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NÃO é uma das competências privativas do Banco Central da República do Brasil:
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As questões 13 e 14 se referem à Lei nº 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, Cria o Conselho Monetário Nacional e dá outras providências.
Uma das competências do Conselho Monetário Nacional é fixar, até a soma do capital realizado e reservas livres, o limite além do qual os excedentes dos depósitos das instituições financeiras serão recolhidos ao Banco Central da República do Brasil ou aplicados de acordo com as normas que o Conselho estabelecer.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
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As questões 11 e 12 se referem à Resolução nº 2828/01, do Banco Central do Brasil, que dispõe sobre a constituição e o funcionamento de agências de fomento.
A agência de fomento, para captar recursos provenientes de organismos e instituições financeiras internacionais de desenvolvimento deve deter, em pelo menos __ agência(s) internacional(is) avaliadoras de risco, dentre aquelas de maior projeção, classificação de risco correspondente a grau de investimento ou, ao menos, igual àquela obtida pela União, nessa mesma agência.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
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As questões 11 e 12 se referem à Resolução nº 2828/01, do Banco Central do Brasil, que dispõe sobre a constituição e o funcionamento de agências de fomento.
As agências de fomento integram o Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR) na condição de:
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Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.
Cães da Província
1 ----Eusébio não cabia em si de amor, obsequiava a
2 mulher com todas as joias e fitilhos que ela pedia,
3 babava-se de paixão. Chegou a dizer a Qorpo-Santo,
4 certa vez, que sua vida não seria nada sem a mulher.
5 Mas disse __ escondidas, nessas coisas é preciso
6 recato. Ainda mais sendo, como ele era, bem mais
7 velho na idade, podendo ser seu pai. Contavam-se
8 casos de seu amor profundo e dolorido, dos quais
9 avultava aquele em que Eusébio fizera parar à beira da
10 cidade uma tropa de burros, porque Lucrécia quisera
11 escolher um deles para seu uso. E como Lucrécia não
12 se decidisse que animal queria, esgotando a paciência
13 dos burreiros, Eusébio foi obrigado a pagar o prejuízo
14 do longo estacionamento da tropa, quando por fim a
15 mulher não quis nenhum dos que se lhe ofereciam,
16 alegando que estavam muito magros e com pelo ruço.
17 Por algum tempo o marido ficou conhecido como o
18 Coça-burros, apelido que se desfez depois que ele,
19 vencendo sua pacatez e compostura, correu um ou
20 dois malcriados __ ponta de tesourão.
21 ----Qorpo-Santo era testemunha dos espichados
22 olhares e toques por debaixo da toalha do jantar nas
23 quartas-feiras em que ia à casa do amigo,· atendendo
24 ao convite sempre renovado. Era de causar espanto
25 esses mimos e caprichos, numa órfã de pai e de mãe,
26 educada para uma vida de sacrifícios e dignidades.
27 Mas ela em seguida captou a simpatia de Qorpo-
28 Santo, ouvindo seus poemas, vez por outra até
29 fazendo algum comentário maior do que o muito
30 bonito, pedindo explicações de rima e métrica, essas
31 coisas de homem, quando as mulheres deviam apenas
32 ficar na emoção e no embalo dos versos.
33 ----Andavam sempre juntos, Eusébio e Lucrécia.
34 Onde um ia, o outro ia também, fosse ao porto, __ ver
35 as barcas que chegavam de Rio Pardo ou da colônia,
36 fosse em longos passeios nos Moinhos de Vento ou no
37 Menino Deus. Ele meio grosso de corpo, as pernas
38 arqueadas, bengala de vime balouçando na mão
39 esquerda, um sorriso meio envergonhado, mas
40 orgulhoso; ela saltitante nas botinas de laçarote, uma
41 francesa sombrinha cor-de-rosa, cheia de babados,
42 dando gritinhos agudos, encantando-se com qualquer
43 coisa, o pôr do sol, os morros circundantes.
Autor: Luiz Antônio de Assis Brasil (adaptado).
De onde vinham as barcas que os personagens vão ver no porto?
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Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.
Cães da Província
1 ----Eusébio não cabia em si de amor, obsequiava a
2 mulher com todas as joias e fitilhos que ela pedia,
3 babava-se de paixão. Chegou a dizer a Qorpo-Santo,
4 certa vez, que sua vida não seria nada sem a mulher.
5 Mas disse __ escondidas, nessas coisas é preciso
6 recato. Ainda mais sendo, como ele era, bem mais
7 velho na idade, podendo ser seu pai. Contavam-se
8 casos de seu amor profundo e dolorido, dos quais
9 avultava aquele em que Eusébio fizera parar à beira da
10 cidade uma tropa de burros, porque Lucrécia quisera
11 escolher um deles para seu uso. E como Lucrécia não
12 se decidisse que animal queria, esgotando a paciência
13 dos burreiros, Eusébio foi obrigado a pagar o prejuízo
14 do longo estacionamento da tropa, quando por fim a
15 mulher não quis nenhum dos que se lhe ofereciam,
16 alegando que estavam muito magros e com pelo ruço.
