Foram encontradas 244 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
O cobiçado busto de Platão
Não se deve aceitar encomenda de amigos e familiares em viagens.
Jamais vai relaxar de verdade.
Em nossa estada na Grécia, minha esposa assumiu uma missão: comprar um busto em gesso do pensador Platão para sua prima Maria Dulce Reis. Doutora em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007). Acima, só o seu filho Otávio.
Beatriz não tinha como negar. Afinal, Dulce nunca pedira nada.
Em Atenas, entramos em várias lojinhas de lembranças e souvernirs locais. Eu sentia que iríamos percorrer a cidade inteira em busca do tesouro.
Eu dizia:
— Compre logo! Garanta logo! Depois não vai ter mais oportunidade de vir aqui.
Ou ela achava Platão grande demais, ou pequeno demais. Ou feio demais, ou chique demais.
Minha preocupação era apenas não errar a pessoa. Afinal, todos os expoentes da Grécia Antiga se parecem.
Um erro assim custaria caro, tínhamos que evitar. Não daria para retornar a Atenas, devolver o item e solicitar o cidadão certo.
Foi tamanho o pânico na idealização do presente que deixamos para escolher nas praias de Mykonos e Santorini. Só que lá não havia nada de bustos, de pensadores, de Acrópole.
Bateu o desespero. E agora?
Recomendei que Beatriz relaxasse. Certamente localizaríamos o produto no aeroporto de Atenas.
No nosso embarque, porém, quando não mais conseguiríamos reverter a situação, não existia Platão nas prateleiras do comércio do terminal internacional.
Partimos para o Plano B: trazer qualquer coisa de Platão: chaveiro, ímã, camiseta, bloco de notas, caneta, lápis. Compramos de tudo e raciocinamos: funcionaria como o equivalente a um busto.
Não é que Beatriz esqueceu a sacola no bagageiro do avião em nossa conexão?
Arrasada com o fracasso da expedição, Beatriz não desistiu. Tentou uma última cartada: adquirir o busto de Platão pela internet, no Mercado Livre. Mentiria que era da Grécia.
Com a lupa da malandragem, ampliou imagem por imagem das ofertas. Buscava uma estátua que não tivesse o nome em português. Se possível, uma com a inscrição como em Atenas, nos artigos para turista:
"Pláton". Não precisava ser o original .
Quando finalmente chegou o pacote, ela percebeu que se tratava de um boneco de plástico, não de gesso, feito em impressora 3D, com as linhas pontilhadas no rosto. E, para piorar, estava escrito em letras garrafais: PLATÃO.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/7/26/o-cobicado-busto-de-platao
No texto, a busca pelo busto de Platão assume diferentes significados para os personagens. Considerando essa perspectiva, analise as alternativas a seguir e escolha a correta.
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O cobiçado busto de Platão
Não se deve aceitar encomenda de amigos e familiares em viagens.
Jamais vai relaxar de verdade.
Em nossa estada na Grécia, minha esposa assumiu uma missão: comprar um busto em gesso do pensador Platão para sua prima Maria Dulce Reis. Doutora em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007). Acima, só o seu filho Otávio.
Beatriz não tinha como negar. Afinal, Dulce nunca pedira nada.
Em Atenas, entramos em várias lojinhas de lembranças e souvernirs locais. Eu sentia que iríamos percorrer a cidade inteira em busca do tesouro.
Eu dizia:
— Compre logo! Garanta logo! Depois não vai ter mais oportunidade de vir aqui.
Ou ela achava Platão grande demais, ou pequeno demais. Ou feio demais, ou chique demais.
Minha preocupação era apenas não errar a pessoa. Afinal, todos os expoentes da Grécia Antiga se parecem.
Um erro assim custaria caro, tínhamos que evitar. Não daria para retornar a Atenas, devolver o item e solicitar o cidadão certo.
Foi tamanho o pânico na idealização do presente que deixamos para escolher nas praias de Mykonos e Santorini. Só que lá não havia nada de bustos, de pensadores, de Acrópole.
Bateu o desespero. E agora?
