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Os compositores Tom Jobim e Vinicius de Moraes, em uma de suas músicas — “Se todos fossem iguais a você” —, afirmam que “a canção só tem razão se se cantar”. Assim é a palavra. Ela é uma canção que só tem razão quando “cantada” na materialidade do intercâmbio da vida social: dando-nos a dimensão do que foi, tirando-nos o véu do futuro, permitindo, nesse percurso, que cada um e todos permaneçamos nela. E assim fazemos história.
As palavras têm vida. Vestem-se de significados. Mascaram-se. Contagiam-se com as outras palavras próximas. “Dançam conforme a música” tocada no salão de baile onde estão. O salão é o discurso e é aí que elas cristalizam momentaneamente uma de suas máscaras. Como enfrentar os discursos entre os quais circulam todas as pessoas e levá-las a ser donas de sua voz, apropriando-se deles criticamente; como reconhecer as características de algumas vozes que falam como sujeitos para que formem, com cada um de nós, a ciranda dos indivíduos/sujeitos que, com emoção, se apropriam da história, conduzindo-a. Sobretudo, como deixar ver os vários discursos do cotidiano, os quais, feitos aparentemente para ir-se embora, na verdade permanecem.
Maria Aparecida Baccega. Palavra e discurso – história e literatura. Ática, p. 6-7 (com adaptações).
Acerca das idéias e da organização do texto, julgue o item.
Para se evitar a repetição do ‘se’, na linha 2, tornando a redação mais clara, própria de um documento oficial, e preservando-se a correção gramatical, o trecho “só tem razão se se cantar” poderia ser reescrito da seguinte forma: só tem razão se for cantada.
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O universo digital constitui um claro separador entre gerações, ainda que não seja privativo de nenhuma delas. Menos conhecido é seu impacto no comportamento daqueles que nasceram nesta era tomada pela tecnologia. O mais notável nesta geração é o fim da separação entre o mundo real e o virtual. Um diálogo por mensagem instantânea é hoje tão intenso quanto um encontro cara a cara e, muitas vezes, até mais íntimo. A tecnologia é uma realidade sem volta.
Veja. Edição Especial. “Tecnologia”, ago./2007 (com adaptações).
Com relação aos sentidos e às estruturas lingüísticas do texto, julgue o item seguinte.
Por ser constituída de substantivos femininos, a expressão “cara a cara” pode ser corretamente grafada, no texto, também como cara à cara.
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Os compositores Tom Jobim e Vinicius de Moraes, em uma de suas músicas — “Se todos fossem iguais a você” —, afirmam que “a canção só tem razão se se cantar”. Assim é a palavra. Ela é uma canção que só tem razão quando “cantada” na materialidade do intercâmbio da vida social: dando-nos a dimensão do que foi, tirando-nos o véu do futuro, permitindo, nesse percurso, que cada um e todos permaneçamos nela. E assim fazemos história.
As palavras têm vida. Vestem-se de significados. Mascaram-se. Contagiam-se com as outras palavras próximas. “Dançam conforme a música” tocada no salão de baile onde estão. O salão é o discurso e é aí que elas cristalizam momentaneamente uma de suas máscaras. Como enfrentar os discursos entre os quais circulam todas as pessoas e levá-las a ser donas de sua voz, apropriando-se deles criticamente; como reconhecer as características de algumas vozes que falam como sujeitos para que formem, com cada um de nós, a ciranda dos indivíduos/sujeitos que, com emoção, se apropriam da história, conduzindo-a. Sobretudo, como deixar ver os vários discursos do cotidiano, os quais, feitos aparentemente para ir-se embora, na verdade permanecem.
Maria Aparecida Baccega. Palavra e discurso – história e literatura. Ática, p. 6-7 (com adaptações).
Acerca das idéias e da organização do texto, julgue o item.
A expressão “As palavras”, sujeito da forma verbal “têm”, é retomada semanticamente nas orações do trecho “Vestem-se (...) estão” e, por isso, seria coerente e gramaticalmente correto suprimir todos os pronomes “se” dessas orações.
