Foram encontradas 230 questões.
A concordância apresenta casos que exigem atenção
especial. Analise as afirmativas abaixo, que tratam
desses casos específicos de concordância:
I. Na frase "Tudo eram lembranças distantes daquele tempo", o verbo ser está incorreto, pois quando o sujeito é "tudo", o verbo deve concordar obrigatoriamente com o sujeito, permanecendo no singular.
II. Em "Há muitos anos não visito minha cidade natal", o verbo haver está empregado de forma correta, pois está no sentido de tempo decorrido, devendo permanecer na 3ª pessoa do singular.
III. Na construção "Devem existir razões para essa decisão", a concordância está adequada, pois o verbo existir concorda com o sujeito "razões".
IV. Na frase "Haja vistas as pesquisas realizadas", há erro gramatical, pois a forma correta é manter "vista" no singular, independentemente da flexão verbal.
Assinale a alternativa que indica quais afirmativas são verdadeiras:
I. Na frase "Tudo eram lembranças distantes daquele tempo", o verbo ser está incorreto, pois quando o sujeito é "tudo", o verbo deve concordar obrigatoriamente com o sujeito, permanecendo no singular.
II. Em "Há muitos anos não visito minha cidade natal", o verbo haver está empregado de forma correta, pois está no sentido de tempo decorrido, devendo permanecer na 3ª pessoa do singular.
III. Na construção "Devem existir razões para essa decisão", a concordância está adequada, pois o verbo existir concorda com o sujeito "razões".
IV. Na frase "Haja vistas as pesquisas realizadas", há erro gramatical, pois a forma correta é manter "vista" no singular, independentemente da flexão verbal.
Assinale a alternativa que indica quais afirmativas são verdadeiras:
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Mais de 170 mil brasileiros vivem em diálise por doença
renal crônica
A doença renal crônica (DRC) é um dos maiores
desafios de saúde pública no Brasil e no mundo.
Caracterizada pela perda lenta e progressiva da função
dos rins, a condição pode evoluir silenciosamente por
meses ou anos, o que dificulta o diagnóstico precoce e
aumenta o risco de complicações. Estima-se que mais
de 10% da população mundial tenha algum grau de
doença renal crônica, o que equivale a cerca de 850
milhões de pessoas.
No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia
(SBN), mais de 170 mil pessoas estão atualmente em
diálise, número que cresce ano após ano. O dado é
ainda mais preocupante porque apenas uma fração dos
pacientes com insuficiência renal consegue receber
diagnóstico ou acompanhamento adequados.
Os principais fatores que impulsionam o aumento da
DRC são o diabetes, a hipertensão arterial e a obesidade
— condições que também estão em ascensão no país.
Além disso, o sedentarismo, a má alimentação e o
envelhecimento populacional contribuem para o avanço
da doença.
Muitos pacientes só descobrem o problema em fases
avançadas, quando já apresentam sintomas como
inchaço nas pernas, anemia, fadiga, alterações urinárias
e pressão arterial difícil de controlar. Nessa etapa, as
opções de tratamento são mais limitadas e incluem
hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante de rim. O
impacto é expressivo tanto na vida do paciente, que
precisa se adaptar a uma rotina de sessões frequentes
de diálise, quanto no sistema de saúde, que arca com
custos elevados do tratamento contínuo. No Brasil,
estima-se que a diálise consuma bilhões de reais por ano
do orçamento público, reforçando a importância da
prevenção.
A boa notícia é que a progressão da doença renal
crônica pode ser retardada quando o diagnóstico é feito
em fase precoce. Um exame simples de sangue, que
mede a creatinina, e um exame de urina são suficientes
para identificar precocemente a doença. Campanhas de
rastreamento em populações de risco, como diabéticos e
hipertensos, têm se mostrado estratégias eficazes para
detectar o problema antes que chegue a estágios
críticos.
Nos últimos anos, novos medicamentos também têm
ajudado a retardar a progressão da doença. Entre eles
estão os inibidores de SGLT2, originalmente
desenvolvidos para o tratamento do diabetes, mas que
demonstraram benefícios significativos na proteção da
função renal e na redução de eventos cardiovasculares.
Essa integração entre o cuidado metabólico, o controle
da pressão arterial e a atenção ao peso corporal adequado é essencial para reduzir a carga da doença.
