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Para responder a questão, leia o texto abaixo.
As vantagens de ter uma conta corrente em dólar
A médio e longo prazo, o Brasil vai experimentar mudanças cambiais que devem aproximá-lo dos países globalizados e com moeda forte. O novo marco legal do setor vai colocar a Nação no século 21 — pelo menos em termos de mercado de câmbio. O projeto reuniu 400 artigos dispersos e editados a partir de 1920. Eles foram atualizados e simplificados para corresponder ao arcabouço regulatório dos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o clube dos países ricos. As mudanças removem barreiras que restringiam a circulação da moeda estrangeira no País.
O novo marco foi uma iniciativa do Banco Central, que anos tem cumprido uma agenda de modernização (o PIX e o open banking são as iniciativas mais recentes). E as mudanças serão implantadas aos poucos. Ele traz novidades para o brasileiro comum (pessoa física) e para as empresas. “Em muitos casos, legaliza práticas já existentes no mercado, como compra e venda de dólar entre pessoas físicas”, diz o especialista em economia cambial Alexandre Chaia, professor do Insper. “As pessoas costumam trocar dólar por real, mas isso era ilegal. A nova lei descriminaliza operações até US$ 500.”
Essa mudança deve levar criação de plataformas peer-to-peer (pessoa para pessoa, em inglês) de câmbio, para trocas de moedas estrangeiras. Para o brasileiro, a brecha possibilita gastar menos, ele poderá comprar a moeda no câmbio oficial, que tem menor tarifa. A notícia tira as casas de câmbio do conforto. Para não perder clientes, precisarão se modernizar. A nova lei também aumenta para US$ 10 mil (cerca de R$ 57 mil) o máximo que o viajante declara nos aeroportos, na saída do País para o exterior.
As operações de transferência e pagamento para o exterior também ficarão mais fáceis. Isso desperta o interesse das fintechs. Algumas já oferecem aos clientes a possibilidade de abrir uma conta em dólar no exterior, o que economiza em até 10% em taxas e impostos, se comparado às alternativas clássicas, como a compra de moeda em espécie e pelo cartão de crédito internacional. “A nova lei permitirá o PIX internacional, operação simples e sem taxas a pessoa física”, diz Chaia.
Autor: Valéria Pampa — Revista IstoÉ (adaptado).
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas do texto?
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As vantagens de ter uma conta corrente em dólar
A médio e longo prazo, o Brasil vai experimentar mudanças cambiais que devem aproximá-lo dos países globalizados e com moeda forte. O novo marco legal do setor vai colocar a Nação no século 21 — pelo menos em termos de mercado de câmbio. O projeto reuniu 400 artigos dispersos e editados a partir de 1920. Eles foram atualizados e simplificados para corresponder ao arcabouço regulatório dos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o clube dos países ricos. As mudanças removem barreiras que restringiam a circulação da moeda estrangeira no País.
O novo marco foi uma iniciativa do Banco Central, que há anos tem cumprido uma agenda de modernização (o PIX e o open banking são as iniciativas mais recentes). E as mudanças serão implantadas aos poucos. Ele traz novidades para o brasileiro comum (pessoa física) e para as empresas. “Em muitos casos, legaliza práticas já existentes no mercado, como compra e venda de dólar entre pessoas físicas”, diz o especialista em economia cambial Alexandre Chaia, professor do Insper. “As pessoas costumam trocar dólar por real, mas isso era ilegal. A nova lei descriminaliza operações até US$ 500.”
Essa mudança deve levar à criação de plataformas peer-to-peer (pessoa para pessoa, em inglês) de câmbio, para trocas de moedas estrangeiras. Para o brasileiro, a brecha possibilita gastar menos, porque ele poderá comprar a moeda no câmbio oficial, que tem menor tarifa. A notícia tira as casas de câmbio do conforto. Para não perder clientes, precisarão se modernizar. A nova lei também aumenta para US$ 10 mil (cerca de R$ 57 mil) o máximo que o viajante declara nos aeroportos, na saída do País para o exterior.
As operações de transferência e pagamento para o exterior também ficarão mais fáceis. Isso desperta o interesse das fintechs. Algumas já oferecem aos clientes a possibilidade de abrir uma conta em dólar no exterior, o que economiza em até 10% em taxas e impostos, se comparado às alternativas clássicas, como a compra de moeda em espécie e pelo cartão de crédito internacional. “A nova lei permitirá o PIX internacional, operação simples e sem taxas a pessoa física”, diz Chaia.
Autor: Valéria Pampa — Revista IstoÉ (adaptado).
No texto, Alexandre Chaia, especialista em economia cambial, destaca que: I. O novo marco legaliza práticas já existentes no mercado, como a troca de dólar por real entre as pessoas; II. A partir da nova lei, haverá a criação de plataformas peer-to-peer, III. O PIX internacional poderá ser feito sem taxas a pessoas físicas.
Esta(ão) CORRETA(S):
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As vantagens de ter uma conta corrente em dólar
A médio e longo prazo, o Brasil vai experimentar mudanças cambiais que devem aproximá-lo dos países globalizados e com moeda forte. O novo marco legal do setor vai colocar a Nação no século 21 — pelo menos em termos de mercado de câmbio. O projeto reuniu 400 artigos dispersos e editados a partir de 1920. Eles foram atualizados e simplificados para corresponder ao arcabouço regulatório dos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o clube dos países ricos. As mudanças removem barreiras que restringiam a circulação da moeda estrangeira no País.