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As reservas internacionais em moeda forte funcionam como um seguro que o Brasil contrata para se proteger contra eventuais ataques especulativos e crises abruptas. Foi graças ao acúmulo desses recursos que o Brasil pôde decretar o fim de sua dívida externa. Na última crise financeira que atingiu o Brasil, em 2002, essa poupança era bem mais modesta. Excluídos os empréstimos do Fundo Monetário Internacional (FMI), ela não passava de 16 bilhões de dólares; na semana passada, chegou a 190 bilhões de dólares, dinheiro acumulado graças ao superavit na balança comercial. Entretanto, apesar da máxima de que quanto maiores as reservas internacionais dos países, menor o risco de eles sofrerem uma crise financeira, os especialistas alertam que as economias emergentes, incluída a brasileira, já ultrapassaram em muito o valor que se imaginava adequado para essa espécie de “seguro”.
Giuliano Guandalini. Elas valem quanto pesam. In: Veja, 5/3/2008, p. 88 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item subseqüente.
Depreende-se do texto que os empréstimos do FMI compõem o montante de 190 bilhões de dólares.
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Os compositores Tom Jobim e Vinicius de Moraes, em uma de suas músicas — “Se todos fossem iguais a você” —, afirmam que “a canção só tem razão se se cantar”. Assim é a palavra. Ela é uma canção que só tem razão quando “cantada” na materialidade do intercâmbio da vida social: dando-nos a dimensão do que foi, tirando-nos o véu do futuro, permitindo, nesse percurso, que cada um e todos permaneçamos nela. E assim fazemos história.
As palavras têm vida. Vestem-se de significados. Mascaram-se. Contagiam-se com as outras palavras próximas. “Dançam conforme a música” tocada no salão de baile onde estão. O salão é o discurso e é aí que elas cristalizam momentaneamente uma de suas máscaras. Como enfrentar os discursos entre os quais circulam todas as pessoas e levá-las a ser donas de sua voz, apropriando-se deles criticamente; como reconhecer as características de algumas vozes que falam como sujeitos para que formem, com cada um de nós, a ciranda dos indivíduos/sujeitos que, com emoção, se apropriam da história, conduzindo-a. Sobretudo, como deixar ver os vários discursos do cotidiano, os quais, feitos aparentemente para ir-se embora, na verdade permanecem.
Maria Aparecida Baccega. Palavra e discurso – história e literatura. Ática, p. 6-7 (com adaptações).
Acerca das idéias e da organização do texto, julgue o item.
No texto, a linguagem é associada ao canto e à dança, mantendo-se constante a idéia de realização material e social da linguagem.
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O universo digital constitui um claro separador entre gerações, ainda que não seja privativo de nenhuma delas. Menos conhecido é seu impacto no comportamento daqueles que nasceram nesta era tomada pela tecnologia. O mais notável nesta geração é o fim da separação entre o mundo real e o virtual. Um diálogo por mensagem instantânea é hoje tão intenso quanto um encontro cara a cara e, muitas vezes, até mais íntimo. A tecnologia é uma realidade sem volta.
Veja. Edição Especial. “Tecnologia”, ago./2007 (com adaptações).
Com relação aos sentidos e às estruturas lingüísticas do texto, julgue o item seguinte.
As idéias do texto permitem concluir que a geração mais jovem se distingue da dos mais velhos: estes não conseguem dominar a tecnologia, enquanto aqueles não separam o real do virtual.
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Os compositores Tom Jobim e Vinicius de Moraes, em uma de suas músicas — “Se todos fossem iguais a você” —, afirmam que “a canção só tem razão se se cantar”. Assim é a palavra. Ela é uma canção que só tem razão quando “cantada” na materialidade do intercâmbio da vida social: dando-nos a dimensão do que foi, tirando-nos o véu do futuro, permitindo, nesse percurso, que cada um e todos permaneçamos nela. E assim fazemos história.
As palavras têm vida. Vestem-se de significados. Mascaram-se. Contagiam-se com as outras palavras próximas. “Dançam conforme a música” tocada no salão de baile onde estão. O salão é o discurso e é aí que elas cristalizam momentaneamente uma de suas máscaras. Como enfrentar os discursos entre os quais circulam todas as pessoas e levá-las a ser donas de sua voz, apropriando-se deles criticamente; como reconhecer as características de algumas vozes que falam como sujeitos para que formem, com cada um de nós, a ciranda dos indivíduos/sujeitos que, com emoção, se apropriam da história, conduzindo-a. Sobretudo, como deixar ver os vários discursos do cotidiano, os quais, feitos aparentemente para ir-se embora, na verdade permanecem.
Maria Aparecida Baccega. Palavra e discurso – história e literatura. Ática, p. 6-7 (com adaptações).
Acerca das idéias e da organização do texto, julgue o item.
