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Foram encontradas 120 questões.

2762014 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Câm. Araras-SP
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Assinale a alternativa correta quanto à pontuação.

 

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2762013 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Câm. Araras-SP
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Sobre o trecho “Não me preocupavam, todavia, os rigores da mudança da estação, pois já estava fisicamente adaptado com o frio.” é correto afirmar que

 

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2762012 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Câm. Araras-SP
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Analise as frases abaixo quanto à concordância nominal.

I. Dada esta circunstância, não continuarei.

II. Remetemos-lhe anexos as documentações da turma.

II I. A vida nada tem de ilusório.

Está(ão) de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa a(s) frase(s) contida(s) em

 

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2762011 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Câm. Araras-SP
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Assinale a alternativa que preenche corretamente as respectivas lacunas abaixo, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.

1. Casamo-nos, fomos felizes e muito tempo se passou até que alguém se entre nós.

2. Sabia que deveria ter minha bolsa grande.

 

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2762010 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Câm. Araras-SP
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NÃO VAMOS NOS LIVRAR DO PETRÓLEO TÃO RÁPIDO, DIZ COORDENADOR DE REDE DE POLÍTICA CLIMÁTICA BRASILEIRA

O coordenador científico da Rede Clima (Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas), Moacyr Araújo, afirmou nesta segunda-feira (20) que acredita que o pais não vai parar de depender do petróleo no futuro próximo.

A declaração foi dada quando ele foi questionado pela Folha sobre a aposta do governo federal na exploração de petróleo. especialmente na Amazônia.

“Nós não vamos nos livrar do petróleo tão rapidamente assim, tá? Isso é uma constatação não só do Brasil, mas do planeta”, disse, durante evento para imprensa promovido pelo instituto ClimaInfo e pela Fapesp sobre os resultados do novo relatório do painel do clima da ONU (IPCC, na sigla em inglês). A Rede Clima tem o papel de apoiar atividades de pesquisa do Piano Nacional de Mudanças Climáticas e é vinculado ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação).

Segundo um relatório elaborado pela Agência Internacional de Energia, para zerar as emissões líquidas de carbono até 2050, é essencial que não sejam feitos investimentos em novos projetos de extração de combustíveis fósseis. A meta é um dos passos para que seja possível cumprir o Acordo de Paris e limitar o aquecimento global a 1,5ºC.

Araújo ponderou que é preciso "fazer muito esforço para diminuir a matriz fóssil”, mas que o petróleo não é usado apenas para fazer combustíveis fósseis. Ele aponta que cerca de 10% da produção da indústria petroquímica são focados em plástico, número que, o pesquisador estima, deve chegar a 20% até 2050. “Vai ser muito difícil impedir a geração [de plástico], porque ele tem aplicações que vão além de uma garrafa pet, com toda a questão cirúrgica, hospitalar etc, que depende fortemente da indústria do plástico.”

O pesquisador destacou que a poluição massiva de plástico é outro problema a ser enfrentado e que esse material precisa ser reaproveitado e usado na geração de energia. "Eu acho que a gente tem que administrar essa questão”, afirmou. “Sou absolutamente contra novas explorações em áreas de elevado potencial de biodiversidade, sem que haja análise prévia etc. Mas dizer é assumir que nós vamos nos livrar do petróleo nos próximos dez, vinte anos, eu acho ilusório. É melhor trabalhar justamente essa forma de mitigar isso aí, como transformar esse excesso em energia novamente."

Ana Toni, escolhida para chefiar a Secretaria Nacional de Mudanças do Clima do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, também estava presente. Em resposta à mesma pergunta, disse que é preciso elaborar planos setoriais "para fazer as difíceis escolhas sobre o que temos que abrir mão o mais rapidamente possível e as coisas que vão demorar um pouco mais”.

"Em relação aos combustíveis fósseis, todas as fontes de energia têm, logicamente, impactos ambientais. O combustível fóssil é o primeiro que vamos ter que resolver, mas temos que olhar [os impactos] como um todo", afirmou.

