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Foram encontradas 50 questões.

228887 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Considere a suíte Microsoft Office 2003 para responder à questão.
O Microsoft Excel é um programa para geração de planilhas o qual tem por objetivo representar e analisar informações quantitativas. A informação A2 igual a 7 identifica a (o)
 

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225861 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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O tricloreto de fósforo (PCl3) é um líquido incolor que, ao reagir com cloro (Cl2), gera um sólido amarelo pálido, o pentacloreto de fósforo (PCl5). A hibridação dos haletos de fósforo é, respectivamente,
 

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225681 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Na classificação dos coloides, de acordo com as fases dispersa e de dispersão, tem-se que
 

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A felicidade dura pouco

Com alguém ao lado falando num celular, lendo os

e-mails, não se pode nem ao menos pensar.

É a solidão total

Há muitos, muitos anos, havia uma música de Zé Rodrix que nos emocionava. Os primeiros versos diziam “eu quero uma casa no campo, onde eu possa compor muitos rocks rurais”(a) ; e continuava dizendo coisas lindas, como “eu quero a esperança de óculos e um filho de cuca legal(b), eu quero plantar e colher com as mãos a pimenta e o sal”(c). Era com isso que sonhávamos, mesmo sem saber, ou era o que gostaríamos de querer(d); belos tempos(c).

Os anos passaram, e os sonhos, no lugar de se ampliarem, encolheram.

O que é que se quer hoje em dia? Menos, acredite, pois querer um celular novo que faz coisas que até Deus duvida é querer pouco da vida(e). Meu maior sonho é bem modesto.

Nada me daria mais felicidade do que um celular que não fizesse nada, além de receber e fazer ligações. Os gênios dessa indústria ainda não perceberam que existe um imenso nicho a ser explorado: o das pessoas que, apesar de conseguirem sobreviver no mundo da tecnologia, têm uma alma simples.

As duas mais dramáticas novidades trazidas pelo celular foram as odiosas maquininhas fotográficas e a impossibilidade de uma conversa a dois. Quando duas pessoas saem para jantar, é inevitável: um deles põe o celular − às vezes dois − em cima da mesa. O outro só tem uma solução: engolir, mesmo sem água, um tranquilizante tarja preta.

No meio de uma conversa palpitante, o telefone toca, e a pessoa faz um gesto de “é só um minuto”. Não é, claro. Vira um grande bate-papo, e não existe solidão maior do que estar ao lado de alguém que te larga − abandona, a bem dizer − para conversar com outra pessoa. No meio de um deserto, inteiramente sós, estamos acompanhados por nossos pensamentos. Com alguém ao lado falando num celular, lendo os e-mails ou checando as mensagens, não se pode nem ao menos pensar. É a solidão total, pois nem se está só nem se está acompanhado. Tão trágico quanto, é estar falando com alguém que tem um telefone com duas linhas; no meio do maior papo, ele diz “aguenta aí que vou atender a outra linha” e frequentemente volta e diz “te ligo já” − e aí você não pode usar seu próprio telefone, já que ele vai ligar já (e às vezes não liga). Não dá.

Raros são os que atendem e dizem “estou com uma amiga, depois te ligo” − nem precisavam atender, já que o número de quem chama aparece no visor, e as pessoas têm todos eles de cor na cabeça, como eu não sei.

Eu juro que tentei, já troquei de celular três vezes, mas desisti. Recebia contas que não entendia, entrei, de idiota, num “plano”, e quase enlouqueci quando quis sair. Hoje tenho um que praticamente não uso, mas é pré-pago, e só umas quatro pessoas conhecem; ponho 20 reais de crédito, se não usar não vou à falência, mas pelo menos não recebo aquelas contas falando de torpedos e SMS, coisas que prefiro nem saber que existem. Ah, e meus telefones fixos são com fio.

Do carro já me livrei: há cinco anos não procuro vaga, não faço vistoria, não pago IPVA, nem seguro, e sou louca por um táxi. Até ontem me considerava uma mulher feliz, mas sempre soube que a felicidade dura pouco: hoje ganhei um iPod. Uma quase tragédia, eu diria.