O novo marco foi uma iniciativa do Banco Central, que há anos tem cumprido uma agenda de modernização (o PIX e o open banking são as iniciativas mais recentes). E as mudanças serão implantadas aos poucos. Ele traz novidades para o brasileiro comum (pessoa física) e para as empresas. “Em muitos casos, legaliza práticas já existentes no mercado, como compra e venda de dólar entre pessoas físicas”, diz o especialista em economia cambial Alexandre Chaia, professor do Insper. “As pessoas costumam trocar dólar por real, mas isso era ilegal. A nova lei descriminaliza operações até US$ 500.”
Essa mudança deve levar à criação de plataformas peer-to-peer (pessoa para pessoa, em inglês) de câmbio, para trocas de moedas estrangeiras. Para o brasileiro, a brecha possibilita gastar menos, porque ele poderá comprar a moeda no câmbio oficial, que tem menor tarifa. A notícia tira as casas de câmbio do conforto. Para não perder clientes, precisarão se modernizar. A nova lei também aumenta para US$ 10 mil (cerca de R$ 57 mil) o máximo que o viajante declara nos aeroportos, na saída do País para o exterior.
As operações de transferência e pagamento para o exterior também ficarão mais fáceis. Isso desperta o interesse das fintechs. Algumas já oferecem aos clientes a possibilidade de abrir uma conta em dólar no exterior, o que economiza em até 10% em taxas e impostos, se comparado às alternativas clássicas, como a compra de moeda em espécie e pelo cartão de crédito internacional. “A nova lei permitirá o PIX internacional, operação simples e sem taxas a pessoa física”, diz Chaia.
Autor: Valéria Pampa — Revista IstoÉ (adaptado).
Sobre as ideias apresentadas no texto, assinale a alternativa INCORRETA.
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As vantagens de ter uma conta corrente em dólar
A médio e longo prazo, o Brasil vai experimentar mudanças cambiais que devem aproximá-lo dos países globalizados e com moeda forte. O novo marco legal do setor vai colocar a Nação no século 21 — pelo menos em termos de mercado de câmbio. O projeto reuniu 400 artigos dispersos e editados a partir de 1920. Eles foram atualizados e simplificados para corresponder ao arcabouço regulatório dos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o clube dos países ricos. As mudanças removem barreiras que restringiam a circulação da moeda estrangeira no País.
O novo marco foi uma iniciativa do Banco Central, que há anos tem cumprido uma agenda de modernização (o PIX e o open banking são as iniciativas mais recentes). E as mudanças serão implantadas aos poucos. Ele traz novidades para o brasileiro comum (pessoa física) e para as empresas. “Em muitos casos, legaliza práticas já existentes no mercado, como compra e venda de dólar entre pessoas físicas”, diz o especialista em economia cambial Alexandre Chaia, professor do Insper. “As pessoas costumam trocar dólar por real, mas isso era ilegal. A nova lei descriminaliza operações até US$ 500.”
Essa mudança deve levar à criação de plataformas peer-to-peer (pessoa para pessoa, em inglês) de câmbio, para trocas de moedas estrangeiras. Para o brasileiro, a brecha possibilita gastar menos, porque ele poderá comprar a moeda no câmbio oficial, que tem menor tarifa. A notícia tira as casas de câmbio do conforto. Para não perder clientes, precisarão se modernizar. A nova lei também aumenta para US$ 10 mil (cerca de R$ 57 mil) o máximo que o viajante declara nos aeroportos, na saída do País para o exterior.
As operações de transferência e pagamento para o exterior também ficarão mais fáceis. Isso desperta o interesse das fintechs. Algumas já oferecem aos clientes a possibilidade de abrir uma conta em dólar no exterior, o que economiza em até 10% em taxas e impostos, se comparado às alternativas clássicas, como a compra de moeda em espécie e pelo cartão de crédito internacional. “A nova lei permitirá o PIX internacional, operação simples e sem taxas a pessoa física”, diz Chaia.
Autor: Valéria Pampa — Revista IstoÉ (adaptado).
De acordo com o texto, são vantagens do novo marco legal do mercado de câmbio:
I. Legalização da compra e venda de moeda estrangeira entre pessoas físicas;
II. Implementação do PIX internacional, ou seja, pagamentos instantâneos para o exterior;
III. Diminuição das taxas, dos impostos e do limite de dinheiro em espécie que o brasileiro pode portar ao sair do país.
Está(ão) CORRETA(S):
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- Direito das CoisasDireitos Reais (Art. 1.225 ao 1.510)Direito Real sobre Coisas Próprias - Propriedade (Art. 1.228 ao 1.276)
É resolúvel a propriedade passível de ser extinta ou por força de uma condição ou pelo termo ou, finalmente, pelo surgimento de uma causa superveniente juridicamente apta à pôr fim ao direito de propriedade. Nesse sentido, trata-se de uma propriedade resolúvel:
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Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe julgar, mediante recurso extraordinário, as causas decididas em única ou última instância, quando a decisão recorrida:
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Em instalações elétricas prediais residenciais de baixa tensão a seção mínima dos condutores em tomadas de uso geral e a corrente admissível para tomadas de uso específico são respectivamente iguais a:
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Sobre as curvas de nível em um levantamento topográfico é CORRETO afirmar que:
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história da Imprensa brasileira, segundo Muniz Sodré (1987), se divide em cinco fases. Na terceira, chamada de “O Pasquim”, foi criado(a):
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O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, aprovado em congresso da categoria, tem 27 artigos e pode ser consultado nos sítios da Internet da Federação Nacional de Jornalistas e de vários sindicatos. Qual artigo abaixo trata da conduta e das responsabilidades profissionais do Jornalista:
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