Magna Concursos

Foram encontradas 70 questões.

1635221 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Provas:
Suco de maçã fresco com 12% de sacarose solúvel é concentrado por processo de evaporação osmótica até 60%. Para melhorar a qualidade do produto final, o concentrado é transferido para um misturador, e uma quantidade de suco fresco (12% de sacarose solúvel) é adicionada, fazendo a concentração da mistura passar para 42%.
Se a taxa de alimentação de suco no evaporador é de 10000 kg/h de suco fresco, a quantidade de suco fresco que deve ser adicionada, por hora, no misturador, e a quantidade de produto final que será produzida, também por hora, são, respectivamente,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Considere a suíte Microsoft Office 2003 para responder à questão.
O aplicativo Word possui uma barra de menus que contém, em cada menu, comandos padronizados na instalação da suíte Office.
O comando Marcadores e numeração... encontra-se, por padrão, no menu
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1629207 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Provas:
Um processo muito importante no tratamento de GLP é a absorção de H2S por meio de DEA. Considere que uma corrente de 100.000 kg/h de GLP, contendo 1% de H2S (em massa), sofre tratamento de absorção com DEA, usando-se 20.000 kg/h em torre absorvedora (cilíndrica) de 10 metros de altura e 2 metros de diâmetro.
Se, após o processo de absorção, tem-se uma corrente de DEA contendo 2,91 % (em massa), quantos quilogramas de H2S ficam na corrente de GLP?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Um circo e um antipalhaço
Em 1954, numa cidadezinha universitária dos Estados Unidos, vi “o maior circo do mundo”, que continua a ser o sucessor do velho Barnum & Bailey, velho conhecido dos meus primeiros dias de estudante nos Estados Unidos. Vi então, com olhos de adolescente ainda um tanto menino, maravilhas que só para os meninos têm plenitude de encanto. Em 1954, revendo “o maior circo do mundo”, confesso que, diante de certas façanhas de acrobatas e domadores, senti-me outra vez menino.
O monstro – porque é um circo-monstro, que viaja em três vastos trens – chegou de manhã a Charlottesville e partiu à noite. Ao som das últimas palmas dos espectadores juntou-se o ruído metálico do desmonte da tenda capaz de abrigar milhares de pessoas, acomodadas em cadeiras em forma de x, quase iguais às dos teatros e que, como por mágica, foram se fechando e formando grupos exatos, tantas cadeiras em cada grupo logo transportadas para outros vagões de um dos trens. E com as cadeiras, foram sendo transportadas para outros vagões jaulas com tigres; e também girafas e elefantes que ainda há pouco pareciam enraizados ao solo como se estivessem num jardim zoológico. A verdade é que quem demorasse uns minutos mais a sair veria esta mágica também de circo: a do próprio circo gigante desaparecer sob seus olhos, sob a forma de pacotes prontos a seguirem de trem para a próxima cidade.
O gênio de organização dos anglo-americanos é qualquer coisa de assombrar um latino. Arma e desarma um circo gigante como se armasse ou desarmasse um brinquedo de criança. E o que o faz com os circos, faz com os edifícios, as pontes, as usinas, as fábricas: uma vez planejadas, erguem-se em pouco tempo do solo e tomam como por mágica relevos monumentais.
Talvez a maior originalidade do circo esteja no seu palhaço principal. Circo norte-americano? Pensa-se logo num palhaço para fazer rir meninos de dez anos e meninões de quarenta com suas piruetas e suas infantilidades.
O desse circo – hoje o mais célebre dos palhaços de circo – é uma espécie de antipalhaço. Não ri nem sequer sorri. Não faz uma pirueta. Não dá um salto. Não escorrega uma única vez. Não cai esparramado no chão como os clowns convencionais. Não tem um ás de copas nos fundos de suas vestes de palhaço.
O que faz quase do princípio ao fim das funções do circo é olhar para a multidão com uns olhos, uma expressão, uns modos tão tristes que ninguém lhe esquece a tristeza do clown diferente de todos os outros clowns. Trata-se na verdade de uma audaciosa recriação da figura de palhaço de circo. E o curioso é que, impressionando os adultos, impressiona também os meninos que talvez continuem os melhores juízes de circos de cavalinhos.
Audaciosa e triunfante essa recriação. Pois não há quem saia do supercirco, juntando às suas impressões das maravilhas de acrobacia, de trabalhos de domadores de feras, de equilibristas, de bailarinas, de cantores, de cômicos, a impressão inesperada da tristeza desse antipalhaço que quase se limita a olhar para a multidão com os olhos mais magoados deste mundo.
FREYRE, Gilberto. In: Pessoas, Coisas & Animais. São Paulo: Círculo do Livro.
Edição Especial para MPM Propaganda, 1979. p. 221-222. (Publicado originalmente em O Cruzeiro, Rio de Janeiro, seção Pessoas, coisas e animais, em 8 jul. 1956). Adaptado.
