Foram encontradas 60 questões.
2348151
Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Encruzilhada Sul-RS
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Encruzilhada Sul-RS
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Relacione as colunas, de acordo com o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público:
I. Objetivo do Plano de Contas.
II. Conceito de Plano de Contas.
III. Conta Contábil.
IV. Estrutura do Plano de Contas.
( ) É estrutura básica da escrituração contábil, formada por um conjunto de contas previamente estabelecido, que permite obter as informações necessárias à elaboração de relatórios gerenciais e demonstrações contábeis conforme as características gerais da entidade, possibilitando a padronização de procedimentos contábeis.
( ) É influenciada pela teoria das contas.
( ) É a expressão qualitativa e quantitativa de fatos de mesma natureza, evidenciando a composição, variação e estado do patrimônio, bem como de bens, direitos, obrigações e situações nele não compreendidas, mas que, direta ou indiretamente, possam vir a afetá-lo.
( ) E atender, de maneira uniforme e sistematizada, ao registro contábil dos atos e fatos praticados pela entidade.
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2348150
Ano: 2015
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Encruzilhada Sul-RS
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Encruzilhada Sul-RS
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Segundo a Constituição Federal, a Lei Orçamentária Anual é composta 3 orçamentos que devem ser compatibilizados com o plano plurianual. Quais desses orçamentos têm entre suas funções a de reduzir desigualdades inter- regionais, segundo critério populacional?
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Não é o fim do mundo
Não será surpresa para quem tem alguma familiaridade com a história econômica mundial reconhecer que todos os países (todos!) enfrentam, de tempo em tempo, a necessidade de fazer "ajustes" fiscais, ou seja, compatibilizar a receita do Estado com as suas despesas. A razão disso é simples. À medida que diminui a lembrança da "crise" anterior, as sociedades vão esquecendo a verdade elementar de que o Estado não cria recursos. Ao contrário, consome uma parte deles. O lado otimista desse processo é que ele se repete. Logo, não é terminal, as economias em geral voltam à ordem fiscal e ao crescimento, depois do sacrifício.
No caso concreto do Brasil, que, obviamente, não haveria de ser uma exceção, a periódica necessidade de "ajuste fiscal" devido ao excesso de gastos vem de muito longe. Pedro II, ao receber a maioridade (24 de julho de 1840) jurou, na sua ingenuidade juvenil: "Procurarei corresponder à vossa solicitude, fazendo com que a despeza pública seja administrada, em todos os seus ramos, com a mais severa economia". Há 175 anos nosso problema já era a "despeza"!
Depois da solene promessa real, autoridades menores juraram dezenas de vezes na mesma direção. Juras nunca honradas. Aos primeiros sinais de alívio, em geral produzidos por eventos aleatórios, não resistimos à tentação de esquecê- las.
O fato é que no longo interregno de 1840-2015, de crise fiscal em crise fiscal chegamos a ser a sexta economia do mundo e resolvemos dois problemas que pareciam impossíveis: estabilizamos o valor da moeda (com Itamar-FHC) e liquidamos a dívida externa do Estado (com Lula). Infelizmente, ao longo do 2011-2014 crescemos apenas 2,1% ao ano, ante um crescimento mundial de 3,4%. Em 2014 produzimos, conscientemente, um desequilíbrio fiscal, cuja correção não pode ser adiada sob pena de suas consequências serem dramáticas. Ela é condição necessária, ainda que não suficiente, para a volta do crescimento econômico e do bem-estar do brasileiro.
O que a Economia pode nos ensinar sobre a qualidade dos ajustes fiscais? Em primeiro lugar, é preciso entender que é pura "lenda urbana" o tal "ajuste" profundo e "crível" nas despesas que produz a volta instantânea da confiança de trabalhadores e empresários e leva ao crescimento. Trata-se de uma "petição de princípio". Supõe o que se deseja provar. Há coisas menos prosaicas e que aprendemos na implantação do Plano Real. Ele conseguiu capturar a confiança da sociedade com a transparência absoluta dos caminhos que seguiria. Ao contrário dos velhos "pacotes" não antecipados, com medidas escondidas que seriam reveladas ao longo de sua aplicação, apresentou-se a estrutura geral do programa e descreveram-se as medidas futuras. Quando vimos os consumidores comprando berinjelas em URVs, aprendemos que a "transparência" e a "clareza do futuro" são condições essenciais para o sucesso de qualquer programa econômico. Nesse sentido o atual "ajuste" ainda está incompleto. Não sabemos até agora (a despeito do apoio firme de Dilma e da vontade férrea de Levy) como atingiremos a "métrica" de sucesso que ele mesmo construiu: um superávit primário de 1,2% do PIB. Mesmo que aritmeticamente insuficiente, ele terá um poder de contágio enorme na ampliação da confiança nacional.
