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Foram encontradas 110 questões.

2534460 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
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Assinale a alternativa na qual a palavra “MEIO” é utilizada INCORRETAMENTE:
 

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2534459 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
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Considerando a norma culta da língua portuguesa, sobre o uso do se não/senão, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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2534458 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Identifique a alternativa que apresente APENAS hiatos:
 

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2531736 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Considerando a norma culta da língua portuguesa, sobre o uso do se não/senão, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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2531678 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
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Leia a poesia abaixo para responder a questão.
O Relógio
Vinicius de Moraes
Passa, tempo, tic-tac
Tic-tac, passa, hora
Chega logo, tic-tac
Tic-tac, e vai-te embora
Passa, tempo
Bem depressa
Não atrasa
Não demora
Que já estou
Muito cansado
Já perdi
Toda a alegria
De fazer
Meu tic-tac
Dia e noite
Noite e dia
Tic-tac
Tic-tac
Dia e noite
Noite e dia
Todas as palavras estão acentuadas pela mesma regra que justifica o acento da palavra “relógio”, com EXCEÇÃO de:
 

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2531527 Ano: 2016
Disciplina: Administração Pública
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
“Como ponto de partida conceitual, entende-se accountability como a obrigatoriedade de dirigentes públicos prestarem contas de seus atos a um órgão de controle, ao parlamento ou à própria sociedade. Mas uma análise sobre as diversas tentativas de tradução do termo accountability leva à constatação de que falta um vocábulo no Brasil, e também na América Latina, que consiga exprimir todo o significado que a palavra encerra. A conclusão é que a ausência de uma tradução significa que os conceitos não fazem parte do cotidiano da cultura local, mas que poderiam ser desenvolvidos a partir da percepção de sua importância e sua incorporação gradativa.”
SANO, H. Nova gestão pública e accountability: o caso das organizações sociais paulistas. Dissertação (mestrado). FGV/EAESP. São Paulo, 2003. p. 14 QUESTÃO 25
A partir da leitura do texto, assinale a alternativa que apresenta um artigo, inciso ou parágrafo da Constituição Federal brasileira de 1988 que torna viável um controle do tipo accountability.
 

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2531438 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
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Para responder essa questão, leia o texto a seguir:
Diretas Já foi um dos movimentos de maior participação popular, da história do Brasil. Teve início em 1983, no governo de João Batista Figueiredo e propunha eleições diretas para o cargo de Presidente da República.(...)
Sob o Regime Militar desde 1964, a última eleição direta para presidente fora em 1960. A Ditadura já estava com seus dias contados. Inflação alta, dívida externa exorbitante, desemprego, expunham a crise do sistema. Os militares, ainda no poder, pregavam uma transição democrática lenta, ao passo que perdiam o apoio da sociedade, que insatisfeita, queria o fim do regime o mais rápido possível. Em 1984, haveria eleição para a presidência, mas seria realizada de modo indireto, através do Colégio Eleitoral.(...)
A cor amarela era o símbolo da campanha. Depois de duas décadas intimidada pela repressão, o movimento das Diretas Já ressuscitou a esperança e a coragem da população. Além de poder eleger um representante, a eleição direta sinalizava mudanças também econômicas e sociais. Lideranças estudantis, como a UNE (União Nacional dos Estudantes), sindicatos, como a CUT (Central Única dos Trabalhadores), intelectuais, artistas e religiosos reforçaram o coro pelas Diretas Já.(...)
(Fonte: http://www.infoescola.com/historia/diretas-ja/)
Sabendo qual a época referenciada pelo texto acima, quem foi o primeiro presidente eleito por eleições diretas após o período de ditadura?
 