17 Por algum tempo o marido ficou conhecido como o
18 Coça-burros, apelido que se desfez depois que ele,
19 vencendo sua pacatez e compostura, correu um ou
20 dois malcriados __ ponta de tesourão.
21 ----Qorpo-Santo era testemunha dos espichados
22 olhares e toques por debaixo da toalha do jantar nas
23 quartas-feiras em que ia à casa do amigo,· atendendo
24 ao convite sempre renovado. Era de causar espanto
25 esses mimos e caprichos, numa órfã de pai e de mãe,
26 educada para uma vida de sacrifícios e dignidades.
27 Mas ela em seguida captou a simpatia de Qorpo-
28 Santo, ouvindo seus poemas, vez por outra até
29 fazendo algum comentário maior do que o muito
30 bonito, pedindo explicações de rima e métrica, essas
31 coisas de homem, quando as mulheres deviam apenas
32 ficar na emoção e no embalo dos versos.
33 ----Andavam sempre juntos, Eusébio e Lucrécia.
34 Onde um ia, o outro ia também, fosse ao porto, __ ver
35 as barcas que chegavam de Rio Pardo ou da colônia,
36 fosse em longos passeios nos Moinhos de Vento ou no
37 Menino Deus. Ele meio grosso de corpo, as pernas
38 arqueadas, bengala de vime balouçando na mão
39 esquerda, um sorriso meio envergonhado, mas
40 orgulhoso; ela saltitante nas botinas de laçarote, uma
41 francesa sombrinha cor-de-rosa, cheia de babados,
42 dando gritinhos agudos, encantando-se com qualquer
43 coisa, o pôr do sol, os morros circundantes.
Autor: Luiz Antônio de Assis Brasil (adaptado).
Considere as seguintes reescritas do período a mulher não quis nenhum dos que se lhe ofereciam (l.14-15).
I. A mulher não quis nenhum dos que eram oferecidos a ela.
II. A mulher não quis nenhum dos que lhe eram oferecidos.
III. A mulher não lhe quis nenhum dos que ofereciam.
Qual(is) reescrita(s) preserva(m) o sentido principal do contexto original?
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Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.
Cães da Província
1 ----Eusébio não cabia em si de amor, obsequiava a
2 mulher com todas as joias e fitilhos que ela pedia,
3 babava-se de paixão. Chegou a dizer a Qorpo-Santo,
4 certa vez, que sua vida não seria nada sem a mulher.
5 Mas disse __ escondidas, nessas coisas é preciso
6 recato. Ainda mais sendo, como ele era, bem mais
7 velho na idade, podendo ser seu pai. Contavam-se
8 casos de seu amor profundo e dolorido, dos quais
9 avultava aquele em que Eusébio fizera parar à beira da
10 cidade uma tropa de burros, porque Lucrécia quisera
11 escolher um deles para seu uso. E como Lucrécia não
12 se decidisse que animal queria, esgotando a paciência
13 dos burreiros, Eusébio foi obrigado a pagar o prejuízo
14 do longo estacionamento da tropa, quando por fim a
15 mulher não quis nenhum dos que se lhe ofereciam,
16 alegando que estavam muito magros e com pelo ruço.
17 Por algum tempo o marido ficou conhecido como o
18 Coça-burros, apelido que se desfez depois que ele,
19 vencendo sua pacatez e compostura, correu um ou
20 dois malcriados __ ponta de tesourão.
21 ----Qorpo-Santo era testemunha dos espichados
22 olhares e toques por debaixo da toalha do jantar nas
23 quartas-feiras em que ia à casa do amigo,· atendendo
24 ao convite sempre renovado. Era de causar espanto
25 esses mimos e caprichos, numa órfã de pai e de mãe,
26 educada para uma vida de sacrifícios e dignidades.
27 Mas ela em seguida captou a simpatia de Qorpo-
28 Santo, ouvindo seus poemas, vez por outra até
29 fazendo algum comentário maior do que o muito
30 bonito, pedindo explicações de rima e métrica, essas
31 coisas de homem, quando as mulheres deviam apenas
32 ficar na emoção e no embalo dos versos.
33 ----Andavam sempre juntos, Eusébio e Lucrécia.