Um dos pontos abordados no ambito da discussão climática é o de transição justa, ou seja, como fazer a transição energética levando em conta que nações em desenvolvimento ainda dependem de combustíveis fósseis.

Toni afirma que, no caso do Brasil, existe um problema para equacionar os aspectos econômicos, sociais e de redução de carbono e que a solução para a transição passa por uma gestão eficiente.

“Mecanismos a que talvez a gente não tenha dado tanta ênfase no passado se tornam prioritários agora, para podermos agilizar as medidas necessárias para fazer essas escolhas difíceis. Se não é o combustível fóssil na Amazônia, é o quê? Como é que a gente vai fazer com que a economia continue andando, com que a população continue sendo servida da melhor maneira possível? Essas escolhas requerem uma gestão de boa governança."

Mercedes Bustamante, presidente da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e uma das revisoras do novo relatório-sintese do IPCC, que também fez parte da entrevista coletiva, ponderou que, na transição justa, o objetivo é garantir que as pessoas empregadas pelo setor fóssil tenham capacitação e trabalho nessa transição.

(Adaptado, https:/wwwl.folhauol.com.br/ambiente/2023/03/nao-vamos-nos-livrar-do-petroleo-tao-rapido-diz-coordenador-de-rede-de-politica-climaticabrasileira.shtml)

Assinale a alternativa em que a palavra destacada pertença à mesma classe de palavras que o destaque abaixo.

Segundo um relatório elaborado pela Agência Internacional de Energia(...)”

 

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2762009 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Câm. Araras-SP
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NÃO VAMOS NOS LIVRAR DO PETRÓLEO TÃO RÁPIDO, DIZ COORDENADOR DE REDE DE POLÍTICA CLIMÁTICA BRASILEIRA

O coordenador científico da Rede Clima (Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas), Moacyr Araújo, afirmou nesta segunda-feira (20) que acredita que o pais não vai parar de depender do petróleo no futuro próximo.

A declaração foi dada quando ele foi questionado pela Folha sobre a aposta do governo federal na exploração de petróleo. especialmente na Amazônia.

“Nós não vamos nos livrar do petróleo tão rapidamente assim, tá? Isso é uma constatação não só do Brasil, mas do planeta”, disse, durante evento para imprensa promovido pelo instituto ClimaInfo e pela Fapesp sobre os resultados do novo relatório do painel do clima da ONU (IPCC, na sigla em inglês). A Rede Clima tem o papel de apoiar atividades de pesquisa do Piano Nacional de Mudanças Climáticas e é vinculado ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação).

Segundo um relatório elaborado pela Agência Internacional de Energia, para zerar as emissões líquidas de carbono até 2050, é essencial que não sejam feitos investimentos em novos projetos de extração de combustíveis fósseis. A meta é um dos passos para que seja possível cumprir o Acordo de Paris e limitar o aquecimento global a 1,5ºC.

Araújo ponderou que é preciso "fazer muito esforço para diminuir a matriz fóssil”, mas que o petróleo não é usado apenas para fazer combustíveis fósseis. Ele aponta que cerca de 10% da produção da indústria petroquímica são focados em plástico, número que, o pesquisador estima, deve chegar a 20% até 2050. “Vai ser muito difícil impedir a geração [de plástico], porque ele tem aplicações que vão além de uma garrafa pet, com toda a questão cirúrgica, hospitalar etc, que depende fortemente da indústria do plástico.”

O pesquisador destacou que a poluição massiva de plástico é outro problema a ser enfrentado e que esse material precisa ser reaproveitado e usado na geração de energia. "Eu acho que a gente tem que administrar essa questão”, afirmou. “Sou absolutamente contra novas explorações em áreas de elevado potencial de biodiversidade, sem que haja análise prévia etc. Mas dizer é assumir que nós vamos nos livrar do petróleo nos próximos dez, vinte anos, eu acho ilusório. É melhor trabalhar justamente essa forma de mitigar isso aí, como transformar esse excesso em energia novamente."