Recomendei que Beatriz relaxasse. Certamente localizaríamos o produto no aeroporto de Atenas.
No nosso embarque, porém, quando não mais conseguiríamos reverter a situação, não existia Platão nas prateleiras do comércio do terminal internacional.
Partimos para o Plano B: trazer qualquer coisa de Platão: chaveiro, ímã, camiseta, bloco de notas, caneta, lápis. Compramos de tudo e raciocinamos: funcionaria como o equivalente a um busto.
Não é que Beatriz esqueceu a sacola no bagageiro do avião em nossa conexão?
Arrasada com o fracasso da expedição, Beatriz não desistiu. Tentou uma última cartada: adquirir o busto de Platão pela internet, no Mercado Livre. Mentiria que era da Grécia.
Com a lupa da malandragem, ampliou imagem por imagem das ofertas. Buscava uma estátua que não tivesse o nome em português. Se possível, uma com a inscrição como em Atenas, nos artigos para turista:
"Pláton". Não precisava ser o original .
Quando finalmente chegou o pacote, ela percebeu que se tratava de um boneco de plástico, não de gesso, feito em impressora 3D, com as linhas pontilhadas no rosto. E, para piorar, estava escrito em letras garrafais: PLATÃO.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/7/26/o-cobicado-busto-de-platao
No uso do pronome "se" em "Não se deve aceitar encomenda de amigos e familiares em viagens", há um aspecto importante relacionado à colocação pronominal. Com base na análise normativa e estilística, escolha a alternativa correta.
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O cobiçado busto de Platão
Não se deve aceitar encomenda de amigos e familiares em viagens.
Jamais vai relaxar de verdade.
Em nossa estada na Grécia, minha esposa assumiu uma missão: comprar um busto em gesso do pensador Platão para sua prima Maria Dulce Reis. Doutora em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007). Acima, só o seu filho Otávio.
Beatriz não tinha como negar. Afinal, Dulce nunca pedira nada.
Em Atenas, entramos em várias lojinhas de lembranças e souvernirs locais. Eu sentia que iríamos percorrer a cidade inteira em busca do tesouro.
Eu dizia:
— Compre logo! Garanta logo! Depois não vai ter mais oportunidade de vir aqui.
Ou ela achava Platão grande demais, ou pequeno demais. Ou feio demais, ou chique demais.
Minha preocupação era apenas não errar a pessoa. Afinal, todos os expoentes da Grécia Antiga se parecem.
Um erro assim custaria caro, tínhamos que evitar. Não daria para retornar a Atenas, devolver o item e solicitar o cidadão certo.
Foi tamanho o pânico na idealização do presente que deixamos para escolher nas praias de Mykonos e Santorini. Só que lá não havia nada de bustos, de pensadores, de Acrópole.
Bateu o desespero. E agora?
Recomendei que Beatriz relaxasse. Certamente localizaríamos o produto no aeroporto de Atenas.
No nosso embarque, porém, quando não mais conseguiríamos reverter a situação, não existia Platão nas prateleiras do comércio do terminal internacional.
Partimos para o Plano B: trazer qualquer coisa de Platão: chaveiro, ímã, camiseta, bloco de notas, caneta, lápis. Compramos de tudo e raciocinamos: funcionaria como o equivalente a um busto.
Não é que Beatriz esqueceu a sacola no bagageiro do avião em nossa conexão?
Arrasada com o fracasso da expedição, Beatriz não desistiu. Tentou uma última cartada: adquirir o busto de Platão pela internet, no Mercado Livre. Mentiria que era da Grécia.
Com a lupa da malandragem, ampliou imagem por imagem das ofertas. Buscava uma estátua que não tivesse o nome em português. Se possível, uma com a inscrição como em Atenas, nos artigos para turista:
"Pláton". Não precisava ser o original .
Quando finalmente chegou o pacote, ela percebeu que se tratava de um boneco de plástico, não de gesso, feito em impressora 3D, com as linhas pontilhadas no rosto. E, para piorar, estava escrito em letras garrafais: PLATÃO.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/7/26/o-cobicado-busto-de-platao
Com base no texto "O cobiçado busto de Platão", assinale a alternativa correta sobre o comportamento dos personagens e suas implicações no desenrolar da narrativa.
