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Foram encontradas 50 questões.

2546287 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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No ano de 2017, a exposição de arte “Queermuseu – cartografias da diferença na arte brasileira” virou o centro de uma polêmica e provocou o fechamento, temporário, de um dos principais museus de arte da Capital do RS, o Santander Cultural. A exposição, apresentando obras de artistas mundialmente conhecidos como Alfredo Volpi e Cândido Portinari, teve como iniciativa inédita explorar a diversidade de expressão de gênero e a diferença na arte e na cultura em períodos diversos. Contudo, a exposição foi fechada um mês antes, após sofrer ataques nas redes sociais. Manifestantes alegaram que a exposição:
 

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2546258 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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Para a resolução da questão desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões existe(m) letra(s), palavra(s) ou texto(s) que foram digitados entre aspas, apenas para destacá-los. Nesse caso, para resolver as questões, desconsidere tais aspas e atente somente para a(s) letra(s), palavra(s) ou texto(s) propriamente ditos; e (5) para resolver as questões desta prova, considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
Essa questão baseia-se na Figura abaixo, que mostra, intencionalmente, apenas parte da janela principal do Word 2013, acima da qual se ampliou e destacou a régua, de modo a facilitar a visualização e a resolução da questão. Nessa Figura, inseriu-se as setas "A", "B" e "C", que destacam os seguintes aspectos: (1) A seta "A" aponta para o cursor do mouse, no formato de uma pequena seta levemente inclinada para a esquerda; (2) A seta "B" aponta para um uma barra vertical ("|"), indicando onde se encontra o ponto de inserção de texto; e (3) A seta "C" aponta para uma marca de formatação que foi inserida automaticamente ao se pressionar a tecla Tab, do teclado.
Enunciado 3227961-1
Figura – Janela principal do Word 2013
Na janela principal do Word 2013, mostrada na Figura, observa-se que o cursor do mouse se encontra exatamente no local apontado pela seta "A". Nesse caso, dando-se um único clique no botão esquerdo do mouse, a área de trabalho desse editor de texto será exibida da seguinte forma:
 

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2546191 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Educação pode (mesmo) aplacar a violência
Por Valéria Bretas
Destinar mais recursos à educação é o caminho certo para a redução da taxa de homicídios: é o que diz a análise do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA) divulgada recentemente, , para cada 1% a mais de jovens entre 15 e 17 anos nas escolas, há uma diminuição de 2% na taxa de pessoas assassinadas nos municípios brasileiros. “Segundo as nossas estimativas, a probabilidade de um indivíduo com até sete anos de estudo ser assassinado, no Brasil, é 15,9 vezes maior de outro indivíduo que tenha ingressado na universidade, o que mostra que a educação é um verdadeiro escudo contra os homicídios no Brasil”, afirma o responsável pelo estudo, Daniel Cerqueira, doutor pela PUC-Rio e técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA.
De acordo com o pesquisador, há teorias e evidências empíricas internacionais que mostram que o impulso ao crime não é uma constante na vida do indivíduo, mas segue um ciclo que se inicia aos 13 anos, atinge um ápice entre 18 e 20 anos e termina aos 30 anos. “No Brasil, além da questão da juventude, os indivíduos que sofrem e que cometem homicídio têm baixa escolaridade (não completaram sequer o ensino fundamental) e são moradores das periferias ou de comunidades pobres nas grandes cidades. São jovens infância foi marcada por um aprendizado de violência doméstica e, fora de casa, aprenderam na pele que os direitos de cidadania são para poucos. Eles enxergam no crime aquilo que dificilmente conseguiriam de outra forma: bens materiais, respeito e status social”, diz Cerqueira. Para ele, a melhora na qualidade dos serviços educacionais pode evitar que estudantes já matriculados abandonem a escola. Por consequência, isso reduz a necessidade de o jovem se envolver em crimes, já que, com muitas portas fechadas – na família, no convívio social, na escola e no mercado de trabalho –, a única porta aberta será o mercado do crime, com a possibilidade de retornos financeiros e simbólicos rápidos.
No entanto, apesar de o Brasil ser uma das nações que mais direcionam recursos para a educação, o país ainda patina quando se leva em conta o gasto por aluno da educação básica. De acordo com o relatório 2015 da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil gastou cerca de 3,4 mil dólares anuais por aluno da rede de educação básica. Enquanto isso, a média global ultrapassa os 9,3 mil dólares por estudante dos anos iniciais. O técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA explica que o gasto público com educação básica, por aluno, é equivalente a 1/4 do valor investido no ensino superior em nosso país. “Ou seja, o Estado brasileiro gasta muito com educação, mas não é para o ensino básico e não é para os pobres”, diz Cerqueira. Além disso, segundo ele, o que o país faz, hoje, é oferecer uma escola (pública) que não motiva, não estimula e não conquista as mentes e os corações dos jovens. “São verdadeiras linhas de produção, que procuram incutir na memória das crianças e jovens um incrível conjunto de informações enciclopédicas, que não dizem nada e não reconhecem suas trajetórias individuais e sociais”, diz o especialista.
Na visão de Cerqueira, é importante que se diga que a escola convencional, ainda que seja totalmente reformulada e aprimorada, não atingirá um determinado grupo de jovens. Afinal, são indivíduos que já trilharam outra trajetória, apartada desse ambiente escolar tradicional. “São jovens que tiveram problemas comportamentais e socioemocionais na primeira infância, que terminaram, inclusive, enveredando no caminho das transgressões e dos crimes. Para esses jovens, ..................... modelos alternativos”, sentencia o especialista.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:
https://exame.abril.com.br/brasil/educacao-pode-mesmo-aplacar-a-violencia-veja-como/
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 02 e 10.
 

