Magna Concursos

Foram encontradas 225 questões.

2479579 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Provas:
Duas máquinas trabalhando ao mesmo tempo embalam juntas 40 pacotes de 1 kg de feijão por minuto. Nessas mesmas condições, a quantidade de máquinas necessárias para embalar 340 pacotes de feijão por minuto é de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2479429 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Provas:

A LEI ORGÂNICA MUNICIPAL é a norma pela qual se regem os Municípios, respeitados os princípios da Constituição Federal e da Constituição do respectivo Estado. A respeito da Lei Orgânica Municipal, assinale V para as afirmativas VERDADEIRAS e F para as afirmativas FALSAS:

( ) A Lei Orgânica Municipal será votada em dois turnos pela Câmara Municipal.

( ) Os dois turnos, a que será submetida a votação a Lei Orgânica Municipal, terão o interstício mínimo de dez dias entre eles.

( ) A Lei Orgânica Municipal tem que ser aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal nos dois turnos.

( ) A Lei Orgânica Municipal será promulgada pela Câmara Municipal, desde que atendidos os princípios da Constituição Federal, os princípios da Constituição do respectivo Estado e aos preceitos elencados nos incisos do artigo 29 da Constituição Federal.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2479410 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Os direitos da criança por nascer
Celebra-se no dia 8 de outubro o “dia do nascituro”, ou seja, da criança por nascer, ainda no ventre da mãe. A data ganha importância em uma sociedade na qual o debate sobre os seus direitos torna-se cada vez mais acirrado, com alguns querendo fazer prevalecer um suposto “direito ao aborto”, enquanto outros – entre os quais me incluo – destacam que o direito à vida é o primeiro de todos os direitos, sem o qual nenhum outro faria sentido.
Nesse contexto, é interessante observar direitos do nascituro que têm sido reconhecidos em nosso ordenamento jurídico. Em um caso recente, a 4.ª turma do STJ, por unanimidade, reconheceu que a morte de feto em acidente de trânsito dá direito ao recebimento do seguro obrigatório, o DPVAT. A sentença favoreceu uma mulher que estava com aproximadamente seis meses de gestação quando sofreu um acidente automobilístico que provocou o aborto.
Não havia sido este o entendimento na instância anterior, que afirmou que “o nascituro detém mera expectativa de direitos em relação aos proveitos patrimoniais, cuja condição depende diretamente do seu nascimento com vida”. Entretanto, o relator do recurso no STJ, ministro Luis Felipe Salomão, afirmou que, mesmo não possuindo personalidade civil, o nascituro deve ser considerado pessoa e, como tal, detentor de direitos. Segundo o relatório aprovado, uma vez reconhecido o direito à vida, não há de se falar em improcedência do pedido de indenização referente ao DPVAT. Se o preceito legal garante indenização por morte, o aborto causado pelo acidente se enquadra perfeitamente na norma, pois “outra coisa não ocorreu senão a morte do nascituro, ou o perecimento de uma vida intrauterina”. O argumento é forte e coerente, totalmente embasado em nossa legislação, a partir da Constituição, e com grande embasamento ético, pois é evidente que, para a mãe, o aborto acidental constituiu uma perda irreparável, que o recebimento do seguro, mesmo que justo, jamais poderá suprir.
O caso contrasta com aquelas situações em que se debate o aborto provocado. É recorrente o argumento de que é preciso encontrar solução para o dito “aborto inseguro”, porque se trataria de uma questão de saúde pública. Entretanto, o conceito de “aborto seguro” desconsidera inúmeros aspectos. O primeiro e mais evidente é que, para o ser humano que está sendo abortado, essa nunca será uma prática segura. Não existe aborto sem morte. É preciso também considerar que as mortes maternas devidas ao aborto estão em declínio, e na faixa de menos de 100 por ano, segundo os dados do SUS.
O aborto também traz grandes males físicos e psíquicos, para a mulher que aborta, mesmo quando o faz de modo considerado “seguro”. Proibimos o fumo em determinadas situações, mas o pulmão do fumante não distingue entre o cigarro legal e o ilegal. Do mesmo modo, não é pelo fato de o aborto ser legal que ele se tornaria seguro, como se pode demonstrar com estudos em países em que a prática é permitida. A legalização evita algumas complicações imediatas decorrentes das condições da prática clandestina, mas os principais efeitos nocivos do aborto no médio e longo prazo continuam a ocorrer.
Disponível em: http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao
No segmento: “O aborto também traz grandes males físicos e psíquicos, para a mulher que aborta, mesmo quando o faz de modo considerado ‘seguro’”, a palavra em destaque substitui qual palavra citada anteriormente?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2479339 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Provas:
Texto 01:
Indiano de 16 anos cria aparelho que permite 'falar'
pela respiração
Inspire e expire pelo nariz. Faça isso outra vez. Com apenas esses dois pulsos de ar voluntários e longos, a letra "M" acaba de ser expressa por meio de Código Morse. E é exatamente essa lógica que permitiu que o jovem indiano Arsh Shah Dilbagi, de 16 anos, desenvolvesse um premiado e barato mecanismo de comunicação que pode permitir que milhões de pessoas voltem a se comunicar, quando a fala, os braços e os pés deixam de ser opções para formar frases.
Entusiasta e estudioso de ciência da computação, Arsh, que ainda cursa o ensino médio na cidade de Panipat, próximo à capital Nova Deli, desenvolveu o "Talk", que promete ser o dispositivo de CAA (Comunicação Aumentativa e Alternativa) mais barato e acessível do mundo, permitindo que pacientes com doenças degenerativas e outras desordens motoras voltem a "falar", por menos de US$ 100 (cerca de R$ 240).
O jovem contou sobre o desenvolvimento do aparelho, vencedor de uma das categorias do concurso "Google Science Fair 2014", as possibilidades de aplicação do dispositivo para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e seus esforços para, em suas palavras, "mudar o mundo". Dilbagi, que também atende pelo apelido de "Robo", contou que a inspiração para a realização do projeto veio da história de vida do físico inglês Stephen Hawking, especialmente por sua batalha com a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). No entanto, uma ida ao hospital e a observação de pessoas que haviam sofrido derrames e tinham sequelas motoras fez com que a ideia começasse a ter forma.
"Vi pacientes chorando. Aquele dia me questionei: 'por que não há uma solução no mundo que os ajude a se comunicar?'", relatou o rapaz, lembrando a angústia de pessoas que não conseguiam mais se expressar por meio de palavras. "Há mais de 100 milhões de pessoas do mundo com esse tipo de deficiência, o que é maior do que toda a população da Alemanha", comparou.
Após cerca de um ano de trabalho, incluindo três meses de pura pesquisa e mais de sete meses para finalmente construir um dispositivo, desenvolver o software em três linguagens de programação e testar diversos de protótipos, o rapaz conseguiu criar o "Talk". Utilizando pulsos de ar ao expirar, um sensor colocado embaixo do nariz ou da boca da pessoa interpreta esses "sopros" como Código Morse, que identifica letras e números ao combinar unidades curtas ou longas de ar. Esses sinais são enviados para um sintetizador, que reproduz o código em palavras, por meio de até nove vozes diferentes, com sotaques e vozes de faixas etárias distintas. Tudo que o paciente precisa, então, é memorizar o código, para que possa se comunicar cada vez mais rápido.
As "vozes", segundo ele, foram obtidas em uma biblioteca Open Source de sons, que foram vocalizados e colocados no equipamento. "Foi muito desafiador aprender todas técnicas que culminaram no Talk – desenvolvi o software em três linguagens de programação diferentes. Foi uma das melhores experiências de aprendizado da minha vida", exaltou.
Todo o processo de criação do aparelho, vencedor da categoria "escolha do público" do Google Science Fair – que agraciou Arsh com uma bolsa de estudos de US$ 10 mil, ocorreu durante o ano letivo, o que exigiu muita disciplina para que o rapaz não escorregasse nos estudos, e obtivesse boas notas.
Disponível em: http://g1.globo.com/educacao/noticia
O segmento entre vírgulas no terceiro parágrafo do Texto 01, a saber, “vencedor de uma das categorias do concurso ‘Google Science Fair 2014’” é, sintaticamente, classificado como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O Brasil é considerado um país que tem uma cultura:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O programa social que beneficia famílias em situação de pobreza e extrema pobreza no Brasil recebe o nome de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2479226 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Luís foi a uma loja e comprou um celular no valor de R$590,00 e um ventilador no valor de R$60,00. Sabendo que Luís parcelou o valor total dessa compra em dez prestações, o preço de cada prestação é de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2478919 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Provas:
Texto 01:
Indiano de 16 anos cria aparelho que permite 'falar'
pela respiração
Inspire e expire pelo nariz. Faça isso outra vez. Com apenas esses dois pulsos de ar voluntários e longos, a letra "M" acaba de ser expressa por meio de Código Morse. E é exatamente essa lógica que permitiu que o jovem indiano Arsh Shah Dilbagi, de 16 anos, desenvolvesse um premiado e barato mecanismo de comunicação que pode permitir que milhões de pessoas voltem a se comunicar, quando a fala, os braços e os pés deixam de ser opções para formar frases.
Entusiasta e estudioso de ciência da computação, Arsh, que ainda cursa o ensino médio na cidade de Panipat, próximo à capital Nova Deli, desenvolveu o "Talk", que promete ser o dispositivo de CAA (Comunicação Aumentativa e Alternativa) mais barato e acessível do mundo, permitindo que pacientes com doenças degenerativas e outras desordens motoras voltem a "falar", por menos de US$ 100 (cerca de R$ 240).
O jovem contou sobre o desenvolvimento do aparelho, vencedor de uma das categorias do concurso "Google Science Fair 2014", as possibilidades de aplicação do dispositivo para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e seus esforços para, em suas palavras, "mudar o mundo". Dilbagi, que também atende pelo apelido de "Robo", contou que a inspiração para a realização do projeto veio da história de vida do físico inglês Stephen Hawking, especialmente por sua batalha com a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). No entanto, uma ida ao hospital e a observação de pessoas que haviam sofrido derrames e tinham sequelas motoras fez com que a ideia começasse a ter forma.
"Vi pacientes chorando. Aquele dia me questionei: 'por que não há uma solução no mundo que os ajude a se comunicar?'", relatou o rapaz, lembrando a angústia de pessoas que não conseguiam mais se expressar por meio de palavras. "Há mais de 100 milhões de pessoas do mundo com esse tipo de deficiência, o que é maior do que toda a população da Alemanha", comparou.
Após cerca de um ano de trabalho, incluindo três meses de pura pesquisa e mais de sete meses para finalmente construir um dispositivo, desenvolver o software em três linguagens de programação e testar diversos de protótipos, o rapaz conseguiu criar o "Talk". Utilizando pulsos de ar ao expirar, um sensor colocado embaixo do nariz ou da boca da pessoa interpreta esses "sopros" como Código Morse, que identifica letras e números ao combinar unidades curtas ou longas de ar. Esses sinais são enviados para um sintetizador, que reproduz o código em palavras, por meio de até nove vozes diferentes, com sotaques e vozes de faixas etárias distintas. Tudo que o paciente precisa, então, é memorizar o código, para que possa se comunicar cada vez mais rápido.
As "vozes", segundo ele, foram obtidas em uma biblioteca Open Source de sons, que foram vocalizados e colocados no equipamento. "Foi muito desafiador aprender todas técnicas que culminaram no Talk – desenvolvi o software em três linguagens de programação diferentes. Foi uma das melhores experiências de aprendizado da minha vida", exaltou.
Todo o processo de criação do aparelho, vencedor da categoria "escolha do público" do Google Science Fair – que agraciou Arsh com uma bolsa de estudos de US$ 10 mil, ocorreu durante o ano letivo, o que exigiu muita disciplina para que o rapaz não escorregasse nos estudos, e obtivesse boas notas.
Disponível em: http://g1.globo.com/educacao/noticia
Arsh Shah Dilbagi (Texto 01) tem apenas 16 anos e ainda cursa o ensino médio, porém é um entusiasta da Ciência da Computação, foi vencedor da categoria “escolha do público”, do Google Science Fair, porque desenvolveu:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2478912 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Provas:
Considerando o MS-WORD 2007, em sua instalação padrão, há entre os recursos disponíveis no menu Exibição, a OPÇÃO QUE DEIXA O DOCUMENTO COM O FUNDO QUADRICULADO, para facilitar o alinhamento de objetos. Assinale a alternativa que contém o nome da opção que possibilita esse recurso:
Enunciado 2728598-1
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2478860 Ano: 2014
Disciplina: Auditoria
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Provas:
Quando ocorrer uma grande catástrofe que provocou ou provocará efeito significativo sobre a posição patrimonial e financeira da entidade, e de acordo com o julgamento do auditor, é de tal importância, que é fundamental para o entendimento pelos usuários das demonstrações financeiras, deverá ser divulgada no Relatório dos Auditores Independentes:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas