Foram encontradas 40 questões.
930990
Ano: 2012
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFC
Orgão: Câm. Beberibe-CE
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFC
Orgão: Câm. Beberibe-CE
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O almoxarifado é uma ação relacionada à guarda e movimentação de materiais diversos e seu uso correto auxilia no alcance da eficiência de operações e de resultados organizacionais. Sobre o almoxarifado, assinale a alternativa correta.
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TEXTO
Acredite no conhecimento
“Vivemos numa era em que a informação é abundante como em nunca outra”. Taí um dos clichês mais repetidos na atualidade(a). Tão repetido que Eric Schmidt, ex-CEO do Google, até o transformou em número: a cada 48 horas, produzimos 5 bilhões de gigabytes. E isso é mais do que tudo que foi criado entre o começo do mundo e 2003. Uau. Muito bacana(b). Mas e daí? Daí que a realidade é um pouco diferente. Sim, vivemos numa era de abundância. Mas informação é uma coisa. Conhecimento é outra. Uma está para a outra como o tijolo está para a casa. Uma pilha de tijolos tem potencial para fazer maravilhas. Mas sozinha ela é só uma pilha.
Eis então um dos grandes desafios (e oportunidades) que temos adiante: transformar esses milhares de blocos, esses 5 bilhões de gigabytes de tijolos, em algo útil. Dá uma trabalheira, mas aqui, na Super, a gente se esforça para fazer nossa parte. Misturar cimento, construir as paredes, mostrar o contexto das coisas, dar sentido a elas, enfim, transformar informações em conhecimento. A gente se dedica obsessivamente a essa missão(c). Queremos mostrar, por exemplo, que não há previsão de fim de mundo no calendário maia. Essa é apenas uma das informações inúteis que somam no cálculo de Eric Schmidt. E que, maias ou não maias, o importante mesmo é entender que este planeta tem prazo de validade. É só uma questão de saber como ele vai desaparecer. Ou melhor: no que ele se transformará(d). Para descobrir é preciso investigar o sistema solar, a atmosfera, o interior do planeta, o ser humano. Essa busca é o tema da reportagem de capa. Um belo exemplo de quantos tijolos precisamos juntar para construir o conhecimento.(e)
Acredite no conhecimento. Levamos a ideia tão a sério que lançamos um curta-metragem com esse título no YouTube. Sucesso: mais de 320 mil pessoas assistiram em menos de um mês. É simplesmente o melhor viral do Brasil em 2011. Não viu? É só ir para abr.io/1WzP.
Um abraço.
SÉRGIO GWERCMAN, Diretor de Redação.
GWERCMAN, Sérgio. Acredite no conhecimento. Superinteressante. São Paulo, nº 298, p.10, Dez/2011.
Pela consideração do contexto, interpretamos que o autor revela ironia no seguinte trecho
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TEXTO
Acredite no conhecimento
“Vivemos numa era em que a informação é abundante como em nunca outra”. Taí um dos clichês mais repetidos na atualidade. Tão repetido que Eric Schmidt, ex-CEO do Google, até o transformou em número: a cada 48 horas, produzimos 5 bilhões de gigabytes. E isso é mais do que tudo que foi criado entre o começo do mundo e 2003. Uau. Muito bacana. Mas e daí? Daí que a realidade é um pouco diferente. Sim, vivemos numa era de abundância. Mas informação é uma coisa. Conhecimento é outra. Uma está para a outra como o tijolo está para a casa. Uma pilha de tijolos tem potencial para fazer maravilhas. Mas sozinha ela é só uma pilha.
Eis então um dos grandes desafios (e oportunidades) que temos adiante: transformar esses milhares de blocos, esses 5 bilhões de gigabytes de tijolos, em algo útil. Dá uma trabalheira, mas aqui, na Super, a gente se esforça para fazer nossa parte. Misturar cimento, construir as paredes, mostrar o contexto das coisas, dar sentido a elas, enfim, transformar informações em conhecimento. A gente se dedica obsessivamente a essa missão. Queremos mostrar, por exemplo, que não há previsão de fim de mundo no calendário maia. Essa é apenas uma das informações inúteis que somam no cálculo de Eric Schmidt. E que, maias ou não maias, o importante mesmo é entender que este planeta tem prazo de validade. É só uma questão de saber como ele vai desaparecer. Ou melhor: no que ele se transformará. Para descobrir é preciso investigar o sistema solar, a atmosfera, o interior do planeta, o ser humano. Essa busca é o tema da reportagem de capa. Um belo exemplo de quantos tijolos precisamos juntar para construir o conhecimento.