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O cobiçado busto de Platão
Não se deve aceitar encomenda de amigos e familiares em viagens.
Jamais vai relaxar de verdade.
Em nossa estada na Grécia, minha esposa assumiu uma missão: comprar um busto em gesso do pensador Platão para sua prima Maria Dulce Reis. Doutora em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007). Acima, só o seu filho Otávio.
Beatriz não tinha como negar. Afinal, Dulce nunca pedira nada.
Em Atenas, entramos em várias lojinhas de lembranças e souvernirs locais. Eu sentia que iríamos percorrer a cidade inteira em busca do tesouro.
Eu dizia:
— Compre logo! Garanta logo! Depois não vai ter mais oportunidade de vir aqui.
Ou ela achava Platão grande demais, ou pequeno demais. Ou feio demais, ou chique demais.
Minha preocupação era apenas não errar a pessoa. Afinal, todos os expoentes da Grécia Antiga se parecem.
Um erro assim custaria caro, tínhamos que evitar. Não daria para retornar a Atenas, devolver o item e solicitar o cidadão certo.
Foi tamanho o pânico na idealização do presente que deixamos para escolher nas praias de Mykonos e Santorini. Só que lá não havia nada de bustos, de pensadores, de Acrópole.
Bateu o desespero. E agora?
Recomendei que Beatriz relaxasse. Certamente localizaríamos o produto no aeroporto de Atenas.
No nosso embarque, porém, quando não mais conseguiríamos reverter a situação, não existia Platão nas prateleiras do comércio do terminal internacional.
Partimos para o Plano B: trazer qualquer coisa de Platão: chaveiro, ímã, camiseta, bloco de notas, caneta, lápis. Compramos de tudo e raciocinamos: funcionaria como o equivalente a um busto.
Não é que Beatriz esqueceu a sacola no bagageiro do avião em nossa conexão?
Arrasada com o fracasso da expedição, Beatriz não desistiu. Tentou uma última cartada: adquirir o busto de Platão pela internet, no Mercado Livre. Mentiria que era da Grécia.
Com a lupa da malandragem, ampliou imagem por imagem das ofertas. Buscava uma estátua que não tivesse o nome em português. Se possível, uma com a inscrição como em Atenas, nos artigos para turista:
"Pláton". Não precisava ser o original .
Quando finalmente chegou o pacote, ela percebeu que se tratava de um boneco de plástico, não de gesso, feito em impressora 3D, com as linhas pontilhadas no rosto. E, para piorar, estava escrito em letras garrafais: PLATÃO.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/7/26/o-cobicado-busto-de-platao
No trecho "Não se deve aceitar encomenda de amigos e familiares em viagens", o pronome "se" tem uma função específica no contexto sintático e semântico da frase. Assinale a alternativa que identifica corretamente essa função e seu impacto na construção do sentido.
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O cobiçado busto de Platão
Não se deve aceitar encomenda de amigos e familiares em viagens.
Jamais vai relaxar de verdade.
Em nossa estada na Grécia, minha esposa assumiu uma missão: comprar um busto em gesso do pensador Platão para sua prima Maria Dulce Reis. Doutora em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007). Acima, só o seu filho Otávio.
Beatriz não tinha como negar. Afinal, Dulce nunca pedira nada.
Em Atenas, entramos em várias lojinhas de lembranças e souvernirs locais. Eu sentia que iríamos percorrer a cidade inteira em busca do tesouro.
Eu dizia:
— Compre logo! Garanta logo! Depois não vai ter mais oportunidade de vir aqui.
Ou ela achava Platão grande demais, ou pequeno demais. Ou feio demais, ou chique demais.
Minha preocupação era apenas não errar a pessoa. Afinal, todos os expoentes da Grécia Antiga se parecem.
Um erro assim custaria caro, tínhamos que evitar. Não daria para retornar a Atenas, devolver o item e solicitar o cidadão certo.
