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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Comida boa na mesa e liderança silenciosa
Em meio à crise brasileira, o agronegócio tem ido bem. Em 2017, pode colher safra de grãos superior a 210 milhões de toneladas – voltando ao patamar recorde do país. O setor vem de uma história de crescimento médio de 4,8% e 2,7% ao ano na produção de grãos e na produtividade, respectivamente, nos últimos 15 anos.
Garantiu a segurança alimentar da nossa população e viabilizou excedentes exportáveis que hoje salvam a balança comercial do Brasil e dão mais tranquilidade ao mundo, na provisão de comida para o planeta. Também avançou em qualidade e segurança dos alimentos, como mostrou relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sobre resíduos de agrotóxicos, indicando que 99% dos alimentos analisados estavam mais seguros para consumo imediato, sem risco agudo para a saúde dos consumidores.
Liderança é quem mostra rumos, quem puxa as vontades individuais para uma direção que se revele evolutiva para a sociedade. Uma causa justa e socialmente assertiva. E o agro vem representando esse perfil de liderança para o país, de um modo silencioso e coletivo. Mas estrategicamente o que fez o agro na última década? – questiona Coriolano Xavier, vice-presidente de Comunicação do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS).
Primeiro, fez uma profissão de fé: tocou uma agenda de modernização e atualização tecnológica contínua. Hoje, drones e automação fazem parte da paisagem do campo. Assim, o agro brasileiro tornou-se competitivo aos melhores padrões internacionais. Conseguiu esse feito desenvolvendo tecnologia de feições tropicais, que confere ao país vantagem comparativa única nessa faixa do planeta. Enfim, fez uma opção estratégica para mudar a história do setor.
Depois, gerou ambientes institucionais para que os produtores encontrassem soluções para desafios estruturais – como logística, crédito, capitalização e recursos humanos. Há muito o que fazer nessas áreas, mas no que dependia dos produtores há avanços. O setor não esperou por “salvadores”; coletivamente arregaçou as mangas e foi buscar conhecimento, aproveitando inclusive a fase de boom das commodities.
A principal lição que se pode tirar do bem sucedido agro é: sem mexer nos paradigmas e sem lidar com a realidade, não dá para sair de onde estamos. De um modo geral, o futuro será tão grande quanto sonhar. Mas é bom lembrar que não basta olhar com entusiasmo para frente. É preciso fazer escolhas, fazer mudanças, defrontando o legado do passado.
(Fonte: Alexandra Aranovich, Jornal Zero Hora, publicado em 31/12/2016 – adaptação)
Avalie as afirmações que seguem sobre o seguinte fragmento do texto, assinalando V, se verdadeiro, ou F, se falso.
“O setor não esperou por “salvadores”; coletivamente arregaçou as mangas e foi buscar conhecimento, aproveitando inclusive a fase de boom das commodities.”
( ) Os “salvadores” poderiam salvar o setor, apesar de não estarem providos de conhecimento oriundo das commodities.
( ) A fase do boom das commodities foi um dos meios de que o setor se valeu para buscar conhecimento.
( ) O termo arregaçar as mangas poderia ser explicado como sendo a maneira utilizada pelo setor para agir coletivamente, a fim de atingir os “salvadores”.
( ) A supressão das aspas implica alteração no sentido que o vocábulo salvadores tem no contexto.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Comida boa na mesa e liderança silenciosa
Em meio ....... crise brasileira, o agronegócio tem ido bem. Em 2017, pode colher safra de grãos superior a 210 milhões de toneladas – voltando ao patamar recorde do país. O setor vem de uma história de crescimento médio de 4,8% e 2,7% ao ano na produção de grãos e na produtividade, respectivamente, nos últimos 15 anos.
Garantiu a segurança alimentar da nossa população e viabilizou excedentes exportáveis que hoje salvam a balança comercial do Brasil e dão mais tranquilidade ao mundo, na provisão de comida para o planeta. Também avançou em qualidade e segurança dos alimentos, como mostrou relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sobre resíduos de agrotóxicos, indicando que 99% dos alimentos analisados estavam mais seguros para consumo imediato, sem risco agudo para a saúde dos consumidores.
Liderança é quem mostra rumos, quem puxa as vontades individuais para uma direção que se revele evolutiva para a sociedade. Uma causa justa e socialmente assertiva. E o agro vem representando esse perfil de liderança para o país, de um modo silencioso e coletivo. Mas estrategicamente o que fez o agro na última década? – questiona Coriolano Xavier, vice-presidente de Comunicação do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS).
