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Foram encontradas 60 questões.

972289 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
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A respeito dos deveres, responsabilidades, proibições e incompatibilidades dos Vereadores, é correto afirmar, em conformidade com a Lei Orgânica do Município de Descalvado, que
 

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972284 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
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No que diz respeito às sessões legislativas ordinárias e extraordinárias, assinale a alternativa correta.
 

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972279 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Federal
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
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Segundo a LC n° 95/98,
 

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972278 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Federal
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
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A LC n° 95/98 afirma que “embora o legislador disponha de margem relativamente ampla de discricionariedade para eleger os critérios de sistematização da lei, não pode subsistir dúvida de que esses critérios devem guardar adequação com a matéria”. Considerando as regras básicas de sistematização, é correto afirmar que
 

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972241 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
Considere o cartum Os piores inimigos das férias, da artista Maitena, para responder à questão.

enunciado 972241-1

(Maitena Burundarena. Mulheres alteradas I. Editora Rocco, Rio de Janeiro, 2003)
Segundo a norma-padrão da língua portuguesa, a frase correta quanto à concordância verbal está na alternativa:
 

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972240 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
Considere o cartum Os piores inimigos das férias, da artista Maitena, para responder à questão.

enunciado 972240-1

(Maitena Burundarena. Mulheres alteradas I. Editora Rocco, Rio de Janeiro, 2003)
. Analisando as situações retratadas pela cartunista, é correto afirmar que
 

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972238 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
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Leia a crônica “Ser Tudo”, de Walcyr Carrasco, para responder à questão.

Ao entrar na sala de um amigo, observo uma luminária idêntica a um chifre. Ele a exibe, orgulhoso.

– Phillipe Starck1 . Só existem três no Brasil.

Atarraxo um sorriso de admiração. Como dizer que parece o despojo2 de uma fantasia de Carnaval? Entusiasmado, ele aconselha:

– Na loja havia uma cadeira de couro de vaca incrível, assinada. Você precisa comprar.

– Mas não preciso de mais uma cadeira.

– É uma oportunidade única, e você vai jogar fora?

Suspiro. É impressionante como as pessoas dão valor a grifes. Há bastante tempo vi uma linda carteira Louis Vuitton com desenho quadriculado. Fui verificar. Meus documentos não cabiam. O vendedor explicou:

– É que os documentos europeus são de tamanho menor. Os nossos ficam sobrando.

Agradeci e ia sair da loja. Um amigo que me acompanhava se escandalizou.

– Não vai levar?

– Onde vou botar minha identidade?

– Mas, quando você abrir a carteira, todo mundo vai notar. É chique.

Sou do tipo que só compra quando gosta e espanto-me quando vejo as pessoas se digladiando para ser elegantes.

É só observar a mania de conhecer vinhos. Se parte das pessoas se dedicasse a estudar os gregos com o mesmo afinco com que decora rótulos, teríamos um país de filósofos. Guerra semelhante acontece entre os que se dizem conhecedores de charuto. O fato é que a maioria seria incapaz de distinguir um cubano de um cigarro de palha do sítio. Respeito os apreciadores das coisas boas da vida. Mas é terrível ver alguém bebendo e fumando só para parecer o que não é, nem precisa ser.

Inventaram até uma expressão para dizer que alguma coisa é chique e imprescindível. Estava em uma famosa loja de roupas masculinas. A gerente conversava com um rapaz e comentou:

– Seu sapato é tudo.

O elogiado sorriu como se tivesse ganho a Mega-Sena.

– Eu sei. É mesmo. Tudo.

Como um sapato pode ser tudo?

Falando assim, parece que estou me referindo aos ricos ou à classe média abastada. Coisa nenhuma. Muitas pessoas gastam o pouco que ganham para ter roupa com etiqueta. Quanto mais jovens, mais estritos3 : é preciso usar os tênis que todos usam, botar o jeans, a calça. Caso contrário, serão desdenhados como o patinho feio. Fico pensando: nessa ânsia por ser especiais, as pessoas tornam-se idênticas. Ser “tudo” acaba sendo um bom caminho para terminar em nada.

(VejaSP, 05.04.2000. Adaptado)

1. Phillipe Starck: designer francês

2. despojo: resto, sobra

3. estrito: rigoroso, exato

De acordo com o conteúdo do texto, é correto afirmar que
 

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972230 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
O despertar da ambição

Até pouco tempo atrás, apontar alguém como ambicioso era quase uma ofensa no Brasil. A palavra, carregada de conotação negativa, era praticamente um pecado. A má impressão nasceu da confusão que as pessoas fazem com a ganância – sentimento que faz o indivíduo passar por cima de tudo e de todos. Hoje, porém, a ambição está sendo redimida e seu verdadeiro significado resgatado.