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2545817 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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Para revestir uma cadeira, foi utilizado um tecido em formato quadrado medindo 60 cm cada lado. Qual é a área, em m², desse tecido?
 

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2545787 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Educação pode (mesmo) aplacar a violência
Por Valéria Bretas
Destinar mais recursos à educação é o caminho certo para a redução da taxa de homicídios: é o que diz a análise do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA) divulgada recentemente, segundo a qual, para cada 1% a mais de jovens entre 15 e 17 anos nas escolas, há uma diminuição de 2% na taxa de pessoas assassinadas nos municípios brasileiros. “Segundo as nossas estimativas, a probabilidade de um indivíduo com até sete anos de estudo ser assassinado, no Brasil, é 15,9 vezes maior de outro indivíduo que tenha ingressado na universidade, o que mostra que a educação é um verdadeiro escudo contra os homicídios no Brasil”, afirma o responsável pelo estudo, Daniel Cerqueira, doutor pela PUC-Rio e técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA.
De acordo com o pesquisador, há teorias e evidências empíricas internacionais que mostram que o impulso ao crime não é uma constante na vida do indivíduo, mas segue um ciclo que se inicia aos 13 anos, atinge um ápice entre 18 e 20 anos e termina aos 30 anos. “No Brasil, além da questão da juventude, os indivíduos que sofrem e que cometem homicídio têm baixa escolaridade (não completaram sequer o ensino fundamental) e são moradores das periferias ou de comunidades pobres nas grandes cidades. São jovens cuja infância foi marcada por um aprendizado de violência doméstica e, fora de casa, aprenderam na pele que os direitos de cidadania são para poucos. Eles enxergam no crime aquilo que dificilmente conseguiriam de outra forma: bens materiais, respeito e status social”, diz Cerqueira. Para ele, a melhora na qualidade dos serviços educacionais pode evitar que estudantes já matriculados abandonem a escola. Por consequência, isso reduz a necessidade de o jovem se envolver em crimes, já que, com muitas portas fechadas – na família, no convívio social, na escola e no mercado de trabalho –, a única porta aberta será o mercado do crime, com a possibilidade de retornos financeiros e simbólicos rápidos.
No entanto, apesar de o Brasil ser uma das nações que mais direcionam recursos para a educação, o país ainda patina quando se leva em conta o gasto por aluno da educação básica. De acordo com o relatório 2015 da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil gastou cerca de 3,4 mil dólares anuais por aluno da rede de educação básica. Enquanto isso, a média global ultrapassa os 9,3 mil dólares por estudante dos anos iniciais. O técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA explica que o gasto público com educação básica, por aluno, é equivalente a 1/4 do valor investido no ensino superior em nosso país. “Ou seja, o Estado brasileiro gasta muito com educação, mas não é para o ensino básico e não é para os pobres”, diz Cerqueira. Além disso, segundo ele, o que o país faz, hoje, é oferecer uma escola (pública) que não motiva, não estimula e não conquista as mentes e os corações dos jovens. “São verdadeiras linhas de produção, que procuram incutir na memória das crianças e jovens um incrível conjunto de informações enciclopédicas, que não dizem nada e não reconhecem suas trajetórias individuais e sociais”, diz o especialista.
Na visão de Cerqueira, é importante que se diga que a escola convencional, ainda que seja totalmente reformulada e aprimorada, não atingirá um determinado grupo de jovens. Afinal, são indivíduos que já trilharam outra trajetória, apartada desse ambiente escolar tradicional. “São jovens que tiveram problemas comportamentais e socioemocionais na primeira infância, que terminaram, inclusive, enveredando no caminho das transgressões e dos crimes. Para esses jovens, modelos alternativos têm que ser oferecidos”, sentencia o especialista.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:
https://exame.abril.com.br/brasil/educacao-pode-mesmo-aplacar-a-violencia-veja-como/
Considere as seguintes informações sobre o texto lido:
I. O estudioso do assunto apresenta uma espécie de perfil do jovem brasileiro envolvido em violência: os jovens que cometem assassinatos, tanto quanto os que são assassinados, compõem uma parcela populacional com poucos anos de estudo.
II. Quanto maior o tempo de permanência na escola, ainda segundo o estudioso, mais se reduz a possibilidade de um jovem ser assassinado ou virar um assassino.
III. O Brasil realiza investimentos em educação; entretanto, os benefícios pouco alcançam o contingente de população mais pobre e, consequentemente, mais carente de tais recursos.
IV. O pesquisador defende que se ofereça um modelo de educação conservador e rígido a fim de retirar os jovens do caminho das transgressões e crimes.
Quais delas estão de acordo com texto?
 

