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Foram encontradas 358 questões.

3170384 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
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Uma cafeteria vende café expresso e café coado. O proprietário, preocupado com o desperdício de matéria-prima, e, ainda, visando um lucro maior, faz o controle da quantidade de matéria-prima utilizada no preparo das bebidas. A medida usada por ele para preparar uma xícara de 50 ml de café coado é 4 gramas de café moído e, para o preparo de 50 ml de café expresso, é necessário 1 grama a mais. Ao final de um dia de trabalho, foram servidas 100 xícaras de café expresso e 150 xícaras de café coado. A quantidade de café em pó usada no dia foi:

 

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3170383 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
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Dada a sequência numérica: 1; 3; 4; 6; 7; 12; __; __. Corresponde à soma do sétimo e oitavo termos:

 

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3170382 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
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Para montar uma prateleira, com barras de ferro, conforme o quadriculado 3 x 3 mostrado na figura a seguir, foram necessárias 24 hastes de ferro:

Enunciado 3419750-1

Para montar uma prateleira com um quadriculado 5 x 5 no mesmo padrão, deverão ser acrescentadas:

 

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3170381 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
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Uma empresa faz semanalmente uma reunião com os gerentes para alinhamento das ações. A sala de reunião possui uma mesa em forma de quadrado e à medida que os gerentes chegavam, eles iam se sentando em torno da mesa. Em uma das reuniões, ficou ajustado que Roberto é o gerente mais antigo entre eles e é mineiro. Há um gerente paulista, um carioca e outro paraense. Luiz sentou-se à direita do mineiro. Charles, à direita do paulista. Joel, por sua vez, que não é carioca, sentou-se à frente de Luiz. Com bases nas informações, é correto afirmar que:

 

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3170380 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
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Três amigos de escola – André, Bernardo e Cauã, vão para a escola juntos. A mochila de um deles é vermelha, a do outro é verde, e a do outro é preta. Eles calçam chinelos dessas mesmas três cores, mas apenas André está com a mochila e chinelos da mesma cor. Nem a mochila e nem os chinelos de Bernardo são pretos. Cauã está com chinelos vermelhos. A partir das informações dadas, assinale a afirmativa correta.

 

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3170379 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
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Em uma gincana de conhecimentos gerais, os participantes tiveram o seguinte problema para resolver: Carla, Gabriela e Enzo são professores. Carla é mais velha que Gabriela, que é mais jovem que Enzo, e Enzo não é o mais velho de todos. Sendo A, B e C as idades respectivas de Carla, Gabriela e Enzo, a ordem das idades dos professores é:

 

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3170378 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
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Um sonho de simplicidade

Então, de repente, no meio desta desarrumação da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque? Por que procurar a voz de mulher na penumbra ou os amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?

Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me surpreendendo, assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.

A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava a água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.

Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu o fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.

(BRAGA, Rubem. Manchete. Correio da Manhã. O sonho. Rio de Janeiro. Em: 12/03/1953. Fragmento.)

“Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me surpreendendo, assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.” (2º§) A expressão grifada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:

 

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3170377 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
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Um sonho de simplicidade

Então, de repente, no meio desta desarrumação da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque? Por que procurar a voz de mulher na penumbra ou os amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?

Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me surpreendendo, assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.

A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava a água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.

Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu o fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.

(BRAGA, Rubem. Manchete. Correio da Manhã. O sonho. Rio de Janeiro. Em: 12/03/1953. Fragmento.)

As palavras são classificadas como monossílabas, dissílabas, trissílabas e polissílabas, quando é feita uma divisão da palavra quanto ao número de sílabas. Assinale, a seguir, a opção de resposta que contém apenas palavras trissílabas transcritas do texto.

 

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3170376 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
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Um sonho de simplicidade

Então, de repente, no meio desta desarrumação da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque? Por que procurar a voz de mulher na penumbra ou os amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?

Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me surpreendendo, assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.

A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava a água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.

Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu o fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.

(BRAGA, Rubem. Manchete. Correio da Manhã. O sonho. Rio de Janeiro. Em: 12/03/1953. Fragmento.)

Em geral, as palavras masculinas ou femininas da língua portuguesa são introduzidas pelo artigo “o” para masculino e “a” para feminino. Levando-se em consideração as transcrições textuais, a que apresenta vocábulo grifado no gênero masculino é:

 

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3170375 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
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Um sonho de simplicidade

Então, de repente, no meio desta desarrumação da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque? Por que procurar a voz de mulher na penumbra ou os amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?

Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me surpreendendo, assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.

A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava a água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.

Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu o fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.

(BRAGA, Rubem. Manchete. Correio da Manhã. O sonho. Rio de Janeiro. Em: 12/03/1953. Fragmento.)

Então, de repente, no meio desta desarrumação da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade.” (1º§) Tendo em vista o sentido contextual, o antônimo da expressão sublinhada é:

 

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