Primeiro, fez uma profissão de fé: tocou uma agenda de modernização e atualização tecnológica contínua. Hoje, drones e automação fazem parte da paisagem do campo. Assim, o agro brasileiro tornou-se competitivo aos melhores padrões internacionais. Conseguiu esse feito desenvolvendo tecnologia de feições tropicais, que confere ao país vantagem comparativa única nessa faixa do planeta. Enfim, fez uma opção estratégica para mudar a história do setor.
Depois, gerou ambientes institucionais para que os produtores encontrassem soluções para desafios estruturais – como logística, crédito, capitalização e recursos humanos. Há muito o que fazer nessas áreas, mas no que dependia dos produtores há avanços. O setor não esperou por “salvadores”; coletivamente arregaçou as mangas e foi buscar conhecimento, aproveitando inclusive a fase de boom das commodities.
A principal lição que se pode tirar do bem sucedido agro é: sem mexer nos paradigmas e sem lidar com a realidade, não dá para sair de onde estamos. De um modo geral, o futuro será tão grande quanto sonhar. Mas é bom lembrar que não basta olhar com entusiasmo para frente. É preciso fazer escolhas, fazer mudanças, defrontando o legado do passado.
(Fonte: Alexandra Aranovich, Jornal Zero Hora, publicado em 31/12/2016 – adaptação)
Relativamente ao uso da crase no texto, avalie as seguintes assertivas:
I. O uso de à é obrigatório para preencher a lacuna pontilhada devido às exigências presentes no contexto.
II. Caso o vocábulo Garantiu fosse substituído por Deu garantia, o uso da crase imediatamente após o substantivo garantia seria obrigatório.
III. A supressão de para não implica alteração estrutural no contexto devido à ocorrência da preposição a.
Quais das propostas acima estão corretas, considerando a norma culta formal?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Comida boa na mesa e liderança silenciosa
Em meio à crise brasileira, o tem ido bem. Em 2017, pode colher safra de grãos superior a 210 milhões de toneladas – voltando ao patamar recorde do país. O setor vem de uma história de crescimento médio de 4,8% e 2,7% ao ano na produção de grãos e na produtividade, respectivamente, nos últimos 15 anos.
Garantiu a segurança alimentar da nossa população e exportáveis que hoje salvam a balança comercial do Brasil e dão mais tranquilidade ao mundo, na provisão de comida para o planeta. Também avançou em qualidade e segurança dos alimentos, como mostrou relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sobre de agrotóxicos, indicando que 99% dos alimentos analisados estavam mais seguros para consumo imediato, sem risco agudo para a saúde dos consumidores.
Liderança é quem mostra rumos, quem puxa as vontades individuais para uma direção que se revele evolutiva para a sociedade. Uma causa justa e socialmente assertiva. E o agro vem representando esse perfil de liderança para o país, de um modo silencioso e coletivo. Mas estrategicamente o que fez o agro na última década? – questiona Coriolano Xavier, vice-presidente de Comunicação do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS).
Primeiro, fez uma profissão de fé: tocou uma agenda de modernização e atualização tecnológica contínua. Hoje, drones e automação fazem parte da paisagem do campo. Assim, o agro brasileiro tornou-se competitivo aos melhores padrões internacionais. Conseguiu esse feito desenvolvendo tecnologia de feições tropicais, que confere ao país vantagem comparativa única nessa faixa do planeta. Enfim, fez uma opção estratégica para mudar a história do setor.
Depois, gerou ambientes institucionais para que os produtores encontrassem soluções para desafios estruturais – como logística, crédito, capitalização e recursos humanos. Há muito o que fazer nessas áreas, mas no que dependia dos produtores há avanços. O setor não esperou por “salvadores”; coletivamente arregaçou as mangas e foi buscar conhecimento, aproveitando inclusive a fase de boom das commodities.
A principal lição que se pode tirar do bem sucedido agro é: sem nos paradigmas e sem lidar com a realidade, não dá para sair de onde estamos. De um modo geral, o futuro será tão grande quanto sonhar. Mas é bom lembrar que não basta olhar com entusiasmo para frente. É preciso fazer escolhas, fazer mudanças, defrontando o legado do passado.
(Fonte: Alexandra Aranovich, Jornal Zero Hora, publicado em 31/12/2016 – adaptação)
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, conforme a ordem numérica, as lacunas das frases que seguem, todas retiradas do texto.
- o (1) tem ido bem.
