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Foram encontradas 110 questões.

2519326 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
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Observe a charge a seguir para responder a questão:
Enunciado 2802740-1
(João Montanaro – Folha de São Paulo)

Sobre a epidemia das doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti, podemos afirmar que:
 

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2519204 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Analisando a frase “Quero morrer do meu próprio veneno”, sobre a palavra MORRER pode-se afirmar que se trata de:
 

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2519063 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Leia o texto a seguir para responder a questão
Após demissão, professora denuncia transfobia em colégio particular de SP
Julia Zanolli
Luiza Coppieters começou a dar aulas no colégio Anglo-Leonardo da Vinci, em São Paulo, quando ainda era Luiz, ou professor Luizão, como era conhecida pelos alunos.
Apesar do apoio de boa parte dos alunos, ela afirma ter sido vítima de diversas formas de discriminação depois de assumir publicamente sua transexualidade. Após ser demitida sem justa causa da instituição, Luiza decidiu entrar com uma ação no Ministério Público do Trabalho.
A ação será movida com apoio de várias entidades, dentre elas o Sindicado dos Advogados de São Paulo e a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGBT).
No relato abaixo, a professora Luiza Coppieters fala sobre sua relação com o colégio e o processo de demissão.
"Venho registrar com profunda tristeza e indignação a discriminação ocorrida comigo, professora de Filosofia do Ensino Médio do Colégio Leonardo da Vinci, ao ser injustamente dispensada ao retornar de licença saúde, cuja patologia foi desencadeada por problemas no ambiente de trabalho.
Explico.
(...)
Trata-se de escola renomada, com várias unidades e que presta ensino de qualidade aos alunos.
No início do contrato de trabalho, sequer existia no âmbito da escola a disciplina de Filosofia, pois como o foco é voltado para o vestibular, centram o ensino na área de Exatas.
Aos poucos, com muita dedicação, fui conquistando meu espaço e a disciplina de Filosofia ganhou peso e destaque, a ponto de em 2014 contratarem um plantonista para auxiliar os alunos. Ou seja, a matéria pode ser aplicada com o mesmo rigor e alcançou o mesmo status de dificuldade que uma matéria de exatas – algo incomum em qualquer escola.
(...)
Sempre fui muito participativa e envolvida com as atividades da escola, desenvolvendo vários trabalhos, montando e coordenando grupos de debates, visando a formação humana e crítica dos alunos, de modo a propiciar e divulgar meu conhecimento, e, sobretudo, contribuir no desenvolvimento de cidadãos conscientes e participativo.
No final de 2012, comecei o tratamento com hormônios, pois cheguei ao limite da minha existência e do sofrimento, de modo que senti a necessidade de assumir minha identidade feminina.
Como tinha receio da reação da escola e da família, usava roupas para esconder o corpo em mudança pela hormonização, pois já sentia o fantasma da discriminação e preconceito.
