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Identifique a frase que NÃO apresenta erro de concordância.
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Assinale a frase em que o verbo destacado está com a regência INCORRETA.
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CANÇÃO DO EXÍLIO
Gonçalves Dias
Minha terra tem palmeiras
Onde canta o Sabiá,
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar – sozinho, à noite –
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Em:
“Minha terra tem palmeiras”
O termo em destaque se classifica sintaticamente como sendo:
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CANÇÃO DO EXÍLIO
Gonçalves Dias
Minha terra tem palmeiras
Onde canta o Sabiá,
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar – sozinho, à noite –
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
“As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá.”
Os termos em destaque se classificam morfologicamente como:
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Na frase:
“Não parei de chorar desde a sua partida”
Como se classifica morfologicamente o termo acima em destaque?
“Não parei de chorar desde a sua partida”
Como se classifica morfologicamente o termo acima em destaque?
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Na frase:
Meu vizinho é paraibano.
O termo em destaque se classifica morfologicamente como sendo:
Meu vizinho é paraibano.
O termo em destaque se classifica morfologicamente como sendo:
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Trabalho de detetive
Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho
de um detetive.
“Em quase todo romance policial, chega um momento em que o investigador já coletou todos os fatos de
que necessita para solucionar pelo menos uma das etapas de seu problema. Esses fatos parecem
frequentemente estranhos e incoerentes, inteiramente sem relação entre si. Contudo, o grande detetive
percebe não serem necessárias mais investigações no momento e que somente o raciocínio o levará a
correlacionar os fatos coletados. Então, ele toca o seu violino ou descansa na sua poltrona, deliciando-se
com seu cachimbo, quando, de repente, lhe ocorre a solução. E não somente tem a explicação para os
indícios que dispunha, mas também sabe que outros acontecimentos devem ter ocorrido. Sabendo agora
exatamente onde buscar o que deseja, poderá, se quiser, coletar mais dados para a confirmação de sua
teoria.
O cientista, lendo o livro da natureza, se nos permitem repetir esse lugar-comum, deve obter a solução
por si, porque ele não pode, como fazem os leitores impacientes de outras histórias, ir logo ao final do
livro. Em nosso caso, o leitor é também o investigador, procurando explicar, pelo menos em parte, as
relações entre os acontecimentos em sua forma mais completa. Para obter uma solução, mesmo parcial, o
cientista tem de coletar os fatos desordenados disponíveis e, por meio do seu pensamento criador, torná-los coerentes e inteligíveis.”
Einstein, Albert & I. Infeld: The evolution of Phsysics. Nova York: Simon and Schuster, 1952. p.4.
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Trabalho de detetive
Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho
de um detetive.
“Em quase todo romance policial, chega um momento em que o investigador já coletou todos os fatos de
que necessita para solucionar pelo menos uma das etapas de seu problema. Esses fatos parecem
frequentemente estranhos e incoerentes, inteiramente sem relação entre si. Contudo, o grande detetive
percebe não serem necessárias mais investigações no momento e que somente o raciocínio o levará a
correlacionar os fatos coletados. Então, ele toca o seu violino ou descansa na sua poltrona, deliciando-se
com seu cachimbo, quando, de repente, lhe ocorre a solução. E não somente tem a explicação para os
indícios que dispunha, mas também sabe que outros acontecimentos devem ter ocorrido. Sabendo agora
exatamente onde buscar o que deseja, poderá, se quiser, coletar mais dados para a confirmação de sua
teoria.
O cientista, lendo o livro da natureza, se nos permitem repetir esse lugar-comum, deve obter a solução
por si, porque ele não pode, como fazem os leitores impacientes de outras histórias, ir logo ao final do
livro. Em nosso caso, o leitor é também o investigador, procurando explicar, pelo menos em parte, as
relações entre os acontecimentos em sua forma mais completa. Para obter uma solução, mesmo parcial, o
cientista tem de coletar os fatos desordenados disponíveis e, por meio do seu pensamento criador, torná-los coerentes e inteligíveis.”
Einstein, Albert & I. Infeld: The evolution of Phsysics. Nova York: Simon and Schuster, 1952. p.4.
“Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.”
A forma verbal destacada está no:
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Trabalho de detetive
Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho
de um detetive.
“Em quase todo romance policial, chega um momento em que o investigador já coletou todos os fatos de
que necessita para solucionar pelo menos uma das etapas de seu problema. Esses fatos parecem
frequentemente estranhos e incoerentes, inteiramente sem relação entre si. Contudo, o grande detetive
percebe não serem necessárias mais investigações no momento e que somente o raciocínio o levará a
correlacionar os fatos coletados. Então, ele toca o seu violino ou descansa na sua poltrona, deliciando-se
com seu cachimbo, quando, de repente, lhe ocorre a solução. E não somente tem a explicação para os
indícios que dispunha, mas também sabe que outros acontecimentos devem ter ocorrido. Sabendo agora
exatamente onde buscar o que deseja, poderá, se quiser, coletar mais dados para a confirmação de sua
teoria.
O cientista, lendo o livro da natureza, se nos permitem repetir esse lugar-comum, deve obter a solução
por si, porque ele não pode, como fazem os leitores impacientes de outras histórias, ir logo ao final do
livro. Em nosso caso, o leitor é também o investigador, procurando explicar, pelo menos em parte, as
relações entre os acontecimentos em sua forma mais completa. Para obter uma solução, mesmo parcial, o
cientista tem de coletar os fatos desordenados disponíveis e, por meio do seu pensamento criador, torná-los coerentes e inteligíveis.”
Einstein, Albert & I. Infeld: The evolution of Phsysics. Nova York: Simon and Schuster, 1952. p.4.
“Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.”
O termo em destaque classifica-se morfologicamente como sendo:
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A Constituição Federal prevê que pertencem aos Municípios:
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