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Foram encontradas 230 questões.

3984804 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
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A concordância apresenta casos que exigem atenção especial. Analise as afirmativas abaixo, que tratam desses casos específicos de concordância:

I. Na frase "Tudo eram lembranças distantes daquele tempo", o verbo ser está incorreto, pois quando o sujeito é "tudo", o verbo deve concordar obrigatoriamente com o sujeito, permanecendo no singular.
II. Em "Há muitos anos não visito minha cidade natal", o verbo haver está empregado de forma correta, pois está no sentido de tempo decorrido, devendo permanecer na 3ª pessoa do singular.
III. Na construção "Devem existir razões para essa decisão", a concordância está adequada, pois o verbo existir concorda com o sujeito "razões".
IV. Na frase "Haja vistas as pesquisas realizadas", há erro gramatical, pois a forma correta é manter "vista" no singular, independentemente da flexão verbal.

Assinale a alternativa que indica quais afirmativas são verdadeiras:
 

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3984803 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
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Mais de 170 mil brasileiros vivem em diálise por doença renal crônica
A doença renal crônica (DRC) é um dos maiores desafios de saúde pública no Brasil e no mundo. Caracterizada pela perda lenta e progressiva da função dos rins, a condição pode evoluir silenciosamente por meses ou anos, o que dificulta o diagnóstico precoce e aumenta o risco de complicações. Estima-se que mais de 10% da população mundial tenha algum grau de doença renal crônica, o que equivale a cerca de 850 milhões de pessoas.
No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), mais de 170 mil pessoas estão atualmente em diálise, número que cresce ano após ano. O dado é ainda mais preocupante porque apenas uma fração dos pacientes com insuficiência renal consegue receber diagnóstico ou acompanhamento adequados.
Os principais fatores que impulsionam o aumento da DRC são o diabetes, a hipertensão arterial e a obesidade — condições que também estão em ascensão no país. Além disso, o sedentarismo, a má alimentação e o envelhecimento populacional contribuem para o avanço da doença.
Muitos pacientes só descobrem o problema em fases avançadas, quando já apresentam sintomas como inchaço nas pernas, anemia, fadiga, alterações urinárias e pressão arterial difícil de controlar. Nessa etapa, as opções de tratamento são mais limitadas e incluem hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante de rim. O impacto é expressivo tanto na vida do paciente, que precisa se adaptar a uma rotina de sessões frequentes de diálise, quanto no sistema de saúde, que arca com custos elevados do tratamento contínuo. No Brasil, estima-se que a diálise consuma bilhões de reais por ano do orçamento público, reforçando a importância da prevenção.
A boa notícia é que a progressão da doença renal crônica pode ser retardada quando o diagnóstico é feito em fase precoce. Um exame simples de sangue, que mede a creatinina, e um exame de urina são suficientes para identificar precocemente a doença. Campanhas de rastreamento em populações de risco, como diabéticos e hipertensos, têm se mostrado estratégias eficazes para detectar o problema antes que chegue a estágios críticos.
Nos últimos anos, novos medicamentos também têm ajudado a retardar a progressão da doença. Entre eles estão os inibidores de SGLT2, originalmente desenvolvidos para o tratamento do diabetes, mas que demonstraram benefícios significativos na proteção da função renal e na redução de eventos cardiovasculares. Essa integração entre o cuidado metabólico, o controle da pressão arterial e a atenção ao peso corporal adequado é essencial para reduzir a carga da doença.
A prevenção ainda é a melhor estratégia. Evitar automedicação, reduzir o consumo de sal e ultraprocessados e manter um estilo de vida saudável são medidas simples que podem preservar a função dos rins. O crescimento expressivo do número de pacientes em diálise serve como alerta: a estimativa é que, nas próximas duas décadas, a DRC pode se tornar uma das cinco principais causas de morte no mundo.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mais-de-170-mil-brasileiros-vivemem-dialise-por-doenca-renal-cronica/#goog_rewarded
Ao analisar o texto, percebe-se que o enfoque não está apenas na descrição de medicamentos, mas também na articulação entre práticas clínicas e hábitos de vida para enfrentar a Doença Renal Crônica. Além disso, o texto aponta para um cenário preocupante quanto ao futuro da doença. Considerando essas informações, assinale a alternativa que sintetiza a mensagem central apresentada:
 