LEÃO, Danuza in Folha de São Paulo. 7. mar. 2010.

Dos vários objetos de desejo apresentados no início do texto, dentre os pares abaixo, aquele que evidencia uma oposição é

 

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223062 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Considere o texto abaixo e a Tabela para responder à questão.
Com o objetivo de se diminuírem os prejuízos ambientais, novas fontes de energia vêm ganhando cada vez mais espaço. As células ou pilhas a combustível são dispositivos silenciosos que transformam energia química em energia elétrica, como em uma bateria, utilizando um combustível que é fornecido de forma contínua, como em um motor. No futuro, essa fonte de energia limpa deverá ser muito empregada em veículos e estações geradoras de energia em residências, hospitais e pequenas indústrias. Atualmente, o combustível mais atraente é o hidrogênio, pois gera apenas água como produto final. As principais fontes geradoras de hidrogênio são: gás natural (metano), metanol, etanol e água. O gás natural é o maior produtor de hidrogênio. Neste, o metano é transformado em hidrogênio e monóxido de carbono, de acordo com a reação a seguir.
Enunciado 223062-1
A estrutura básica das células a combustível consiste em dois eletrodos porosos (platina ou níquel), separados por um eletrólito e conectados por meio de um circuito externo, conforme mostrado no esquema abaixo:
Enunciado 223062-2
Potenciais padrão do eletrodo
Semirreação de redução Potencial padrão do
eletrodo a 25 °C
!$ O_{2(g)} + 4H^+_{(aq)} + 4e^- \rightarrow 2H_2O_{(l)} !$ + 1,23 V
!$ O_{2(g)} + 2H_2O_{(l)} + 4 e^- \rightarrow 4OH^- _{(aq)} !$ + 0,40 V
!$ 2H^+_{(aq)} + 2e^- \rightarrow H_{2(g)} !$ 0,00 V
!$ 2H_2O_{(l)} + 2 e ^- \rightarrow H_{2(g)} + 2OH^-_{(aq)} !$ 0,83 V
A indústria aeroespacial foi uma das responsáveis pela aceleração no desenvolvimento das células a combustível. Nos veículos espaciais norte-americanos, a célula utilizada é chamada de célula a combustível alcalina, pois o eletrólito usado é uma solução aquosa de hidróxido de potássio. Apesar de a bateria ser muito eficiente, ela possui um problema: o eletrólito básico reage com o gás carbônico do ar, gerando um sólido (carbonato) que entope as aberturas na placa do eletrodo. Considere que o ar tem cerca de 0,0500% de gás carbônico em volume e que 20,0 m3 de ar percorrem a bateria durante certo intervalo de tempo, nas condições normais de temperatura e pressão. Qual a quantidade de sólido formado na reação entre o gás carbônico e o eletrólito, sabendo-se que o rendimento é de 80,0% ?
Dado: volume molar dos gases (CNTP) = 22,4 L.mol–1
 

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223043 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A uma dada temperatura, qual das soluções aquosas abaixo possui a menor pressão de vapor?
 

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A felicidade dura pouco

Com alguém ao lado falando num celular, lendo os

e-mails, não se pode nem ao menos pensar.

É a solidão total

Há muitos, muitos anos, havia uma música de Zé Rodrix que nos emocionava. Os primeiros versos diziam “eu quero uma casa no campo, onde eu possa compor muitos rocks rurais”; e continuava dizendo coisas lindas, como “eu quero a esperança de óculos e um filho de cuca legal, eu quero plantar e colher com as mãos a pimenta e o sal”. Era com isso que sonhávamos, mesmo sem saber, ou era o que gostaríamos de querer; belos tempos.

Os anos passaram, e os sonhos, no lugar de se ampliarem, encolheram.

O que é que se quer hoje em dia? Menos, acredite, pois querer um celular novo que faz coisas que até Deus duvida é querer pouco da vida. Meu maior sonho é bem modesto.

Nada me daria mais felicidade do que um celular que não fizesse nada, além de receber e fazer ligações. Os gênios dessa indústria ainda não perceberam que existe um imenso nicho a ser explorado: o das pessoas que, apesar de conseguirem sobreviver no mundo da tecnologia, têm uma alma simples.

