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Nabuco parte para Londres no mês de fevereiro de 1882, permanecendo como correspondente do Jornal do Comércio até 1884. Ele não passará como outrora o tempo londrino na ociosidade. Dedica-se agora ao trabalho e ao estudo. Como vários outros intelectuais do seu tempo, interessados todos pelos problemas sociais e vivendo no exílio, torna-se frequentador assíduo do Museu Britânico. Reflete e lê acerca de vários assuntos na biblioteca do Museu. O Museu Britânico é fonte de muitas obras importantes das ciências sociais. Ali, Karl Marx escreve O Capital e outros ensaios. Também ali Nabuco absorve as lições que são a base de um dos textos fundamentais das ciências sociais brasileiras. A atividade principal da sua mais recente temporada londrina é a familiarização com a bibliografia a respeito do escravismo colonial. Isso lhe permite escrever um livro da qualidade de O Abolicionismo — a reflexão mais coerente, profunda e completa já feita no Brasil acerca do assunto. Trata-se de um monumento de erudição, pleno de conhecimento de história, política, sociologia, direito e de tudo quanto se refere à escravidão negra. Pelo alto nível do conteúdo e a excelência da forma é um dos livros mais importantes das ciências sociais jamais escritos no Brasil. Ocupa, por isso, um lugar de destaque na bibliografia específica que, na época, era muito restrita. Hoje, mais de cem anos depois da sua primeira edição, quando as ciências sociais se desenvolveram tanto no mundo e no Brasil, o livro ainda é consultado e visto como exemplo, seja pelo volume de informações, seja pelos variados enfoques — alguns extremamente originais —, seja ainda pela forma superior. Por tudo isso é julgado como empresa notável. Bastava a redação de O Abolicionismo para justificar a proveitosa estada de Nabuco por dois anos na Inglaterra.

Francisco Iglésias. Idem, p.13 (com adaptações).

Ainda quanto às idéias e aos recursos linguísticos que estruturam o texto V, julgue o item a seguir.

Na língua portuguesa brasileira atual, a palavra estadia tem seu emprego como uma opção correta para o contexto de “estada” (R.32), pois ambas se equivalem semanticamente, assim como as formas melhora e melhoria, morada e moradia.

 

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Nabuco parte para Londres no mês de fevereiro de 1882, permanecendo como correspondente do Jornal do Comércio até 1884. Ele não passará como outrora o tempo londrino na ociosidade. Dedica-se agora ao trabalho e ao estudo. Como vários outros intelectuais do seu tempo, interessados todos pelos problemas sociais e vivendo no exílio, torna-se frequentador assíduo do Museu Britânico. Reflete e lê acerca de vários assuntos na biblioteca do Museu. O Museu Britânico é fonte de muitas obras importantes das ciências sociais. Ali, Karl Marx escreve O Capital e outros ensaios. Também ali Nabuco absorve as lições que são a base de um dos textos fundamentais das ciências sociais brasileiras. A atividade principal da sua mais recente temporada londrina é a familiarização com a bibliografia a respeito do escravismo colonial. Isso lhe permite escrever um livro da qualidade de O Abolicionismo — a reflexão mais coerente, profunda e completa já feita no Brasil acerca do assunto. Trata-se de um monumento de erudição, pleno de conhecimento de história, política, sociologia, direito e de tudo quanto se refere à escravidão negra. Pelo alto nível do conteúdo e a excelência da forma é um dos livros mais importantes das ciências sociais jamais escritos no Brasil. Ocupa, por isso, um lugar de destaque na bibliografia específica que, na época, era muito restrita. Hoje, mais de cem anos depois da sua primeira edição, quando as ciências sociais se desenvolveram tanto no mundo e no Brasil, o livro ainda é consultado e visto como exemplo, seja pelo volume de informações, seja pelos variados enfoques — alguns extremamente originais —, seja ainda pela forma superior. Por tudo isso é julgado como empresa notável. Bastava a redação de O Abolicionismo para justificar a proveitosa estada de Nabuco por dois anos na Inglaterra.

Francisco Iglésias. Idem, p.13 (com adaptações).

Ainda quanto às idéias e aos recursos linguísticos que estruturam o texto V, julgue o item a seguir.

o conectivo “quando” introduz uma explicação relacionada ao sentido da palavra “Hoje”, especificando-o não apenas como o momento da produção de texto.

 