Em 2013, minha aparência estava se transformando, as pessoas percebiam o emagrecimento e mudança no modo de vestir – recebendo sempre muitos elogios. Passei a usar camisas e não mais camisetas, além de uma camiseta modeladora de elástico, tentando esconder a transição do corpo.
O reconhecimento profissional sempre foi algo que me motivou. Em 2013 fui paraninfo da turma do 3º ano. Sempre participei das reuniões de planejamento, conselhos de classe, enfim trabalhava com prazer, até decidir por assumir minha condição de transexual/feminina.
Em 2014, comecei a contar para os colegas e professores mais próximos o momento de transformação que estava passando.
Em abril de 2014, a notícia de minha transformação chegou à direção da escola e soube, em junho de 2014, que os proprietários, por evidente preconceito, já pediram minha demissão.
(...)
A relação que era harmônica até o início da exposição da minha transição passou a ser difícil, pois existia pressão psicológica, ameaça velada de dispensa: eu deveria ser perfeita, não poderia errar, não podia discutir nada relativo a gênero ou sexualidade.
(...)
Os alunos - cerca de 400 do primeiro ao terceiro colegial - compreenderam perfeitamente a situação e se sensibilizaram, manifestando irrestrito apoio em redes sociais. Mas não foi suficiente para vencer o preconceito dos diretores da escola, o que aos poucos foi minando minha estrutura psíquica e emocional.
(...)
Em março de 2015 o site Catraca Livre fez uma reportagem em quadrinhos (“Minha professora é trans, e daí?”) com minha história e depoimentos de alunos, que compartilharam com total apoio e carinho a minha condição e ao meu valor como professora.
Entretanto nada venceu o preconceito da direção da escola, que havia reduzindo minha carga horária e salário, imaginando que eu não suportaria e pediria demissão. A redução de aulas e de salário ocorreu sem o meu consentimento e ao arrepio da lei. Houve uma conversa com o coordenador geral em que reforcei que não aceitava a redução salarial e ele, a contragosto pois ia contra o histórico da instituição, disse que não reduziria. No entanto, em março, quando entra em vigência o salário das aulas de2015, tive a surpresa da redução.
Em virtude da situação ocorrida passei a desenvolver quadros depressivos, inclusive com tentativa de suicídio diante do preconceito e discriminação ocorrida no ambiente de trabalho.
Devido ao quadro depressivo instalado (síndrome do pânico),precisei me afastar temporariamente do trabalho. Todavia, às vésperas do meu retorno às aulas, fui comunicada de que estava sendo dispensada sem justa causa e que deveria assinar o aviso prévio.
Aqui fica registrada a minha indignação contra o preconceito e discriminação de que fui vítima e solicito providências, pois entendo não ser correta a postura dos dirigentes da escola.Durante todo o período em que trabalhei, aproximadamente6 anos, fui profissional digna e responsável, independente de minha identidade de gênero.
Depois de assumir a condição de mulher transexual passei aser vítima de assédio moral, sendo clara a discriminação que desaguou na dispensa efetuada, na modalidade “sem justa causa”. Entretanto está clara a “causa’ da dispensa: ser transexual.
Prof. Luiza Coppieters".
(Fonte: https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/apos-demissao-professora-denuncia-transfobia-em-colegio-particular-de-sp/ - Adaptado)
Valendo-se do relato da professora na matéria acima, podemos caracterizar transfobia como:
 