As duas mais dramáticas novidades trazidas pelo celular foram as odiosas maquininhas fotográficas e a impossibilidade de uma conversa a dois. Quando duas pessoas saem para jantar, é inevitável: um deles põe o celular − às vezes dois − em cima da mesa. O outro só tem uma solução: engolir, mesmo sem água, um tranquilizante tarja preta.

No meio de uma conversa palpitante, o telefone toca, e a pessoa faz um gesto de “é só um minuto”. Não é, claro. Vira um grande bate-papo, e não existe solidão maior do que estar ao lado de alguém que te larga − abandona, a bem dizer − para conversar com outra pessoa. No meio de um deserto, inteiramente sós, estamos acompanhados por nossos pensamentos. Com alguém ao lado falando num celular, lendo os e-mails ou checando as mensagens, não se pode nem ao menos pensar. É a solidão total, pois nem se está só nem se está acompanhado. Tão trágico quanto, é estar falando com alguém que tem um telefone com duas linhas; no meio do maior papo, ele diz “aguenta aí que vou atender a outra linha” e frequentemente volta e diz “te ligo já” − e aí você não pode usar seu próprio telefone, já que ele vai ligar já (e às vezes não liga). Não dá.

Raros são os que atendem e dizem “estou com uma amiga, depois te ligo” − nem precisavam atender, já que o número de quem chama aparece no visor, e as pessoas têm todos eles de cor na cabeça, como eu não sei.

Eu juro que tentei, já troquei de celular três vezes, mas desisti. Recebia contas que não entendia, entrei, de idiota, num “plano”, e quase enlouqueci quando quis sair. Hoje tenho um que praticamente não uso, mas é pré-pago, e só umas quatro pessoas conhecem; ponho 20 reais de crédito, se não usar não vou à falência, mas pelo menos não recebo aquelas contas falando de torpedos e SMS, coisas que prefiro nem saber que existem. Ah, e meus telefones fixos são com fio.

Do carro já me livrei: há cinco anos não procuro vaga, não faço vistoria, não pago IPVA, nem seguro, e sou louca por um táxi. Até ontem me considerava uma mulher feliz, mas sempre soube que a felicidade dura pouco: hoje ganhei um iPod. Uma quase tragédia, eu diria.

LEÃO, Danuza in Folha de São Paulo. 7. mar. 2010.

A palavra destacada na frase “No meio de um deserto, inteiramente sós, estamos acompanhados por nossos pensamentos,” encontra-se usada com o mesmo sentido e no singular em

 

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213114 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Enunciado 213114-1
Uma bomba recalca 5,0 litros/s de água do reservatório R1 para o reservatório R2, conforme esquematizado na figura acima. A saída S do cano está localizada a 20 metros do nível da água de R1. Considere que: (1) não ocorram perdas de energia; (2) a massa específica da água seja 1000 kg/m3; (3) a aceleração da gravidade no local é 10 m/s2; (4) as velocidades da água na entrada E e na saída S são iguais (o diâmetro do cano na entrada E é igual ao diâmetro na saída S). Nessas condições, a bomba opera à potência de
 

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200040 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Raios X são ondas eletromagnéticas produzidas em tubos, onde se faz vácuo, como o esquematizado na figura a seguir.
Enunciado 200040-1
No interior do tubo, elétrons são liberados de um filamento aquecido de tungstênio por efeito termoiônico e acelerados por uma fonte de alta tensão, indo colidir, com alta energia, contra um alvo metálico. Durante a desaceleração dos elétrons, são produzidos os Raios X. Quando a fonte de alta tensão fornece diferença de potencial de 40 kV, qual o comprimento de onda mínimo de um fóton de Raios X produzido?
Considere: h = 6,63 x 10-34 J.s; e = 1,60 x 10-19 C; c = 3,00 x 108 m/s
 

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187440 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Provas:
Os elementos químicos com propriedades químicas e físicas semelhantes pertencem a um mesmo grupo da tabela periódica. Quando esses elementos são organizados em ordem crescente de número atômico, essas propriedades se repetem regularmente. De acordo com as propriedades periódicas dos elementos,
 

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