Foi tamanho o pânico na idealização do presente que deixamos para escolher nas praias de Mykonos e Santorini. Só que lá não havia nada de bustos, de pensadores, de Acrópole.
Bateu o desespero. E agora?
Recomendei que Beatriz relaxasse. Certamente localizaríamos o produto no aeroporto de Atenas.
No nosso embarque, porém, quando não mais conseguiríamos reverter a situação, não existia Platão nas prateleiras do comércio do terminal internacional.
Partimos para o Plano B: trazer qualquer coisa de Platão: chaveiro, ímã, camiseta, bloco de notas, caneta, lápis. Compramos de tudo e raciocinamos: funcionaria como o equivalente a um busto.
Não é que Beatriz esqueceu a sacola no bagageiro do avião em nossa conexão?
Arrasada com o fracasso da expedição, Beatriz não desistiu. Tentou uma última cartada: adquirir o busto de Platão pela internet, no Mercado Livre. Mentiria que era da Grécia.
Com a lupa da malandragem, ampliou imagem por imagem das ofertas. Buscava uma estátua que não tivesse o nome em português. Se possível, uma com a inscrição como em Atenas, nos artigos para turista:
"Pláton". Não precisava ser o original .
Quando finalmente chegou o pacote, ela percebeu que se tratava de um boneco de plástico, não de gesso, feito em impressora 3D, com as linhas pontilhadas no rosto. E, para piorar, estava escrito em letras garrafais: PLATÃO.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/7/26/o-cobicado-busto-de-platao
No texto de Fabrício Carpinejar, o termo "que" é utilizado com diferentes funções em várias frases. Assinale a alternativa em que o "que" desempenha a mesma função gramatical que na frase.
"Foi tamanho o pânico na idealização do presente QUE deixamos para escolher nas praias de Mykonos e Santorini."
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O cobiçado busto de Platão
Não se deve aceitar encomenda de amigos e familiares em viagens.
Jamais vai relaxar de verdade.
Em nossa estada na Grécia, minha esposa assumiu uma missão: comprar um busto em gesso do pensador Platão para sua prima Maria Dulce Reis. Doutora em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007). Acima, só o seu filho Otávio.
Beatriz não tinha como negar. Afinal, Dulce nunca pedira nada.
Em Atenas, entramos em várias lojinhas de lembranças e souvernirs locais. Eu sentia que iríamos percorrer a cidade inteira em busca do tesouro.
Eu dizia:
— Compre logo! Garanta logo! Depois não vai ter mais oportunidade de vir aqui. Ou ela achava Platão grande demais, ou pequeno demais.
Ou feio demais, ou chique demais.
Minha preocupação era apenas não errar a pessoa. Afinal, todos os expoentes da Grécia Antiga se parecem.
Um erro assim custaria caro, tínhamos que evitar. Não daria para retornar a Atenas, devolver o item e solicitar o cidadão certo.
Foi tamanho o pânico na idealização do presente que deixamos para escolher nas praias de Mykonos e Santorini. Só que lá não havia nada de bustos, de pensadores, de Acrópole.
Bateu o desespero. E agora?
Recomendei que Beatriz relaxasse. Certamente localizaríamos o produto no aeroporto de Atenas.
No nosso embarque, porém, quando não mais conseguiríamos reverter a situação, não existia Platão nas prateleiras do comércio do terminal internacional.
Partimos para o Plano B: trazer qualquer coisa de Platão: chaveiro, ímã, camiseta, bloco de notas, caneta, lápis. Compramos de tudo e raciocinamos: funcionaria como o equivalente a um busto.
Não é que Beatriz esqueceu a sacola no bagageiro do avião em nossa conexão?
Arrasada com o fracasso da expedição, Beatriz não desistiu. Tentou uma última cartada: adquirir o busto de Platão pela internet, no Mercado Livre. Mentiria que era da Grécia.
Com a lupa da malandragem, ampliou imagem por imagem das ofertas. Buscava uma estátua que não tivesse o nome em português. Se possível, uma com a inscrição como em Atenas, nos artigos para turista:
"Pláton". Não precisava ser o original .
