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Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Na prática, não é lei, e não há nenhuma obrigatoriedade. Mesmo assim, 140 países se comprometeram a aumentar o acesso à água potável, ao tratamento de esgoto e a promover o uso inteligente da água, na conclusão do último Fórum Mundial da Água.
Os acordos firmados no Fórum não têm caráter vinculante. Isso significa que as promessas não serão cobradas de ninguém. A ideia, no entanto, é levar esse documento para a Rio+20, conferência da ONU para o desenvolvimento sustentável, que acontecerá em junho no país.
Hoje, cerca de 28 agências ligadas à ONU lidam com a água sob várias abordagens, como produção de energia e agricultura. Mas a água, por si só, não é o foco do trabalho de nenhuma delas. O Ministério do Meio Ambiente, o das Relações Internacionais e a ANA (Agência Nacional de Águas) propuseram durante o encontro mundial a criação de um Conselho de Desenvolvimento Sustentável na ONU para tratar desse tema.
O Brasil possui 12% da água doce do planeta, mas há problemas: 70% dela estão na bacia amazônica, longe dos maiores centros urbanos. E só 45% dos brasileiros têm água tratada.
(Sabine Righetti. Folha de S.Paulo, 19 de março de 2012, C11, com adaptações)
O texto se volta, principalmente, para
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São consideradas ações
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Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Adeus, caligrafia
O anúncio do fim dos exercícios para aprimoramento da letra cursiva – as velhas práticas de caligrafia – ocorreu recentemente em Indiana, nos Estados Unidos. Dezenas de escolas já adotaram o currículo que desobriga os estudantes de ter uma “boa letra” – já dada como anacronismo. O fim do ensino da letra cursiva nos EUA provocou no Brasil uma onda, se não de protestos, ao menos de lamento e nostalgia. As lamúrias têm um precedente ilustre: “A escrita mecanizada priva a mão da dignidade no domínio da palavra escrita e degrada a palavra, tornando-a um simples meio para o tráfego da comunicação”, queixou-se, há quase setenta anos, o filósofo Martin Heidegger. “Ademais, a escrita mecanizada tem a vantagem de ocultar a caligrafia e, portanto, o caráter do indivíduo”. Heidegger reclamava, numa palestra que fez em 1942, da adoção progressiva das máquinas de escrever.
Os jovens americanos nunca escreveram tanto como hoje. Segundo estudos realizados recentemente, o adolescente daquele país manda e recebe todo mês cerca de 3.300 mensagens de texto por celular. O fim do ensino da letra cursiva reflete esses novos hábitos – um dia também foi preciso tirar do currículo a marcenaria para meninos e a costura para as meninas.
As crianças que deixarem de aprender letra cursiva (também já chamada de “letra de mão”) pagarão um certo custo cognitivo, ao menos segundo alguns estudiosos. A escrita manual estimularia os processos de memorização e representação verbal. A prática do desenho de letras favoreceria a atividade cerebral em regiões ligadas ao processamento visual.
Mas a substituição da escrita manual pela digitação não assusta o neurocientista Roberto Lent. “Não há grande diferença entre traduzir ideias em símbolos com movimentos cursivos ou por meio da percussão de teclas. Ambas são atividades motoras e envolvem grupos neuronais diferentes da mesma área do cérebro”, afirmou. Para ele, as implicações culturais da mudança são mais preocupantes do que as de fundo biológico. “Será interessante para a humanidade não saber mais escrever a mão?” – indaga. O tempo dirá.
(Adaptado da Revista PIAUÍ 59, agosto/2011. p.74)
As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:
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