Foram encontradas 284 questões.
“O noivo fez um discurso inflamado durante a cerimônia de casamento.” Qual das alternativas apresenta corretamente
o significado contextual da expressão destacada?
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“Ainda era alvorada, o sol mostrava seus primeiros raios e os pássaros começavam a cantar. A donzela vestiu roupas
leves e saiu para caminhar pelo vilarejo. O som da natureza, e o silêncio quebrado pelo canto dos pássaros, faziam-na
sentir vontade de viver.” O trecho acima pode ser classificado como um texto:
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Texto para responder à questão.
CIDADEZINHA
Cidadezinha cheia de graça...
Tão pequenina que até causa dó...
Com seus burricos a pastar na praça...
Sua igrejinha de uma torre só...
Nuvens que vêm, nuvens e asas,
Não param nunca, nem um só segundo...
E fica a torre, sobre as velhas casas,
Fica cismando como é vasto o mundo!
Eu que de longe venho perdido,
Sem pouso fixo (a triste sina!),
Ah, quem me dera ter lá nascido!
Lá toda a vida poder morar!
Cidadezinha... Tão pequenina
Que toda cabe num só olhar!
(Mário Quintana.)
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Texto para responder à questão.
CIDADEZINHA
Cidadezinha cheia de graça...
Tão pequenina que até causa dó...
Com seus burricos a pastar na praça...
Sua igrejinha de uma torre só...
Nuvens que vêm, nuvens e asas,
Não param nunca, nem um só segundo...
E fica a torre, sobre as velhas casas,
Fica cismando como é vasto o mundo!
Eu que de longe venho perdido,
Sem pouso fixo (a triste sina!),
Ah, quem me dera ter lá nascido!
Lá toda a vida poder morar!
Cidadezinha... Tão pequenina
Que toda cabe num só olhar!
(Mário Quintana.)
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Qual alternativa apresenta a concordância nominal correta com a palavra “Apiaí”?
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Apiaí é um município localizado na região do Vale do Ribeira, no estado de São Paulo, Brasil. Com uma população de aproximadamente 24.081 habitantes, a cidade está situada a uma altitude de 1.050 metros.
(Disponível em: www.bing.com.)
O texto é predominantemente
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Qual das alternativas apresenta ambiguidade?
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Texto para responder à questão.
APIAÍ E OS ESCRAVOS
Na sua evolução histórica que teve início lá bem longe, quando se começavam a contar os anos do século XVII, Apiaí
recebeu permanentemente o concurso do trabalho do escravo negro para sobreviver, ou talvez para ter dias melhores, às
custas da mais ignominiosa mão de obra: o homem, a mulher, a criança, o jovem, e mesmo o ancião, labutando de sol a sol,
sem ganhar nada mais que um rústico catre para dormitar por poucas horas, e uma ou duas rações de fubá para fortalecer
seus músculos. A primeira notícia escrita que se tem da vida que transcorria no “Pião”, paragem em que se assentou “Santo
Antônio das Minas de Apiahy” já se refere a escravos. Lá, foi batizado, no dia 02 de julho de 1.737, o criolinho Antônio, filho
adotivo de uma escrava de Francisco Xavier da Rocha!
A escravidão teve um impacto profundo na cultura e sociedade de Apiaí, assim como em todo o Brasil colonial. Vou
destacar alguns aspectos relevantes:
Cultura e Tradições:
A influência africana na cultura brasileira é inegável. Os escravos trouxeram consigo suas línguas, religiões, danças, músicas e
tradições. Em Apiaí, essa influência se manifestou em festas, celebrações religiosas e práticas culturais. A capoeira, por exemplo,
é uma arte marcial que tem raízes na cultura afro-brasileira e foi praticada por escravos como forma de resistência e expressão.
Religião:
Os escravos mantiveram suas crenças religiosas mesmo sob a opressão. O culto aos orixás, voduns e outras divindades africanas foi adaptado e sincretizado com o catolicismo, resultando nas religiões afro-brasileiras como o candomblé e a umbanda. Em Apiaí, essas práticas religiosas também deixaram sua marca na espiritualidade local.
Arquitetura e Artesanato:
A mão de obra escrava contribuiu para a construção de igrejas, casas e outras estruturas em Apiaí. Muitos elementos arquitetônicos têm influência africana. O artesanato, como a cerâmica e a tecelagem, também refletiu a cultura dos escravos.
Linguagem e Expressões:
Palavras e expressões de origem africana foram incorporadas ao vocabulário brasileiro. Algumas delas ainda são usadas em
Apiaí e regiões próximas.
Relações Sociais e Hierarquia:
A escravidão criou uma divisão social rígida, com os senhores de escravos no topo e os escravos na base. Essa hierarquia afetou
as relações interpessoais e a estrutura da sociedade. A resistência dos escravos, como fugas e revoltas, também moldou a dinâmica social.
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Texto para responder à questão.