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2531113 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Leia o texto a seguir para responder a questão.
“Ontem me mataram”, a carta em memória das duas viajantes assassinadas no Equador
Dois homens confessaram ter matado as argentinas Marina Menegazzo e María José Coni
Texto viral estimula a levantar a voz contra a violência contra as mulheres
As turistas argentinas Marina Menegazzo e María José Coni sumiram em Montañita (Equador) no fim de fevereiro. O Equador e a Argentina assistiram horrorizados, primeiro, ao desaparecimento das jovens, depois à descoberta dos cadáveres, e finalmente à confissão de dois homens que asseguraram ter matado as mulheres com golpes.
Guadalupe Acosta, uma estudante de Comunicação do Paraguai, expressou a indignação de muitos com uma carta aberta que viralizou nas redes sociais.
Está escrita em primeira pessoa, apesar de não falar por ela. Ayer me mataron (Ontem me mataram) foi compartilhada mais de meio milhão de vezes pelo menos desde terça-feira, dia 1º. O texto convida a levantar a voz contra o machismo e a violência contra as mulheres:
Ontem me mataram.
Neguei-me a deixar que me tocassem e com um pau arrebentaram meu crânio. Me deram uma facada e me deixaram morrer sangrando.
Como lixo, me colocaram em um saco de plástico preto, enrolada com fita adesiva, e fui jogada em uma praia, onde horas mais tarde me encontraram.
Mas, pior do que a morte, foi a humilhação que veio depois.
A partir do momento que viram meu corpo inerte, ninguém se perguntou onde estava o imbecil que acabou com meus sonhos, minhas esperanças, minha vida.
Não, preferiram começar a me fazer perguntas inúteis. A mim, podem imaginar? Uma morta, que não pode falar, que não pode se defender.
Que roupa estava usando?
Por que estava sozinha?
Como uma mulher quer viajar sem companhia?
Você se enfiou em um bairro perigoso. Esperava o quê?
Questionaram meus pais, por me darem asas, por deixarem que eu fosse independente, como qualquer ser humano. Disseram a eles que com certeza estávamos drogadas e procuramos, que alguma coisa fizemos, que deviam ter nos vigiado.
E só morta entendi que para o mundo eu não sou igual um homem. Que morrer foi minha culpa, que sempre vai ser. Enquanto que se o título dissesse “foram mortos dois jovens viajantes” as pessoas estariam oferecendo suas condolências e, com seu falso e hipócrita discurso de falsa moral, pediriam pena maior para os assassinos.
Mas, por ser mulher, é minimizado. Torna-se menos grave porque, claro, eu procurei. Fazendo o que queria, encontrei o que merecia por não ser submissa, por não querer ficar em casa, por investir meu próprio dinheiro em meus sonhos. Por isso e por muito mais, me condenaram.
E sofri, porque já não estou aqui. Mas você está. E é mulher. E tem de aguentar que continuem esfregando em você o mesmo discurso de “fazer-se respeitar”, de que é culpa sua que gritem que querem pegar/lamber/chupar algum de seus genitais na rua por usar um short com 40 graus de calor, de que se viaja sozinha é uma “louca” e muito seguramente se aconteceu alguma coisa, se pisotearam seus direitos, você é que procurou.
Peço a você que por mim e por todas as mulheres que foram caladas, silenciadas, que tiveram sua vida e seus sonhos ferrados, levante a voz. Vamos brigar, eu ao seu lado, em espírito, e prometo que um dia seremos tantas que não haverá uma quantidade de sacos plásticos suficiente para nos calar.
A indignação pelo ocorrido está se expandindo para vários países da América Latina, enquanto os familiares das vítimas colocam em dúvida a versão oficial das autoridades equatorianas, segundo a qual os dois detidos pelo crime as conheceram e as levaram a uma casa onde supostamente cometeram os crimes. O presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou que, se a lei permitir e se for o desejo das famílias, o país aceitará a possibilidade de que médicos legais da Argentina investiguem o assassinato das duas turistas daquele país.
Ontem me mataram denuncia a culpabilização da mulher por ser vítima de violência de gênero: “Questionaram meus pais, por me darem asas, por deixarem que eu fosse independente, como qualquer ser humano. Ao ser mulher, (o crime.) é minimizado. Torna-se menos grave, porque, claro, eu procurei. Fazendo o que queria, encontrei o que merecia por não ser submissa, por não querer ficar em casa, por investir meu próprio dinheiro em meus sonhos”, denuncia.
Em seu perfil na rede social, Guadalupe Acosta também promove um evento do Facebook que convoca as pessoas a se manifestarem no centro de Assunção (Paraguai) pedindo “verdade e justiça” para as turistas argentinas e denunciar a violência contra as mulheres.
(Fonte: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/02/interna cional/ 1456911848_192026.html - adaptado)
De acordo com o Instituto Avante Brasil uma mulher morre a cada hora no Brasil. Quase metade desses homicídios são dolosos praticados em violência doméstica ou familiar através do uso de armas de fogo. Em 2015 estabeleceu-se a Lei que prevê mais uma modalidade de homicídio qualificado, quando crime for praticado contra a mulher por razões da condição de sexo feminino. Essa lei ficou conhecida como:
 