Ana Toni, escolhida para chefiar a Secretaria Nacional de Mudanças do Clima do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, também estava presente. Em resposta à mesma pergunta, disse que é preciso elaborar planos setoriais "para fazer as difíceis escolhas sobre o que temos que abrir mão o mais rapidamente possível e as coisas que vão demorar um pouco mais”.

"Em relação aos combustíveis fósseis, todas as fontes de energia têm, logicamente, impactos ambientais. O combustível fóssil é o primeiro que vamos ter que resolver, mas temos que olhar [os impactos] como um todo", afirmou.

Um dos pontos abordados no ambito da discussão climática é o de transição justa, ou seja, como fazer a transição energética levando em conta que nações em desenvolvimento ainda dependem de combustíveis fósseis.

Toni afirma que, no caso do Brasil, existe um problema para equacionar os aspectos econômicos, sociais e de redução de carbono e que a solução para a transição passa por uma gestão eficiente.

“Mecanismos a que talvez a gente não tenha dado tanta ênfase no passado se tornam prioritários agora, para podermos agilizar as medidas necessárias para fazer essas escolhas difíceis. Se não é o combustível fóssil na Amazônia, é o quê? Como é que a gente vai fazer com que a economia continue andando, com que a população continue sendo servida da melhor maneira possível? Essas escolhas requerem uma gestão de boa governança."

Mercedes Bustamante, presidente da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e uma das revisoras do novo relatório-sintese do IPCC, que também fez parte da entrevista coletiva, ponderou que, na transição justa, o objetivo é garantir que as pessoas empregadas pelo setor fóssil tenham capacitação e trabalho nessa transição.

(Adaptado, https:/wwwl.folhauol.com.br/ambiente/2023/03/nao-vamos-nos-livrar-do-petroleo-tao-rapido-diz-coordenador-de-rede-de-politica-climaticabrasileira.shtml)

Quanto à revisão do texto, analise as seguintes alternativas e assinale a correta.

 

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2762008 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Câm. Araras-SP
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NÃO VAMOS NOS LIVRAR DO PETRÓLEO TÃO RÁPIDO, DIZ COORDENADOR DE REDE DE POLÍTICA CLIMÁTICA BRASILEIRA

O coordenador científico da Rede Clima (Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas), Moacyr Araújo, afirmou nesta segunda-feira (20) que acredita que o pais não vai parar de depender do petróleo no futuro próximo.

A declaração foi dada quando ele foi questionado pela Folha sobre a aposta do governo federal na exploração de petróleo. especialmente na Amazônia.

“Nós não vamos nos livrar do petróleo tão rapidamente assim, tá? Isso é uma constatação não só do Brasil, mas do planeta”, disse, durante evento para imprensa promovido pelo instituto ClimaInfo e pela Fapesp sobre os resultados do novo relatório do painel do clima da ONU (IPCC, na sigla em inglês). A Rede Clima tem o papel de apoiar atividades de pesquisa do Piano Nacional de Mudanças Climáticas e é vinculado ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação).

Segundo um relatório elaborado pela Agência Internacional de Energia, para zerar as emissões líquidas de carbono até 2050, é essencial que não sejam feitos investimentos em novos projetos de extração de combustíveis fósseis. A meta é um dos passos para que seja possível cumprir o Acordo de Paris e limitar o aquecimento global a 1,5ºC.

Araújo ponderou que é preciso "fazer muito esforço para diminuir a matriz fóssil”, mas que o petróleo não é usado apenas para fazer combustíveis fósseis. Ele aponta que cerca de 10% da produção da indústria petroquímica são focados em plástico, número que, o pesquisador estima, deve chegar a 20% até 2050. “Vai ser muito difícil impedir a geração [de plástico], porque ele tem aplicações que vão além de uma garrafa pet, com toda a questão cirúrgica, hospitalar etc, que depende fortemente da indústria do plástico.”

