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Foram encontradas 50 questões.

244283 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Considere a suíte Microsoft Office 2003 para responder à questão.
Utilizando o Microsoft Excel, os usuários podem executar, entre outras, as seguintes tarefas:
I - copiar uma tabela do Word para o Excel por meio da área de transferência do Office;
II - consolidar dados de várias planilhas do Excel em uma única planilha;
III - gravar narrativas online durante a apresentação de uma planilha na Web;
IV - alterar o modo como os dados de tabela dinâmica ou gráfico dinâmico são resumidos.
Estão corretas as tarefas
 

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243959 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Considere o texto abaixo para responder à questão.
O ácido nítrico possui diversas aplicações industriais em diferentes áreas, como na indústria de fertilizantes e na de explosivos. Na primeira década do século XX, estabeleceu-se o processo Ostwald para a produção do ácido nítrico a partir da amônia. Antes desse processo, o ácido nítrico era produzido pelo processo Birkerland-Eyde, no qual, na primeira etapa, o gás nitrogênio reagia com o gás oxigênio, produzindo óxido nítrico em um forno com um arco elétrico. Nas etapas posteriores, o óxido nítrico era oxidado e o produto era recolhido em água, formando o ácido nítrico. A grande desvantagem do processo Birkerland-Eyde era o consumo de energia elétrica para que a primeira etapa fosse realizada.
Na equação global do processo Ostwald, tem-se a amônia reagindo com o gás oxigênio, formando ácido nítrico e água. Considerando-se um rendimento de 90,0 % para o processo Ostwald, as quantidades necessárias, em kg, de amônia e de gás oxigênio, em mol, para produzir 567 kg de ácido nítrico são
 

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A felicidade dura pouco

Com alguém ao lado falando num celular, lendo os

e-mails, não se pode nem ao menos pensar.

É a solidão total

Há muitos, muitos anos, havia uma música de Zé Rodrix que nos emocionava. Os primeiros versos diziam “eu quero uma casa no campo, onde eu possa compor muitos rocks rurais”; e continuava dizendo coisas lindas, como “eu quero a esperança de óculos e um filho de cuca legal, eu quero plantar e colher com as mãos a pimenta e o sal”. Era com isso que sonhávamos, mesmo sem saber, ou era o que gostaríamos de querer; belos tempos.

Os anos passaram, e os sonhos, no lugar de se ampliarem, encolheram.

O que é que se quer hoje em dia? Menos, acredite, pois querer um celular novo que faz coisas que até Deus duvida é querer pouco da vida. Meu maior sonho é bem modesto.

Nada me daria mais felicidade do que um celular que não fizesse nada, além de receber e fazer ligações. Os gênios dessa indústria ainda não perceberam que existe um imenso nicho a ser explorado: o das pessoas que, apesar de conseguirem sobreviver no mundo da tecnologia, têm uma alma simples.

As duas mais dramáticas novidades trazidas pelo celular foram as odiosas maquininhas fotográficas e a impossibilidade de uma conversa a dois. Quando duas pessoas saem para jantar, é inevitável: um deles põe o celular − às vezes dois − em cima da mesa. O outro só tem uma solução: engolir, mesmo sem água, um tranquilizante tarja preta.

No meio de uma conversa palpitante, o telefone toca, e a pessoa faz um gesto de “é só um minuto”. Não é, claro. Vira um grande bate-papo, e não existe solidão maior do que estar ao lado de alguém que te larga − abandona, a bem dizer − para conversar com outra pessoa. No meio de um deserto, inteiramente sós, estamos acompanhados por nossos pensamentos. Com alguém ao lado falando num celular, lendo os e-mails ou checando as mensagens, não se pode nem ao menos pensar. É a solidão total, pois nem se está só nem se está acompanhado. Tão trágico quanto, é estar falando com alguém que tem um telefone com duas linhas; no meio do maior papo, ele diz “aguenta aí que vou atender a outra linha” e frequentemente volta e diz “te ligo já” − e aí você não pode usar seu próprio telefone, já que ele vai ligar já (e às vezes não liga). Não dá.