A palavra vem do latim ambi dire, que significa “entre dois caminhos". Basicamente, escolher para alcançar um objetivo. É um adjetivo positivo, que define as pessoas determinadas. É o combustível daqueles que vão atrás de desejos pessoais e profissionais. E o brasileiro está mais afinado com essas ideias do que o senso comum supõe. Uma pesquisa da International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR), de 2009, concluiu que 41% da população se define como ambiciosa.

Essa visão mais moderna, que eleva a ambição a uma espécie de força motriz do sucesso, transformou-a também em objeto de curiosidade científica mundo afora. É possível medi-la? Podemos turbiná-la? Ela tem explicação biológica? Já há respostas para algumas dessas perguntas. Estudos mostram, por exemplo, que a ambição, essa mistura de energia com determinação, se manifesta no sistema límbico, área do cérebro relacionada às emoções e aos hábitos. Pesquisadores da Universidade de Washington usaram imagens cerebrais para investigar a persistência – a habilidade de focar em uma tarefa até terminá-la –, considerada a mola propulsora da ambição. Eles recrutaram um grupo de estudantes e deram a cada um deles questionários elaborados para mensurar o nível de perseverança por meio de um aparelho de ressonância magnética, que registrava o que se passava na cabeça dos alunos. Em geral, os estudantes com as maiores pontuações (os mais persistentes) apresentaram maior atividade na região límbica.

Mas não há consenso entre os especialistas sobre em que medida a ambição está dentro de todos. Para uns, a educação é a maior influência. Para outros, é um sentimento inerente ao ser humano e depende apenas de autoconhecimento para vir à tona. A única certeza é que quem opta por ficar numa zona de conforto, sem enfrentar desafios, acaba jogado de um lado para o outro, sem tomar as rédeas da própria vida. As circunstâncias acabam por definir o futuro. E aí é mais cômodo culpar o destino, a sorte ou terceiros pelas mazelas.

“Quem pensa assim desconsidera que os vencedores estudaram muito, foram atrás, deram a cara para bater", diz a psicóloga Maria de Lurdes Damião, mestre em gestão de pessoas. O ambicioso incomoda, antes de mais nada, os acomodados, que, em vez de se mexerem, preferem criticar.

(Suzane G. Frutuoso. www.istoe.com.br. 12.02.2010. Adaptado)
De acordo com o último parágrafo do texto,
 

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972229 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
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Leia a crônica “Ser Tudo”, de Walcyr Carrasco, para responder à questão.

Ao entrar na sala de um amigo, observo uma luminária idêntica a um chifre. Ele a exibe, orgulhoso.

– Phillipe Starck1 . Só existem três no Brasil.

Atarraxo um sorriso de admiração. Como dizer que parece o despojo2 de uma fantasia de Carnaval? Entusiasmado, ele aconselha:

– Na loja havia uma cadeira de couro de vaca incrível, assinada. Você precisa comprar.

– Mas não preciso de mais uma cadeira.

– É uma oportunidade única, e você vai jogar fora?

Suspiro. É impressionante como as pessoas dão valor a grifes. Há bastante tempo vi uma linda carteira Louis Vuitton com desenho quadriculado. Fui verificar. Meus documentos não cabiam. O vendedor explicou:

– É que os documentos europeus são de tamanho menor. Os nossos ficam sobrando.

Agradeci e ia sair da loja. Um amigo que me acompanhava se escandalizou.

– Não vai levar?

– Onde vou botar minha identidade?

– Mas, quando você abrir a carteira, todo mundo vai notar. É chique.

Sou do tipo que só compra quando gosta e espanto-me quando vejo as pessoas se digladiando para ser elegantes.

É só observar a mania de conhecer vinhos. Se parte das pessoas se dedicasse a estudar os gregos com o mesmo afinco com que decora rótulos, teríamos um país de filósofos. Guerra semelhante acontece entre os que se dizem conhecedores de charuto. O fato é que a maioria seria incapaz de distinguir um cubano de um cigarro de palha do sítio. Respeito os apreciadores das coisas boas da vida. Mas é terrível ver alguém bebendo e fumando só para parecer o que não é, nem precisa ser.