A partir do conhecimento do que é um palhaço, infere-se que um antipalhaço age da seguinte maneira:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Skillset vs. Mindset: Which Will Get You the Job?
By Heather Huhman
There’s a debate going on among career experts about which is more important: skillset or mindset. While skills are certainly desirable for many positions, does having the right ones guarantee you’ll get the job?
What if you have the mindset to get the work accomplished, but currently lack certain skills requested by the employer? Jennifer Fremont-Smith, CEO of Smarterer, and Paul G. Stoltz, PhD, coauthor of Put Your Mindset to Work: The One Asset You Really Need to Win and Keep the Job You Love, recently sat down with U.S. News to sound off on this issue.
Heather: What is more important to today’s employers: skillset or mindset? Why?
Jennifer: For many jobs, skillset needs to come first. The employer absolutely must find people who have the hard skills to do whatever it is they are being hired to do. Programmers have to know how to program. Data analysts need to know how to crunch numbers in Excel. Marketers must know their marketing tools and software. Social media managers must know the tools of their trade like Twitter, Facebook, WordPress, and have writing and communication skills.
After the employers have identified candidates with these hard skills, they can shift their focus to their candidates’ mindsets - attitude, integrity, work ethic, personality, etc.
Paul: Mindset utterly trumps skillset.
Heather: Do you have any data or statistics to back up your argument?
Jennifer: Despite record high unemployment, many jobs sit empty because employers can’t find candidates with the right skills. In a recent survey cited in the Wall Street Journal, over 50 percent of companies reported difficulty finding applicants with the right skills. Companies are running lean and mean in this economy – they don’t have the time to train for those key skills.
Paul: [Co-author James Reed and I] asked tens of thousands of top employers worldwide this question: If you were hiring someone today, which would you pick, B) the person with the perfect skills and qualifications, but lacking the desired mindset, or A) the person with the desired mindset, but lacking the rest? Ninety-eight percent pick A. Add to this that 97 percent said it is more likely that a person with the right mindset will develop the right skillset, rather than the other way around.
Heather: How do you define skillset?
Jennifer: At Smarterer, we define skillset as the set of digital, social, and technical tools professionals use to be effective in the workforce. Professionals are rapidly accumulating these skills, and the tools themselves are proliferating and evolving – we’re giving people a simple, smart way for people to validate their skillset and articulate it to the world.
Heather: How do you define mindset?
Paul: We define mindset as “the lens through which you see and navigate life.” It undergirds and affects all that you think, see, believe, say, and do.
Heather: How can job seekers show they have the skillset employers are seeking throughout the entire hiring process?
Jennifer: At the beginning of the process, seekers can showcase the skills they have by incorporating them, such as their Smarterer scores, throughout their professional and personal brand materials. They should be articulating their skills in their resume, cover letter, LinkedIn profile, blog, website - everywhere they express their professional identity.
Heather: How can job seekers show they have the mindset employers are seeking throughout the entire hiring process?
Paul: One of the most head-spinning studies we did, which was conducted by an independent statistician showed that, out of 30,000 CVs/resumes, when you look at who gets the job and who does not:
A. The conventional wisdom fails (at best). None of the classic, accepted advice, like using action verbs or including hobbies/interests actually made any difference.
B. The only factor that made the difference was that those who had one of the 72 mindset qualities from our master model, articulated in their CV/resume, in a specific way, were three times as likely to get the job. Furthermore, those who had two or more of these statements, were seven times more likely to get the job, often over other more qualified candidates.
Available at: <http://money.usnews.com/money/blogs/outside-voices- -
careers/2011/08/26/skillset-vs-mindset-which-will-get-you-the-job>. Retrieved on: 17 Sept. 2011. Adapted.
The pronoun they in “they don’t have time to train for those key skills.” refers to
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1627925 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Provas:

As bombas podem ser associadas em série ou em paralelo. Considere as afirmativas referentes à associação de bombas a seguir.

I - A associação de bombas centrífugas em série é uma opção quando, para uma desejada altura manométrica do sistema, a vazão for muito elevada.

II - A associação de bombas centrífugas em paralelo é uma opção quando, para uma vazão desejada, a altura manométrica do sistema for muito elevada.

III - A utilização da associação de bombas centrífugas em série torna-se viável, quando o valor da altura manométrica ultrapassa os valores alcançados pelas bombas multiestágios.

IV - Na utilização de bombas em série, deve-se considerar a resistência à pressão da carcaça de cada estágio, e, além disso, o flange de sucção de cada unidade deve suportar a pressão desenvolvida pelas anteriores.

Está correto APENAS o que se afirma em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Um circo e um antipalhaço
Em 1954, numa cidadezinha universitária dos Estados Unidos, vi “o maior circo do mundo”, que continua a ser o sucessor do velho Barnum & Bailey, velho conhecido dos meus primeiros dias de estudante nos Estados Unidos. Vi então, com olhos de adolescente ainda um tanto menino, maravilhas que só para os meninos têm plenitude de encanto. Em 1954, revendo “o maior circo do mundo”, confesso que, diante de certas façanhas de acrobatas e domadores, senti-me outra vez menino.
O monstro – porque é um circo-monstro, que viaja em três vastos trens – chegou de manhã a Charlottesville e partiu à noite. Ao som das últimas palmas dos espectadores juntou-se o ruído metálico do desmonte da tenda capaz de abrigar milhares de pessoas, acomodadas em cadeiras em forma de x, quase iguais às dos teatros e que, como por mágica, foram se fechando e formando grupos exatos, tantas cadeiras em cada grupo logo transportadas para outros vagões de um dos trens. E com as cadeiras, foram sendo transportadas para outros vagões jaulas com tigres; e também girafas e elefantes que ainda há pouco pareciam enraizados ao solo como se estivessem num jardim zoológico. A verdade é que quem demorasse uns minutos mais a sair veria esta mágica também de circo: a do próprio circo gigante desaparecer sob seus olhos, sob a forma de pacotes prontos a seguirem de trem para a próxima cidade.
O gênio de organização dos anglo-americanos é qualquer coisa de assombrar um latino. Arma e desarma um circo gigante como se armasse ou desarmasse um brinquedo de criança. E o que o faz com os circos, faz com os edifícios, as pontes, as usinas, as fábricas: uma vez planejadas, erguem-se em pouco tempo do solo e tomam como por mágica relevos monumentais.
Talvez a maior originalidade do circo esteja no seu palhaço principal. Circo norte-americano? Pensa-se logo num palhaço para fazer rir meninos de dez anos e meninões de quarenta com suas piruetas e suas infantilidades.
O desse circo – hoje o mais célebre dos palhaços de circo – é uma espécie de antipalhaço. Não ri nem sequer sorri. Não faz uma pirueta. Não dá um salto. Não escorrega uma única vez. Não cai esparramado no chão como os clowns convencionais. Não tem um ás de copas nos fundos de suas vestes de palhaço.
O que faz quase do princípio ao fim das funções do circo é olhar para a multidão com uns olhos, uma expressão, uns modos tão tristes que ninguém lhe esquece a tristeza do clown diferente de todos os outros clowns. Trata-se na verdade de uma audaciosa recriação da figura de palhaço de circo. E o curioso é que, impressionando os adultos, impressiona também os meninos que talvez continuem os melhores juízes de circos de cavalinhos.
Audaciosa e triunfante essa recriação. Pois não há quem saia do supercirco, juntando às suas impressões das maravilhas de acrobacia, de trabalhos de domadores de feras, de equilibristas, de bailarinas, de cantores, de cômicos, a impressão inesperada da tristeza desse antipalhaço que quase se limita a olhar para a multidão com os olhos mais magoados deste mundo.
FREYRE, Gilberto. In: Pessoas, Coisas & Animais. São Paulo: Círculo do Livro.
Edição Especial para MPM Propaganda, 1979. p. 221-222. (Publicado originalmente em O Cruzeiro, Rio de Janeiro, seção Pessoas, coisas e animais, em 8 jul. 1956). Adaptado.
Considere o emprego da palavra com e o sentido assumido por ela na sentença abaixo.
“Pensa-se logo num palhaço para fazer rir meninos de dez anos e meninões de quarenta com suas piruetas e suas infantilidades.”
A palavra está usada com o mesmo sentido em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Skillset vs. Mindset: Which Will Get You the Job?
By Heather Huhman
There’s a debate going on among career experts about which is more important: skillset or mindset. While skills are certainly desirable for many positions, does having the right ones guarantee you’ll get the job?
What if you have the mindset to get the work accomplished, but currently lack certain skills requested by the employer? Jennifer Fremont-Smith, CEO of Smarterer, and Paul G. Stoltz, PhD, coauthor of Put Your Mindset to Work: The One Asset You Really Need to Win and Keep the Job You Love, recently sat down with U.S. News to sound off on this issue.
Heather: What is more important to today’s employers: skillset or mindset? Why?