Os estudos empíricos de dezenas de programas de "ajuste fiscal" mostram que: 1. Eles tendem a ser mais bem-sucedidos quando a ênfase é maior no corte das despesas do que no aumento da receita, principalmente no que se refere à confiança dos consumidores. 2. O mesmo ocorre com a recuperação da confiança dos empresários, mas esta aparentemente lhes responde com menor intensidade. 3. A "qualidade" do corte das despesas e, mais ainda, a do aumento dos impostos, é muito importante. 4. A expectativa do controle da relação Dívida Bruta/PIB tem um efeito positivo na redução da taxa de juros real da economia, e é importante ingrediente.
Tudo que se sabe empiricamente recomenda que, quanto mais cedo for possível especificar claramente o que faremos com a receita e com a despesa públicas, mais rápida será a recuperação da confiança dos consumidores e investidores e maior a probabilidade de sucesso. O tempo econômico está a exigir uma aceleração do tempo político, mas não estamos perto do fim do mundo.
Disponível em:<http://www. cartacapital. com. br/revista/845/nao-e-o- fim-do-mundo-364.html> Acesso: 19/04/15 (Texto Adaptado).
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas pontilhadas das frases abaixo.
A decisão trouxe novamente ... tona a discussão sobre crescimento da economia.
Mas, daqui ... alguns meses, a economia voltará a crescer.
Não existem dados conclusivos sobre perdas de crescimento ligadas exclusivamente ... questão econômica.
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Não é o fim do mundo
Não será surpresa para quem tem alguma familiaridade com a história econômica mundial reconhecer que todos os países (todos!) enfrentam, de tempo em tempo, a necessidade de fazer "ajustes" fiscais, ou seja, compatibilizar a receita do Estado com as suas despesas. A razão disso é simples. À medida que diminui a lembrança da "crise" anterior, as sociedades vão esquecendo a verdade elementar de que o Estado não cria recursos. Ao contrário, consome uma parte deles. O lado otimista desse processo é que ele se repete. Logo, não é terminal, as economias em geral voltam à ordem fiscal e ao crescimento, depois do sacrifício.
No caso concreto do Brasil, que, obviamente, não haveria de ser uma exceção, a periódica necessidade de "ajuste fiscal" devido ao excesso de gastos vem de muito longe. Pedro II, ao receber a maioridade (24 de julho de 1840) jurou, na sua ingenuidade juvenil: "Procurarei corresponder à vossa solicitude, fazendo com que a despeza pública seja administrada, em todos os seus ramos, com a mais severa economia". Há 175 anos nosso problema já era a "despeza"!
Depois da solene promessa real, autoridades menores juraram dezenas de vezes na mesma direção. Juras nunca honradas. Aos primeiros sinais de alívio, em geral produzidos por eventos aleatórios, não resistimos à tentação de esquecê- las.
O fato é que no longo interregno de 1840-2015, de crise fiscal em crise fiscal chegamos a ser a sexta economia do mundo e resolvemos dois problemas que pareciam impossíveis: estabilizamos o valor da moeda (com Itamar-FHC) e liquidamos a dívida externa do Estado (com Lula). Infelizmente, ao longo do 2011-2014 crescemos apenas 2,1% ao ano, ante um crescimento mundial de 3,4%. Em 2014 produzimos, conscientemente, um desequilíbrio fiscal, cuja correção não pode ser adiada sob pena de suas consequências serem dramáticas. Ela é condição necessária, ainda que não suficiente, para a volta do crescimento econômico e do bem-estar do brasileiro.