O pesquisador destacou que a poluição massiva de plástico é outro problema a ser enfrentado e que esse material precisa ser reaproveitado e usado na geração de energia. "Eu acho que a gente tem que administrar essa questão”, afirmou. “Sou absolutamente contra novas explorações em áreas de elevado potencial de biodiversidade, sem que haja análise prévia etc. Mas dizer e assumir que nós vamos nos livrar do petróleo nos próximos dez, vinte anos, eu acho ilusório. É melhor trabalhar justamente essa forma de mitigar isso aí, como transformar esse excesso em energia novamente."

Ana Toni, escolhida para chefiar a Secretaria Nacional de Mudanças do Clima do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, também estava presente. Em resposta à mesma pergunta, disse que é preciso elaborar planos setoriais "para fazer as difíceis escolhas sobre o que temos que abrir mão o mais rapidamente possível e as coisas que vão demorar um pouco mais”.

"Em relação aos combustíveis fósseis, todas as fontes de energia têm, logicamente, impactos ambientais. O combustível fóssil é o primeiro que vamos ter que resolver, mas temos que olhar [os impactos] como um todo", afirmou.

Um dos pontos abordados no ambito da discussão climática é o de transição justa, ou seja, como fazer a transição energética levando em conta que nações em desenvolvimento ainda dependem de combustíveis fósseis.

Toni afirma que, no caso do Brasil, existe um problema para equacionar os aspectos econômicos, sociais e de redução de carbono e que a solução para a transição passa por uma gestão eficiente.

“Mecanismos a que talvez a gente não tenha dado tanta ênfase no passado se tornam prioritários agora, para podermos agilizar as medidas necessárias para fazer essas escolhas difíceis. Se não é o combustível fóssil na Amazônia, é o quê? Como é que a gente vai fazer com que a economia continue andando, com que a população continue sendo servida da melhor maneira possível? Essas escolhas requerem uma gestão de boa governança."

Mercedes Bustamante, presidente da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e uma das revisoras do novo relatório-sintese do IPCC, que também fez parte da entrevista coletiva, ponderou que, na transição justa, o objetivo é garantir que as pessoas empregadas pelo setor fóssil tenham capacitação e trabalho nessa transição.

(Adaptado, https:/wwwl.folhauol.com.br/ambiente/2023/03/nao-vamos-nos-livrar-do-petroleo-tao-rapido-diz-coordenador-de-rede-de-politica-climaticabrasileira.shtml)

No trecho “É melhor trabalhar justamente essa forma de mitigar isso aí(...)" o termo em destaque tem, como sinônimo:

 

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2762007 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Câm. Araras-SP
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NÃO VAMOS NOS LIVRAR DO PETRÓLEO TÃO RÁPIDO, DIZ COORDENADOR DE REDE DE POLÍTICA CLIMÁTICA BRASILEIRA

O coordenador científico da Rede Clima (Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas), Moacyr Araújo, afirmou nesta segunda-feira (20) que acredita que o pais não vai parar de depender do petróleo no futuro próximo.

A declaração foi dada quando ele foi questionado pela Folha sobre a aposta do governo federal na exploração de petróleo. especialmente na Amazônia.

“Nós não vamos nos livrar do petróleo tão rapidamente assim, tá? Isso é uma constatação não só do Brasil, mas do planeta”, disse, durante evento para imprensa promovido pelo instituto ClimaInfo e pela Fapesp sobre os resultados do novo relatório do painel do clima da ONU (IPCC, na sigla em inglês). A Rede Clima tem o papel de apoiar atividades de pesquisa do Piano Nacional de Mudanças Climáticas e é vinculado ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação).

Segundo um relatório elaborado pela Agência Internacional de Energia, para zerar as emissões líquidas de carbono até 2050, é essencial que não sejam feitos investimentos em novos projetos de extração de combustíveis fósseis. A meta é um dos passos para que seja possível cumprir o Acordo de Paris e limitar o aquecimento global a 1,5ºC.