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2518989 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
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Em 2002 as eleições presidenciais ocorreram em dois turnos, sendo que o candidato eleito foi Luiz Inácio Lula da Silva. Qual político brasileiro, ainda atuante no cenário político, disputou com Lula o segundo turno dessa eleição, e que pertencia ao mesmo partido político do presidente antecessor?
 

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2518723 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
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Assinale a alternativa que apresenta um substantivo que seja uniforme comum quanto aos dois gêneros.
 

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2518712 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Leia o texto abaixo para responder a questão.
Coleta Seletiva
O que é coleta seletiva?
Coleta seletiva é a coleta diferenciada de resíduos que foram previamente separados segundo a sua constituição ou composição. Ou seja, resíduos com características similares são selecionados pelo gerador (que pode ser o cidadão, uma empresa ou outra instituição) e disponibilizados para a coleta separadamente.
De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a implantação da coleta seletiva é obrigação dos municípios e metas referentes à coleta seletiva fazem parte do conteúdo mínimo que deve constar nos planos de gestão integrada de resíduos sólidos dos municípios.
Por que separar os resíduos sólidos urbanos?
Cada tipo de resíduo tem um processo próprio de reciclagem. Na medida em que vários tipos de resíduos sólidos são misturados, sua reciclagem se torna mais cara ou mesmo inviável, pela dificuldade de separá-los de acordo com sua constituição ou composição. O processo industrial de reciclagem de uma lata de alumínio, por exemplo, é diferente da reciclagem de uma caixa de papelão.
Por este motivo, a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabeleceu que a coleta seletiva nos municípios brasileiros deve permitir, no mínimo, a segregação entre resíduos recicláveis secos e rejeitos. Os resíduos recicláveis secos são compostos, principalmente, por metais (como aço e alumínio), papel, papelão, tetrapak, diferentes tipos de plásticos e vidro. Já os rejeitos, que são os resíduos não recicláveis, são compostos principalmente por resíduos de banheiros (fraldas, absorventes, cotonetes...) e outros resíduos de limpeza.
Há, no entanto, uma outra parte importante dos resíduos que são os resíduos orgânicos, que consistem em restos de alimentos e resíduos de jardim (folhas secas, podas...). É importante que os resíduos orgânicos não sejam misturados com outros tipos de resíduos, para que não prejudiquem a reciclagem dos resíduos secos e para que os resíduos orgânicos possam ser reciclados e transformados em adubo de forma segura em processos simples como a compostagem. Por este motivo, alguns estabelecimentos e municípios tem adotado a separação dos resíduos em três frações: recicláveis secos, resíduos orgânicos e rejeitos.
Quando esta coleta mínima existe, os resíduos recicláveis secos coletados são geralmente transportados para centrais ou galpões de triagem de resíduos, onde os resíduos são separados de acordo com sua composição e posteriormente vendidos para a indústria de reciclagem. Os resíduos orgânicos são tratados para geração de adubo orgânico e os rejeitos são enviados para aterros sanitários.
Como funciona a coleta seletiva?
As formas mais comuns de coleta seletiva hoje existentes no Brasil são a coleta porta-a-porta e a coleta por Pontos de Entrega Voluntária (PEVs). A coleta porta-a-porta pode ser realizada tanto pelo prestador do serviço público de limpeza e manejo dos resíduos sólidos (público ou privado) quanto por associações ou cooperativas de catadores de materiais recicláveis. É o tipo de coleta em que um caminhão ou outro veículo passa em frente às residências e comércios recolhendo os resíduos que foram separados pela população.
Já os pontos de entrega voluntária consistem em locais situados estrategicamente próximos de um conjunto de residências ou instituições para entrega dos resíduos segregados e posterior coleta pelo poder público.
Qual a diferença entre Coleta Seletiva e Logística Reversa?
A logística reversa é a obrigação dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de determinados tipos de produtos (como pneus, pilhas e baterias, lâmpadas fluorescentes...) de estruturar sistemas que retornem estes produtos ao setor empresarial, para que sejam reinseridos no ciclo produtivo ou para outra destinação ambientalmente adequada.
Enquanto a coleta seletiva é uma obrigação dos titulares dos serviços de manejo de resíduos sólidos (poder público), a logística reversa é uma obrigação principalmente do setor empresarial pois, em geral, tratam-se de resíduos perigosos.
Em novembro de 2015, o Governo Federal assinou com representantes do setor empresarial e dos catadores de materiais recicláveis o acordo setorial para a logística reversa de embalagens em geral. Este é um acordo no qual osetor empresarial responsável pela produção, distribuição ecomercialização de embalagens de papel e papelão, plástico,alumínio, aço, vidro, ou ainda pela combinação destesmateriais assumiu o compromisso nacional de cumprir metasanuais progressivas de reciclagem destas embalagens.
Em sua fase inicial de implantação (24 meses) esse sistema priorizará o apoio a cooperativas de catadores de materiais recicláveis e a instalação de pontos de entrega voluntaria de embalagens em grandes lojas do comércio. O sistema também traz a possibilidade de integração com a coleta seletiva municipal, nesses casos devem ser feitos acordos específicos entre o setor empresarial e os serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos dentro da área de abrangência do acordo setorial e os operadores do sistema de logística reversa.
(Fonte: http://www.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadores-de-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento)
A logística reversa é uma atribuição, principalmente
 

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2518287 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
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Observe a tirinha abaixo:
Enunciado 2790082-1
A palavra CHUAC corresponde ao som do beijo que a personagem Magali dá no sapo. Esse processo de formação de palavras pela reprodução, de maneira aproximada, de sons naturais chama-se:
 

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2517923 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP

Dentre 140 pessoas entrevistadas, entre elas homens e mulheres, 70 falam apenas Espanhol, 40 falam apenas Francês e 30 falam ambas as línguas, Espanhol e Francês. Sabendo que 45,7% de todos os entrevistados que falam Francês é homem, qual é a probabilidade de se selecionar, ao acaso, entre os entrevistados, uma mulher que fala Francês?