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2545324 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

Educação pode (mesmo) aplacar a violência

Por Valéria Bretas

Destinar mais recursos à educação é o caminho certo para a redução da taxa de homicídios: é o que diz a análise do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA) divulgada recentemente, segundo a qual, para cada 1% a mais de jovens entre 15 e 17 anos nas escolas, há uma diminuição de 2% na taxa de pessoas assassinadas nos municípios brasileiros. “Segundo as nossas estimativas, a probabilidade de um indivíduo com até sete anos de estudo ser assassinado, no Brasil, é 15,9 vezes maior de outro indivíduo que tenha ingressado na universidade, o que mostra que a educação é um verdadeiro escudo contra os homicídios no Brasil”, afirma o responsável pelo estudo, Daniel Cerqueira, doutor pela PUC-Rio e técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA.

De acordo com o pesquisador, há teorias e evidências empíricas internacionais que mostram que o impulso ao crime não é uma constante na vida do indivíduo, mas segue um ciclo que se inicia aos 13 anos, atinge um ápice entre 18 e 20 anos e termina aos 30 anos. “No Brasil, além da questão da juventude, os indivíduos que sofrem e que cometem homicídio têm baixa escolaridade (não completaram sequer o ensino fundamental) e são moradores das periferias ou de comunidades pobres nas grandes cidades. São jovens cuja infância foi marcada por um aprendizado de violência doméstica e, fora de casa, aprenderam na pele que os direitos de cidadania são para poucos. Eles enxergam no crime aquilo que dificilmente conseguiriam de outra forma: bens materiais, respeito e status social”, diz Cerqueira. Para ele, a melhora na qualidade dos serviços educacionais pode evitar que estudantes já matriculados abandonem a escola. Por consequência, isso reduz a necessidade de o jovem se envolver em crimes, já que, com muitas portas fechadas – na família, no convívio social, na escola e no mercado de trabalho –, a única porta aberta será o mercado do crime, com a possibilidade de retornos financeiros e simbólicos rápidos.

No entanto, apesar de o Brasil ser uma das nações que mais direcionam recursos para a educação, o país ainda patina quando se leva em conta o gasto por aluno da educação básica. De acordo com o relatório 2015 da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil gastou cerca de 3,4 mil dólares anuais por aluno da rede de educação básica. Enquanto isso, a média global ultrapassa os 9,3 mil dólares por estudante dos anos iniciais. O técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA explica que o gasto público com educação básica, por aluno, é equivalente a 1/4 do valor investido no ensino superior em nosso país. “Ou seja, o Estado brasileiro gasta muito com educação, mas não é para o ensino básico e não é para os pobres”, diz Cerqueira. Além disso, segundo ele, o que o país faz, hoje, é oferecer uma escola (pública) que não motiva, não estimula e não conquista as mentes e os corações dos jovens. “São verdadeiras linhas de produção, que procuram incutir na memória das crianças e jovens um incrível conjunto de informações enciclopédicas, que não dizem nada e não reconhecem suas trajetórias individuais e sociais”, diz o especialista.