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2530897 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Provas:

A Lei Orgânica do Município de Cerquilho poderá ser emendada mediante proposta apresentada por:

 

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2530556 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Leia a letra da música “Cálice”, de Chico Buarque e Gilberto Gil, e o trecho do artigo publicado sobre a mesma canção para responder a questão.
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
Como beber dessa bebida amarga
Tragar a dor, engolir a labuta
Mesmo calada a boca, resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira, tanta força bruta
Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada pra a qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa
De muito gorda a porca já não anda
De muito usada a faca já não corta
Como é difícil, pai, abrir a porta
Essa palavra presa na garganta
Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade
Mesmo calado o peito, resta a cuca
Dos bêbados do centro da cidade
Talvez o mundo não seja pequeno
Nem seja a vida um fato consumado
Quero inventar o meu próprio pecado
Quero morrer do meu próprio veneno
Quero perder de vez tua cabeça
Minha cabeça perder teu juízo
Quero cheirar fumaça de óleo diesel
Me embriagar até que alguém me esqueça
Afasta de mim esse cálice!
Chico Buarque e a censura no Brasil pós 1964
Sabemos que Chico ao longo de sua carreira e através de suas canções, insatisfeito com a realidade do Brasil, procurou denunciar as desigualdades sociais e as injustiças vividas pela sociedade brasileira da época, compondo músicas de protesto, para alertar as pessoas mais atentas. Porém, sempre era necessário encaminhar suas canções à censura para que fossem aprovadas, em razão de suas composições sempre serem vetadas.
Cálice é uma canção com muitas metáforas, a partir das quais Chico Buarque e Gilberto Gil contam sobre a situação em que a sociedade vivia durante a ditadura militar. Na canção expressam o desejo de se livrar das desigualdades sociais no Brasil. Eles ainda abordam a questão do envolvimento de políticos com as mortes ocorridas nesse período, e denunciam os métodos de tortura e repressão aos quais eram submetidas as vítimas a fim de silenciá-las, uma vez que reagiam contra as imposições feitas pelo governo Militar.
Chico se viu obrigado a recorrer a tudo que fosse preciso, para ludibriar a censura, inclusive a pseudônimos, como Julinho da Adelaide e Leonel Paiva, [...] além de compor músicas com duplo sentido, pois assim seria mais fácil passar pela censura e ter a aprovação das canções.
(Adaptado de: AMARAL, Roberto Antonio Penedo. SOUSA, Nalva Lopes de. Afasta de mim esse cálice! Chico Buarque e a censura no Brasil pós 1964. Revista vozes dos Vales, MG. Nº02, 2012.)
As vozes não caladas na canção Cálice - uma perspectiva bakhtiniana
Os primeiros versos da letra, “Pai, afasta de mim esse cálice/De vinho tinto de sangue”, e que também voltam como refrão, apresentam uma outra voz, representada pela igreja Católica, com uma analogia entre a Paixão de Cristo e o drama vivenciado pela população. Esses versos poderiam fazer referência à agonia de Jesus no calvário [...]. Somente nesses versos, é possível identificar a voz dos autores, a voz da igreja Católica e a voz do povo, numa tentativa de enfrentar e calar as vozes do regime. Um cálice deve armazenar algo em seu interior, mas se considerarmos os textos bíblicos, o conteúdo será o próprio sangue de Cristo.
(OLIVEIRA, F. K. As vozes não caladas na canção Cálice - uma perspectiva bakhtiniana. X Semana de Extensão, Pesquisa e Pós-graduação SEPesq – 20 a 24 de outubro de 2014).
Sobre o trecho Essa palavra presa na garganta, observe as afirmações abaixo:
I O trecho versa sobre a dificuldade para encontrar a liberdade, a livre expressão.
II O trecho expressa o desejo de falar, contar e descrever a todos a repressão que está sendo imposta.
III O trecho explicita o esforço para se manter o silêncio, já que a censura atordoa e provoca desatenção.
A(s) afirmação(ões) CORRETA(S) para a interpretação do trecho é(são) somente a(s):
 

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