Jennifer: For many jobs, skillset needs to come first. The employer absolutely must find people who have the hard skills to do whatever it is they are being hired to do. Programmers have to know how to program. Data analysts need to know how to crunch numbers in Excel. Marketers must know their marketing tools and software. Social media managers must know the tools of their trade like Twitter, Facebook, WordPress, and have writing and communication skills.
After the employers have identified candidates with these hard skills, they can shift their focus to their candidates’ mindsets - attitude, integrity, work ethic, personality, etc.
Paul: Mindset utterly trumps skillset.
Heather: Do you have any data or statistics to back up your argument?
Jennifer: Despite record high unemployment, many jobs sit empty because employers can’t find candidates with the right skills. In a recent survey cited in the Wall Street Journal, over 50 percent of companies reported difficulty finding applicants with the right skills. Companies are running lean and mean in this economy – they don’t have the time to train for those key skills.
Paul: [Co-author James Reed and I] asked tens of thousands of top employers worldwide this question: If you were hiring someone today, which would you pick, B) the person with the perfect skills and qualifications, but lacking the desired mindset, or A) the person with the desired mindset, but lacking the rest? Ninety-eight percent pick A. Add to this that 97 percent said it is more likely that a person with the right mindset will develop the right skillset, rather than the other way around.
Heather: How do you define skillset?
Jennifer: At Smarterer, we define skillset as the set of digital, social, and technical tools professionals use to be effective in the workforce. Professionals are rapidly accumulating these skills, and the tools themselves are proliferating and evolving – we’re giving people a simple, smart way for people to validate their skillset and articulate it to the world.
Heather: How do you define mindset?
Paul: We define mindset as “the lens through which you see and navigate life.” It undergirds and affects all that you think, see, believe, say, and do.
Heather: How can job seekers show they have the skillset employers are seeking throughout the entire hiring process?
Jennifer: At the beginning of the process, seekers can showcase the skills they have by incorporating them, such as their Smarterer scores, throughout their professional and personal brand materials. They should be articulating their skills in their resume, cover letter, LinkedIn profile, blog, website - everywhere they express their professional identity.
Heather: How can job seekers show they have the mindset employers are seeking throughout the entire hiring process?
Paul: One of the most head-spinning studies we did, which was conducted by an independent statistician showed that, out of 30,000 CVs/resumes, when you look at who gets the job and who does not:
A. The conventional wisdom fails (at best). None of the classic, accepted advice, like using action verbs or including hobbies/interests actually made any difference.
B. The only factor that made the difference was that those who had one of the 72 mindset qualities from our master model, articulated in their CV/resume, in a specific way, were three times as likely to get the job. Furthermore, those who had two or more of these statements, were seven times more likely to get the job, often over other more qualified candidates.
Available at: <http://money.usnews.com/money/blogs/outside-voices- -
careers/2011/08/26/skillset-vs-mindset-which-will-get-you-the-job>. Retrieved on: 17 Sept. 2011. Adapted.
Jennifer Fremont-Smith and Paul G. Stoltz are both interviewed in this article because they
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1620829 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Provas:
A microfiltração é um processo de separação com membrana e tem como força motriz a diferença de pressão. Um parâmetro importante no processo é o fluxo do permeado por unidade de área (Jv), que é determinado pela expressão Jv = Lp ΔP, na qual Lp é a permeabilidade da membrana, e ΔP é a variação de pressão absoluta entre a alimentação (Palim) e o permeado (Pperm).
Considere um experimento no qual a pressão manométrica da alimentação é Palim = 2 bar, e o lado do permeado encontra-se sob pressão atmosférica. Para um fluxo de 500 l/(m2.h), permeado por unidade de área de membrana, a permeabilidade da membrana, em (m2.s2)/(h.kg), será
Dado: 1 bar = 105 Pa
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1619855 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Provas:

Considere dois tanques C e D interligados. Inicialmente, o tanque C contém 10 L de uma solução contendo 600 mg de sal, e o tanque D contém 20 L de água pura (sem sal). Há duas bombas com vazão de 40 L/h cada uma: uma bombeia o líquido do tanque C para o D, e a outra bombeia o líquido do tanque D para o tanque C.

Se ambas as bombas são acionadas simultaneamente, as quantidades de sal (em miligrama) nos tanques C e D, após t horas do acionamento das bombas são, respectivamente,

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas