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A produção de álcool do Estado de São Paulo vem aumentando ano a ano. Enquanto que, em 2004, foram produzidos 7.734.000 m3, a produção de 2009 chegou a 16.635.000 m3. Considerando que o aumento anual, de 2004 a 2009, tenha sido linear, formando uma progressão aritmética, qual foi, em m3, a produção de 2005?
 

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Segundo a ANP, Espírito Santo e Rio Grande do Norte estão entre os estados brasileiros que mais produzem petróleo, atrás apenas do Rio de Janeiro. Juntos, esses dois estados produzem, anualmente, 64.573 mil barris. Se a produção anual do Rio Grande do Norte dobrasse, superaria a do Espírito Santo em 2.423 mil barris. Sendo assim, quantos milhares de barris de petróleo são produzidos anualmente no Espírito Santo?
 

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Os tablets são aparelhos eletrônicos portáteis, maiores que um celular e menores que um netbook, ideais para a leitura de livros e jornais. Um dos primeiros tablets lançados no mercado americano tem a forma aproximada de um paralelepípedo reto-retângulo de 26,4 cm de comprimento, 18,3 cm de largura e 1 cm de espessura. Qual é, em cm3, o volume aproximado desse aparelho?
 

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314775 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Informações sobre o produto X, da Indústria Pangaré, relativas a um determinado período produtivo:
ITENS R$
Valor Pago ao Fornecedor da Matéria-Prima 84.000,00
Valor Pago de Transporte e Seguros da Matéria-Prima 2.200,00
IPI Incluso no Preço Pago ao Fornecedor 14.000,00
ICMS Incluso no Preço Pago ao Fornecedor 9.800,00
Juros a Pagar Relativos a Financiamento Obtido para essa Compra 2.520,00
Mão de Obra Direta Aplicada no Produto 21.500,00
Custos Indiretos de Fabricação no Período Produtivo 18.100,00
Informações adicionais relativas ao produto X.
O IPI e o ICMS são recuperados.
Produção: 10.000 unidades.
Vendas: 9.200 unidades.
Preço de venda unitário: R$ 15,00.
Considerando-se exclusivamente as informações acima, o Lucro Bruto apurado na venda do produto X, em reais, foi
 

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311468 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Observe a relação de Investimentos da Cia. Pacífica S.A., extraída de suas demonstrações financeiras, para responder à questão.
I – Participação de 80% do capital social votante da Cia. Morgana S.A.
II – Obras de arte
III – Terrenos para futura expansão da fábrica
IV – Aplicações temporárias em ouro
V – Participação de 7% no capital votante da empresa Frangolindo Ltda.
VI – Participação de 65% nas ações ordinárias da Cia. Petrolina S.A.
VII – Participação de 8% no capital social da empresa Transnordestina Ltda.
Informação adicional: Todas as participações acionárias são de caráter permanente.

Considerando-se exclusivamente a relação de investimento oferecida, os investimentos classificados no grupo Investimentos do Ativo Não Circulante, avaliados pelo método de custos, são APENAS
 

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A felicidade dura pouco

Com alguém ao lado falando num celular, lendo os

e-mails, não se pode nem ao menos pensar.

É a solidão total

Há muitos, muitos anos, havia uma música de Zé Rodrix que nos emocionava. Os primeiros versos diziam “eu quero uma casa no campo, onde eu possa compor muitos rocks rurais”; e continuava dizendo coisas lindas, como “eu quero a esperança de óculos e um filho de cuca legal, eu quero plantar e colher com as mãos a pimenta e o sal”. Era com isso que sonhávamos, mesmo sem saber, ou era o que gostaríamos de querer; belos tempos.

Os anos passaram, e os sonhos, no lugar de se ampliarem, encolheram.

O que é que se quer hoje em dia? Menos, acredite, pois querer um celular novo que faz coisas que até Deus duvida é querer pouco da vida. Meu maior sonho é bem modesto.

Nada me daria mais felicidade do que um celular que não fizesse nada, além de receber e fazer ligações. Os gênios dessa indústria ainda não perceberam que existe um imenso nicho a ser explorado: o das pessoas que, apesar de conseguirem sobreviver no mundo da tecnologia, têm uma alma simples.

As duas mais dramáticas novidades trazidas pelo celular foram as odiosas maquininhas fotográficas e a impossibilidade de uma conversa a dois. Quando duas pessoas saem para jantar, é inevitável: um deles põe o celular − às vezes dois − em cima da mesa. O outro só tem uma solução: engolir, mesmo sem água, um tranquilizante tarja preta.

No meio de uma conversa palpitante, o telefone toca, e a pessoa faz um gesto de “é só um minuto”. Não é, claro. Vira um grande bate-papo, e não existe solidão maior do que estar ao lado de alguém que te larga − abandona, a bem dizer − para conversar com outra pessoa. No meio de um deserto, inteiramente sós, estamos acompanhados por nossos pensamentos. Com alguém ao lado falando num celular, lendo os e-mails ou checando as mensagens, não se pode nem ao menos pensar. É a solidão total, pois nem se está só nem se está acompanhado. Tão trágico quanto, é estar falando com alguém que tem um telefone com duas linhas; no meio do maior papo, ele diz “aguenta aí que vou atender a outra linha” e frequentemente volta e diz “te ligo já” − e aí você não pode usar seu próprio telefone, já que ele vai ligar já (e às vezes não liga). Não dá.

Raros são os que atendem e dizem “estou com uma amiga, depois te ligo” − nem precisavam atender, já que o número de quem chama aparece no visor, e as pessoas têm todos eles de cor na cabeça, como eu não sei.

Eu juro que tentei, já troquei de celular três vezes, mas desisti. Recebia contas que não entendia, entrei, de idiota, num “plano”, e quase enlouqueci quando quis sair. Hoje tenho um que praticamente não uso, mas é pré-pago, e só umas quatro pessoas conhecem; ponho 20 reais de crédito, se não usar não vou à falência, mas pelo menos não recebo aquelas contas falando de torpedos e SMS, coisas que prefiro nem saber que existem. Ah, e meus telefones fixos são com fio.

Do carro já me livrei: há cinco anos não procuro vaga, não faço vistoria, não pago IPVA, nem seguro, e sou louca por um táxi. Até ontem me considerava uma mulher feliz, mas sempre soube que a felicidade dura pouco: hoje ganhei um iPod. Uma quase tragédia, eu diria.

LEÃO, Danuza in Folha de São Paulo. 7. mar. 2010.

Segundo o texto, a felicidade dura pouco porque

 

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309781 Ano: 2010
Disciplina: Direito Tributário
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Admita que a Indústria Alegre, instalada no Rio de Janeiro, fabrique um produto sujeito à substituição tributária do ICMS e o venda para três contribuintes revendedores, cada um localizado, respectivamente, nos estados do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Paraná.
Admita, também, que o Estado do Paraná não tenha aderido ao protocolo para o recolhimento do ICMS pelo regime de substituição tributária e que os estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais tenham aderido a tal protocolo.
Nesse contexto, a Indústria Alegre, com relação ao ICMS Substituição Tributária (ST) referente às vendas futuras do seu produto a serem feitas pelos revendedores acima citados, deverá
 

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296445 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Observe as seguintes operações da Miramar Alimentos Ltda., realizadas em março de 2009:
Operações R$
Aquisição a Prazo de Mercadorias para Revenda 30.000,00
Venda de Mercadorias a Prazo 20.000,00
Baixa de Estoques Referentes à Venda acima 16.000,00
Recebimento de Clientes em cheque 15.000,00
Pagamento de Fornecedores em cheque 12.000,00
Venda de Mercadorias à Vista em dinheiro 15.000,00
Baixa de Estoques Referentes à Venda acima 12.000,00
Pagamento de Despesa de Aluguel e Condomínio do Mês 1.250,00
Provisão de Salários e Encargos do Mês 4.500,00
Pagamento de Despesa de Energia Elétrica Referente a abril de 2009 750,00
Considerando exclusivamente as informações acima e desconsiderando a incidência de qualquer imposto, pelo regime de competência, o resultado operacional da Miramar, em 30 de março de 2009, em reais, foi
 

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“O Brasil é o país onde mais caem raios no mundo. Na última década, a cada três dias, em média, uma pessoa foi fulminada por um raio”
Revista Veja, 10 fev. 2010.
Seja f(x) uma função polinomial que represente o número de pessoas fulminadas por um raio no Brasil ao longo da última década, onde x representa o número de dias. Considerando as informações apresentadas na reportagem acima, conclui-se que
 

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A felicidade dura pouco

Com alguém ao lado falando num celular, lendo os

e-mails, não se pode nem ao menos pensar.