O que a Economia pode nos ensinar sobre a qualidade dos ajustes fiscais? Em primeiro lugar, é preciso entender que é pura "lenda urbana" o tal "ajuste" profundo e "crível" nas despesas que produz a volta instantânea da confiança de trabalhadores e empresários e leva ao crescimento. Trata-se de uma "petição de princípio". Supõe o que se deseja provar. Há coisas menos prosaicas e que aprendemos na implantação do Plano Real. Ele conseguiu capturar a confiança da sociedade com a transparência absoluta dos caminhos que seguiria. Ao contrário dos velhos "pacotes" não antecipados, com medidas escondidas que seriam reveladas ao longo de sua aplicação, apresentou-se a estrutura geral do programa e descreveram-se as medidas futuras. Quando vimos os consumidores comprando berinjelas em URVs, aprendemos que a "transparência" e a "clareza do futuro" são condições essenciais para o sucesso de qualquer programa econômico. Nesse sentido o atual "ajuste" ainda está incompleto. Não sabemos até agora (a despeito do apoio firme de Dilma e da vontade férrea de Levy) como atingiremos a "métrica" de sucesso que ele mesmo construiu: um superávit primário de 1,2% do PIB. Mesmo que aritmeticamente insuficiente, ele terá um poder de contágio enorme na ampliação da confiança nacional.
Os estudos empíricos de dezenas de programas de "ajuste fiscal" mostram que: 1. Eles tendem a ser mais bem-sucedidos quando a ênfase é maior no corte das despesas do que no aumento da receita, principalmente no que se refere à confiança dos consumidores. 2. O mesmo ocorre com a recuperação da confiança dos empresários, mas esta aparentemente lhes responde com menor intensidade. 3. A "qualidade" do corte das despesas e, mais ainda, a do aumento dos impostos, é muito importante. 4. A expectativa do controle da relação Dívida Bruta/PIB tem um efeito positivo na redução da taxa de juros real da economia, e é importante ingrediente.
Tudo que se sabe empiricamente recomenda que, quanto mais cedo for possível especificar claramente o que faremos com a receita e com a despesa públicas, mais rápida será a recuperação da confiança dos consumidores e investidores e maior a probabilidade de sucesso. O tempo econômico está a exigir uma aceleração do tempo político, mas não estamos perto do fim do mundo.
Disponível em:<http://www. cartacapital. com. br/revista/845/nao-e-o- fim-do-mundo-364.html> Acesso: 19/04/15 (Texto Adaptado).
O texto, no sentido geral, aborda principalmente a
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O Desfragmentador de Disco reorganiza dados fragmentados para que os discos e unidades trabalhem de forma mais eficiente. O Desfragmentador de Disco é executado por agendamento, mas também é possível analisar e desfragmentar discos e unidades manualmente. Nesse sentido, analise as afirmativas a seguir:
I. Se o disco já estiver em uso exclusivo por outro programa ou for formatado usando um sistema de arquivos que não seja o sistema de arquivos NTFS, FAT ou FAT32, ele não poderá ser desfragmentado.
II. Você poderá continuar a usar o computador durante o processo de desfragmentação.
III. Dispositivos de armazenamento removíveis, como unidades flash USB, também podem ser fragmentados.
Assinale a opção correta:
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2348146
Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Encruzilhada Sul-RS
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Encruzilhada Sul-RS
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Assinale a opção com a conceituação correta de reintegração:
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2348145
Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Encruzilhada Sul-RS
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Encruzilhada Sul-RS
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Sobre o exercício de função de confiança, assinale a opção incorreta:
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Um químico dispõe de 7 substâncias e quer misturar 4 delas. Porém, 2 das substâncias não podem ser misturadas, pois podem explodir. Desse modo, o número de misturas que o químico poderá efetuar é:
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2348143
Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Encruzilhada Sul-RS
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Encruzilhada Sul-RS
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Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 03(três) anos, durante o qual a sua aptidão, capacidade e desempenho serão objeto de avaliação por Comissão Especial designada para esse fim, com vista à aquisição da estabilidade, observados os seguintes quesitos, exceto:
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Não é o fim do mundo
Não será surpresa para quem tem alguma familiaridade com a história econômica mundial reconhecer que todos os países (todos!) enfrentam, de tempo em tempo, a necessidade de fazer "ajustes" fiscais, ou seja, compatibilizar a receita do Estado com as suas despesas. A razão disso é simples. À medida que diminui a lembrança da "crise" anterior, as sociedades vão esquecendo a verdade elementar de que o Estado não cria recursos. Ao contrário, consome uma parte deles. O lado otimista desse processo é que ele se repete. Logo, não é terminal, as economias em geral voltam à ordem fiscal e ao crescimento, depois do sacrifício.