Pelo desenvolvimento do texto e pela flexão de gênero e número, identifica-se que “-las”, “deles” e “-a” referem-se, respectivamente, a “pessoas”, “discursos” e “história”.
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Os compositores Tom Jobim e Vinicius de Moraes, em uma de suas músicas — “Se todos fossem iguais a você” —, afirmam que “a canção só tem razão se se cantar”. Assim é a palavra. Ela é uma canção que só tem razão quando “cantada” na materialidade do intercâmbio da vida social: dando-nos a dimensão do que foi, tirando-nos o véu do futuro, permitindo, nesse percurso, que cada um e todos permaneçamos nela. E assim fazemos história.
As palavras têm vida. Vestem-se de significados. Mascaram-se. Contagiam-se com as outras palavras próximas. “Dançam conforme a música” tocada no salão de baile onde estão. O salão é o discurso e é aí que elas cristalizam momentaneamente uma de suas máscaras. Como enfrentar os discursos entre os quais circulam todas as pessoas e levá-las a ser donas de sua voz, apropriando-se deles criticamente; como reconhecer as características de algumas vozes que falam como sujeitos para que formem, com cada um de nós, a ciranda dos indivíduos/sujeitos que, com emoção, se apropriam da história, conduzindo-a. Sobretudo, como deixar ver os vários discursos do cotidiano, os quais, feitos aparentemente para ir-se embora, na verdade permanecem.
Maria Aparecida Baccega. Palavra e discurso – história e literatura. Ática, p. 6-7 (com adaptações).
Acerca das idéias e da organização do texto, julgue o item.
O uso do pronome que em lugar de “os quais” tornaria o texto ambíguo, pois não seria possível identificar se esse pronome retomaria “discursos” ou “cotidiano”.
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Os compositores Tom Jobim e Vinicius de Moraes, em uma de suas músicas — “Se todos fossem iguais a você” —, afirmam que “a canção só tem razão se se cantar”. Assim é a palavra. Ela é uma canção que só tem razão quando “cantada” na materialidade do intercâmbio da vida social: dando-nos a dimensão do que foi, tirando-nos o véu do futuro, permitindo, nesse percurso, que cada um e todos permaneçamos nela. E assim fazemos história.
As palavras têm vida. Vestem-se de significados. Mascaram-se. Contagiam-se com as outras palavras próximas. “Dançam conforme a música” tocada no salão de baile onde estão. O salão é o discurso e é aí que elas cristalizam momentaneamente uma de suas máscaras. Como enfrentar os discursos entre os quais circulam todas as pessoas e levá-las a ser donas de sua voz, apropriando-se deles criticamente; como reconhecer as características de algumas vozes que falam como sujeitos para que formem, com cada um de nós, a ciranda dos indivíduos/sujeitos que, com emoção, se apropriam da história, conduzindo-a. Sobretudo, como deixar ver os vários discursos do cotidiano, os quais, feitos aparentemente para ir-se embora, na verdade permanecem.
Maria Aparecida Baccega. Palavra e discurso – história e literatura. Ática, p. 6-7 (com adaptações).
Acerca das idéias e da organização do texto, julgue o item.
A retirada do pronome de “ir-se” mantém a coerência e a correção gramatical do texto, sendo possível, mesmo sem ele, identificar “vários discursos” como sujeito de “ir”.
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As reservas internacionais em moeda forte funcionam como um seguro que o Brasil contrata para se proteger contra eventuais ataques especulativos e crises abruptas. Foi graças ao acúmulo desses recursos que o Brasil pôde decretar o fim de sua dívida externa. Na última crise financeira que atingiu o Brasil, em 2002, essa poupança era bem mais modesta. Excluídos os empréstimos do Fundo Monetário Internacional (FMI), ela não passava de 16 bilhões de dólares; na semana passada, chegou a 190 bilhões de dólares, dinheiro acumulado graças ao superavit na balança comercial. Entretanto, apesar da máxima de que quanto maiores as reservas internacionais dos países, menor o risco de eles sofrerem uma crise financeira, os especialistas alertam que as economias emergentes, incluída a brasileira, já ultrapassaram em muito o valor que se imaginava adequado para essa espécie de “seguro”.
Giuliano Guandalini. Elas valem quanto pesam. In: Veja, 5/3/2008, p. 88 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item subseqüente.
A expressão “desses recursos” retoma a idéia anteriormente expressa por “ataques especulativos”.
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