34 Onde um ia, o outro ia também, fosse ao porto, __ ver
35 as barcas que chegavam de Rio Pardo ou da colônia,
36 fosse em longos passeios nos Moinhos de Vento ou no
37 Menino Deus. Ele meio grosso de corpo, as pernas
38 arqueadas, bengala de vime balouçando na mão
39 esquerda, um sorriso meio envergonhado, mas
40 orgulhoso; ela saltitante nas botinas de laçarote, uma
41 francesa sombrinha cor-de-rosa, cheia de babados,
42 dando gritinhos agudos, encantando-se com qualquer
43 coisa, o pôr do sol, os morros circundantes.
Autor: Luiz Antônio de Assis Brasil (adaptado).
No terceiro parágrafo, fala-se de poesia e é possível inferir que: I. Rima e métrica era um assunto de homens; II. Esperava-se que as mulheres só se interessassem pela emoção e o embalo dos versos; III. Qorpo-Santo perdeu a simpatia quando escutou os poemas de Lucrécia.
Está(ão) CORRETA(S):
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Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.
Cães da Província
1 ----Eusébio não cabia em si de amor, obsequiava a
2 mulher com todas as joias e fitilhos que ela pedia,
3 babava-se de paixão. Chegou a dizer a Qorpo-Santo,
4 certa vez, que sua vida não seria nada sem a mulher.
5 Mas disse __ escondidas, nessas coisas é preciso
6 recato. Ainda mais sendo, como ele era, bem mais
7 velho na idade, podendo ser seu pai. Contavam-se
8 casos de seu amor profundo e dolorido, dos quais
9 avultava aquele em que Eusébio fizera parar à beira da
10 cidade uma tropa de burros, porque Lucrécia quisera
11 escolher um deles para seu uso. E como Lucrécia não
12 se decidisse que animal queria, esgotando a paciência
13 dos burreiros, Eusébio foi obrigado a pagar o prejuízo
14 do longo estacionamento da tropa, quando por fim a
15 mulher não quis nenhum dos que se lhe ofereciam,
16 alegando que estavam muito magros e com pelo ruço.
17 Por algum tempo o marido ficou conhecido como o
18 Coça-burros, apelido que se desfez depois que ele,
19 vencendo sua pacatez e compostura, correu um ou
20 dois malcriados __ ponta de tesourão.
21 ----Qorpo-Santo era testemunha dos espichados
22 olhares e toques por debaixo da toalha do jantar nas
23 quartas-feiras em que ia à casa do amigo,· atendendo
24 ao convite sempre renovado. Era de causar espanto
25 esses mimos e caprichos, numa órfã de pai e de mãe,
26 educada para uma vida de sacrifícios e dignidades.
27 Mas ela em seguida captou a simpatia de Qorpo-
28 Santo, ouvindo seus poemas, vez por outra até
29 fazendo algum comentário maior do que o muito
30 bonito, pedindo explicações de rima e métrica, essas
31 coisas de homem, quando as mulheres deviam apenas
32 ficar na emoção e no embalo dos versos.
33 ----Andavam sempre juntos, Eusébio e Lucrécia.
34 Onde um ia, o outro ia também, fosse ao porto, __ ver
35 as barcas que chegavam de Rio Pardo ou da colônia,
36 fosse em longos passeios nos Moinhos de Vento ou no
37 Menino Deus. Ele meio grosso de corpo, as pernas
38 arqueadas, bengala de vime balouçando na mão
39 esquerda, um sorriso meio envergonhado, mas
40 orgulhoso; ela saltitante nas botinas de laçarote, uma
41 francesa sombrinha cor-de-rosa, cheia de babados,
42 dando gritinhos agudos, encantando-se com qualquer
43 coisa, o pôr do sol, os morros circundantes.
Autor: Luiz Antônio de Assis Brasil (adaptado).
O vocábulo desfez (l.18) é formado por:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoEmprego dos Tempos Verbais
Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.
Cães da Província
1 ----Eusébio não cabia em si de amor, obsequiava a
2 mulher com todas as joias e fitilhos que ela pedia,
3 babava-se de paixão. Chegou a dizer a Qorpo-Santo,
4 certa vez, que sua vida não seria nada sem a mulher.
5 Mas disse __ escondidas, nessas coisas é preciso
6 recato. Ainda mais sendo, como ele era, bem mais
7 velho na idade, podendo ser seu pai. Contavam-se
8 casos de seu amor profundo e dolorido, dos quais
9 avultava aquele em que Eusébio fizera parar à beira da
10 cidade uma tropa de burros, porque Lucrécia quisera
11 escolher um deles para seu uso. E como Lucrécia não
12 se decidisse que animal queria, esgotando a paciência
13 dos burreiros, Eusébio foi obrigado a pagar o prejuízo
14 do longo estacionamento da tropa, quando por fim a
15 mulher não quis nenhum dos que se lhe ofereciam,
16 alegando que estavam muito magros e com pelo ruço.