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3984802 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
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Mais de 170 mil brasileiros vivem em diálise por doença renal crônica
A doença renal crônica (DRC) é um dos maiores desafios de saúde pública no Brasil e no mundo. Caracterizada pela perda lenta e progressiva da função dos rins, a condição pode evoluir silenciosamente por meses ou anos, o que dificulta o diagnóstico precoce e aumenta o risco de complicações. Estima-se que mais de 10% da população mundial tenha algum grau de doença renal crônica, o que equivale a cerca de 850 milhões de pessoas.
No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), mais de 170 mil pessoas estão atualmente em diálise, número que cresce ano após ano. O dado é ainda mais preocupante porque apenas uma fração dos pacientes com insuficiência renal consegue receber diagnóstico ou acompanhamento adequados.
Os principais fatores que impulsionam o aumento da DRC são o diabetes, a hipertensão arterial e a obesidade — condições que também estão em ascensão no país. Além disso, o sedentarismo, a má alimentação e o envelhecimento populacional contribuem para o avanço da doença.
Muitos pacientes só descobrem o problema em fases avançadas, quando já apresentam sintomas como inchaço nas pernas, anemia, fadiga, alterações urinárias e pressão arterial difícil de controlar. Nessa etapa, as opções de tratamento são mais limitadas e incluem hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante de rim. O impacto é expressivo tanto na vida do paciente, que precisa se adaptar a uma rotina de sessões frequentes de diálise, quanto no sistema de saúde, que arca com custos elevados do tratamento contínuo. No Brasil, estima-se que a diálise consuma bilhões de reais por ano do orçamento público, reforçando a importância da prevenção.
A boa notícia é que a progressão da doença renal crônica pode ser retardada quando o diagnóstico é feito em fase precoce. Um exame simples de sangue, que mede a creatinina, e um exame de urina são suficientes para identificar precocemente a doença. Campanhas de rastreamento em populações de risco, como diabéticos e hipertensos, têm se mostrado estratégias eficazes para detectar o problema antes que chegue a estágios críticos.
Nos últimos anos, novos medicamentos também têm ajudado a retardar a progressão da doença. Entre eles estão os inibidores de SGLT2, originalmente desenvolvidos para o tratamento do diabetes, mas que demonstraram benefícios significativos na proteção da função renal e na redução de eventos cardiovasculares. Essa integração entre o cuidado metabólico, o controle da pressão arterial e a atenção ao peso corporal adequado é essencial para reduzir a carga da doença.
A prevenção ainda é a melhor estratégia. Evitar automedicação, reduzir o consumo de sal e ultraprocessados e manter um estilo de vida saudável são medidas simples que podem preservar a função dos rins. O crescimento expressivo do número de pacientes em diálise serve como alerta: a estimativa é que, nas próximas duas décadas, a DRC pode se tornar uma das cinco principais causas de morte no mundo.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mais-de-170-mil-brasileiros-vivemem-dialise-por-doenca-renal-cronica/#goog_rewarded
Ao analisar o texto, percebe-se que a Doença Renal Crônica é apresentada não apenas como uma condição médica, mas também como um problema social crescente, ligado ao estilo de vida e às mudanças demográficas da população. Considerando essa perspectiva ampliada sobre o tema, assinale a alternativa que expressa a ideia central do texto:
 

