiros.

Com o tempo, a miséria conquistou os tubos de imagem dos aparelhos de TV. Aos poucos, foi perdendo a docilidade. A rua oferecia-nos algo além de água encanada e luz elétrica.

Os telejornais passaram a despejar violência sobre o tapete da sala, aos pés de nossos sofás. Era como se dispuséssemos de um eficiente sistema de miséria encanada. Tão simples quanto virar uma torneira ou acionar o interruptor, bastava apertar o botão da TV. Embora violenta, a miséria ainda nos excluía.

Súbito, a miséria cansou de esmolar. Ela agora não pede; exige. Ela já não suplica; toma.

A miséria não bate mais à nossa porta; invade. Não estende a mão diante do vidro do carro; arranca os relógios dos braços distraídos.

Acuada, a cidade passou de opressora a vítima dos morros. No Brasil de hoje, a riqueza é refém da miséria.

A constituição do perfil da miséria no Brasil está diretamente relacionada com a crescente modernização do país.

SOUZA, Josias de. "A vingança da miséria". Folha de S. Paulo, São Paulo, 31 out. 1994.Caderno Opinião, p.2. (Adaptado)

A partir da leitura , conclui-se que ele tem por objetivo

Questão Anulada

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