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Sabendo que a razão entre os lados de dois quadrados é !$ {2 \over 5} , !$ assinale a alternativa que corresponde à razão entre as áreas destes mesmos quadrados:
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Identifique a alternativa que apresente APENAS hiatos:
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2515341
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Leia o texto a seguir para responder a questão.
“Ontem me mataram”, a carta em memória das duas viajantes assassinadas no Equador
Dois homens confessaram ter matado as argentinas Marina Menegazzo e María José Coni
Texto viral estimula a levantar a voz contra a violência contra as mulheres
Texto viral estimula a levantar a voz contra a violência contra as mulheres
As turistas argentinas Marina Menegazzo e María José Coni sumiram em Montañita (Equador) no fim de fevereiro. O Equador e a Argentina assistiram horrorizados, primeiro, ao desaparecimento das jovens, depois à descoberta dos cadáveres, e finalmente à confissão de dois homens que asseguraram ter matado as mulheres com golpes.
Guadalupe Acosta, uma estudante de Comunicação do Paraguai, expressou a indignação de muitos com uma carta aberta que viralizou nas redes sociais.
Está escrita em primeira pessoa, apesar de não falar por ela. Ayer me mataron (Ontem me mataram) foi compartilhada mais de meio milhão de vezes pelo menos desde terça-feira, dia 1º. O texto convida a levantar a voz contra o machismo e a violência contra as mulheres:
Ontem me mataram.
Neguei-me a deixar que me tocassem e com um pau arrebentaram meu crânio. Me deram uma facada e me deixaram morrer sangrando.
Como lixo, me colocaram em um saco de plástico preto, enrolada com fita adesiva, e fui jogada em uma praia, onde horas mais tarde me encontraram.
Mas, pior do que a morte, foi a humilhação que veio depois.
A partir do momento que viram meu corpo inerte, ninguém se perguntou onde estava o imbecil que acabou com meus sonhos, minhas esperanças, minha vida.
Não, preferiram começar a me fazer perguntas inúteis. A mim, podem imaginar? Uma morta, que não pode falar, que não pode se defender.
Que roupa estava usando?
Por que estava sozinha?
Como uma mulher quer viajar sem companhia?
Você se enfiou em um bairro perigoso. Esperava o quê?
Questionaram meus pais, por me darem asas, por deixarem que eu fosse independente, como qualquer ser humano. Disseram a eles que com certeza estávamos drogadas e procuramos, que alguma coisa fizemos, que deviam ter nos vigiado.
E só morta entendi que para o mundo eu não sou igual um homem. Que morrer foi minha culpa, que sempre vai ser. Enquanto que se o título dissesse “foram mortos dois jovens viajantes” as pessoas estariam oferecendo suas condolências e, com seu falso e hipócrita discurso de falsa moral, pediriam pena maior para os assassinos.
Mas, por ser mulher, é minimizado. Torna-se menos grave porque, claro, eu procurei. Fazendo o que queria, encontrei o que merecia por não ser submissa, por não querer ficar em casa, por investir meu próprio dinheiro em meus sonhos. Por isso e por muito mais, me condenaram.
E sofri, porque já não estou aqui. Mas você está. E é mulher. E tem de aguentar que continuem esfregando em você o mesmo discurso de “fazer-se respeitar”, de que é culpa sua que gritem que querem pegar/lamber/chupar algum de seus genitais na rua por usar um short com 40 graus de calor, de que se viaja sozinha é uma “louca” e muito seguramente se aconteceu alguma coisa, se pisotearam seus direitos, você é que procurou.
Peço a você que por mim e por todas as mulheres que foram caladas, silenciadas, que tiveram sua vida e seus sonhos ferrados, levante a voz. Vamos brigar, eu ao seu lado, em espírito, e prometo que um dia seremos tantas que não haverá uma quantidade de sacos plásticos suficiente para nos calar.
Neguei-me a deixar que me tocassem e com um pau arrebentaram meu crânio. Me deram uma facada e me deixaram morrer sangrando.
Como lixo, me colocaram em um saco de plástico preto, enrolada com fita adesiva, e fui jogada em uma praia, onde horas mais tarde me encontraram.
Mas, pior do que a morte, foi a humilhação que veio depois.
A partir do momento que viram meu corpo inerte, ninguém se perguntou onde estava o imbecil que acabou com meus sonhos, minhas esperanças, minha vida.
Não, preferiram começar a me fazer perguntas inúteis. A mim, podem imaginar? Uma morta, que não pode falar, que não pode se defender.
Que roupa estava usando?
Por que estava sozinha?
Como uma mulher quer viajar sem companhia?
Você se enfiou em um bairro perigoso. Esperava o quê?
Questionaram meus pais, por me darem asas, por deixarem que eu fosse independente, como qualquer ser humano. Disseram a eles que com certeza estávamos drogadas e procuramos, que alguma coisa fizemos, que deviam ter nos vigiado.
E só morta entendi que para o mundo eu não sou igual um homem. Que morrer foi minha culpa, que sempre vai ser. Enquanto que se o título dissesse “foram mortos dois jovens viajantes” as pessoas estariam oferecendo suas condolências e, com seu falso e hipócrita discurso de falsa moral, pediriam pena maior para os assassinos.
Mas, por ser mulher, é minimizado. Torna-se menos grave porque, claro, eu procurei. Fazendo o que queria, encontrei o que merecia por não ser submissa, por não querer ficar em casa, por investir meu próprio dinheiro em meus sonhos. Por isso e por muito mais, me condenaram.
E sofri, porque já não estou aqui. Mas você está. E é mulher. E tem de aguentar que continuem esfregando em você o mesmo discurso de “fazer-se respeitar”, de que é culpa sua que gritem que querem pegar/lamber/chupar algum de seus genitais na rua por usar um short com 40 graus de calor, de que se viaja sozinha é uma “louca” e muito seguramente se aconteceu alguma coisa, se pisotearam seus direitos, você é que procurou.
Peço a você que por mim e por todas as mulheres que foram caladas, silenciadas, que tiveram sua vida e seus sonhos ferrados, levante a voz. Vamos brigar, eu ao seu lado, em espírito, e prometo que um dia seremos tantas que não haverá uma quantidade de sacos plásticos suficiente para nos calar.
A indignação pelo ocorrido está se expandindo para vários países da América Latina, enquanto os familiares das vítimas colocam em dúvida a versão oficial das autoridades equatorianas, segundo a qual os dois detidos pelo crime as conheceram e as levaram a uma casa onde supostamente cometeram os crimes. O presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou que, se a lei permitir e se for o desejo das famílias, o país aceitará a possibilidade de que médicos legais da Argentina investiguem o assassinato das duas turistas daquele país.
Ontem me mataram denuncia a culpabilização da mulher por ser vítima de violência de gênero: “Questionaram meus pais, por me darem asas, por deixarem que eu fosse independente, como qualquer ser humano. Ao ser mulher, (o crime.) é minimizado. Torna-se menos grave, porque, claro, eu procurei. Fazendo o que queria, encontrei o que merecia por não ser submissa, por não querer ficar em casa, por investir meu próprio dinheiro em meus sonhos”, denuncia.
Em seu perfil na rede social, Guadalupe Acosta também promove um evento do Facebook que convoca as pessoas a se manifestarem no centro de Assunção (Paraguai) pedindo “verdade e justiça” para as turistas argentinas e denunciar a violência contra as mulheres.
(Fonte: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/02/interna cional/ 1456911848_192026.html - adaptado)
Sobre o uso das mídias sociais para mobilização, podemos entender o termo viralizar como efeito midiático, que, através da ampla divulgação espontânea, atinge a população sobre determinada causa ou assunto. De acordo com o artigo, podemos afirmar que o(a):
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2514729
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
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Para responder essa questão, leia o texto a seguir:
20 anos depois: quem são os donos do plano Real?
A estabilização da inflação aconteceu ao custo da substituição de produtos nacionais por importados e o agravamento da situação fiscal.
Por João Sicsú publicado 17/03/2014 16h27,última modificação 18/03/2014 09h09.
O plano Real, lançado em 28 de fevereiro de 1994, foi um plano influenciado pelas ideias do economista inglês John Maynard Keynes e pelas experiências hiperinflacionárias europeias (da primeira metade do século XX), mas que contou com uma questionável administração de economistas brasileiros e com as (des)orientações do Fundo Monetário Internacional (FMI).
(...)
Antes do lançamento da nova moeda, o real, a inflação era elevada. Mais do que isso: existia um regime de alta inflação, isto é, havia uma dança de preços. Alguns preços subiam porque outros tinham subido. E estes subiam porque aqueles haviam subido. E assim os preços aumentavam de forma sucessiva. Havia uma corrida de preços, mas de forma dessincronizada: aumentavam em momentos diferenciados e com percentuais diferentes. Além disso, nenhum contrato era assinado com a moeda corrente, o cruzeiro real. Os contratos usavam moedas fictícias (referências) ou algum índice para indexar o seu valor à inflação e/ou aos desejos dos contratantes.
(...)
Antes do lançamento da nova moeda, o real, a inflação era elevada. Mais do que isso: existia um regime de alta inflação, isto é, havia uma dança de preços. Alguns preços subiam porque outros tinham subido. E estes subiam porque aqueles haviam subido. E assim os preços aumentavam de forma sucessiva. Havia uma corrida de preços, mas de forma dessincronizada: aumentavam em momentos diferenciados e com percentuais diferentes. Além disso, nenhum contrato era assinado com a moeda corrente, o cruzeiro real. Os contratos usavam moedas fictícias (referências) ou algum índice para indexar o seu valor à inflação e/ou aos desejos dos contratantes.
(Fonte: http://www.cartacapital.com.br/economia/20-anos-depois-quem-sao-os-donos-do-plano-real-407.html)
Sabendo qual a época referenciada pelo texto acima, quem foi o presidente na época do lançamento do plano Real?
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Lucimara e sua amiga costumam economizar o equivalente a R$ 4.200,00, para que as duas possam viajar durante 15 dias nas férias. Como esse ano elas compraram uma televisão nova, perceberam que só poderiam viajar por 10 dias. Sabendo que o cálculo delas se baseia no gasto por dia de férias, e o valor economizado é proporcional em todas as férias, quantos reais elas conseguiram economizar para esse ano?
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2514599
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Leia o texto a seguir para responder a questão
Após demissão, professora denuncia transfobia em colégio particular de SP
Julia Zanolli
Julia Zanolli
Luiza Coppieters começou a dar aulas no colégio Anglo-Leonardo da Vinci, em São Paulo, quando ainda era Luiz, ou professor Luizão, como era conhecida pelos alunos.
Apesar do apoio de boa parte dos alunos, ela afirma ter sido vítima de diversas formas de discriminação depois de assumir publicamente sua transexualidade. Após ser demitida sem justa causa da instituição, Luiza decidiu entrar com uma ação no Ministério Público do Trabalho.
A ação será movida com apoio de várias entidades, dentre elas o Sindicado dos Advogados de São Paulo e a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGBT).
No relato abaixo, a professora Luiza Coppieters fala sobre sua relação com o colégio e o processo de demissão.
"Venho registrar com profunda tristeza e indignação a discriminação ocorrida comigo, professora de Filosofia do Ensino Médio do Colégio Leonardo da Vinci, ao ser injustamente dispensada ao retornar de licença saúde, cuja patologia foi desencadeada por problemas no ambiente de trabalho.
Explico.
(...)
Trata-se de escola renomada, com várias unidades e que presta ensino de qualidade aos alunos.
No início do contrato de trabalho, sequer existia no âmbito da escola a disciplina de Filosofia, pois como o foco é voltado para o vestibular, centram o ensino na área de Exatas.
Aos poucos, com muita dedicação, fui conquistando meu espaço e a disciplina de Filosofia ganhou peso e destaque, a ponto de em 2014 contratarem um plantonista para auxiliar os alunos. Ou seja, a matéria pode ser aplicada com o mesmo rigor e alcançou o mesmo status de dificuldade que uma matéria de exatas – algo incomum em qualquer escola.
(...)
Sempre fui muito participativa e envolvida com as atividades da escola, desenvolvendo vários trabalhos, montando e coordenando grupos de debates, visando a formação humana e crítica dos alunos, de modo a propiciar e divulgar meu conhecimento, e, sobretudo, contribuir no desenvolvimento de cidadãos conscientes e participativo.
No final de 2012, comecei o tratamento com hormônios, pois cheguei ao limite da minha existência e do sofrimento, de modo que senti a necessidade de assumir minha identidade feminina.
Como tinha receio da reação da escola e da família, usava roupas para esconder o corpo em mudança pela hormonização, pois já sentia o fantasma da discriminação e preconceito.
Em 2013, minha aparência estava se transformando, as pessoas percebiam o emagrecimento e mudança no modo de vestir – recebendo sempre muitos elogios. Passei a usar camisas e não mais camisetas, além de uma camiseta modeladora de elástico, tentando esconder a transição do corpo.
O reconhecimento profissional sempre foi algo que me motivou. Em 2013 fui paraninfo da turma do 3º ano. Sempre participei das reuniões de planejamento, conselhos de classe, enfim trabalhava com prazer, até decidir por assumir minha condição de transexual/feminina.
Em 2014, comecei a contar para os colegas e professores mais próximos o momento de transformação que estava passando.
Em abril de 2014, a notícia de minha transformação chegou à direção da escola e soube, em junho de 2014, que os proprietários, por evidente preconceito, já pediram minha demissão.
(...)
A relação que era harmônica até o início da exposição da minha transição passou a ser difícil, pois existia pressão psicológica, ameaça velada de dispensa: eu deveria ser perfeita, não poderia errar, não podia discutir nada relativo a gênero ou sexualidade.
(...)
Os alunos - cerca de 400 do primeiro ao terceiro colegial - compreenderam perfeitamente a situação e se sensibilizaram, manifestando irrestrito apoio em redes sociais. Mas não foi suficiente para vencer o preconceito dos diretores da escola, o que aos poucos foi minando minha estrutura psíquica e emocional.
(...)
Em março de 2015 o site Catraca Livre fez uma reportagem em quadrinhos (“Minha professora é trans, e daí?”) com minha história e depoimentos de alunos, que compartilharam com total apoio e carinho a minha condição e ao meu valor como professora.
Entretanto nada venceu o preconceito da direção da escola, que havia reduzindo minha carga horária e salário, imaginando que eu não suportaria e pediria demissão. A redução de aulas e de salário ocorreu sem o meu consentimento e ao arrepio da lei. Houve uma conversa com o coordenador geral em que reforcei que não aceitava a redução salarial e ele, a contragosto pois ia contra o histórico da instituição, disse que não reduziria. No entanto, em março, quando entra em vigência o salário das aulas de2015, tive a surpresa da redução.
Em virtude da situação ocorrida passei a desenvolver quadros depressivos, inclusive com tentativa de suicídio diante do preconceito e discriminação ocorrida no ambiente de trabalho.
Devido ao quadro depressivo instalado (síndrome do pânico),precisei me afastar temporariamente do trabalho. Todavia, às vésperas do meu retorno às aulas, fui comunicada de que estava sendo dispensada sem justa causa e que deveria assinar o aviso prévio.
Aqui fica registrada a minha indignação contra o preconceito e discriminação de que fui vítima e solicito providências, pois entendo não ser correta a postura dos dirigentes da escola.Durante todo o período em que trabalhei, aproximadamente6 anos, fui profissional digna e responsável, independente de minha identidade de gênero.
Depois de assumir a condição de mulher transexual passei aser vítima de assédio moral, sendo clara a discriminação que desaguou na dispensa efetuada, na modalidade “sem justa causa”. Entretanto está clara a “causa’ da dispensa: ser transexual.
Explico.
(...)
Trata-se de escola renomada, com várias unidades e que presta ensino de qualidade aos alunos.
No início do contrato de trabalho, sequer existia no âmbito da escola a disciplina de Filosofia, pois como o foco é voltado para o vestibular, centram o ensino na área de Exatas.
Aos poucos, com muita dedicação, fui conquistando meu espaço e a disciplina de Filosofia ganhou peso e destaque, a ponto de em 2014 contratarem um plantonista para auxiliar os alunos. Ou seja, a matéria pode ser aplicada com o mesmo rigor e alcançou o mesmo status de dificuldade que uma matéria de exatas – algo incomum em qualquer escola.
(...)
Sempre fui muito participativa e envolvida com as atividades da escola, desenvolvendo vários trabalhos, montando e coordenando grupos de debates, visando a formação humana e crítica dos alunos, de modo a propiciar e divulgar meu conhecimento, e, sobretudo, contribuir no desenvolvimento de cidadãos conscientes e participativo.
No final de 2012, comecei o tratamento com hormônios, pois cheguei ao limite da minha existência e do sofrimento, de modo que senti a necessidade de assumir minha identidade feminina.
Como tinha receio da reação da escola e da família, usava roupas para esconder o corpo em mudança pela hormonização, pois já sentia o fantasma da discriminação e preconceito.
Em 2013, minha aparência estava se transformando, as pessoas percebiam o emagrecimento e mudança no modo de vestir – recebendo sempre muitos elogios. Passei a usar camisas e não mais camisetas, além de uma camiseta modeladora de elástico, tentando esconder a transição do corpo.
O reconhecimento profissional sempre foi algo que me motivou. Em 2013 fui paraninfo da turma do 3º ano. Sempre participei das reuniões de planejamento, conselhos de classe, enfim trabalhava com prazer, até decidir por assumir minha condição de transexual/feminina.
Em 2014, comecei a contar para os colegas e professores mais próximos o momento de transformação que estava passando.
Em abril de 2014, a notícia de minha transformação chegou à direção da escola e soube, em junho de 2014, que os proprietários, por evidente preconceito, já pediram minha demissão.
(...)
A relação que era harmônica até o início da exposição da minha transição passou a ser difícil, pois existia pressão psicológica, ameaça velada de dispensa: eu deveria ser perfeita, não poderia errar, não podia discutir nada relativo a gênero ou sexualidade.
(...)
Os alunos - cerca de 400 do primeiro ao terceiro colegial - compreenderam perfeitamente a situação e se sensibilizaram, manifestando irrestrito apoio em redes sociais. Mas não foi suficiente para vencer o preconceito dos diretores da escola, o que aos poucos foi minando minha estrutura psíquica e emocional.
(...)
Em março de 2015 o site Catraca Livre fez uma reportagem em quadrinhos (“Minha professora é trans, e daí?”) com minha história e depoimentos de alunos, que compartilharam com total apoio e carinho a minha condição e ao meu valor como professora.
Entretanto nada venceu o preconceito da direção da escola, que havia reduzindo minha carga horária e salário, imaginando que eu não suportaria e pediria demissão. A redução de aulas e de salário ocorreu sem o meu consentimento e ao arrepio da lei. Houve uma conversa com o coordenador geral em que reforcei que não aceitava a redução salarial e ele, a contragosto pois ia contra o histórico da instituição, disse que não reduziria. No entanto, em março, quando entra em vigência o salário das aulas de2015, tive a surpresa da redução.
Em virtude da situação ocorrida passei a desenvolver quadros depressivos, inclusive com tentativa de suicídio diante do preconceito e discriminação ocorrida no ambiente de trabalho.
Devido ao quadro depressivo instalado (síndrome do pânico),precisei me afastar temporariamente do trabalho. Todavia, às vésperas do meu retorno às aulas, fui comunicada de que estava sendo dispensada sem justa causa e que deveria assinar o aviso prévio.
Aqui fica registrada a minha indignação contra o preconceito e discriminação de que fui vítima e solicito providências, pois entendo não ser correta a postura dos dirigentes da escola.Durante todo o período em que trabalhei, aproximadamente6 anos, fui profissional digna e responsável, independente de minha identidade de gênero.
Depois de assumir a condição de mulher transexual passei aser vítima de assédio moral, sendo clara a discriminação que desaguou na dispensa efetuada, na modalidade “sem justa causa”. Entretanto está clara a “causa’ da dispensa: ser transexual.
Prof. Luiza Coppieters".
(Fonte: https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/apos-demissao-professora-denuncia-transfobia-em-colegio-particular-de-sp/ - Adaptado)
Na matéria acima, a professora é tratada pelos artigos femininos cabíveis, tendo em vista a sua identidade de gênero e pelo nome assumido após o processo de transição. Essa tratativa corresponde, de acordo com a Secretaria de Direitos Humanos, ao uso
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2514493
Ano: 2016
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: RHS Consult
Orgão: Câm. Cerquilho-SP
É função do administrador de recursos materiais e patrimoniais:
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Uma vendedora deseja encontrar uma fórmula para encontrar o preço de venda V dos seus produtos. Sabendo que essa vendedora deseja obter um lucro de 25% em cima do preço de compra C, assinale a alternativa que corresponde a uma possível fórmula para obter o valor de venda V de qualquer um de seus produtos.
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Suponha que para saber o preço de dois produtos, A e B, sejam dadas as seguintes informações:
I.Na compra de 5 unidades do produto A e 4 unidades doproduto B, o valor total será de R$ 72,50.
II.Comprando 3 unidades do produto A e 2 unidades doproduto B, o valor total será de R$ 42,00.
Segundo as informações I e II, os preços dos produtos A e B serão, CORRETA e respectivamente:
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Analise a sequência numérica abaixo:
0 A B 24 C 40 D E 64 72 F
Considerando o fator multiplicador que rege a sequência em questão, e que as letras ocultam os valores correspondentes, qual alternativa apresenta uma afirmação INCORRETA:
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