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3984801 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
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Mais de 170 mil brasileiros vivem em diálise por doença renal crônica
A doença renal crônica (DRC) é um dos maiores desafios de saúde pública no Brasil e no mundo. Caracterizada pela perda lenta e progressiva da função dos rins, a condição pode evoluir silenciosamente por meses ou anos, o que dificulta o diagnóstico precoce e aumenta o risco de complicações. Estima-se que mais de 10% da população mundial tenha algum grau de doença renal crônica, o que equivale a cerca de 850 milhões de pessoas.
No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), mais de 170 mil pessoas estão atualmente em diálise, número que cresce ano após ano. O dado é ainda mais preocupante porque apenas uma fração dos pacientes com insuficiência renal consegue receber diagnóstico ou acompanhamento adequados.
Os principais fatores que impulsionam o aumento da DRC são o diabetes, a hipertensão arterial e a obesidade — condições que também estão em ascensão no país. Além disso, o sedentarismo, a má alimentação e o envelhecimento populacional contribuem para o avanço da doença.
Muitos pacientes só descobrem o problema em fases avançadas, quando já apresentam sintomas como inchaço nas pernas, anemia, fadiga, alterações urinárias e pressão arterial difícil de controlar. Nessa etapa, as opções de tratamento são mais limitadas e incluem hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante de rim. O impacto é expressivo tanto na vida do paciente, que precisa se adaptar a uma rotina de sessões frequentes de diálise, quanto no sistema de saúde, que arca com custos elevados do tratamento contínuo. No Brasil, estima-se que a diálise consuma bilhões de reais por ano do orçamento público, reforçando a importância da prevenção.
A boa notícia é que a progressão da doença renal crônica pode ser retardada quando o diagnóstico é feito em fase precoce. Um exame simples de sangue, que mede a creatinina, e um exame de urina são suficientes para identificar precocemente a doença. Campanhas de rastreamento em populações de risco, como diabéticos e hipertensos, têm se mostrado estratégias eficazes para detectar o problema antes que chegue a estágios críticos.
Nos últimos anos, novos medicamentos também têm ajudado a retardar a progressão da doença. Entre eles estão os inibidores de SGLT2, originalmente desenvolvidos para o tratamento do diabetes, mas que demonstraram benefícios significativos na proteção da função renal e na redução de eventos cardiovasculares. Essa integração entre o cuidado metabólico, o controle da pressão arterial e a atenção ao peso corporal adequado é essencial para reduzir a carga da doença.
A prevenção ainda é a melhor estratégia. Evitar automedicação, reduzir o consumo de sal e ultraprocessados e manter um estilo de vida saudável são medidas simples que podem preservar a função dos rins. O crescimento expressivo do número de pacientes em diálise serve como alerta: a estimativa é que, nas próximas duas décadas, a DRC pode se tornar uma das cinco principais causas de morte no mundo.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mais-de-170-mil-brasileiros-vivemem-dialise-por-doenca-renal-cronica/#goog_rewarded
O texto evidencia que o agravamento da Doença Renal Crônica traz consequências significativas tanto para o indivíduo quanto para o sistema de saúde, destacando a importância de ações preventivas. Ao observar a relação entre diagnóstico tardio, impacto social e possibilidades de intervenção, é possível perceber que o texto busca enfatizar uma orientação central. Nesse sentido, assinale a alternativa que expressa essa orientação:
 

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3984800 Ano: 2025
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
Um carpete da instituição apresentou uma mancha e foi necessário retirá-la, para isso, existe um procedimento padrão, ordene-o:

1. Pulverizar o produto tira-manchas diretamente sobre as manchas.
2. Após a remoção das manchas, aspirar novamente o carpete.
3. Aspirar o local da mancha.
4. Esfregar o pano de limpeza sobre o carpete, das extremidades para o centro da mancha.
5. Dobrar o pano para trabalhar sempre com o lado limpo e substituir sempre que necessário.

Assinale a alternativa com a ordem CORRETA das etapas.
 

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3984799 Ano: 2025
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
A limpeza das áreas em geral é essencial para manter a ordem, a higiene e o bem-estar nos ambientes, além de contribuir para o aumento da produtividade nas instituições. Para isso, é necessário que o Auxiliar de Serviços Gerais conheça os procedimentos adequados de limpeza. Diante desse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
 

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3984798 Ano: 2025
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
Mateus é Auxiliar de Serviços Gerais e foi designado para realizar a limpeza de portas. A seguir, são apresentados alguns materiais que podem ser utilizados nesse serviço. Assinale a alternativa que indica o material CORRETO a ser usado por ele.
 

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3984797 Ano: 2025
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
No quesito segurança, um equipamento é indispensável ao profissional Auxiliar de Serviços Gerais durante a realização da limpeza por varrição úmida, pois existe o risco de pequenos acidentes, como escorregões de colaboradores ou transeuntes. Considerando as normas de segurança coletiva, identifique, entre os exemplos abaixo, qual representa o uso correto do equipamento de segurança. Assinale a alternativa CORRETA.
 

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3984796 Ano: 2025
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
No caso das áreas externas não pavimentadas, como jardins ou gramados, é necessário realizar a manutenção adequada dessas regiões. Entre os procedimentos possíveis, assinale a alternativa CORRETA.
 

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3984795 Ano: 2025
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
Ao finalizar o trabalho de limpeza do piso, o Auxiliar de Serviços Gerais deve realizar uma vistoria para verificar a eficácia do serviço executado. Nesse momento, é importante observar se o resultado está de acordo com os padrões de qualidade esperados. Diante disso, assinale a alternativa CORRETA.
 

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