No caso concreto do Brasil, que, obviamente, não haveria de ser uma exceção, a periódica necessidade de "ajuste fiscal" devido ao excesso de gastos vem de muito longe. Pedro II, ao receber a maioridade (24 de julho de 1840) jurou, na sua ingenuidade juvenil: "Procurarei corresponder à vossa solicitude, fazendo com que a despeza pública seja administrada, em todos os seus ramos, com a mais severa economia". Há 175 anos nosso problema já era a "despeza"!
Depois da solene promessa real, autoridades menores juraram dezenas de vezes na mesma direção. Juras nunca honradas. Aos primeiros sinais de alívio, em geral produzidos por eventos aleatórios, não resistimos à tentação de esquecê- las.
O fato é que no longo interregno de 1840-2015, de crise fiscal em crise fiscal chegamos a ser a sexta economia do mundo e resolvemos dois problemas que pareciam impossíveis: estabilizamos o valor da moeda (com Itamar-FHC) e liquidamos a dívida externa do Estado (com Lula). Infelizmente, ao longo do 2011-2014 crescemos apenas 2,1% ao ano, ante um crescimento mundial de 3,4%. Em 2014 produzimos, conscientemente, um desequilíbrio fiscal, cuja correção não pode ser adiada sob pena de suas consequências serem dramáticas. Ela é condição necessária, ainda que não suficiente, para a volta do crescimento econômico e do bem-estar do brasileiro.
O que a Economia pode nos ensinar sobre a qualidade dos ajustes fiscais? Em primeiro lugar, é preciso entender que é pura "lenda urbana" o tal "ajuste" profundo e "crível" nas despesas que produz a volta instantânea da confiança de trabalhadores e empresários e leva ao crescimento. Trata-se de uma "petição de princípio". Supõe o que se deseja provar. Há coisas menos prosaicas e que aprendemos na implantação do Plano Real. Ele conseguiu capturar a confiança da sociedade com a transparência absoluta dos caminhos que seguiria. Ao contrário dos velhos "pacotes" não antecipados, com medidas escondidas que seriam reveladas ao longo de sua aplicação, apresentou-se a estrutura geral do programa e descreveram-se as medidas futuras. Quando vimos os consumidores comprando berinjelas em URVs, aprendemos que a "transparência" e a "clareza do futuro" são condições essenciais para o sucesso de qualquer programa econômico. Nesse sentido o atual "ajuste" ainda está incompleto. Não sabemos até agora (a despeito do apoio firme de Dilma e da vontade férrea de Levy) como atingiremos a "métrica" de sucesso que ele mesmo construiu: um superávit primário de 1,2% do PIB. Mesmo que aritmeticamente insuficiente, ele terá um poder de contágio enorme na ampliação da confiança nacional.
Os estudos empíricos de dezenas de programas de "ajuste fiscal" mostram que: 1. Eles tendem a ser mais bem-sucedidos quando a ênfase é maior no corte das despesas do que no aumento da receita, principalmente no que se refere à confiança dos consumidores. 2. O mesmo ocorre com a recuperação da confiança dos empresários, mas esta aparentemente lhes responde com menor intensidade. 3. A "qualidade" do corte das despesas e, mais ainda, a do aumento dos impostos, é muito importante. 4. A expectativa do controle da relação Dívida Bruta/PIB tem um efeito positivo na redução da taxa de juros real da economia, e é importante ingrediente.
Tudo que se sabe empiricamente recomenda que, quanto mais cedo for possível especificar claramente o que faremos com a receita e com a despesa públicas, mais rápida será a recuperação da confiança dos consumidores e investidores e maior a probabilidade de sucesso. O tempo econômico está a exigir uma aceleração do tempo político, mas não estamos perto do fim do mundo.
Disponível em:<http://www. cartacapital. com. br/revista/845/nao-e-o- fim-do-mundo-364.html> Acesso: 19/04/15 (Texto Adaptado).
Assinale a alternativa cuja relação entre o pronome e o seu referente está INCORRETA.
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