- da nossa população e (2) (3) exportáveis.
- sobre (4) de agrotóxicos.
- sem (5) nos paradigmas.
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Tem a finalidade de disciplinar, aplicar penas administrativas, receber, examinar e identificar as ocorrências suspeitas de atividades ilícitas previstas na Lei nº 9.613, sem prejuízo da competência de outros órgãos e entidades.
A que órgão a descrição acima se refere?
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A taxa de câmbio é a relação entre duas moedas e pode estimular ou desestimular as trocas internacionais, ou seja, movimentos de mercadorias, serviços e capitais entre os países. É a administração da taxa de câmbio para garantir o funcionamento regular do mercado.
Atuar no sentido do funcionamento regular do mercado cambial, da estabilidade relativa das taxas de câmbio e do equilíbrio no balanço de pagamentos é função:
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De acordo com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), o conselho de administração é um órgão colegiado, cujo desempenho depende do respeito e da compreensão das características de cada um de seus membros, sem que isso implique ausência de debates de ideias. A diversidade de perfis é fundamental, pois permite que a organização se beneficie da pluralidade de argumentos e de um processo de tomada de decisão com qualidade e segurança.
Conforme o IBGC, as classes de conselheiros de administração são:
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As linhas da matriz F = !$ \begin{bmatrix}2\\4\\6\end{bmatrix} !$ fornecem, respectivamente, em reais, as taxas de operação de um determinado Banco em uma semana.
As colunas da matriz O = !$ \begin{bmatrix}10~~~~~5~~~~5\\~~5~~~10~~~~5\\10~~~10~~~~0\end{bmatrix} !$ fornecem, respectivamente, o número de operações O1, O2 e O3 realizadas nesse Banco.
A matriz que fornece a receita nessa atividade, em reais, das operações O1, O2 e O3 é:
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As avaliações dos níveis de remuneração dos insumos (inputs) mobilizados para uma atividade produtiva na Agronomia possuem sólida base teórica e amplo apoio de técnicas de cálculo, bem como de planilhas para computadores e ferramentas informatizadas, inclusive na forma de aplicativos disponíveis na Internet. Dominar esses conteúdos é tão importante quanto interpretar corretamente os significados dos resultados obtidos nas estimativas de desempenho econômico-financeiro.
Nesse sentido, considerando os indicadores de eficiência econômica e índices de viabilidade econômica de projetos agropecuários e agroindustriais, relacione a Coluna 1 com a Coluna 2.
Coluna 1
1. Renda Líquida (RL).
2. Renda da Família (RF).
3. Ponto de Nivelamento (PN).
4. Taxa de retorno do empreendedor.
5. Valor Presente Líquido (VPL).
6. Taxa Interna de Retorno (TIR).
7. Payback descontado do capitalista.
8. Taxa Mínima de Atratividade (TMA).
Coluna 2
( ) Estimado pelo uso do fluxo de caixa, com uma taxa de juros de mercado que corresponde ao custo de oportunidade do capital, e que mostra o resultado do investimento no horizonte de curto prazo ou ao longo da vida útil do projeto. Expressa o somatório dos rendimentos esperados para cada período trazidos para valores do período zero ou do início do projeto.
( ) Preço unitário X quantidade a ser produzida = custos totais.
( ) Contado a partir do fluxo de caixa, revela o percentual de remuneração dos fatores produtivos empregados no investimento e, se o resultado for igual ou maior que a taxa mínima de atratividade, o projeto é viável.
( ) Soma do custo de oportunidade e do custo do trabalho familiar à renda líquida.
( ) Divisão da renda líquida pelo custo total, que revela a proporção em que cada unidade monetária gasta na atividade econômica, resulta em renda líquida ao projeto.
( ) Computa-se como o valor do dinheiro no tempo do fluxo de caixa e pode servir de parâmetro de balizagem para saber se os resultados econômicos que serão obtidos superam aqueles que adviriam de outra oportunidade de investimento.
( ) Calculada pela diminuição do custo total da receita total.
( ) Período de tempo necessário para recuperar o investimento ou o momento durante a execução do projeto quando as receitas se equivalem ao total investido.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Para responder à questão, analise os dados da Empresa MGD Produtos Químicos S.A. e as respectivas informações.
(Considere os valores em R$ 1,00).
A MGD Produtos Químicos é uma empresa industrial do ramo químico criada recentemente, que projetou um investimento de capital inicial no valor de R$ 2.400.000,00 e buscou um financiamento junto às instituições financeiras.
A partir das informações da empresa, apresentou as seguintes necessidades:
| 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | |
| IMOBILIZADO | 2.870.000 | ||||||
| Materiais/Mobiliário/Utensílios | 50.000 | ||||||
| Obras Civis/Montagem/ Instalação | 760.000 | ||||||
| Equip.Nacionais | 1.700.000 | ||||||
| Outros | 360.000 | ||||||
| CAPITAL DE GIRO | 900.000 | ||||||
| Giro Assoc. ao Projeto | 900.000 | ||||||
| TOTAL USOS | 3.770.000 | ||||||
| 1. BNDES | |||||||
|
Liberações
|
1.750.000 | ||||||
|
Saldo Devedor
|
1.750.000 | 1.312.500 | 875.000 | 437.500 | |||
|
Amortizações
|
0 | 437.500 | 437.500 | 437.500 | 437.500 | ||
|
Juros
|
98.438 | 172.266 | 123.047 | 73.828 | 24.609 | ||
| 2. FINAME | |||||||
| Liberações | 2.300.000 | ||||||
| Saldo Devedor | 2.300.000 | 1.725.000 | 1.150.000 | 575.000 | |||
| Amortizações | 0 | 575.000 | 575.000 | 575.000 | 575.000 | ||
| Juros | 129.375 | 226.406 | 161.719 | 97.031 | 32.344 | ||
| 3. TOTAL | |||||||
| Liberações | 4.050.000 | ||||||
| Saldo Devedor | 4.050.000 | 3.037.500 | 2.025.000 | 1.012.500 | |||
| Amortizações | 1.012.500 | 1.012.500 | 1.012.500 | 1.012.500 | |||
| Juros | 227.813 | 398.672 | 284.766 | 170.859 | 56.953 | ||
| 4. INTEGRALIZAÇÃO DE CAPITAL | 2.400.000,00 |
Após as necessidades, projetou-se o Balanço Patrimonial, o Demonstrativo de Resultado e o Fluxo de Caixa.




De 2017 a 2018, as vendas cresceram:
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Para responder à questão, analise os dados da Empresa MGD Produtos Químicos S.A. e as respectivas informações.
(Considere os valores em R$ 1,00).
A MGD Produtos Químicos é uma empresa industrial do ramo químico criada recentemente, que projetou um investimento de capital inicial no valor de R$ 2.400.000,00 e buscou um financiamento junto às instituições financeiras.
A partir das informações da empresa, apresentou as seguintes necessidades:
| 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | |
| IMOBILIZADO | 2.870.000 | ||||||
| Materiais/Mobiliário/Utensílios | 50.000 | ||||||
| Obras Civis/Montagem/ Instalação | 760.000 | ||||||
| Equip.Nacionais | 1.700.000 | ||||||
| Outros | 360.000 | ||||||
| CAPITAL DE GIRO | 900.000 | ||||||
| Giro Assoc. ao Projeto | 900.000 | ||||||
| TOTAL USOS | 3.770.000 | ||||||
| 1. BNDES | |||||||
|
Liberações
|
1.750.000 | ||||||
|
Saldo Devedor
|
1.750.000 | 1.312.500 | 875.000 | 437.500 | |||
|
Amortizações
|
0 | 437.500 | 437.500 | 437.500 | 437.500 | ||
|
Juros
|
98.438 | 172.266 | 123.047 | 73.828 | 24.609 | ||
| 2. FINAME | |||||||
| Liberações | 2.300.000 | ||||||
| Saldo Devedor | 2.300.000 | 1.725.000 | 1.150.000 | 575.000 | |||
| Amortizações | 0 | 575.000 | 575.000 | 575.000 | 575.000 | ||
| Juros | 129.375 | 226.406 | 161.719 | 97.031 | 32.344 | ||
| 3. TOTAL | |||||||
| Liberações | 4.050.000 | ||||||
| Saldo Devedor | 4.050.000 | 3.037.500 | 2.025.000 | 1.012.500 | |||
| Amortizações | 1.012.500 | 1.012.500 | 1.012.500 | 1.012.500 | |||
| Juros | 227.813 | 398.672 | 284.766 | 170.859 | 56.953 | ||
| 4. INTEGRALIZAÇÃO DE CAPITAL | 2.400.000,00 |
Após as necessidades, projetou-se o Balanço Patrimonial, o Demonstrativo de Resultado e o Fluxo de Caixa.




Em 2017, o Passivo Circulante em relação ao Passivo Total representou:
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