Raros são os que atendem e dizem “estou com uma amiga, depois te ligo” − nem precisavam atender, já que o número de quem chama aparece no visor, e as pessoas têm todos eles de cor na cabeça, como eu não sei.

Eu juro que tentei, já troquei de celular três vezes, mas desisti. Recebia contas que não entendia, entrei, de idiota, num “plano”, e quase enlouqueci quando quis sair. Hoje tenho um que praticamente não uso, mas é pré-pago, e só umas quatro pessoas conhecem; ponho 20 reais de crédito, se não usar não vou à falência, mas pelo menos não recebo aquelas contas falando de torpedos e SMS, coisas que prefiro nem saber que existem. Ah, e meus telefones fixos são com fio.

Do carro já me livrei: há cinco anos não procuro vaga, não faço vistoria, não pago IPVA, nem seguro, e sou louca por um táxi. Até ontem me considerava uma mulher feliz, mas sempre soube que a felicidade dura pouco: hoje ganhei um iPod. Uma quase tragédia, eu diria.

LEÃO, Danuza in Folha de São Paulo. 7. mar. 2010.

Em qual das sentenças abaixo, o pronome lhe(s) substitui adequadamente a expressão entre parênteses?

 

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241958 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Com o intuito de determinar a distância focal de uma lente divergente, um laboratorista dispôs um pedaço de vela, uma lente convergente de 20 cm de foco e um espelho esférico côncavo de 40 cm de raio, da forma esquematizada na figura abaixo.
Enunciado 241958-1
Durante a experiência, foram mantidos fixos o espelho, a lente convergente e a vela acesa. Em particular, a distância entre a vela acesa e a lente convergente era de 30 cm. Apenas a lente divergente, posicionada entre o espelho e a lente convergente, era movimentada. O laboratorista movia a lente divergente, às vezes, em sentido ao espelho e, às vezes, em sentido à lente convergente. Quando finalmente a imagem refletida pelo espelho se formou a 20 cm deste, percebeu-se que a distância entre as lentes era de 25 cm. Desse modo, o laboratorista determinou que a distância focal da lente divergente, em cm, em módulo, era de
 

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240791 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A Cromatografia em camada delgada é uma técnica muito simples e de baixo custo. É normalmente utilizada visando- se a uma separação rápida e de forma qualitativa de pequenas quantidades de amostra. Essa técnica também tem demonstrado ser de grande valor no acompanhamento de reações químicas.

O resorcinol é a matéria-prima que forma, como único produto, a 7-hidroxi-4-metilcumarina, conforme representação abaixo.

Enunciado 240791-1

No intuito de se acompanhar a formação da cumarina supracitada e o término dessa reação, foram aplicadas a uma cromatoplaca de sílica gel três alíquotas distintas de igual volume: meio reacional, matéria-prima e um padrão do produto. Após eluição com uma mistura de n-hexano: acetato de etila (7:3) e revelação sob luz ultravioleta, a cromatoplaca apresentou o seguinte aspecto:

Enunciado 240791-2

As afirmações a seguir relacionam-se corretamente à cromatoplaca acima, EXCETO

 

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239836 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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No botijão esquematizado na figura abaixo, há butano nos estados líquido e gasoso. À medida que o butano escapa pela válvula, a altura h, referente ao espaço ocupado pelo estado gasoso, aumenta. Considere que: (1) todo o processo de escape ocorra bem lentamente; (2) inicialmente o butano no estado gasoso esteja a uma pressão superior à pressão atmosférica; (3) no final, porém, quando as pressões interna e externa se igualam, reste apenas butano no estado gasoso no interior do botijão.
Enunciado 239836-1
Qual o gráfico que representa a pressão no interior do botijão em função do tempo?
 

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A felicidade dura pouco

Com alguém ao lado falando num celular, lendo os

e-mails, não se pode nem ao menos pensar.

É a solidão total

Há muitos, muitos anos, havia uma música de Zé Rodrix que nos emocionava. Os primeiros versos diziam “eu quero uma casa no campo, onde eu possa compor muitos rocks rurais”; e continuava dizendo coisas lindas, como “eu quero a esperança de óculos e um filho de cuca legal, eu quero plantar e colher com as mãos a pimenta e o sal”. Era com isso que sonhávamos, mesmo sem saber, ou era o que gostaríamos de querer; belos tempos.