É a solidão total

Há muitos, muitos anos, havia uma música de Zé Rodrix que nos emocionava. Os primeiros versos diziam “eu quero uma casa no campo, onde eu possa compor muitos rocks rurais”; e continuava dizendo coisas lindas, como “eu quero a esperança de óculos e um filho de cuca legal, eu quero plantar e colher com as mãos a pimenta e o sal”. Era com isso que sonhávamos, mesmo sem saber, ou era o que gostaríamos de querer; belos tempos.

Os anos passaram, e os sonhos, no lugar de se ampliarem, encolheram.

O que é que se quer hoje em dia? Menos, acredite, pois querer um celular novo que faz coisas que até Deus duvida é querer pouco da vida. Meu maior sonho é bem modesto.

Nada me daria mais felicidade do que um celular que não fizesse nada, além de receber e fazer ligações. Os gênios dessa indústria ainda não perceberam que existe um imenso nicho a ser explorado: o das pessoas que, apesar de conseguirem sobreviver no mundo da tecnologia, têm uma alma simples.

As duas mais dramáticas novidades trazidas pelo celular foram as odiosas maquininhas fotográficas e a impossibilidade de uma conversa a dois. Quando duas pessoas saem para jantar, é inevitável: um deles põe o celular − às vezes dois − em cima da mesa. O outro só tem uma solução: engolir, mesmo sem água, um tranquilizante tarja preta.

No meio de uma conversa palpitante, o telefone toca, e a pessoa faz um gesto de “é só um minuto(a)”. Não é, claro. Vira um grande bate-papo, e não existe solidão maior do que estar ao lado de alguém que te larga − abandona, a bem dizer − para conversar com outra pessoa. No meio de um deserto, inteiramente sós, estamos acompanhados por nossos pensamentos. Com alguém ao lado falando num celular(b), lendo os e-mails ou checando as mensagens, não se pode nem ao menos pensar. É a solidão total, pois nem se está só nem se está acompanhado. Tão trágico quanto, é estar falando com alguém que tem um telefone com duas linhas; no meio do maior papo, ele diz “aguenta aí que vou atender a outra linha” e frequentemente volta e diz “te ligo já” − e aí você não pode usar seu próprio telefone, já que ele vai ligar já (e às vezes não liga). Não dá.

Raros são os que atendem(c) e dizem “estou com uma amiga, depois te ligo” − nem precisavam atender, já que o número de quem chama aparece no visor, e as pessoas têm todos eles de cor na cabeça, como eu não sei(d).

Eu juro que tentei, já troquei de celular três vezes, mas desisti. Recebia contas que não entendia, entrei, de idiota, num “plano”, e quase enlouqueci quando quis sair. Hoje tenho um que praticamente não uso, mas é pré-pago, e só umas quatro pessoas conhecem; ponho 20 reais de crédito, se não usar não vou à falência, mas pelo menos não recebo aquelas contas falando de torpedos e SMS, coisas que prefiro nem saber que existem. Ah, e meus telefones fixos são com fio.

Do carro já me livrei: há cinco anos não procuro vaga, não faço vistoria, não pago IPVA, nem seguro, e sou louca por um táxi. Até ontem me considerava uma mulher feliz, mas sempre soube que a felicidade dura pouco: hoje ganhei um iPod. Uma quase tragédia, eu diria(e).

LEÃO, Danuza in Folha de São Paulo. 7. mar. 2010.

A autora utiliza estruturas negativas como recurso expressivo. Observe.

“Nada me daria mais felicidade do que um celular que não fizesse nada,”

“...não existe solidão maior do que estar ao lado de alguém...”

Que trecho, dentre os apresentados abaixo, poderia ser expresso também pela forma negativa apresentada à sua direita, mantendo o mesmo sentido?

 

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