Acredite no conhecimento. Levamos a ideia tão a sério que lançamos um curta-metragem com esse título no YouTube. Sucesso: mais de 320 mil pessoas assistiram em menos de um mês. É simplesmente o melhor viral do Brasil em 2011. Não viu? É só ir para abr.io/1WzP.
Um abraço.
SÉRGIO GWERCMAN, Diretor de Redação.
GWERCMAN, Sérgio. Acredite no conhecimento. Superinteressante. São Paulo, nº 298, p.10, Dez/2011.
Com a leitura do texto, depreendemos que a ideia principal é a seguinte:
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A gestão de pessoas é área da administração que cuida do capital humano e sua relação com as práticas organizacionais. Sobre a gestão de pessoas, assinale a alternativa correta.
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No mundo atual a responsabilidade social recebe muita atenção por parte da sociedade, o que reflete nas organizações, que precisam agir levando isto em consideração. Sobre a responsabilidade social, assinale a alternativa correta.
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A licitação é um dos principais instrumentos utilizados no âmbito público para garantir uma prestação de serviço ético e eficiente. Sobre a licitação é correto afirmar:
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TEXTO
Acredite no conhecimento
“Vivemos numa era em que a informação é abundante como em nunca outra”. Taí um dos clichês mais repetidos na atualidade. Tão repetido que Eric Schmidt, ex-CEO do Google, até o transformou em número: a cada 48 horas, produzimos 5 bilhões de gigabytes. E isso é mais do que tudo que foi criado entre o começo do mundo e 2003. Uau. Muito bacana. Mas e daí? Daí que a realidade é um pouco diferente. Sim, vivemos numa era de abundância. Mas informação é uma coisa. Conhecimento é outra. Uma está para a outra como o tijolo está para a casa. Uma pilha de tijolos tem potencial para fazer maravilhas. Mas sozinha ela é só uma pilha.
Eis então um dos grandes desafios (e oportunidades) que temos adiante: transformar esses milhares de blocos, esses 5 bilhões de gigabytes de tijolos, em algo útil. Dá uma trabalheira, mas aqui, na Super, a gente se esforça para fazer nossa parte. Misturar cimento, construir as paredes, mostrar o contexto das coisas, dar sentido a elas, enfim, transformar informações em conhecimento. A gente se dedica obsessivamente a essa missão. Queremos mostrar, por exemplo, que não há previsão de fim de mundo no calendário maia. Essa é apenas uma das informações inúteis que somam no cálculo de Eric Schmidt. E que, maias ou não maias, o importante mesmo é entender que este planeta tem prazo de validade. É só uma questão de saber como ele vai desaparecer. Ou melhor: no que ele se transformará. Para descobrir é preciso investigar o sistema solar, a atmosfera, o interior do planeta, o ser humano. Essa busca é o tema da reportagem de capa. Um belo exemplo de quantos tijolos precisamos juntar para construir o conhecimento.
Acredite no conhecimento. Levamos a ideia tão a sério que lançamos um curta-metragem com esse título no YouTube. Sucesso: mais de 320 mil pessoas assistiram em menos de um mês. É simplesmente o melhor viral do Brasil em 2011. Não viu? É só ir para abr.io/1WzP.
Um abraço.
SÉRGIO GWERCMAN, Diretor de Redação.
GWERCMAN, Sérgio. Acredite no conhecimento. Superinteressante. São Paulo, nº 298, p.10, Dez/2011.
Em: “A gente se dedica obsessivamente a essa missão.”, o termo em destaque exerce a função sintática de:
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Acredite no conhecimento
“Vivemos numa era em que a informação é abundante como em nunca outra”. Taí um dos clichês mais repetidos na atualidade. Tão repetido que Eric Schmidt, ex-CEO do Google, até o transformou em número: a cada 48 horas, produzimos 5 bilhões de gigabytes. E isso é mais do que tudo que foi criado entre o começo do mundo e 2003. Uau. Muito bacana. Mas e daí? Daí que a realidade é um pouco diferente. Sim, vivemos numa era de abundância. Mas informação é uma coisa. Conhecimento é outra. Uma está para a outra como o tijolo está para a casa. Uma pilha de tijolos tem potencial para fazer maravilhas. Mas sozinha ela é só uma pilha.
