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Foram encontradas 50 questões.

2541685 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Educação pode (mesmo) aplacar a violência
Por Valéria Bretas
Destinar mais recursos à educação é o caminho certo para a redução da taxa de homicídios: é o que diz a análise do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA) divulgada recentemente, segundo a qual, para cada 1% a mais de jovens entre 15 e 17 anos nas escolas, há uma diminuição de 2% na taxa de pessoas assassinadas nos municípios brasileiros. “Segundo as nossas estimativas, a probabilidade de um indivíduo com até sete anos de estudo ser assassinado, no Brasil, é 15,9 vezes maior de outro indivíduo que tenha ingressado na universidade, o que mostra que a educação é um verdadeiro escudo contra os homicídios no Brasil”, afirma o responsável pelo estudo, Daniel Cerqueira, doutor pela PUC-Rio e técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA.
De acordo com o pesquisador, há teorias e evidências empíricas internacionais que mostram que o impulso ao crime não é uma constante na vida do indivíduo, mas segue um ciclo que se inicia aos 13 anos, atinge um ápice entre 18 e 20 anos e termina aos 30 anos. “No Brasil, além da questão da juventude, os indivíduos que sofrem e que cometem homicídio têm baixa escolaridade (não completaram sequer o ensino fundamental) e são moradores das periferias ou de comunidades pobres nas grandes cidades. São jovens cuja infância foi marcada por um aprendizado de violência doméstica e, fora de casa, aprenderam na pele que os direitos de cidadania são para poucos. Eles enxergam no crime aquilo que dificilmente conseguiriam de outra forma: bens materiais, respeito e status social”, diz Cerqueira. Para ele, a melhora na qualidade dos serviços educacionais pode evitar que estudantes já matriculados abandonem a escola. Por consequência, isso reduz a necessidade de o jovem se envolver em crimes, já que, com muitas portas fechadas – na família, no convívio social, na escola e no mercado de trabalho –, a única porta aberta será o mercado do crime, com a possibilidade de retornos financeiros e simbólicos rápidos.
No entanto, apesar de o Brasil ser uma das nações que mais direcionam recursos para a educação, o país ainda patina quando se leva em conta o gasto por aluno da educação básica. De acordo com o relatório 2015 da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil gastou cerca de 3,4 mil dólares anuais por aluno da rede de educação básica. Enquanto isso, a média global ultrapassa os 9,3 mil dólares por estudante dos anos iniciais. O técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA explica que o gasto público com educação básica, por aluno, é equivalente a 1/4 do valor investido no ensino superior em nosso país. “Ou seja, o Estado brasileiro gasta muito com educação, mas não é para o ensino básico e não é para os pobres”, diz Cerqueira. Além disso, segundo ele, o que o país faz, hoje, é oferecer uma escola (pública) que não motiva, não estimula e não conquista as mentes e os corações dos jovens. “São verdadeiras linhas de produção, que procuram incutir na memória das crianças e jovens um incrível conjunto de informações enciclopédicas, que não dizem nada e não reconhecem suas trajetórias individuais e sociais”, diz o especialista.
Na visão de Cerqueira, é importante que se diga que a escola convencional, ainda que seja totalmente reformulada e aprimorada, não atingirá um determinado grupo de jovens. Afinal, são indivíduos que já trilharam outra trajetória, apartada desse ambiente escolar tradicional. “São jovens que tiveram problemas comportamentais e socioemocionais na primeira infância, que terminaram, inclusive, enveredando no caminho das transgressões e dos crimes. Para esses jovens, modelos alternativos têm que ser oferecidos”, sentencia o especialista.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:
https://exame.abril.com.br/brasil/educacao-pode-mesmo-aplacar-a-violencia-veja-como/
Assinale a alternativa em que uma das palavras difere das outras duas em relação à regra que determina a acentuação gráfica.
 

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2541540 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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Sabendo que no primeiro dia de treino um Bombeiro percorreu 3 km e a cada dia seguinte percorria 200m a mais que no dia anterior, quantos quilômetros esse Bombeiro teria percorrido em 15 dias de treino?
 

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2541350 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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Quando assumiu o cargo de presidente da República, após o impeachment de Dilma Rousseff, o peemedebista Michel Temer tratou de colocar em pauta algumas reformas para garantir a “sobrevivência” do País em meio à crise econômica e trazer um reequilíbrio das contas públicas. As primeiras duas medidas aprovadas foram a reforma do Ensino Médio e a PEC do teto de gastos. Depois, foi a vez da aprovação da Reforma Trabalhista passar pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Quais as outras duas reformas defendidas pelo governo e que seguiam em stand-by até setembro de 2017?
 