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Nabuco parte para Londres no mês de fevereiro de 1882, permanecendo como correspondente do Jornal do Comércio até 1884. Ele não passará como outrora o tempo londrino na ociosidade. Dedica-se agora ao trabalho e ao estudo. Como vários outros intelectuais do seu tempo, interessados todos pelos problemas sociais e vivendo no exílio, torna-se frequentador assíduo do Museu Britânico. Reflete e lê acerca de vários assuntos na biblioteca do Museu. O Museu Britânico é fonte de muitas obras importantes das ciências sociais. Ali, Karl Marx escreve O Capital e outros ensaios. Também ali Nabuco absorve as lições que são a base de um dos textos fundamentais das ciências sociais brasileiras. A atividade principal da sua mais recente temporada londrina é a familiarização com a bibliografia a respeito do escravismo colonial. Isso lhe permite escrever um livro da qualidade de O Abolicionismo — a reflexão mais coerente, profunda e completa já feita no Brasil acerca do assunto. Trata-se de um monumento de erudição, pleno de conhecimento de história, política, sociologia, direito e de tudo quanto se refere à escravidão negra. Pelo alto nível do conteúdo e a excelência da forma é um dos livros mais importantes das ciências sociais jamais escritos no Brasil. Ocupa, por isso, um lugar de destaque na bibliografia específica que, na época, era muito restrita. Hoje, mais de cem anos depois da sua primeira edição, quando as ciências sociais se desenvolveram tanto no mundo e no Brasil, o livro ainda é consultado e visto como exemplo, seja pelo volume de informações, seja pelos variados enfoques — alguns extremamente originais —, seja ainda pela forma superior. Por tudo isso é julgado como empresa notável. Bastava a redação de O Abolicionismo para justificar a proveitosa estada de Nabuco por dois anos na Inglaterra.

Francisco Iglésias. Idem, p.13 (com adaptações).

Ainda quanto às idéias e aos recursos linguísticos que estruturam o texto V, julgue o item a seguir.

A propriedade da expressão “jamais escritos no Brasil”, no contexto em que ocorre, justifica-se por não haver livro similar no Brasil.

 

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Nabuco parte para Londres no mês de fevereiro de 1882, permanecendo como correspondente do Jornal do Comércio até 1884. Ele não passará como outrora o tempo londrino na ociosidade. Dedica-se agora ao trabalho e ao estudo. Como vários outros intelectuais do seu tempo, interessados todos pelos problemas sociais e vivendo no exílio, torna-se frequentador assíduo do Museu Britânico. Reflete e lê acerca de vários assuntos na biblioteca do Museu. O Museu Britânico é fonte de muitas obras importantes das ciências sociais. Ali, Karl Marx escreve O Capital e outros ensaios. Também ali Nabuco absorve as lições que são a base de um dos textos fundamentais das ciências sociais brasileiras. A atividade principal da sua mais recente temporada londrina é a familiarização com a bibliografia a respeito do escravismo colonial. Isso lhe permite escrever um livro da qualidade de O Abolicionismo — a reflexão mais coerente, profunda e completa já feita no Brasil acerca do assunto. Trata-se de um monumento de erudição, pleno de conhecimento de história, política, sociologia, direito e de tudo quanto se refere à escravidão negra. Pelo alto nível do conteúdo e a excelência da forma é um dos livros mais importantes das ciências sociais jamais escritos no Brasil. Ocupa, por isso, um lugar de destaque na bibliografia específica que, na época, era muito restrita. Hoje, mais de cem anos depois da sua primeira edição, quando as ciências sociais se desenvolveram tanto no mundo e no Brasil, o livro ainda é consultado e visto como exemplo, seja pelo volume de informações, seja pelos variados enfoques — alguns extremamente originais —, seja ainda pela forma superior. Por tudo isso é julgado como empresa notável. Bastava a redação de O Abolicionismo para justificar a proveitosa estada de Nabuco por dois anos na Inglaterra.

Francisco Iglésias. Idem, p.13 (com adaptações).

Ainda quanto às idéias e aos recursos linguísticos que estruturam o texto V, julgue o item a seguir.

Ao se substituir “um monumento de erudição, pleno de” por reflexões eruditas, plenas de, a forma verbal “Trata-se” deve ser flexionada em número.

 

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Francisco Iglésias. Idem, p.13 (com adaptações).

Ainda quanto às idéias e aos recursos linguísticos que estruturam o texto V, julgue o item a seguir.

No trecho “Isso lhe permite escrever” , o pronome sublinhado exerce a função de objeto indireto e poderia ser substituído pela expressão a ele.

 

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Francisco Iglésias. Idem, p.13 (com adaptações).

A propósito das idéias e dos recursos linguísticos que estruturam o texto V, julgue o item que se segue.

Seria sintaticamente correto substituir o ponto-final por vírgula e o pronome demonstrativo “Isso” por o que.

 

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Francisco Iglésias. Idem, p.13 (com adaptações).

A propósito das idéias e dos recursos linguísticos que estruturam o texto V, julgue o item que se segue.

O emprego do presente do indicativo em “Dedica-se”, “torna-se” e “Reflete e lê” exemplifica a possibilidade de dar realismo a ações praticadas de forma contínua no momento da produção do texto.

 

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Francisco Iglésias. Idem, p.13 (com adaptações).

A propósito das idéias e dos recursos linguísticos que estruturam o texto V, julgue o item que se segue.

Nas formas verbais “Dedica-se” e “torna-se”, o pronome enclítico exerce funções sintáticas diferentes.

 

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Francisco Iglésias. Idem, p.13 (com adaptações).

A propósito das idéias e dos recursos linguísticos que estruturam o texto V, julgue o item que se segue.

A informação central do texto é que o livro O Abolicionismo somente veio à luz por causa da apropriação das idéias desenvolvidas nos ensaios de Karl Marx.

 

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Francisco Iglésias. Idem, p.13 (com adaptações).

A propósito das idéias e dos recursos linguísticos que estruturam o texto V, julgue o item que se segue.

Infere-se do texto que o período de 1882 a 1884 configura a primeira viagem de Nabuco a Londres.

 

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