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Por quantos meses um capital de R$ 3.000,00 ficou aplicado, sob regime de juros simples, para render R$ 720,00 de juros a uma taxa bimestral de 4%?
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O valor total de um empréstimo é R$ 30.000,00. O cliente solicita proposta para quitação do empréstimo de forma antecipada e é informado do seguinte: quitação nesta data, o empréstimo liquida-se por R$ 23.700,00. O percentual de desconto concedido na liquidação antecipada foi de:
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Um capital de R$ 4.000,00 foi aplicado sob regime de juros simples, durante 8 meses e rendeu R$ 640,00. Determine a taxa mensal da aplicação.
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Na montagem de parte de um orçamento, alguns valores foram acrescentados e outros, retirados, na seguinte sequência: retirou-se R$ 2.000,00; acrescentou-se R$ 850,00; acrescentou-se R$ 900,00. Se a parte considerado do orçamento totalizou R$ 2.050,00, qual era o valor inicial antes dos acréscimos e retiradas citados?
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A última parcela de um empréstimo tem valor de R$ 1.800,00. Foi ofertado ao cliente, pessoa jurídica, um desconto de 15%, caso o pagamento fosse feito adiantado. O valor, em reais, do desconto ofertado é de:
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Um capital foi aplicado sob regime de juros simples durante 6 meses a uma taxa de 1% ao mês e rendeu R$ 120,00 de juros. Qual o valor deste capital?
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Uma aplicação financeira, sob regime de juros compostos, paga 1% ao mês de rendimentos. Se um capital de R$ 3.000,00 ficar 4 meses aplicado nestas condições, renderá juros de, aproximadamente:
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Um empréstimo de R$ 3.000,00 foi tomado por uma pessoa junto a um banco. Ela pagou em 20 parcelas de R$ 200,00. O total pago em juros, em relação ao total pago, representa um percentual de:
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Um capital de R$ 9.500,00 foi aplicado em um banco, sob regime de juros simples, a uma taxa de 2% ao bimestre, durante 7 meses. Quanto gerou de juros ao final da aplicação?
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Para responder a questão, leia o texto abaixo.
As vantagens de ter uma conta corrente em dólar
A médio e longo prazo, o Brasil vai experimentar mudanças cambiais que devem aproximá-lo dos países globalizados e com moeda forte. O novo marco legal do setor vai colocar a Nação no século 21 — pelo menos em termos de mercado de câmbio. O projeto reuniu 400 artigos dispersos e editados a partir de 1920. Eles foram atualizados e simplificados para corresponder ao arcabouço regulatório dos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o clube dos países ricos. As mudanças removem barreiras que restringiam a circulação da moeda estrangeira no País.
O novo marco foi uma iniciativa do Banco Central, que há anos tem cumprido uma agenda de modernização (o PIX e o open banking são as iniciativas mais recentes). E as mudanças serão implantadas aos poucos. Ele traz novidades para o brasileiro comum (pessoa física) e para as empresas. “Em muitos casos, legaliza práticas já existentes no mercado, como compra e venda de dólar entre pessoas físicas”, diz o especialista em economia cambial Alexandre Chaia, professor do Insper. “As pessoas costumam trocar dólar por real, mas isso era ilegal. A nova lei descriminaliza operações até US$ 500.”
Essa mudança deve levar à criação de plataformas peer-to-peer (pessoa para pessoa, em inglês) de câmbio, para trocas de moedas estrangeiras. Para o brasileiro, a brecha possibilita gastar menos, porque ele poderá comprar a moeda no câmbio oficial, que tem menor tarifa. A notícia tira as casas de câmbio do conforto. Para não perder clientes, precisarão se modernizar. A nova lei também aumenta para US$ 10 mil (cerca de R$ 57 mil) o máximo que o viajante declara nos aeroportos, na saída do País para o exterior.
As operações de transferência e pagamento para o exterior também ficarão mais fáceis. Isso desperta o interesse das fintechs. Algumas já oferecem aos clientes a possibilidade de abrir uma conta em dólar no exterior, o que economiza em até 10% em taxas e impostos, se comparado às alternativas clássicas, como a compra de moeda em espécie e pelo cartão de crédito internacional. “A nova lei permitirá o PIX internacional, operação simples e sem taxas a pessoa física”, diz Chaia.
Autor: Valéria Pampa — Revista IstoÉ (adaptado).
Em Isso desperta o interesse das fintechs, os termos sublinhados cumprem a função sintática de:
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