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2541114 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Educação pode (mesmo) aplacar a violência
Por Valéria Bretas
Destinar mais recursos à educação é o caminho certo para a redução da taxa de homicídios: é o que diz a análise do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA) divulgada recentemente, segundo a qual, para cada 1% a mais de jovens entre 15 e 17 anos nas escolas, há uma diminuição de 2% na taxa de pessoas assassinadas nos municípios brasileiros. “Segundo as nossas estimativas, a probabilidade de um indivíduo com até sete anos de estudo ser assassinado, no Brasil, é 15,9 vezes maior de outro indivíduo que tenha ingressado na universidade, o que mostra que a educação é um verdadeiro escudo contra os homicídios no Brasil”, afirma o responsável pelo estudo, Daniel Cerqueira, doutor pela PUC-Rio e técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA.
De acordo com o pesquisador, há teorias e evidências empíricas internacionais que mostram que o impulso ao crime não é uma constante na vida do indivíduo, mas segue um ciclo que se inicia aos 13 anos, atinge um ápice entre 18 e 20 anos e termina aos 30 anos. “No Brasil, além da questão da juventude, os indivíduos que sofrem e que cometem homicídio têm baixa escolaridade (não completaram sequer o ensino fundamental) e são moradores das periferias ou de comunidades pobres nas grandes cidades. São jovens cuja infância foi marcada por um aprendizado de violência doméstica e, fora de casa, aprenderam na pele que os direitos de cidadania são para poucos. Eles enxergam no crime aquilo que dificilmente conseguiriam de outra forma: bens materiais, respeito e status social”, diz Cerqueira. Para ele, a melhora na qualidade dos serviços educacionais pode evitar que estudantes já matriculados abandonem a escola. Por consequência, isso reduz a necessidade de o jovem se envolver em crimes, já que, com muitas portas fechadas – na família, no convívio social, na escola e no mercado de trabalho –, a única porta aberta será o mercado do crime, com a possibilidade de retornos financeiros e simbólicos rápidos.
No entanto, apesar de o Brasil ser uma das nações que mais direcionam recursos para a educação, o país ainda patina quando se leva em conta o gasto por aluno da educação básica. De acordo com o relatório 2015 da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil gastou cerca de 3,4 mil dólares anuais por aluno da rede de educação básica. Enquanto isso, a média global ultrapassa os 9,3 mil dólares por estudante dos anos iniciais. O técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA explica que o gasto público com educação básica, por aluno, é equivalente a 1/4 do valor investido no ensino superior em nosso país. “Ou seja, o Estado brasileiro gasta muito com educação, mas não é para o ensino básico e não é para os pobres”, diz Cerqueira. Além disso, segundo ele, o que o país faz, hoje, é oferecer uma escola (pública) que não motiva, não estimula e não conquista as mentes e os corações dos jovens. “São verdadeiras linhas de produção, que procuram incutir na memória das crianças e jovens um incrível conjunto de informações enciclopédicas, que não dizem nada e não reconhecem suas trajetórias individuais e sociais”, diz o especialista.
Na visão de Cerqueira, é importante que se diga que a escola convencional, ainda que seja totalmente reformulada e aprimorada, não atingirá um determinado grupo de jovens. Afinal, são indivíduos que já trilharam outra trajetória, apartada desse ambiente escolar tradicional. “São jovens que tiveram problemas comportamentais e socioemocionais na primeira infância, que terminaram, inclusive, enveredando no caminho das transgressões e dos crimes. Para esses jovens, modelos alternativos têm que ser oferecidos”, sentencia o especialista.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:
https://exame.abril.com.br/brasil/educacao-pode-mesmo-aplacar-a-violencia-veja-como/
No segmento “Destinar mais recursos à, o verbo “Destinar” determina o emprego do sinal indicativo de crase. Ignorando qualquer eventual mudança de sentido, qual das seguintes alternativas tornaria obrigatória a mudança dessa estrutura?
 

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2541083 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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A morte da representante comercial Cristine Fonseca Fagundes, em 25 de agosto 2016, gerou uma revolução na área da Segurança no RS. Ela foi morta durante um assalto, em frente a uma escola, na Zona Norte de Porto Alegre. Sobre esse fato, analise as seguintes assertivas:

I. No mesmo dia, o Governo anunciou a criação do Comitê de Gestão da Segurança Pública, que teve o vice-governador José Paulo Cairoli como coordenador.

II. Horas após o latrocínio, o então secretário de Segurança do RS, Wantuir Jacini, pediu demissão, tendo o vice-governador assumido como secretário até a posse de um sucessor.

III. O governador do Estado, José Ivo Sartori, foi a Brasília pedir a intervenção do Exército Brasileiro para garantir a ordem e a segurança em todo o território gaúcho.

Quais estão corretas?

 

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2541042 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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A é um programa pioneiro no Brasil, criado pela Brigada Militar gaúcha, para frear os casos de violência doméstica e de feminicídio no RS. As patrulhas são implementadas em municípios que apresentam um grande índice de casos relacionados a esse programa. São mais de 30 patrulhas constituídas no Estado, em 27 municípios. No ano de 2017, o programa completou cinco anos. Neste período, foram realizadas mais de 50 mil visitas em cumprimento de Medidas Protetivas de Urgência e 45 mil vítimas foram cadastradas.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
 

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2541027 Ano: 2017
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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Um investidor aplicou R$ 30.000,00 em uma instituição financeira a uma taxa de juros simples de 2% ao mês. Qual o valor do juro obtido em um ano?
 