A prevenção ainda é a melhor estratégia. Evitar
automedicação, reduzir o consumo de sal e
ultraprocessados e manter um estilo de vida saudável
são medidas simples que podem preservar a função dos
rins. O crescimento expressivo do número de pacientes
em diálise serve como alerta: a estimativa é que, nas
próximas duas décadas, a DRC pode se tornar uma das
cinco principais causas de morte no mundo.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mais-de-170-mil-brasileiros-vivemem-dialise-por-doenca-renal-cronica/#goog_rewarded
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Mais de 170 mil brasileiros vivem em diálise por doença
renal crônica
A doença renal crônica (DRC) é um dos maiores
desafios de saúde pública no Brasil e no mundo.
Caracterizada pela perda lenta e progressiva da função
dos rins, a condição pode evoluir silenciosamente por
meses ou anos, o que dificulta o diagnóstico precoce e
aumenta o risco de complicações. Estima-se que mais
de 10% da população mundial tenha algum grau de
doença renal crônica, o que equivale a cerca de 850
milhões de pessoas.
No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia
(SBN), mais de 170 mil pessoas estão atualmente em
diálise, número que cresce ano após ano. O dado é
ainda mais preocupante porque apenas uma fração dos
pacientes com insuficiência renal consegue receber
diagnóstico ou acompanhamento adequados.
Os principais fatores que impulsionam o aumento da
DRC são o diabetes, a hipertensão arterial e a obesidade
— condições que também estão em ascensão no país.
Além disso, o sedentarismo, a má alimentação e o
envelhecimento populacional contribuem para o avanço
da doença.
Muitos pacientes só descobrem o problema em fases
avançadas, quando já apresentam sintomas como
inchaço nas pernas, anemia, fadiga, alterações urinárias
e pressão arterial difícil de controlar. Nessa etapa, as
opções de tratamento são mais limitadas e incluem
hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante de rim. O
impacto é expressivo tanto na vida do paciente, que
precisa se adaptar a uma rotina de sessões frequentes
de diálise, quanto no sistema de saúde, que arca com
custos elevados do tratamento contínuo. No Brasil,
estima-se que a diálise consuma bilhões de reais por ano
do orçamento público, reforçando a importância da
prevenção.
A boa notícia é que a progressão da doença renal
crônica pode ser retardada quando o diagnóstico é feito
em fase precoce. Um exame simples de sangue, que
mede a creatinina, e um exame de urina são suficientes
para identificar precocemente a doença. Campanhas de
rastreamento em populações de risco, como diabéticos e
hipertensos, têm se mostrado estratégias eficazes para
detectar o problema antes que chegue a estágios
críticos.
Nos últimos anos, novos medicamentos também têm
ajudado a retardar a progressão da doença. Entre eles
estão os inibidores de SGLT2, originalmente
desenvolvidos para o tratamento do diabetes, mas que
demonstraram benefícios significativos na proteção da
função renal e na redução de eventos cardiovasculares.
Essa integração entre o cuidado metabólico, o controle
da pressão arterial e a atenção ao peso corporal adequado é essencial para reduzir a carga da doença.
A prevenção ainda é a melhor estratégia. Evitar
automedicação, reduzir o consumo de sal e
ultraprocessados e manter um estilo de vida saudável
são medidas simples que podem preservar a função dos
rins. O crescimento expressivo do número de pacientes
em diálise serve como alerta: a estimativa é que, nas
próximas duas décadas, a DRC pode se tornar uma das
cinco principais causas de morte no mundo.
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renal crônica
A doença renal crônica (DRC) é um dos maiores
desafios de saúde pública no Brasil e no mundo.
Caracterizada pela perda lenta e progressiva da função
dos rins, a condição pode evoluir silenciosamente por
meses ou anos, o que dificulta o diagnóstico precoce e
aumenta o risco de complicações. Estima-se que mais
de 10% da população mundial tenha algum grau de
doença renal crônica, o que equivale a cerca de 850
milhões de pessoas.
No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia
(SBN), mais de 170 mil pessoas estão atualmente em
diálise, número que cresce ano após ano. O dado é
ainda mais preocupante porque apenas uma fração dos
pacientes com insuficiência renal consegue receber
diagnóstico ou acompanhamento adequados.
Os principais fatores que impulsionam o aumento da
DRC são o diabetes, a hipertensão arterial e a obesidade
— condições que também estão em ascensão no país.
Além disso, o sedentarismo, a má alimentação e o
envelhecimento populacional contribuem para o avanço
da doença.
