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Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
A mecanização dos meios de comunicação e da impressão foi de fundamental importância para a expansão da imprensa no início do século XX. Os novos prelos (*) utilizados pela grande imprensa eram comemorados em pequenos comentários dos semanários de narrativa irreverente paulistana. Surgiam as Marionis e outras tantas marcas de prelos, capazes de multiplicar os exemplares e combinar textos e imagens como, durante o século XIX, nunca havia sido possível. Aliados à maior capacidade de produção, impressão e composição estavam os correios e telégrafos, principais responsáveis pela distribuição dos jornais, assim como meio de comunicação fundamental para que leitores e os próprios produtores de jornais mantivessem contato com os acontecimentos do momento.
Apesar de sua péssima fama, que atravessara o século XIX e permanecia ao longo da primeira década do século XX em pequenas notas e comentários críticos dos jornais satíricos, por meio dos correios se faziam entregas em locais distantes do interior paulista, recebiam-se jornais de várias partes do mundo e correspondências de leitores e colaboradores das folhas.
*prelo − aparelho manual ou mecânico que serve para imprimir; máquina impressora, prensa.
(Paula Ester Janovitch. Preso por trocadilho. São Paulo: Alameda, 2006. p.137-138)
Atenção: Para responder à questão, considere o segmento que inicia o 2º parágrafo.
Apesar de sua péssima fama, que atravessara o século XIX e permanecia ao longo da primeira década do século XX ...
O emprego dos tempos dos verbos grifados acima indica, respectivamente,
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Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo, escrito em 1777.
Do roubo
Sendo de ordinário a gatunice, o furto e o roubo crimes de pobres, e como as leis foram feitas pelos ricos, não vos parece que todos os governos, que estão nas mãos dos ricos, devem começar por destruir a mendicidade, em vez de ficar à espreita da ocasião de entregá-la aos carrascos?
Viu-se o enforcamento, em Lyon, cidade riquíssima, de uma moça de dezoito anos. Subtraíra dezoito toalhas de uma taberneira, sua patroa, que não lhe pagava salário. Qual é o efeito dessa lei desumana que põe assim na balança uma vida preciosa contra dezoito toalhas? O efeito é multiplicar os roubos. Pois qual será o patrão que ousará renunciar a todos os sentimentos de honra e piedade a ponto de entregar seu criado, culpado de erro tão pequeno, para que ele seja enforcado à sua porta? Quase todos se limitam a expulsá-lo; e ele vai roubar alhures, acabando muitas vezes por transformar-se em bandido assassino. E a lei o terá feito assim; ela é culpada de todos os seus crimes.
(Voltaire. O preço da justiça. Trad. por Ivone Castilho Benedetti)
A frase em que ambos os elementos sublinhados são complementos verbais é:
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II. Usuários de drogas, trabalhadores da área de saúde, imunodeprimidos por infecções, como o HIV.
III. Pacientes que apresentam tosse com expectoração e escarro hemoptoico, sudorese noturna e perda de peso.
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| Atividades | Ruídos dB (A) | Calor (°C) | ||
| T bulbo úmido | T globo | T bulbo seco | ||
| 1 | 85 | 26,6 | 30,8 | 28,4 |
| 2 | 93 | 20,2 | 25,1 | 23,0 |
| 3 | 70 | 25,7 | 28,2 | 26,5 |
| 4 | 103 | 28,5 | 35,4 | 30,2 |
II. Em um ambiente externo com carga solar, o IBTUG para a atividade 4 é de 30,0 °C.
III. Se a atividade 2 for realizada em ambiente interno sem carga solar, o IBTUG é de 21,7 °C.
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II. As empresas que possuam mais de 80% de seus empregados em estabelecimentos ou setor com atividade cuja gradação de risco seja de grau superior ao da atividade principal deverão dimensionar os SESMT, em função do maior grau de risco.
III. O dimensionamento dos SESMT vincula-se à gradação do risco da atividade principal e ao número total de empregados do estabelecimento.
IV. As empresas enquadradas no grau de risco 1, obrigadas a constituir SESMT, e que possuam outros serviços de medicina e engenharia, poderão integrar estes serviços com os SESMT constituindo um serviço único de engenharia e medicina.
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Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Adeus, caligrafia
O anúncio do fim dos exercícios para aprimoramento da letra cursiva – as velhas práticas de caligrafia – ocorreu recentemente em Indiana, nos Estados Unidos. Dezenas de escolas já adotaram o currículo que desobriga os estudantes de ter uma “boa letra” – já dada como anacronismo. O fim do ensino da letra cursiva nos EUA provocou no Brasil uma onda, se não de protestos, ao menos de lamento e nostalgia. As lamúrias têm um precedente ilustre: “A escrita mecanizada priva a mão da dignidade no domínio da palavra escrita e degrada a palavra, tornando-a um simples meio para o tráfego da comunicação”, queixou-se, há quase setenta anos, o filósofo Martin Heidegger. “Ademais, a escrita mecanizada tem a vantagem de ocultar a caligrafia e, portanto, o caráter do indivíduo”. Heidegger reclamava, numa palestra que fez em 1942, da adoção progressiva das máquinas de escrever.
Os jovens americanos nunca escreveram tanto como hoje. Segundo estudos realizados recentemente, o adolescente daquele país manda e recebe todo mês cerca de 3.300 mensagens de texto por celular. O fim do ensino da letra cursiva reflete esses novos hábitos – um dia também foi preciso tirar do currículo a marcenaria para meninos e a costura para as meninas.
As crianças que deixarem de aprender letra cursiva (também já chamada de “letra de mão”) pagarão um certo custo cognitivo, ao menos segundo alguns estudiosos. A escrita manual estimularia os processos de memorização e representação verbal. A prática do desenho de letras favoreceria a atividade cerebral em regiões ligadas ao processamento visual.
Mas a substituição da escrita manual pela digitação não assusta o neurocientista Roberto Lent. “Não há grande diferença entre traduzir ideias em símbolos com movimentos cursivos ou por meio da percussão de teclas. Ambas são atividades motoras e envolvem grupos neuronais diferentes da mesma área do cérebro”, afirmou. Para ele, as implicações culturais da mudança são mais preocupantes do que as de fundo biológico. “Será interessante para a humanidade não saber mais escrever a mão?” – indaga. O tempo dirá.
(Adaptado da Revista PIAUÍ 59, agosto/2011. p.74)
Atente para as seguintes afirmações:
I. Para Martin Heidegger, a escrita mecanizada acaba por constituir um canal impessoal de comunicação, ocultando aspectos reveladores da identidade do sujeito.
II. O autor lembra que reformas curriculares ocorrem eventualmente, não sendo novidade a exclusão de atividades que deixam de ter justificativa como práticas escolares.
III. Há consenso entre especialistas de várias áreas quanto aos ônus que o abandono da caligrafia trará para o desenvolvimento da nossa capacidade cognitiva.
Em relação ao texto, está correto o que consta APENAS em
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