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2540939 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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Alexandre de Moraes assumiu o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) em março de 2017. Indicado pelo presidente Michel Temer, passou pela sabatina do Congresso Nacional em fevereiro do mesmo ano. Em relação a isso, analise as seguintes assertivas:
I. Alexandre de Moraes ocupou a vaga do ministro Teori Zavascki, que morreu em janeiro de 2017 em um acidente aéreo em Paraty, no litoral do Rio de Janeiro.
II. Ao assumir a vaga de Teori Zavascki, Alexandre de Moraes ficou encarregado de ser o relator dos processos da Operação Lava Jato no STF, função que era do ministro morto.
III. O ministro Alexandre de Moraes foi o escolhido para comandar o Ministério da Justiça, em maio de 2016, quando Michel Temer assumiu a Presidência durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Ele ficou no cargo até ser nomeado ministro do STF.
Quais estão corretas?
 

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2540795 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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Sabendo que 18 trabalhadores montam uma arquibancada em 24 dias, quantos dias 6 trabalhadores levarão para montar a mesma arquibancada nas mesmas condições de trabalho?
 

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2540704 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Educação pode (mesmo) aplacar a violência
Por Valéria Bretas
Destinar mais recursos à educação é o caminho certo para a redução da taxa de homicídios: é o que diz a análise do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA) divulgada recentemente, segundo a qual, para cada 1% a mais de jovens entre 15 e 17 anos nas escolas, há uma diminuição de 2% na taxa de pessoas assassinadas nos municípios brasileiros. “Segundo as nossas estimativas, a probabilidade de um indivíduo com até sete anos de estudo ser assassinado, no Brasil, é 15,9 vezes maior de outro indivíduo que tenha ingressado na universidade, o que mostra que a educação é um verdadeiro escudo contra os homicídios no Brasil”, afirma o responsável pelo estudo, Daniel Cerqueira, doutor pela PUC-Rio e técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA.
De acordo com o pesquisador, há teorias e evidências empíricas internacionais que mostram que o impulso ao crime não é uma constante na vida do indivíduo, mas segue um ciclo que se inicia aos 13 anos, atinge um ápice entre 18 e 20 anos e termina aos 30 anos. “No Brasil, além da questão da juventude, os indivíduos que sofrem e que cometem homicídio têm baixa escolaridade (não completaram sequer o ensino fundamental) e são moradores das periferias ou de comunidades pobres nas grandes cidades. São jovens cuja infância foi marcada por um aprendizado de violência doméstica e, fora de casa, aprenderam na pele que os direitos de cidadania são para poucos. Eles enxergam no crime aquilo que dificilmente conseguiriam de outra forma: bens materiais, respeito e status social”, diz Cerqueira. Para ele, a melhora na qualidade dos serviços educacionais pode evitar que estudantes já matriculados abandonem a escola. Por consequência, isso reduz a necessidade de o jovem se envolver em crimes, já que, com muitas portas fechadas – na família, no convívio social, na escola e no mercado de trabalho –, a única porta aberta será o mercado do crime, com a possibilidade de retornos financeiros e simbólicos rápidos.
No entanto, apesar de o Brasil ser uma das nações que mais direcionam recursos para a educação, o país ainda patina quando se leva em conta o gasto por aluno da educação básica. De acordo com o relatório 2015 da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil gastou cerca de 3,4 mil dólares anuais por aluno da rede de educação básica. Enquanto isso, a média global ultrapassa os 9,3 mil dólares por estudante dos anos iniciais. O técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA explica que o gasto público com educação básica, por aluno, é equivalente a 1/4 do valor investido no ensino superior em nosso país. “Ou seja, o Estado brasileiro gasta muito com educação, mas não é para o ensino básico e não é para os pobres”, diz Cerqueira. Além disso, segundo ele, o que o país faz, hoje, é oferecer uma escola (pública) que não motiva, não estimula e não conquista as mentes e os corações dos jovens. “São verdadeiras linhas de produção, que procuram incutir na memória das crianças e jovens um incrível conjunto de informações enciclopédicas, que não dizem nada e não reconhecem suas trajetórias individuais e sociais”, diz o especialista.
Na visão de Cerqueira, é importante que se diga que a escola convencional, ainda que seja totalmente reformulada e aprimorada, não atingirá um determinado grupo de jovens. Afinal, são indivíduos que já trilharam outra trajetória, apartada desse ambiente escolar tradicional. “São jovens que tiveram problemas comportamentais e socioemocionais na primeira infância, que terminaram, inclusive, enveredando no caminho das transgressões e dos crimes. Para esses jovens, modelos alternativos têm que ser oferecidos”, sentencia o especialista.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:
https://exame.abril.com.br/brasil/educacao-pode-mesmo-aplacar-a-violencia-veja-como/
Considere a seguinte oração, retirada do texto, e o que se afirma sobre ela.
[...] o impulso ao crime não é uma constante na vida do indivíduo [...].
I. Tem sujeito simples e predicado nominal.
II. O termo “uma constante” é objeto direto.
III. O termo “ao crime” é complemento nominal.
Quais estão corretas?
 

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