Foram encontradas 288 questões.
1345874
Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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Cuiabá possuía, segundo estudos, no final do século XVIII, 24 engenhos de aguardente e 22 de rapadura e Vila Bela da Santíssima Trindade, 13 engenhos de aguardente e 3 de açúcar e rapadura. Sobre essa produção, pode-se afirmar:
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INSTRUÇÃO: A questão é baseada no caso clínico abaixo.
Paciente do gênero masculino, fumante, 18 anos, procurou centro de urgência odontológica relatando dores de dente, cabeça e ouvido. Relata ainda que está tendo dificuldades de abrir a boca adequadamente e febre há dois dias. Ao exame clínico e radiográfico, observa-se uma grande quantidade de placa e gengivite generalizada. No local de dor, observa-se ausência do elemento 36, integralidade do elemento 37 e erupção parcial do 38. Ainda no dente 38, há um volume de gengiva sobre a superfície oclusal e sangramento ao tocar. Não há rarefação óssea, a cortical óssea encontra-se preservada e não há sinais de necrose gengival.
Qual o diagnóstico provável?
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No ambulatório, o Enfermeiro se depara com a seguinte situação: contatar a parceira de um cliente, matriculado em unidade básica de saúde, com diagnóstico de Doença Sexualmente Transmissível (DST), para realizar exames preconizados por Programa de Saúde. O cliente, com problemas para exercitar sua sexualidade, recebeu o diagnóstico de estar com uma DST, e quer tratar, estando receoso de contar à parceira o fato. Considerando a situação, em quais Princípios Éticos o Enfermeiro deve se basear para solucionar a questão?
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o cartum para responder à questão.

Em relação ao atendimento ao público, assinale a afirmativa INCORRETA.
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o artigo abaixo e responda à questão.
Poucos amigos
[...] A leitura de livros, ou de qualquer coisa escrita, não parece estar num bom momento no Brasil de hoje: a opinião pública também não. Vive-se uma época em que a cada três meses é anunciada alguma “revolução” nisso ou naquilo, depois da qual o mundo nunca mais “será o mesmo” de antes. Quando tais portentos envolvem áreas ligadas à comunicação, sempre se insiste, de um jeito ou de outro, em prever que a leitura está a caminho de se transformar num hábito do passado. Cada vez mais, no dia a dia, sua valorização é posta de lado ― ou “relativizada”, como se diz. É comum, por exemplo, ouvir declarações lamentando que árvores sejam cortadas para produzir papel destinado à impressão; a única forma aceitável de leitura, para muita gente boa, deveria ser a tela de algum artefato digital. Empresas de grande renome não consideram uma virtude, no julgamento de seus executivos, o gosto pela leitura, a não ser que se trate de publicações profissionais. Não passa pela cabeça de nenhum recrutador perguntar a um candidato a emprego o que ele está lendo, por mais alto e bem pago que seja o posto a ser preenchido. É claramente desaconselhável ao funcionário, no ambiente de trabalho, deixar sobre a mesa qualquer livro que não seja diretamente ligado à sua atividade. Arrisca-se, caso contrário, a ser interrogado pelo chefe: “Por que você está lendo isso?”. Nas novelas de televisão, que continuam sendo o principal entretenimento para milhões de brasileiros, jamais se vê um personagem lendo um livro. Discute-se com muito calor, no momento, quantos beijos entre pessoas do mesmo sexo podem ser dados num capítulo, ou se um casal gay pode aparecer tomando café da manhã na cama; prega-se, ao longo da trama, todo tipo de causa, da defesa das geleiras à política de cotas raciais, da preservação dos mangues à condenação da gordura trans. O que não aparece, de jeito nenhum, é alguém lendo alguma coisa. O ato de ler também está banido da publicidade de consumo; há uma clara preferência, aí, por algo que se parece muito com culto à boçalidade. Da atitude geral do governo diante da leitura, então, é melhor nem falar; registre-se, em todo caso, sua profunda satisfação em anunciar, sempre que é incomodado pelo noticiário de escândalos publicado na imprensa, que “o brasileiro não lê nada”.
Naturalmente, ninguém se coloca hoje como inimigo dos livros; mas é certo que muitos se beneficiam com o fato de que a leitura, nestes dias, tem poucos amigos na praça. Quanto menos se lê, menos ideias são mantidas em circulação. Quanto menos ideias, menos espaço sobra para a discordância, a procura de alternativas e a fiscalização dos atos do governo. O resultado, na prática, é uma indiferença generalizada em relação ao comportamento de quem governa. Não há muito a fazer quanto a isso. A opinião pública não tem nenhuma obrigação de estar “certa”- ela é o que é, e parece perfeitamente inútil esperar que sinta o que não sente, ou que queira o que não quer. Essas realidades, entretanto, têm seu preço. No caso do Brasil atual, o desinteresse pelo que acontece na vida pública é pago com a multiplicação, em ritmo cada vez mais rápido, de todo tipo de parasitas dedicados a prosperar com o dinheiro do Erário. É certo que eles não irão embora por sua livre e espontânea vontade.
(GUZZO, J. R. Revista VEJA, 03/08/2011.)
No segundo parágrafo, o autor apresenta uma sequência de fatos decorrentes da falta de leitura dos brasileiros. Qual ponto de vista é defendido por essa sequência de fatos?
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o artigo abaixo e responda à questão.
Poucos amigos
[...] A leitura de livros, ou de qualquer coisa escrita, não parece estar num bom momento no Brasil de hoje: a opinião pública também não. Vive-se uma época em que a cada três meses é anunciada alguma “revolução” nisso ou naquilo, depois da qual o mundo nunca mais “será o mesmo” de antes. Quando tais portentos envolvem áreas ligadas à comunicação, sempre se insiste, de um jeito ou de outro, em prever que a leitura está a caminho de se transformar num hábito do passado. Cada vez mais, no dia a dia, sua valorização é posta de lado ― ou “relativizada”, como se diz. É comum, por exemplo, ouvir declarações lamentando que árvores sejam cortadas para produzir papel destinado à impressão; a única forma aceitável de leitura, para muita gente boa, deveria ser a tela de algum artefato digital. Empresas de grande renome não consideram uma virtude, no julgamento de seus executivos, o gosto pela leitura, a não ser que se trate de publicações profissionais. Não passa pela cabeça de nenhum recrutador perguntar a um candidato a emprego o que ele está lendo, por mais alto e bem pago que seja o posto a ser preenchido. É claramente desaconselhável ao funcionário, no ambiente de trabalho, deixar sobre a mesa qualquer livro que não seja diretamente ligado à sua atividade. Arrisca-se, caso contrário, a ser interrogado pelo chefe: “Por que você está lendo isso?”. Nas novelas de televisão, que continuam sendo o principal entretenimento para milhões de brasileiros, jamais se vê um personagem lendo um livro. Discute-se com muito calor, no momento, quantos beijos entre pessoas do mesmo sexo podem ser dados num capítulo, ou se um casal gay pode aparecer tomando café da manhã na cama; prega-se, ao longo da trama, todo tipo de causa, da defesa das geleiras à política de cotas raciais, da preservação dos mangues à condenação da gordura trans. O que não aparece, de jeito nenhum, é alguém lendo alguma coisa. O ato de ler também está banido da publicidade de consumo; há uma clara preferência, aí, por algo que se parece muito com culto à boçalidade. Da atitude geral do governo diante da leitura, então, é melhor nem falar; registre-se, em todo caso, sua profunda satisfação em anunciar, sempre que é incomodado pelo noticiário de escândalos publicado na imprensa, que “o brasileiro não lê nada”.
Naturalmente, ninguém se coloca hoje como inimigo dos livros; mas é certo que muitos se beneficiam com o fato de que a leitura, nestes dias, tem poucos amigos na praça. Quanto menos se lê, menos ideias são mantidas em circulação. Quanto menos ideias, menos espaço sobra para a discordância, a procura de alternativas e a fiscalização dos atos do governo. O resultado, na prática, é uma indiferença generalizada em relação ao comportamento de quem governa. Não há muito a fazer quanto a isso. A opinião pública não tem nenhuma obrigação de estar “certa”- ela é o que é, e parece perfeitamente inútil esperar que sinta o que não sente, ou que queira o que não quer. Essas realidades, entretanto, têm seu preço. No caso do Brasil atual, o desinteresse pelo que acontece na vida pública é pago com a multiplicação, em ritmo cada vez mais rápido, de todo tipo de parasitas dedicados a prosperar com o dinheiro do Erário. É certo que eles não irão embora por sua livre e espontânea vontade.
(GUZZO, J. R. Revista VEJA, 03/08/2011.)
Sobre a atitude geral do governo em relação ao fato de o brasileiro não ler, o autor
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Paciente com história de acidente esportivo aquático há cinco meses que ocasionou concussão raquimedular cervical foi submetido à estabilização cirúrgica e, atualmente, relata quadro de dor irradiada e discreta diminuição de força nos membros. Considerando o quadro álgico, a transmissão do sinal gerado no receptor doloroso é realizada por fibras nociceptivas finas. Assinale a alternativa que apresenta as fibras específicas condutoras desse tipo de sensibilidade e o recurso eletroterapêutico indicado.
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Em relação às etapas do Processo de Enfermagem, marque a afirmativa correta.
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São prevalentes os quadros de pós-cirúrgico de lesões meniscais e ligamentares do joelho nos serviços de fisioterapia. Sobre os aspectos biomecânicos e fisiopatológicos do joelho, marque a afirmativa correta.
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Bens públicos, segundo Hely Lopes Meirelles, em sentido amplo, “são todas as coisas que pertençam a qualquer título às entidades estatais”. São bens da União:
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