Araújo ponderou que é preciso "fazer muito esforço para diminuir a matriz fóssil”, mas que o petróleo não é usado apenas para fazer combustíveis fósseis. Ele aponta que cerca de 10% da produção da indústria petroquímica são focados em plástico, número que, o pesquisador estima, deve chegar a 20% até 2050. “Vai ser muito difícil impedir a geração [de plástico], porque ele tem aplicações que vão além de uma garrafa pet, com toda a questão cirúrgica, hospitalar etc, que depende fortemente da indústria do plástico.”

O pesquisador destacou que a poluição massiva de plástico é outro problema a ser enfrentado e que esse material precisa ser reaproveitado e usado na geração de energia. "Eu acho que a gente tem que administrar essa questão”, afirmou. “Sou absolutamente contra novas explorações em áreas de elevado potencial de biodiversidade, sem que haja análise prévia etc. Mas dizer é assumir que nós vamos nos livrar do petróleo nos próximos dez, vinte anos, eu acho ilusório. É melhor trabalhar justamente essa forma de mitigar isso aí, como transformar esse excesso em energia novamente."

Ana Toni, escolhida para chefiar a Secretaria Nacional de Mudanças do Clima do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, também estava presente. Em resposta à mesma pergunta, disse que é preciso elaborar planos setoriais "para fazer as difíceis escolhas sobre o que temos que abrir mão o mais rapidamente possível e as coisas que vão demorar um pouco mais”.

"Em relação aos combustíveis fósseis, todas as fontes de energia têm, logicamente, impactos ambientais. O combustível fóssil é o primeiro que vamos ter que resolver, mas temos que olhar [os impactos] como um todo", afirmou.

Um dos pontos abordados no ambito da discussão climática é o de transição justa, ou seja, como fazer a transição energética levando em conta que nações em desenvolvimento ainda dependem de combustíveis fósseis.

Toni afirma que, no caso do Brasil, existe um problema para equacionar os aspectos econômicos, sociais e de redução de carbono e que a solução para a transição passa por uma gestão eficiente.

“Mecanismos a que talvez a gente não tenha dado tanta ênfase no passado se tornam prioritários agora, para podermos agilizar as medidas necessárias para fazer essas escolhas difíceis. Se não é o combustível fóssil na Amazônia, é o quê? Como é que a gente vai fazer com que a economia continue andando, com que a população continue sendo servida da melhor maneira possível? Essas escolhas requerem uma gestão de boa governança."

Mercedes Bustamante, presidente da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e uma das revisoras do novo relatório-sintese do IPCC, que também fez parte da entrevista coletiva, ponderou que, na transição justa, o objetivo é garantir que as pessoas empregadas pelo setor fóssil tenham capacitação e trabalho nessa transição.

(Adaptado, https:/wwwl.folhauol.com.br/ambiente/2023/03/nao-vamos-nos-livrar-do-petroleo-tao-rapido-diz-coordenador-de-rede-de-politica-climaticabrasileira.shtml)

Considerando o texto, analise as seguintes proposições.

I. Para limitar o aquecimento global a 1,5ºC e cumprir o Acordo de Paris, será necessário reduzir o uso do petróleo até 2050.

II. Apesar de não ser benéfico ao meio-ambiente, muitos setores ainda dependem muito do plástico.

III. A"transição justa" se refere ao fato de que países em desenvolvimento usam menos combustíveis fósseis que os demais, portanto, não devem ser os primeiros a iniciar sua redução.

Está correto o que se afirma em

 

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2762024 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Câm. Araras-SP
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DIA MUNDIAL DA ÁGUA FOI CRIADO PARA A ECO-92

Você sabe por que o dia 22 de março é lembrado no planeta todo como o Dia Mundial da Água?