Muitos pacientes só descobrem o problema em fases
avançadas, quando já apresentam sintomas como
inchaço nas pernas, anemia, fadiga, alterações urinárias
e pressão arterial difícil de controlar. Nessa etapa, as
opções de tratamento são mais limitadas e incluem
hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante de rim. O
impacto é expressivo tanto na vida do paciente, que
precisa se adaptar a uma rotina de sessões frequentes
de diálise, quanto no sistema de saúde, que arca com
custos elevados do tratamento contínuo. No Brasil,
estima-se que a diálise consuma bilhões de reais por ano
do orçamento público, reforçando a importância da
prevenção.
A boa notícia é que a progressão da doença renal
crônica pode ser retardada quando o diagnóstico é feito
em fase precoce. Um exame simples de sangue, que
mede a creatinina, e um exame de urina são suficientes
para identificar precocemente a doença. Campanhas de
rastreamento em populações de risco, como diabéticos e
hipertensos, têm se mostrado estratégias eficazes para
detectar o problema antes que chegue a estágios
críticos.
Nos últimos anos, novos medicamentos também têm
ajudado a retardar a progressão da doença. Entre eles
estão os inibidores de SGLT2, originalmente
desenvolvidos para o tratamento do diabetes, mas que
demonstraram benefícios significativos na proteção da
função renal e na redução de eventos cardiovasculares.
Essa integração entre o cuidado metabólico, o controle
da pressão arterial e a atenção ao peso corporal adequado é essencial para reduzir a carga da doença.
A prevenção ainda é a melhor estratégia. Evitar
automedicação, reduzir o consumo de sal e
ultraprocessados e manter um estilo de vida saudável
são medidas simples que podem preservar a função dos
rins. O crescimento expressivo do número de pacientes
em diálise serve como alerta: a estimativa é que, nas
próximas duas décadas, a DRC pode se tornar uma das
cinco principais causas de morte no mundo.
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Um carpete da instituição apresentou uma mancha e foi
necessário retirá-la, para isso, existe um procedimento
padrão, ordene-o:
1. Pulverizar o produto tira-manchas diretamente sobre as manchas.
2. Após a remoção das manchas, aspirar novamente o carpete.
3. Aspirar o local da mancha.
4. Esfregar o pano de limpeza sobre o carpete, das extremidades para o centro da mancha.
5. Dobrar o pano para trabalhar sempre com o lado limpo e substituir sempre que necessário.
Assinale a alternativa com a ordem CORRETA das etapas.
1. Pulverizar o produto tira-manchas diretamente sobre as manchas.
2. Após a remoção das manchas, aspirar novamente o carpete.
3. Aspirar o local da mancha.
4. Esfregar o pano de limpeza sobre o carpete, das extremidades para o centro da mancha.
5. Dobrar o pano para trabalhar sempre com o lado limpo e substituir sempre que necessário.
Assinale a alternativa com a ordem CORRETA das etapas.
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A limpeza das áreas em geral é essencial para manter a
ordem, a higiene e o bem-estar nos ambientes, além de
contribuir para o aumento da produtividade nas
instituições. Para isso, é necessário que o Auxiliar de
Serviços Gerais conheça os procedimentos adequados
de limpeza. Diante desse contexto, assinale a alternativa
CORRETA.
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3984798
Ano: 2025
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
Provas:
Mateus é Auxiliar de Serviços Gerais e foi designado
para realizar a limpeza de portas. A seguir, são
apresentados alguns materiais que podem ser utilizados
nesse serviço. Assinale a alternativa que indica o
material CORRETO a ser usado por ele.
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3984797
Ano: 2025
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
Provas:
No quesito segurança, um equipamento é indispensável
ao profissional Auxiliar de Serviços Gerais durante a
realização da limpeza por varrição úmida, pois existe o
risco de pequenos acidentes, como escorregões de
colaboradores ou transeuntes. Considerando as normas
de segurança coletiva, identifique, entre os exemplos
abaixo, qual representa o uso correto do equipamento de
segurança. Assinale a alternativa CORRETA.
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No caso das áreas externas não pavimentadas, como
jardins ou gramados, é necessário realizar a manutenção
adequada dessas regiões. Entre os procedimentos
possíveis, assinale a alternativa CORRETA.
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Ao finalizar o trabalho de limpeza do piso, o Auxiliar de
Serviços Gerais deve realizar uma vistoria para verificar
a eficácia do serviço executado. Nesse momento, é
importante observar se o resultado está de acordo com
os padrões de qualidade esperados. Diante disso,
assinale a alternativa CORRETA.
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