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Com relação a um teste simples de hipótese, assinale a afirmativa correta.
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onde E é o operador de expectância (esperança matemática),
é a matriz de variância-covariância das perturbações aleatórias, condicionada a X. Utilizando-se o método de mínimos quadrados simples (OLS) estimam-se os parâmetros 
Nessas condições, analise as proposições a seguir.

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Em um estudo sobre a economia informal de uma cidade, deseja-se determinar uma amostra para estimar o rendimento médio dessa população, com um grau de confiança de 95% de que a média da amostra aleatória extraída não difira de mais de R$ 50,00 da média do rendimento dessa população, cujo desvio padrão é R$ 400,00.
Sabendo-se que Z ~ N [0, 1] e que !$ \int \limits _{0} ^{1,96} f(z) dz = 0,4750 !$ onde f(z) é a função de densidade de probabilidade de z, pode-se concluir que o número de pessoas da amostra será
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A cidade moderna são os ecos [de um] labirinto - presídio complexo de ruas cruzadas e rios aparentemente sem embocadura - onde a iniciação itinerante e o fio de Ariadne se mostram tênues ou nulos. Invertendo- se uma das interpretações do mito, o labirinto aqui não é a trilha para chegar-se ao centro; é, antes, marca da dispersão. Indica a vitória do material sobre o espiritual, do perecível sobre o eterno. Ou mais, o lugar do descartável e do novo e sempre-igual.
O homem citadino é presa dessa cidade, está enredado em suas malhas. Não consegue sair desse espaço denso, uma vez que a civilização urbana espraiou-se para além dos centros metropolitanos e continua a preencher grandes áreas que gravitam em torno desses centros. A partir da Revolução Industrial, o fenômeno urbano parece ter ultrapassado as fronteiras das ?cidades? e ter-se difundido pelo espaço físico. O signo do progresso transforma a urbanização em movimento centrífugo, gerando a metrópole que se dispersa. Assim, o citadino - homem à deriva - está na cidade como em labirinto, não pode sair dela sem cair em outra, idêntica ainda que seja distinta.
GOMES, Renato Cordeiro. Todas as cidades, a cidade. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.
Na visão do autor, a cidade é um espaço caracterizado por antíteses, por opostos que se somam num todo quase sempre contraditório. Esse ponto de vista se faz presente de forma particularmente significativa em
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No Brasil das últimas décadas, a miséria teve diversas caras.
Houve um tempo em que, romântica, ela batia à nossa porta. Pedia-nos um prato de comida. Algumas vezes, suplicava por uma roupinha velha.
Conhecíamos os nossos mendigos. Cabiam nos dedos de uma das mãos. Eram parte da vizinhança. Ao alimentá-los e vesti-los, aliviávamos nossas consciências. Dormíamos o sono dos justos.
A urbanização do Brasil deu à miséria certa impessoalidade. Ela passou a apresentar-se como um elemento da paisagem, algo para ser visto pela janelinha do carro, ora esparramada sobre a calçada, ora refugiada sob o viaduto.
A modernidade trouxe novas formas de contato com a riqueza. Logo a miséria estava batendo, suja, esfarrapada, no vidro de nosso carro.
Os semáforos ganharam uma inesperada função social. Passamos a exercitar nossa infinita bondade pingando esmolas em mãos rotas. Continuávamos de bem com nossos travesseiros.
Com o tempo, a miséria conquistou os tubos de imagem dos aparelhos de TV. Aos poucos, foi perdendo a docilidade. A rua oferecia-nos algo além de água encanada e luz elétrica.
Os telejornais passaram a despejar violência sobre o tapete da sala, aos pés de nossos sofás. Era como se dispuséssemos de um eficiente sistema de miséria encanada. Tão simples quanto virar uma torneira ou acionar o interruptor, bastava apertar o botão da TV. Embora violenta, a miséria ainda nos excluía.
Súbito, a miséria cansou de esmolar. Ela agora não pede; exige. Ela já não suplica; toma.
A miséria não bate mais à nossa porta; invade. Não estende a mão diante do vidro do carro; arranca os relógios dos braços distraídos.
Acuada, a cidade passou de opressora a vítima dos morros. No Brasil de hoje, a riqueza é refém da miséria.
A constituição do perfil da miséria no Brasil está diretamente relacionada com a crescente modernização do país.
SOUZA, Josias de. "A vingança da miséria". Folha de S. Paulo, São Paulo, 31 out. 1994.Caderno Opinião, p.2. (Adaptado)
A circunstância expressa pelos termos em destaque está corretamente indicada em
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Acredito na existência de vida em outros planetas. Tenho três adolescentes em casa. Embora seus corpos permaneçam nesta dimensão, suas mentes vagam bem além da ionosfera. Não. Não adianta dizer que também já fui assim. Não fui. Não fui. Não fui. Vou prender a respiração até você acreditar em mim. Não tive infância, nem adolescência; já nasci velho. Portanto, observo as três jovens moças como se a porta da nave tivesse acabado de se abrir e, lá de dentro, eu ouvisse: "Leve-me ao seu líder".
Errado. Essa frase jamais seria ouvida no planeta de onde elas vêm. Lá, o desconhecimento do conceito de líder é absoluto. Logo, por que haveriam de querer conhecer o líder da Terra? Graças às últimas festinhas de criança, que hoje percebo terem sido congressos de ufologia disfarçados, sou testemunha de que alienígenas do sexo masculino são rebeldes, mas isso não torna as alienígenas do sexo feminino exatamente dóceis. Elas são é distraídas, vivem com a cabeça nas nuvens, não associam a TV ligada à eletricidade.
DAPIEVE, Arthur. Notas de ufologia parental. O Globo, 13 ago. 2004. (Adaptado)
As duas orações enunciadas estão ligadas por conectivo adequado ao sentido expresso no texto em:
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