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Um circo e um antipalhaço
Em 1954, numa cidadezinha universitária dos Estados Unidos, vi “o maior circo do mundo”, que continua a ser o sucessor do velho Barnum & Bailey, velho conhecido dos meus primeiros dias de estudante nos Estados Unidos. Vi então, com olhos de adolescente ainda um tanto menino, maravilhas que só para os meninos têm plenitude de encanto. Em 1954, revendo “o maior circo do mundo”, confesso que, diante de certas façanhas de acrobatas e domadores, senti-me outra vez menino.
O monstro – porque é um circo-monstro, que viaja em três vastos trens – chegou de manhã a Charlottesville e partiu à noite. Ao som das últimas palmas dos espectadores juntou-se o ruído metálico do desmonte da tenda capaz de abrigar milhares de pessoas, acomodadas em cadeiras em forma de x, quase iguais às dos teatros e que, como por mágica, foram se fechando e formando grupos exatos, tantas cadeiras em cada grupo logo transportadas para outros vagões de um dos trens. E com as cadeiras, foram sendo transportadas para outros vagões jaulas com tigres; e também girafas e elefantes que ainda há pouco pareciam enraizados ao solo como se estivessem num jardim zoológico. A verdade é que quem demorasse uns minutos mais a sair veria esta mágica também de circo: a do próprio circo gigante desaparecer sob seus olhos, sob a forma de pacotes prontos a seguirem de trem para a próxima cidade.
O gênio de organização dos anglo-americanos é qualquer coisa de assombrar um latino. Arma e desarma um circo gigante como se armasse ou desarmasse um brinquedo de criança. E o que o faz com os circos, faz com os edifícios, as pontes, as usinas, as fábricas: uma vez planejadas, erguem-se em pouco tempo do solo e tomam como por mágica relevos monumentais.
Talvez a maior originalidade do circo esteja no seu palhaço principal. Circo norte-americano? Pensa-se logo num palhaço para fazer rir meninos de dez anos e meninões de quarenta com suas piruetas e suas infantilidades.
O desse circo – hoje o mais célebre dos palhaços de circo – é uma espécie de antipalhaço. Não ri nem sequer sorri. Não faz uma pirueta. Não dá um salto. Não escorrega uma única vez. Não cai esparramado no chão como os clowns convencionais. Não tem um ás de copas nos fundos de suas vestes de palhaço.
O que faz quase do princípio ao fim das funções do circo é olhar para a multidão com uns olhos, uma expressão, uns modos tão tristes que ninguém lhe esquece a tristeza do clown diferente de todos os outros clowns. Trata-se na verdade de uma audaciosa recriação da figura de palhaço de circo. E o curioso é que, impressionando os adultos, impressiona também os meninos que talvez continuem os melhores juízes de circos de cavalinhos.
Audaciosa e triunfante essa recriação. Pois não há quem saia do supercirco, juntando às suas impressões das maravilhas de acrobacia, de trabalhos de domadores de feras, de equilibristas, de bailarinas, de cantores, de cômicos, a impressão inesperada da tristeza desse antipalhaço que quase se limita a olhar para a multidão com os olhos mais magoados deste mundo.
FREYRE, Gilberto. In: Pessoas, Coisas & Animais. São Paulo: Círculo do Livro.
Edição Especial para MPM Propaganda, 1979. p. 221-222. (Publicado originalmente em O Cruzeiro, Rio de Janeiro, seção Pessoas, coisas e animais, em 8 jul. 1956). Adaptado.
Pela leitura do segundo parágrafo, pode-se perceber que o material com que é basicamente feita a estrutura da tenda é
 

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1618650 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Enunciado 1618650-1

1 - Reservatório de 20 L
2 - Visor de nível de água
3 - União
4 - Reservatório de corante
5 - Tubo de vidro, 13 mm de diâmetro interno
6 - Mangueira plástica

A figura representa o experimento de Reynolds realizado utilizando como fluido a água a 25 °C, que tem massa específica ρ = 1,0 g/cm3 e viscosidade μ = 1,0 cP.

Os resultados da velocidade de escoamento do fluido em cinco experimentos são mostrados na Tabela a seguir.

Experimento Velocidade (m/s)
1 0,02
2 0,06
3 0,11
4 0,19
5 0,22

Os regimes de escoamentos dos experimentos 1, 2, 3, 4 e 5 são, respectivamente,

 

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1617823 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Os trocadores de calor tipo casco-tubo apresentam em seu interior estrutura conhecidas como chincanas.

Qual é a função dessas estruturas?

 

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1615580 Ano: 2011
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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O magnésio e o flúor se combinam para formar a substância de fórmula MgF2.
Como consequência da ligação que ocorre entre essas espécies, o MgF2
 

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1614829 Ano: 2011
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A expressão de taxa de uma reação A + B → Produtos é dada por !$ r=K. C_{A}^ \alpha. C_{B}^ \beta !$ , onde k é a constante cinética expressa como uma constante de Arrhenius, e CA e CB são as concentrações de A e B, respectivamente.

A tabela a seguir apresenta os valores da taxa para diferentes condições operacionais.

Temperatura Concentração Concentração Taxa
T(K) CA (mol/L) CB (mol/L) r (mol . L−1 . min)
400 2 1 0,1
450 2 1 0,15
450 2 2 0,30
400 1 1 0,05

Os dados da tabela sugerem que os valores de energia de ativação, α e β são, respectivamente,

Obs.: R é a constante universal dos gases.

 

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1611867 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Considere uma reação catalisada por resina trocadora de íon ácida macroporosa entre isobuteno e metanol, na faixa de temperatura entre 50 °C e 90 °C, representada a seguir.
Enunciado 1611867-1
São colocados reagentes, metanol e fração C4 do refino de petróleo, no reator tubular em fase líquida entre 10 atm e 15 atm. O processo é projetado para uma conversão global de 95% do metanol. Os produtos de reação são separados em duas correntes: a primeira, que contém MTBE (C5H12O) e 0,555% do CH3OH, que deixa o reator, é assumida como produto; a segunda, que contém o restante do metanol não reagido e 5% do MTBE que sai na corrente de produto, é reciclado ao reator.
Para 100 mols da alimentação nova, a conversão por passe será
 

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1606821 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Quando, num processo industrial, os valores de medição sofrem atrasos, é necessário que a unidade de controle efetue correções, a fim de que do valor medido possam ser eliminadas essas variações. Além disso, o ajuste deve ser feito com grande velocidade. Um outro problema é a velocidade de recebimento dos valores ajustados que deve manter a variável dentro dos limites de trabalho.
Para facilitar tal trabalho, os controladores têm diversos tipos de controle, dentre os quais:
 

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Um circo e um antipalhaço
Em 1954, numa cidadezinha universitária dos Estados Unidos, vi “o maior circo do mundo”, que continua a ser o sucessor do velho Barnum & Bailey, velho conhecido dos meus primeiros dias de estudante nos Estados Unidos. Vi então, com olhos de adolescente ainda um tanto menino, maravilhas que só para os meninos têm plenitude de encanto. Em 1954, revendo “o maior circo do mundo”, confesso que, diante de certas façanhas de acrobatas e domadores, senti-me outra vez menino.
O monstro – porque é um circo-monstro, que viaja em três vastos trens – chegou de manhã a Charlottesville e partiu à noite. Ao som das últimas palmas dos espectadores juntou-se o ruído metálico do desmonte da tenda capaz de abrigar milhares de pessoas, acomodadas em cadeiras em forma de x, quase iguais às dos teatros e que, como por mágica, foram se fechando e formando grupos exatos, tantas cadeiras em cada grupo logo transportadas para outros vagões de um dos trens. E com as cadeiras, foram sendo transportadas para outros vagões jaulas com tigres; e também girafas e elefantes que ainda há pouco pareciam enraizados ao solo como se estivessem num jardim zoológico. A verdade é que quem demorasse uns minutos mais a sair veria esta mágica também de circo: a do próprio circo gigante desaparecer sob seus olhos, sob a forma de pacotes prontos a seguirem de trem para a próxima cidade.
O gênio de organização dos anglo-americanos é qualquer coisa de assombrar um latino. Arma e desarma um circo gigante como se armasse ou desarmasse um brinquedo de criança. E o que o faz com os circos, faz com os edifícios, as pontes, as usinas, as fábricas: uma vez planejadas, erguem-se em pouco tempo do solo e tomam como por mágica relevos monumentais.
Talvez a maior originalidade do circo esteja no seu palhaço principal. Circo norte-americano? Pensa-se logo num palhaço para fazer rir meninos de dez anos e meninões de quarenta com suas piruetas e suas infantilidades.
O desse circo – hoje o mais célebre dos palhaços de circo – é uma espécie de antipalhaço. Não ri nem sequer sorri. Não faz uma pirueta. Não dá um salto. Não escorrega uma única vez. Não cai esparramado no chão como os clowns convencionais. Não tem um ás de copas nos fundos de suas vestes de palhaço.
O que faz quase do princípio ao fim das funções do circo é olhar para a multidão com uns olhos, uma expressão, uns modos tão tristes que ninguém lhe esquece a tristeza do clown diferente de todos os outros clowns. Trata-se na verdade de uma audaciosa recriação da figura de palhaço de circo. E o curioso é que, impressionando os adultos, impressiona também os meninos que talvez continuem os melhores juízes de circos de cavalinhos.
Audaciosa e triunfante essa recriação. Pois não há quem saia do supercirco, juntando às suas impressões das maravilhas de acrobacia, de trabalhos de domadores de feras, de equilibristas, de bailarinas, de cantores, de cômicos, a impressão inesperada da tristeza desse antipalhaço que quase se limita a olhar para a multidão com os olhos mais magoados deste mundo.
FREYRE, Gilberto. In: Pessoas, Coisas & Animais. São Paulo: Círculo do Livro.
Edição Especial para MPM Propaganda, 1979. p. 221-222. (Publicado originalmente em O Cruzeiro, Rio de Janeiro, seção Pessoas, coisas e animais, em 8 jul. 1956). Adaptado.
Os trechos de “Em 1954 [...] encanto” e “O gênio de organização [...] monumentais.” caracterizam-se, quanto ao tipo de texto predominante, por serem, respectivamente
 