Inventaram até uma expressão para dizer que alguma coisa é chique e imprescindível. Estava em uma famosa loja de roupas masculinas. A gerente conversava com um rapaz e comentou:

– Seu sapato é tudo.

O elogiado sorriu como se tivesse ganho a Mega-Sena.

– Eu sei. É mesmo. Tudo.

Como um sapato pode ser tudo?

Falando assim, parece que estou me referindo aos ricos ou à classe média abastada. Coisa nenhuma. Muitas pessoas gastam o pouco que ganham para ter roupa com etiqueta. Quanto mais jovens, mais estritos3 : é preciso usar os tênis que todos usam, botar o jeans, a calça. Caso contrário, serão desdenhados como o patinho feio. Fico pensando: nessa ânsia por ser especiais, as pessoas tornam-se idênticas. Ser “tudo” acaba sendo um bom caminho para terminar em nada.

(VejaSP, 05.04.2000. Adaptado)

1. Phillipe Starck: designer francês

2. despojo: resto, sobra

3. estrito: rigoroso, exato

Considere a frase do texto.

Se parte das pessoas se dedicasse a estudar os gregos com o mesmo afinco com que decora rótulos (1), teríamos um país de filósofos (2).

Analisando a relação entre as ideias presentes nos trechos (1) e (2), pode-se afirmar corretamente que eles expressam, respectivamente:

 

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972228 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
O despertar da ambição

Até pouco tempo atrás, apontar alguém como ambicioso era quase uma ofensa no Brasil. A palavra, carregada de conotação negativa, era praticamente um pecado. A má impressão nasceu da confusão que as pessoas fazem com a ganância – sentimento que faz o indivíduo passar por cima de tudo e de todos. Hoje, porém, a ambição está sendo redimida e seu verdadeiro significado resgatado.

A palavra vem do latim ambi dire, que significa “entre dois caminhos". Basicamente, escolher para alcançar um objetivo. É um adjetivo positivo, que define as pessoas determinadas. É o combustível daqueles que vão atrás de desejos pessoais e profissionais. E o brasileiro está mais afinado com essas ideias do que o senso comum supõe. Uma pesquisa da International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR), de 2009, concluiu que 41% da população se define como ambiciosa.

Essa visão mais moderna, que eleva a ambição a uma espécie de força motriz do sucesso, transformou-a também em objeto de curiosidade científica mundo afora. É possível medi-la? Podemos turbiná-la? Ela tem explicação biológica? Já há respostas para algumas dessas perguntas. Estudos mostram, por exemplo, que a ambição, essa mistura de energia com determinação, se manifesta no sistema límbico, área do cérebro relacionada às emoções e aos hábitos. Pesquisadores da Universidade de Washington usaram imagens cerebrais para investigar a persistência – a habilidade de focar em uma tarefa até terminá-la –, considerada a mola propulsora da ambição. Eles recrutaram um grupo de estudantes e deram a cada um deles questionários elaborados para mensurar o nível de perseverança por meio de um aparelho de ressonância magnética, que registrava o que se passava na cabeça dos alunos. Em geral, os estudantes com as maiores pontuações (os mais persistentes) apresentaram maior atividade na região límbica.

Mas não há consenso entre os especialistas sobre em que medida a ambição está dentro de todos. Para uns, a educação é a maior influência. Para outros, é um sentimento inerente ao ser humano e depende apenas de autoconhecimento para vir à tona. A única certeza é que quem opta por ficar numa zona de conforto, sem enfrentar desafios, acaba jogado de um lado para o outro, sem tomar as rédeas da própria vida. As circunstâncias acabam por definir o futuro. E aí é mais cômodo culpar o destino, a sorte ou terceiros pelas mazelas.

“Quem pensa assim desconsidera que os vencedores estudaram muito, foram atrás, deram a cara para bater", diz a psicóloga Maria de Lurdes Damião, mestre em gestão de pessoas. O ambicioso incomoda, antes de mais nada, os acomodados, que, em vez de se mexerem, preferem criticar.

(Suzane G. Frutuoso. www.istoe.com.br. 12.02.2010. Adaptado)
No terceiro parágrafo, em – Pesquisadores da Universidade de Washington usaram imagens cerebrais para investigar a persistência – a habilidade de focar em uma tarefa até terminá-la...–, o pronome destacado evita a repetição do termo “tarefa", o que contribui para dar coesão ao texto.

Pensando nisso, assinale a alternativa em que o emprego do pronome mantém o sentido do texto e está correto de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
 

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