A data foi criada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em março de 1992, durante à Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro. Por conta disso, o evento ficou conhecido como ECO-92. A partir de então, nessa mesma data todos os anos ocorrem discussões sobre os diversos temas relacionadas a este bem natural fundamental.

A cada ano, a ONU escolhe um tema diferente para ser discutido que corresponde a um desafio atual ou futuro. Neste ano, o tema é "Seja a Mudança que Você Quer Ver no Mundo”, que foi baseado na fábula do beija-flor que tenta fazer sua parte para tentar apagar um incêndio em sua floresta. Conhece?

A FÁBULA DO BEIJA-FLOR

Era uma vez uma floresta, onde um incêndio teve início. Todos os animais fugiram para salvar suas vidas. Eles ficaram à beira do fogo, olhando para as chamas com terror e tristeza.

Acima de suas cabeças, um beija-flor voava de um lado para outro em direção ao incêndio, repetidamente. Os animais maiores perguntaram a ele o que estava fazendo:

— Estou voando até o lago para pegar água e usá-la no combate ao fogo.

Os animais riram dele e disseram:

— Você é louco! Você não vai conseguir apagar o incêndio!

E o beija-flor replicou:

— Estou fazendo aquilo que posso.

O Beija-flor está ajudando a solucionar o problema, gota à gota. Ele está sendo a mudança que deseja ver no mundo.

De 22 a 24 de março, Nova York receberá a Conferência da ONU sobre a água. O encontro decidirá ação conjunta para alcançar os objetivos e metas internacionais acordados sobre o tema, incluindo os que estão presentes na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

O principal resultado da Conferência será o lançamento da Agenda de Ação da Água, que representa comprometimentos voluntários de todos os níveis, incluindo governos, instituições e comunidades locais. "A Conferência da Água da ONU de 2023 em março deve resultar em uma ousada Agenda de Ação pela Água que dê à força vital de nosso mundo o compromisso que ela merece", diz António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas.

A ONU examinará a crise mundial da água, um problema ignorado durante muito tempo, apesar das milhões de pessoas que correm o risco de sofrer com a escassez ou, pelo contrário, o excesso da denominada “força vital" do planeta. “Esta é a primeira vez em 46 anos que o mundo se reúne para abordar a questão da água. E é agora ou nunca, esta é a oportunidade", declarou à AFP Henk Ovink, representante especial para o tema da Holanda, país que organiza em parceria com o Tadjiquistão a conferência sobre a água.

A última conferência desta dimensão sobre um tema que não é coberto por nenhum tratado mundial e nem é da competência de nenhuma agência especializada da ONU aconteceu em 1997 em Mar del Plata (Argentina).

A evidência, no entanto, é clara. "Nós quebramos o ciclo da água", lamenta Henk Ovik. "Estamos extraindo muita água do solo, estamos contaminando a água restante. E agora há tanta água na atmosfera que está afetando nossas economias e nossa população devido às mudanças climáticas”. O resultado é muita água de um lado e escassez de outro, com inundações e secas que aumentam em todo o planeta como consequência do aquecimento global provocado pelas atividades humanas.

De acordo com a ONU, 2,3 bilhões de pessoas vivem em países com estresse hídrico. Além disso, em 2020, quase dois bilhões de pessoas não tinham acesso à água potável, quase 3,6 bilhões não contavam com instalações sanitárias e 2,3 bilhões não tinham condições de lavar as mãos em casa.

(Adaptado. https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2023/03/dia-mundial-da-agua-completa-31-anos.shtml)

Assinale a alternativa em que a palavra destacada pertença à mesma classe de palavras que o destaque abaixo.

“O encontro decidirá ação conjunta para alcançar os objetivos e metas internacionais acordados sobre o tema.”

Questão Anulada

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2762019 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Câm. Araras-SP
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“Essa é a razão por que prefiro não contar; não entendo o porquê de tanto alvoroço."

Na frase acima, os termos destacados são:

Questão Anulada

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