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1594485 Ano: 2011
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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As reações de neutralização ocorrem quando ácidos e bases reagem entre si.
Observe as afirmações a seguir que abordam a reação, em meio aquoso, entre o ácido fosfórico e o hidróxido de potássio.
I – 1 mol de KOH reage com 1 mol de H3PO4 formando 1 mol de H2O.
II – 2 mol de KOH reagem com 1 mol de H3PO4 formando 2 mol de H2O.
III – 3 mol de KOH reagem com 1 mol de H3PO4 formando 3 mol de H2O.
Está correto o que se afirma em
 

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Um circo e um antipalhaço
Em 1954, numa cidadezinha universitária dos Estados Unidos, vi “o maior circo do mundo”, que continua a ser o sucessor do velho Barnum & Bailey, velho conhecido dos meus primeiros dias de estudante nos Estados Unidos. Vi então, com olhos de adolescente ainda um tanto menino, maravilhas que só para os meninos têm plenitude de encanto. Em 1954, revendo “o maior circo do mundo”, confesso que, diante de certas façanhas de acrobatas e domadores, senti-me outra vez menino.
O monstro – porque é um circo-monstro, que viaja em três vastos trens – chegou de manhã a Charlottesville e partiu à noite. Ao som das últimas palmas dos espectadores juntou-se o ruído metálico do desmonte da tenda capaz de abrigar milhares de pessoas, acomodadas em cadeiras em forma de x, quase iguais às dos teatros e que, como por mágica, foram se fechando e formando grupos exatos, tantas cadeiras em cada grupo logo transportadas para outros vagões de um dos trens. E com as cadeiras, foram sendo transportadas para outros vagões jaulas com tigres; e também girafas e elefantes que ainda há pouco pareciam enraizados ao solo como se estivessem num jardim zoológico. A verdade é que quem demorasse uns minutos mais a sair veria esta mágica também de circo: a do próprio circo gigante desaparecer sob seus olhos, sob a forma de pacotes prontos a seguirem de trem para a próxima cidade.
O gênio de organização dos anglo-americanos é qualquer coisa de assombrar um latino. Arma e desarma um circo gigante como se armasse ou desarmasse um brinquedo de criança. E o que o faz com os circos, faz com os edifícios, as pontes, as usinas, as fábricas: uma vez planejadas, erguem-se em pouco tempo do solo e tomam como por mágica relevos monumentais.
Talvez a maior originalidade do circo esteja no seu palhaço principal. Circo norte-americano? Pensa-se logo num palhaço para fazer rir meninos de dez anos e meninões de quarenta com suas piruetas e suas infantilidades.
O desse circo – hoje o mais célebre dos palhaços de circo – é uma espécie de antipalhaço. Não ri nem sequer sorri. Não faz uma pirueta. Não dá um salto. Não escorrega uma única vez. Não cai esparramado no chão como os clowns convencionais. Não tem um ás de copas nos fundos de suas vestes de palhaço.
O que faz quase do princípio ao fim das funções do circo é olhar para a multidão com uns olhos, uma expressão, uns modos tão tristes que ninguém lhe esquece a tristeza do clown diferente de todos os outros clowns. Trata-se na verdade de uma audaciosa recriação da figura de palhaço de circo. E o curioso é que, impressionando os adultos, impressiona também os meninos que talvez continuem os melhores juízes de circos de cavalinhos.
Audaciosa e triunfante essa recriação. Pois não há quem saia do supercirco, juntando às suas impressões das maravilhas de acrobacia, de trabalhos de domadores de feras, de equilibristas, de bailarinas, de cantores, de cômicos, a impressão inesperada da tristeza desse antipalhaço que quase se limita a olhar para a multidão com os olhos mais magoados deste mundo.
FREYRE, Gilberto. In: Pessoas, Coisas & Animais. São Paulo: Círculo do Livro.
Edição Especial para MPM Propaganda, 1979. p. 221-222. (Publicado originalmente em O Cruzeiro, Rio de Janeiro, seção Pessoas, coisas e animais, em 8 jul. 1956). Adaptado.
A expressão em que a retirada do sinal indicativo de crase altera o sentido da sentença é
 

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