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Um sonho de simplicidade
Então, de repente, no meio desta desarrumação da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque? Por que procurar a voz de mulher na penumbra ou os amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?
Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me surpreendendo, assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.
A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava a água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.
Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu o fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.
(BRAGA, Rubem. Manchete. Correio da Manhã. O sonho. Rio de Janeiro. Em: 12/03/1953. Fragmento.)
“Por que procurar a voz de mulher na penumbra ou os amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?” (1º§) De acordo com o contexto, as palavras podem adquirir significados diversos. No trecho destacado, a palavra “intrigas” poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por EXCETO:
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Um sonho de simplicidade
Então, de repente, no meio desta desarrumação da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque? Por que procurar a voz de mulher na penumbra ou os amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?
Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me surpreendendo, assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.
A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava a água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.
Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu o fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.
(BRAGA, Rubem. Manchete. Correio da Manhã. O sonho. Rio de Janeiro. Em: 12/03/1953. Fragmento.)
O objetivo do texto é:
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Um sonho de simplicidade
Então, de repente, no meio desta desarrumação da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque? Por que procurar a voz de mulher na penumbra ou os amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?
Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me surpreendendo, assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.
A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava a água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.
Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu o fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.
(BRAGA, Rubem. Manchete. Correio da Manhã. O sonho. Rio de Janeiro. Em: 12/03/1953. Fragmento.)
De acordo com o texto, todas as palavras grifadas podem ser substituídas pelas palavras a seguir indicadas, EXCETO em:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
A criação do Estado de Israel aconteceu no dia 14 de maio de 1948, por intermédio da Organização das Nações Unidas, como parte da divisão da Palestina que essa organização estabeleceu. O Estado de Israel surgiu a partir de décadas de lobby e de campanhas imigratórias promovidas pelos defensores do sionismo. O sionismo, por sua vez, é um movimento que defendia a criação de um Estado judeu na Palestina como solução ao antissemitismo na Europa. A criação de Israel estabeleceu um conflito com os palestinos árabes que se estende até hoje. Atualmente, os palestinos não possuem um Estado nacional nem têm seus territórios delimitados.
(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br. Acesso em: 03/01/2024.)
Analise as afirmativas as seguir.
I. A criação do Estado de Israel foi oficializada em 14 de maio de 1948.
II. O Estado de Israel foi criado graças à proposta da ONU de dividir o território da Palestina em duas nações: Israel e Palestina.
III. O Estado de Israel surgiu em decorrência do movimento facista, surgido em defesa da ideia de estabelecer um Estado judaico na Palestina.
Está correto o que se afirma em
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
É um organismo internacional de caráter intergovernamental criado durante a Conferência de São Francisco em 1945. Formada por 193 países-membros, além de dois Estados observadores não-membros. Essa importante organização tem como objetivos a paz internacional e a garantia da segurança dos povos, o que busca por meio da mediação de conflitos geopolíticos, promoção de ajuda humanitária, realização de ações que visam ao desenvolvimento socioeconômico e cultural das nações e uma série de outras atividades.
(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br. Adaptado. Acesso em: 03/01/2024.)
As informações anteriores referem-se à:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
Grande parte do modo de vida atual e do modelo de produção econômico vigente ainda fomenta a utilização imprudente de recursos naturais, o que já acarreta impactos ambientais e sociais significativos e pode levar ao esgotamento desses insumos em um futuro breve. Na indústria, a falta desses recursos pode levar a uma série de problemas, como o aumento dos custos e a diminuição da competitividade das empresas.
(Disponível em: https://www.portaldaindustria.com.br. Acesso em: 03/01/2024.)
Em um mundo globalizado, as discussões visam atender às necessidades presentes sem comprometer a capacidade de atendimento das futuras gerações, tanto entre as grandes potências econômicas quanto entre os países emergentes. Nesse contexto, o texto está relacionado à (ao):
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
O rio São Francisco nasce em Minas, na Serra da Canastra, e corre no sentido sul-norte. É um rio de extrema importância para a região Nordeste, pois, durante o período da estiagem, alimenta vários açudes, contribuindo para a sobrevivência do sertanejo (o homem do sertão) durante os períodos mais críticos. Sua capacidade de drenagem alcança os seguintes estados: Alagoas; Bahia; Minas Gerais; Pernambuco; Sergipe (onde está a sua foz, na divisa com o território baiano).
(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/brasil. Acesso em: 03/01/2024.)
Entre as polêmicas que cercam esse rio São Francisco está:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
A reforma da Previdência foi promulgada pelo Congresso Nacional; a medida alterou as regras para aposentadoria e pensão no Brasil. Dentre as várias mudanças ocorridas com a reforma da Previdência em 2019 estão:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
Trata-se de um indicador econômico associado às atividades econômicas de determinado lugar durante um período específico. Esse indicador econômico é conhecido pela sigla:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
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Originário do grego antigo, o vocábulo vereador vem da palavra “verea”, que significa “vereda”, “caminho”. O vereador, portanto, seria o que vereia, trilha, ou orienta os caminhos. Existe no idioma brasileiro o verbo “verear”, que é o ato de exercer o cargo e as funções de vereador. Resumindo, o vereador é a ligação entre o governo e o povo. Ele tem o poder de ouvir o que os eleitores querem, propor e aprovar esses pedidos na câmara municipal e fiscalizar se o prefeito e seus secretários estão colocando essas demandas em prática. Por isso, é importante que o eleitor acompanhe a atuação do vereador para verificar se o trabalho está sendo bem desenvolvido.
(Disponível em: https://www.tse.jus.br/. Acesso: em 02/01/2024.)
Cada vereador é eleito de forma direta, pelo voto, tornando-se um representante da população. Por isso, deve propor projetos que estejam de acordo com os interesses e o bem-estar do povo. O vereador faz parte do poder:
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