APIAÍ E OS ESCRAVOS
Na sua evolução histórica que teve início lá bem longe, quando se começavam a contar os anos do século XVII, Apiaí
recebeu permanentemente o concurso do trabalho do escravo negro para sobreviver, ou talvez para ter dias melhores, às
custas da mais ignominiosa mão de obra: o homem, a mulher, a criança, o jovem, e mesmo o ancião, labutando de sol a sol,
sem ganhar nada mais que um rústico catre para dormitar por poucas horas, e uma ou duas rações de fubá para fortalecer
seus músculos. A primeira notícia escrita que se tem da vida que transcorria no “Pião”, paragem em que se assentou “Santo
Antônio das Minas de Apiahy” já se refere a escravos. Lá, foi batizado, no dia 02 de julho de 1.737, o criolinho Antônio, filho
adotivo de uma escrava de Francisco Xavier da Rocha!
A escravidão teve um impacto profundo na cultura e sociedade de Apiaí, assim como em todo o Brasil colonial. Vou
destacar alguns aspectos relevantes:
Cultura e Tradições:
A influência africana na cultura brasileira é inegável. Os escravos trouxeram consigo suas línguas, religiões, danças, músicas e
tradições. Em Apiaí, essa influência se manifestou em festas, celebrações religiosas e práticas culturais. A capoeira, por exemplo,
é uma arte marcial que tem raízes na cultura afro-brasileira e foi praticada por escravos como forma de resistência e expressão.
Religião:
Os escravos mantiveram suas crenças religiosas mesmo sob a opressão. O culto aos orixás, voduns e outras divindades africanas foi adaptado e sincretizado com o catolicismo, resultando nas religiões afro-brasileiras como o candomblé e a umbanda. Em Apiaí, essas práticas religiosas também deixaram sua marca na espiritualidade local.
Arquitetura e Artesanato:
A mão de obra escrava contribuiu para a construção de igrejas, casas e outras estruturas em Apiaí. Muitos elementos arquitetônicos têm influência africana. O artesanato, como a cerâmica e a tecelagem, também refletiu a cultura dos escravos.
Linguagem e Expressões:
Palavras e expressões de origem africana foram incorporadas ao vocabulário brasileiro. Algumas delas ainda são usadas em
Apiaí e regiões próximas.
Relações Sociais e Hierarquia:
A escravidão criou uma divisão social rígida, com os senhores de escravos no topo e os escravos na base. Essa hierarquia afetou
as relações interpessoais e a estrutura da sociedade. A resistência dos escravos, como fugas e revoltas, também moldou a dinâmica social.
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APIAÍ E OS ESCRAVOS
Na sua evolução histórica que teve início lá bem longe, quando se começavam a contar os anos do século XVII, Apiaí
recebeu permanentemente o concurso do trabalho do escravo negro para sobreviver, ou talvez para ter dias melhores, às
custas da mais ignominiosa mão de obra: o homem, a mulher, a criança, o jovem, e mesmo o ancião, labutando de sol a sol,
sem ganhar nada mais que um rústico catre para dormitar por poucas horas, e uma ou duas rações de fubá para fortalecer
seus músculos. A primeira notícia escrita que se tem da vida que transcorria no “Pião”, paragem em que se assentou “Santo
Antônio das Minas de Apiahy” já se refere a escravos. Lá, foi batizado, no dia 02 de julho de 1.737, o criolinho Antônio, filho
adotivo de uma escrava de Francisco Xavier da Rocha!
A escravidão teve um impacto profundo na cultura e sociedade de Apiaí, assim como em todo o Brasil colonial. Vou
destacar alguns aspectos relevantes:
Cultura e Tradições:
A influência africana na cultura brasileira é inegável. Os escravos trouxeram consigo suas línguas, religiões, danças, músicas e
tradições. Em Apiaí, essa influência se manifestou em festas, celebrações religiosas e práticas culturais. A capoeira, por exemplo,
é uma arte marcial que tem raízes na cultura afro-brasileira e foi praticada por escravos como forma de resistência e expressão.
Religião:
Os escravos mantiveram suas crenças religiosas mesmo sob a opressão. O culto aos orixás, voduns e outras divindades africanas foi adaptado e sincretizado com o catolicismo, resultando nas religiões afro-brasileiras como o candomblé e a umbanda. Em Apiaí, essas práticas religiosas também deixaram sua marca na espiritualidade local.
Arquitetura e Artesanato:
A mão de obra escrava contribuiu para a construção de igrejas, casas e outras estruturas em Apiaí. Muitos elementos arquitetônicos têm influência africana. O artesanato, como a cerâmica e a tecelagem, também refletiu a cultura dos escravos.
Linguagem e Expressões:
Palavras e expressões de origem africana foram incorporadas ao vocabulário brasileiro. Algumas delas ainda são usadas em
Apiaí e regiões próximas.
Relações Sociais e Hierarquia:
A escravidão criou uma divisão social rígida, com os senhores de escravos no topo e os escravos na base. Essa hierarquia afetou
as relações interpessoais e a estrutura da sociedade. A resistência dos escravos, como fugas e revoltas, também moldou a dinâmica social.
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