Os anos passaram, e os sonhos, no lugar de se ampliarem, encolheram.

O que é que se quer hoje em dia? Menos, acredite, pois querer um celular novo que faz coisas que até Deus duvida é querer pouco da vida. Meu maior sonho é bem modesto.

Nada me daria mais felicidade do que um celular que não fizesse nada, além de receber e fazer ligações. Os gênios dessa indústria ainda não perceberam que existe um imenso nicho a ser explorado: o das pessoas que, apesar de conseguirem sobreviver no mundo da tecnologia, têm uma alma simples.

As duas mais dramáticas novidades trazidas pelo celular foram as odiosas maquininhas fotográficas e a impossibilidade de uma conversa a dois. Quando duas pessoas saem para jantar, é inevitável: um deles põe o celular − às vezes dois − em cima da mesa. O outro só tem uma solução: engolir, mesmo sem água, um tranquilizante tarja preta.

No meio de uma conversa palpitante, o telefone toca, e a pessoa faz um gesto de “é só um minuto”. Não é, claro. Vira um grande bate-papo, e não existe solidão maior do que estar ao lado de alguém que te larga − abandona, a bem dizer − para conversar com outra pessoa. No meio de um deserto, inteiramente sós, estamos acompanhados por nossos pensamentos. Com alguém ao lado falando num celular, lendo os e-mails ou checando as mensagens, não se pode nem ao menos pensar. É a solidão total, pois nem se está só nem se está acompanhado. Tão trágico quanto, é estar falando com alguém que tem um telefone com duas linhas; no meio do maior papo, ele diz “aguenta aí que vou atender a outra linha” e frequentemente volta e diz “te ligo já” − e aí você não pode usar seu próprio telefone, já que ele vai ligar já (e às vezes não liga). Não dá.

Raros são os que atendem e dizem “estou com uma amiga, depois te ligo” − nem precisavam atender, já que o número de quem chama aparece no visor, e as pessoas têm todos eles de cor na cabeça, como eu não sei.

Eu juro que tentei, já troquei de celular três vezes, mas desisti. Recebia contas que não entendia, entrei, de idiota, num “plano”, e quase enlouqueci quando quis sair. Hoje tenho um que praticamente não uso, mas é pré-pago, e só umas quatro pessoas conhecem; ponho 20 reais de crédito, se não usar não vou à falência, mas pelo menos não recebo aquelas contas falando de torpedos e SMS, coisas que prefiro nem saber que existem. Ah, e meus telefones fixos são com fio.

Do carro já me livrei: há cinco anos não procuro vaga, não faço vistoria, não pago IPVA, nem seguro, e sou louca por um táxi. Até ontem me considerava uma mulher feliz, mas sempre soube que a felicidade dura pouco: hoje ganhei um iPod. Uma quase tragédia, eu diria.

LEÃO, Danuza in Folha de São Paulo. 7. mar. 2010.

A respeito do argumento da autora ao dizer “mas é pré-pago,” pode-se afirmar que

I - apesar de iniciar com a palavra “mas”, é positivo, pois ela não terá mais problemas com contas;

II - pode ser reescrito como “embora seja pré-pago”

III - opõe-se ao declarado em “Eu juro que tentei..., mas desisti”

Está correto APENAS o que se afirma em

 

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238520 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Provas:
Observe no gráfico abaixo a curva de uma titulação potenciométrica de 50,00 mL, de uma solução de um determinado ácido fraco monoprótico, com uma solução de NaOH 0,1000 mol L–1 como titulante.
Enunciado 238520-1
A concentração, em mol L-1, e o valor do pKa desse ácido fraco são, respectivamente:
 

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237457 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Uma solução aquosa 0,10 mol/L de um sal KX, onde X1– é a base conjugada do ácido HX, possui pH = 12 a 25 °C.
Sabendo-se que o produto iônico da água a 25 °C é 1,0 x 10–14, a constante de dissociação do HX, na mesma temperatura, é
 

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229314 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Enunciado 229314-1
Sobre o composto representado acima, afirma-se que ele possui os grupos funcionais
 

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