17 Por algum tempo o marido ficou conhecido como o
18 Coça-burros, apelido que se desfez depois que ele,
19 vencendo sua pacatez e compostura, correu um ou
20 dois malcriados __ ponta de tesourão.
21 ----Qorpo-Santo era testemunha dos espichados
22 olhares e toques por debaixo da toalha do jantar nas
23 quartas-feiras em que ia à casa do amigo,· atendendo
24 ao convite sempre renovado. Era de causar espanto
25 esses mimos e caprichos, numa órfã de pai e de mãe,
26 educada para uma vida de sacrifícios e dignidades.
27 Mas ela em seguida captou a simpatia de Qorpo-
28 Santo, ouvindo seus poemas, vez por outra até
29 fazendo algum comentário maior do que o muito
30 bonito, pedindo explicações de rima e métrica, essas
31 coisas de homem, quando as mulheres deviam apenas
32 ficar na emoção e no embalo dos versos.
33 ----Andavam sempre juntos, Eusébio e Lucrécia.
34 Onde um ia, o outro ia também, fosse ao porto, __ ver
35 as barcas que chegavam de Rio Pardo ou da colônia,
36 fosse em longos passeios nos Moinhos de Vento ou no
37 Menino Deus. Ele meio grosso de corpo, as pernas
38 arqueadas, bengala de vime balouçando na mão
39 esquerda, um sorriso meio envergonhado, mas
40 orgulhoso; ela saltitante nas botinas de laçarote, uma
41 francesa sombrinha cor-de-rosa, cheia de babados,
42 dando gritinhos agudos, encantando-se com qualquer
43 coisa, o pôr do sol, os morros circundantes.
Autor: Luiz Antônio de Assis Brasil (adaptado).
Assinale a alternativa que possui verbos no pretérito mais-que-perfeito do indicativo.
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Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.
Cães da Província
1 ----Eusébio não cabia em si de amor, obsequiava a
2 mulher com todas as joias e fitilhos que ela pedia,
3 babava-se de paixão. Chegou a dizer a Qorpo-Santo,
4 certa vez, que sua vida não seria nada sem a mulher.
5 Mas disse __ escondidas, nessas coisas é preciso
6 recato. Ainda mais sendo, como ele era, bem mais
7 velho na idade, podendo ser seu pai. Contavam-se
8 casos de seu amor profundo e dolorido, dos quais
9 avultava aquele em que Eusébio fizera parar à beira da
10 cidade uma tropa de burros, porque Lucrécia quisera
11 escolher um deles para seu uso. E como Lucrécia não
12 se decidisse que animal queria, esgotando a paciência
13 dos burreiros, Eusébio foi obrigado a pagar o prejuízo
14 do longo estacionamento da tropa, quando por fim a
15 mulher não quis nenhum dos que se lhe ofereciam,
16 alegando que estavam muito magros e com pelo ruço.
17 Por algum tempo o marido ficou conhecido como o
18 Coça-burros, apelido que se desfez depois que ele,
19 vencendo sua pacatez e compostura, correu um ou
20 dois malcriados __ ponta de tesourão.
21 ----Qorpo-Santo era testemunha dos espichados
22 olhares e toques por debaixo da toalha do jantar nas
23 quartas-feiras em que ia à casa do amigo,· atendendo
24 ao convite sempre renovado. Era de causar espanto
25 esses mimos e caprichos, numa órfã de pai e de mãe,
26 educada para uma vida de sacrifícios e dignidades.
27 Mas ela em seguida captou a simpatia de Qorpo-
28 Santo, ouvindo seus poemas, vez por outra até
29 fazendo algum comentário maior do que o muito
30 bonito, pedindo explicações de rima e métrica, essas
31 coisas de homem, quando as mulheres deviam apenas
32 ficar na emoção e no embalo dos versos.
33 ----Andavam sempre juntos, Eusébio e Lucrécia.
34 Onde um ia, o outro ia também, fosse ao porto, __ ver
35 as barcas que chegavam de Rio Pardo ou da colônia,
36 fosse em longos passeios nos Moinhos de Vento ou no
37 Menino Deus. Ele meio grosso de corpo, as pernas
38 arqueadas, bengala de vime balouçando na mão
39 esquerda, um sorriso meio envergonhado, mas
40 orgulhoso; ela saltitante nas botinas de laçarote, uma
41 francesa sombrinha cor-de-rosa, cheia de babados,
42 dando gritinhos agudos, encantando-se com qualquer
43 coisa, o pôr do sol, os morros circundantes.
Autor: Luiz Antônio de Assis Brasil (adaptado).
Quanto à personagem Lucrécia, pode-se afirmar que:
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