Eis então um dos grandes desafios (e oportunidades) que temos adiante: transformar esses milhares de blocos, esses 5 bilhões de gigabytes de tijolos, em algo útil. Dá uma trabalheira, mas aqui, na Super, a gente se esforça para fazer nossa parte. Misturar cimento, construir as paredes, mostrar o contexto das coisas, dar sentido a elas, enfim, transformar informações em conhecimento. A gente se dedica obsessivamente a essa missão. Queremos mostrar, por exemplo, que não há previsão de fim de mundo no calendário maia. Essa é apenas uma das informações inúteis que somam no cálculo de Eric Schmidt. E que, maias ou não maias, o importante mesmo é entender que este planeta tem prazo de validade. É só uma questão de saber como ele vai desaparecer. Ou melhor: no que ele se transformará. Para descobrir é preciso investigar o sistema solar, a atmosfera, o interior do planeta, o ser humano. Essa busca é o tema da reportagem de capa. Um belo exemplo de quantos tijolos precisamos juntar para construir o conhecimento.
Acredite no conhecimento. Levamos a ideia tão a sério que lançamos um curta-metragem com esse título no YouTube. Sucesso: mais de 320 mil pessoas assistiram em menos de um mês. É simplesmente o melhor viral do Brasil em 2011. Não viu? É só ir para abr.io/1WzP.
Um abraço.
SÉRGIO GWERCMAN, Diretor de Redação.
GWERCMAN, Sérgio. Acredite no conhecimento. Superinteressante. São Paulo, nº 298, p.10, Dez/2011.
Em: “...o importante mesmo é entender que este planeta tem prazo de validade.”, a expressão em destaque significa tempo para:
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Nos órgãos governamentais, os servidores têm como uma de suas atribuições o atendimento ao público.
Sobre as condições e aplicações do atendimento ao cidadão por parte do servidor público é correto afirmar:
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“Vivemos numa era em que a informação é abundante como em nunca outra”. Taí um dos clichês mais repetidos na atualidade. Tão repetido que Eric Schmidt, ex-CEO do Google, até o transformou em número: a cada 48 horas, produzimos 5 bilhões de gigabytes. E isso é mais do que tudo que foi criado entre o começo do mundo e 2003. Uau. Muito bacana. Mas e daí? Daí que a realidade é um pouco diferente. Sim, vivemos numa era de abundância. Mas informação é uma coisa. Conhecimento é outra. Uma está para a outra como o tijolo está para a casa. Uma pilha de tijolos tem potencial para fazer maravilhas. Mas sozinha ela é só uma pilha.
Eis então um dos grandes desafios (e oportunidades) que temos adiante: transformar esses milhares de blocos, esses 5 bilhões de gigabytes de tijolos, em algo útil. Dá uma trabalheira, mas aqui, na Super, a gente se esforça para fazer nossa parte. Misturar cimento, construir as paredes, mostrar o contexto das coisas, dar sentido a elas, enfim, transformar informações em conhecimento. A gente se dedica obsessivamente a essa missão. Queremos mostrar, por exemplo, que não há previsão de fim de mundo no calendário maia. Essa é apenas uma das informações inúteis que somam no cálculo de Eric Schmidt. E que, maias ou não maias, o importante mesmo é entender que este planeta tem prazo de validade. É só uma questão de saber como ele vai desaparecer. Ou melhor: no que ele se transformará. Para descobrir é preciso investigar o sistema solar, a atmosfera, o interior do planeta, o ser humano. Essa busca é o tema da reportagem de capa. Um belo exemplo de quantos tijolos precisamos juntar para construir o conhecimento.
Acredite no conhecimento. Levamos a ideia tão a sério que lançamos um curta-metragem com esse título no YouTube. Sucesso: mais de 320 mil pessoas assistiram em menos de um mês. É simplesmente o melhor viral do Brasil em 2011. Não viu? É só ir para abr.io/1WzP.
Um abraço.
SÉRGIO GWERCMAN, Diretor de Redação.
GWERCMAN, Sérgio. Acredite no conhecimento. Superinteressante. São Paulo, nº 298, p.10, Dez/2011.
Ao afirmar “Essa é apenas uma das informações inúteis que somam no cálculo de Eric Schmidt.”, o pronome em destaque remete ao seguinte conteúdo do texto:
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