Quando finalmente chegou o pacote, ela percebeu que se tratava de um boneco de plástico, não de gesso, feito em impressora 3D, com as linhas pontilhadas no rosto. E, para piorar, estava escrito em letras garrafais: PLATÃO.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/7/26/o-cobicado-busto-de-platao
Assinale a alternativa que apresenta uma frase cuja vírgula é de uso facultativo.
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O cobiçado busto de Platão
Não se deve aceitar encomenda de amigos e familiares em viagens.
Jamais vai relaxar de verdade.
Em nossa estada na Grécia, minha esposa assumiu uma missão: comprar um busto em gesso do pensador Platão para sua prima Maria Dulce Reis. Doutora em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007). Acima, só o seu filho Otávio.
Beatriz não tinha como negar. Afinal, Dulce nunca pedira nada.
Em Atenas, entramos em várias lojinhas de lembranças e souvernirs locais. Eu sentia que iríamos percorrer a cidade inteira em busca do tesouro.
Eu dizia:
— Compre logo! Garanta logo! Depois não vai ter mais oportunidade de vir aqui.
Ou ela achava Platão grande demais, ou pequeno demais. Ou feio demais, ou chique demais.
Minha preocupação era apenas não errar a pessoa. Afinal, todos os expoentes da Grécia Antiga se parecem.
Um erro assim custaria caro, tínhamos que evitar. Não daria para retornar a Atenas, devolver o item e solicitar o cidadão certo.
Foi tamanho o pânico na idealização do presente que deixamos para escolher nas praias de Mykonos e Santorini. Só que lá não havia nada de bustos, de pensadores, de Acrópole.
Bateu o desespero. E agora?
Recomendei que Beatriz relaxasse. Certamente localizaríamos o produto no aeroporto de Atenas.
No nosso embarque, porém, quando não mais conseguiríamos reverter a situação, não existia Platão nas prateleiras do comércio do terminal internacional.
Partimos para o Plano B: trazer qualquer coisa de Platão: chaveiro, ímã, camiseta, bloco de notas, caneta, lápis. Compramos de tudo e raciocinamos: funcionaria como o equivalente a um busto.
Não é que Beatriz esqueceu a sacola no bagageiro do avião em nossa conexão?
Arrasada com o fracasso da expedição, Beatriz não desistiu. Tentou uma última cartada: adquirir o busto de Platão pela internet, no Mercado Livre. Mentiria que era da Grécia.
Com a lupa da malandragem, ampliou imagem por imagem das ofertas. Buscava uma estátua que não tivesse o nome em português. Se possível, uma com a inscrição como em Atenas, nos artigos para turista:
"Pláton". Não precisava ser o original .
Quando finalmente chegou o pacote, ela percebeu que se tratava de um boneco de plástico, não de gesso, feito em impressora 3D, com as linhas pontilhadas no rosto. E, para piorar, estava escrito em letras garrafais: PLATÃO.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/7/26/o-cobicado-busto-de-platao
Com base no texto "O cobiçado busto de Platão", assinale a alternativa em que o uso das palavras destacadas NÃO está em conformidade com as regras de concordância nominal da norma padrão.
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Uma fábrica de brinquedos artesanais produz carrinhos e calcula o custo de produção com base na função do primeiro grau C(x) = 20x + 5000, onde 20x representa o custo variável por carrinho e R$ 5.000,00 é o custo fixo mensal da fábrica. Sabendo que cada carrinho é vendido por R$ 45,00, quantos, no mínimo, precisam ser vendidos em um mês para que o faturamento cubra o custo?
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Pedro foi a uma loja de eletrodomésticos e encontrou a TV que queria com desconto 5% sobre o preço original que era de R$ 3.250,00, mas o vendedor é seu amigo e disse para ele esperar, pois na semana seguinte ela terá um desconto de 6% em cima do valor promocional daquele dia. Quanto Pedro pagará pela TV se deixar para comprar na outra semana?
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O servidor público municipal de Bebedouro solicitou licença para tratar de interesses particulares. Segundo o Estatuto dos Servidores Municipais, a concessão dessa licença:
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