Na visão de Cerqueira, é importante que se diga que a escola convencional, ainda que seja totalmente reformulada e aprimorada, não atingirá um determinado grupo de jovens. Afinal, são indivíduos que já trilharam outra trajetória, apartada desse ambiente escolar tradicional. “São jovens que tiveram problemas comportamentais e socioemocionais na primeira infância, que terminaram, inclusive, enveredando no caminho das transgressões e dos crimes. Para esses jovens, modelos alternativos têm que ser oferecidos”, sentencia o especialista.

Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

https://exame.abril.com.br/brasil/educacao-pode-mesmo-aplacar-a-violencia-veja-como/

Assinale a alternativa em que aparecem palavras, todas retiradas do texto, que têm o mesmo número de letras e de fonemas.

 

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2545267 Ano: 2017
Disciplina: Legislação Militar
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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Segundo a Lei Complementar nº 10.990/1997, círculos hierárquicos são âmbitos de convivência entre os servidores militares da mesma categoria e têm a finalidade de desenvolver o espírito de camaradagem em ambiente de estima e confiança, sem prejuízo do respeito mútuo. Nesse contexto, relacione a Coluna 1 à Coluna 2 no que tange os Postos e Graduação a seus Círculos.

Coluna 1

1. Oficiais Superiores.

2. Oficiais Intermediários.

3. Oficiais Subalterno.

Coluna 2

( ) Coronel.

( ) Major.

( ) Capitão.

( ) Primeiro Tenente.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2545231 Ano: 2017
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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A Convenção Americana de Direitos Humanos, ou “Pacto de San Jose da Costa Rica”, é um tratado internacional, do qual o Brasil é signatário. Em relação a ele, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Toda pessoa tem direito a que se respeite sua integridade física, psíquica e moral.
( ) Ninguém deve ser detido por dívidas. Esse princípio se aplica aos mandados de autoridade judiciária competente expedidos em virtude de inadimplemento de obrigação alimentar.
( ) A pessoa detida ou retida deve ser informada das razões da detenção e notificada, quando conveniente, da acusação ou das acusações formuladas contra ela.
( ) Ninguém poderá ser submetido a escravidão ou servidão e tanto estas como o tráfico de escravos e o tráfico de mulheres são proibidos em todas as suas formas.
( ) As penas restritivas de direito devem ter por finalidade essencial a reforma e a readaptação social dos condenados.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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2545220 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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Para a resolução da questão desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões existe(m) letra(s), palavra(s) ou texto(s) que foram digitados entre aspas, apenas para destacá-los. Nesse caso, para resolver as questões, desconsidere tais aspas e atente somente para a(s) letra(s), palavra(s) ou texto(s) propriamente ditos; e (5) para resolver as questões desta prova, considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
Essa questão baseia-se na janela principal do Excel 2013 apresentada na Figura abaixo, na qual se realizou, sequencialmente, as seguintes ações: (1) digitou-se os números de 1 a 3 e as letras de A a C, na planilha corrente; (2) selecionou-se o intervalo de células apontado pela seta "A"; e (3) posicionou-se o cursor do mouse no local apontado pela seta "B", até ser mostrada a alça de preenchimento, no formato de uma pequena cruz ("+").
Enunciado 3033555-1
Figura – Janela principal do Excel 2013
Nesse caso, arrastando-se a alça de preenchimento até o local apontado pela seta "C" e, a seguir, soltando-se o botão esquerdo do mouse, pode-se afirmar que:
I. O conteúdo da célula C6 será igual ao número 5 (cinco).
II. O conteúdo da célula D6 será igual a letra "E".
III. As células C7 e D7 não conterão nenhum conteúdo.
Quais estão corretas?
 

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2545131 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: BM-RS
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Em maio de 2017, o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU) pediu ao Brasil que adote medidas mais eficazes no combate às violações de direitos humanos. Com base nesse contexto, analise as assertivas abaixo e assinale P, se forem medidas previstas, ou NP, se não previstas.
( ) Direitos dos Povos Indígenas: garantia de processos de consulta prévia em decisões e projetos que afetem seus direitos, garantia de demarcação de suas terras ancestrais e proteção contra ataques e todas as formas de violência.
( ) Trabalho escravo: que o governo brasileiro publique decreto em que a organização do cadastro (lista-suja) ficará a cargo da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), cuja divulgação será realizada por determinação expressa do Ministro do Trabalho.
( ) Abusos por parte das forças de segurança: garantia de treinamento adequado para as forças de segurança para uso proporcional da força, investigação e responsabilização dos abusos cometidos pelas forças de segurança e aprovação do PL 4471, que cria regras rigorosas para a apuração de mortes e lesões corporais decorrentes das ações de agentes do Estado, como policiais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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