 

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2517869 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
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Analise as alternativas abaixo e indique qual palavra está escrita de forma CORRETA, de acordo com as normas vigentes da língua portuguesa:
 

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2517806 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
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Para responder essa questão, leia a notícia abaixo:
Governo reconhece 'racismo institucionalizado' apontado pela ONU
Ricardo Senra.
São Paulo, 12 setembro 2014.
"O Governo Brasileiro reconheceu e reconhece sua responsabilidade e criou a Secretaria de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), em 2003." (...) A ONU afirma que o racismo "permeia todas as áreas da vida" no Brasil. As Nações Unidas concluem que o país vive um "mito de democracia racial" e que há "racismo institucionalizado" e uma "ideologia de embranquecimento" na sociedade brasileira. Tanto a ONU quanto o governo, entretanto, também destacam avanços nas políticas para afrodescendentes no Brasil. Segundo o Planalto, a implementação de cotas raciais na educação e no serviço público e a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra foram medidas importantes no processo de reversão deste problema histórico no país.
(...)
O texto do relatório informa que "o racismo permeia todas as áreas da vida no país" e que é difícil para os negros discutir o tema, já que "o país vive um mito de democracia racial". Segundo a ONU, o desemprego é 50% maior entre afrodescendentes e a média salarial dos brancos, por sua vez, é o dobro do salário dos negros. Enquanto a expectativa de vida entre os negros não passa de 66 anos, a dos brancos é seis anos maior. Mais da metade dos negros não tem saneamento básico adequado no país - a média chega a 3 em cada 10 brancos. As Nações Unidas reconhecem que o país conta com "diversas instituições para a promoção da igualdade social" e "diversos avanços expressivos foram feitos na legislação sobre a igualdade racial", especialmente nos últimos dez anos. "Os mecanismos de reprodução das desigualdades raciais se atualizam no Brasil. O reconhecimento do papel estruturante do racismo é o principal fator para que a atual gestão apoie decididamente ações afirmativas para produzir as mudanças que, por longo tempo, foram impedidas de acontecer na sociedade brasileira", disseram os porta-vozes do governo (…).
Entre os resultados da pesquisa, a ONU aponta que a educação é uma das principais áreas de discriminação e uma das principais fontes de desigualdade. "É importante que se desconstrua a ideologia de embranquecimento que continua a afetar uma parcela significante da sociedade", diz a ONU.
Segundo o órgão internacional, "políticos conservadores desvalorizam ações afirmativas, políticas e leis" direcionadas aos afrodescendentes - que têm menos acesso à saúde e educação, menor expectativa de vida, menos cargos públicos e maior presença nas prisões. O relatório critica as administrações estaduais e municipais, onde "faltam recursos materiais e financeiros para que as atividades possam ser conduzidas".(...) Três negros morreram em cada quatro homicídios cometidos no Brasil em 2010.
A dificuldade de acesso à justiça pela população negra é, para a ONU, um dos pontos-chave da discussão. Segundo o órgão, como a sociedade ainda nega a existência de práticas racistas, estas questões acabam não chegando no judiciário e, quando chegam, dificilmente são penalizadas. As Nações Unidas indicam ainda que a polícia atua com critérios "baseados na cor da pele" dos cidadãos. "O papel da polícia é garantir a segurança pública", diz o relatório. "Mas o racismo institucional, a discriminação e a cultura de violência levam a práticas de tortura, chantagem, extorsão e humilhação, em especial contra afro-brasileiros." Ainda segundo o documento, “o direito à vida sem violência não é garantido pelo Estado”.
(Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/09/140911_eleicoes2014_onu_racismo_rs)
A reportagem acima indica situações que caracterizam o racismo no Brasil. Embasado na reportagem, é CORRETO afirmar que:
 

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