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Foram encontradas 180 questões.

2629325 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Franca-SP
Leia atentamente as regras referentes à concordância verbal e assinale a alternativa que não está correta.
 

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2629324 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Franca-SP
Quanto à concordância verbal, Bezerra (2015) afirma que “Quando o sujeito é formado por expressões partitivas o verbo poderá concordar, no singular, com o núcleo dessas expressões ou com o termo da expressão explicativa ou especificativa que as acompanha”. Identifique, dentre as alternativas abaixo, a única alternativa que foge a essa regra.
 

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2629323 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Franca-SP
Leia atentamente as asserções: “Infelizmente não (1) entregou-me as plumas sintéticas, hei de (2) comprá-las em lojas especializadas, entretanto, as últimas que comprei tinham um (3) mal-cheiro característico da química utilizada, não me importa, minha fantasia terá a leveza de um (4) beija-flor”. Assinale, dentre as alternativas, a única em que o hífen não foi empregado corretamente.
 

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2629322 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Franca-SP
Leia atentamente a expressão: “oh! minha amada;(...)”. Assinale a alternativa que justifica corretamente o emprego da pontuação de exclamação da expressão fornecida.
 

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2629321 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Franca-SP
Leia atentamente os períodos: “O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma”. A palavra “como” estabelece uma relação de para expressar a ideia subjacente corretamente.

Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
 

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2629320 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Franca-SP
Segundo Bezerra (2015), “o conhecimento sobre a sílaba tônica do vocábulo é imprescindível para que não se cometam erros no momento de se acentuar graficamente o vocábulo quando for necessário”. Leia atentamente as afirmativas abaixo.

I. Vocábulos oxítonos → são os vocábulos cuja sílaba tônica recai na última sílaba. II. Vocábulos paroxítonos → são os vocábulos cuja sílaba tônica recai na penúltima sílaba. III. Vocábulos proparoxítonos → são os vocábulos cuja sílaba tônica recai na antepenúltima sílaba.

Considerando-se as afirmações acima e as regras de acentuação da Língua Portuguesa oficial no Brasil, assinale a alternativa que não está correta.
 

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2629319 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Franca-SP

O pavão



Esses dias, limpando os armários empoeirados do tempo, encontrei um exemplar do Jornal “O Globo”, de primeiro de agosto de 1960, eu nem tinha nascido ainda, era coisa do meu pai. Comecei a folhear e bater os olhos em notícias antigas, eis que me deparei com uma crônica de Rubem Braga! Que grata surpresa...reconheci nela o maestro das palavras. Resolvi trazê-la para lermos, como uma singela homenagem a um grande escritor que nos deixou a exatos 23 anos.

Coloquei uma foto do texto original e, logo abaixo, o transcrevi.

Enunciado 3214528-1

Assim começa a crônica: “Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade”.

Ainda Rubem Braga, notado pelo lirismo com que abordava o cotidiano, a simplicidade, a vida diária em suas crônicas, vai nos abarcando quando une o pavão ao amor, isso é genialidade! Vejam:

“Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico”.

Perceberam como um assunto tão comum se torna poesia no trato dado por uma mente perspicaz, um discurso plausível e uma alma sensível? Então, esses são os qualificativos encontrados na maioria de seus textos, pelo menos é assim que os senti... Isso mesmo: texto é sentido.

Fonte/Autor: BRAGA, Rubem. O pavão. O Globo. Rio de Janeiro, 1 ago. 1960. Acervo da Fundação Casa de Rui Barbosa; Portal da Crônica Brasileira. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/11513/o-pavao.Texto ampliado especificamente para este concurso.

Atente a seguinte passagem do texto “(...) oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim (...)”. Assinale, dentre as alternativas abaixo, a palavra que não se apresenta como sinônimo do verbo em destaque.
 

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2629318 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Franca-SP

O pavão



Esses dias, limpando os armários empoeirados do tempo, encontrei um exemplar do Jornal “O Globo”, de primeiro de agosto de 1960, eu nem tinha nascido ainda, era coisa do meu pai. Comecei a folhear e bater os olhos em notícias antigas, eis que me deparei com uma crônica de Rubem Braga! Que grata surpresa...reconheci nela o maestro das palavras. Resolvi trazê-la para lermos, como uma singela homenagem a um grande escritor que nos deixou a exatos 23 anos.

Coloquei uma foto do texto original e, logo abaixo, o transcrevi.

Enunciado 3214527-1

Assim começa a crônica: “Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade”.

Ainda Rubem Braga, notado pelo lirismo com que abordava o cotidiano, a simplicidade, a vida diária em suas crônicas, vai nos abarcando quando une o pavão ao amor, isso é genialidade! Vejam:

“Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico”.

Perceberam como um assunto tão comum se torna poesia no trato dado por uma mente perspicaz, um discurso plausível e uma alma sensível? Então, esses são os qualificativos encontrados na maioria de seus textos, pelo menos é assim que os senti... Isso mesmo: texto é sentido.

Fonte/Autor: BRAGA, Rubem. O pavão. O Globo. Rio de Janeiro, 1 ago. 1960. Acervo da Fundação Casa de Rui Barbosa; Portal da Crônica Brasileira. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/11513/o-pavao.Texto ampliado especificamente para este concurso.

Sobre o encadeamento de ideias no texto, assinale, dentre as alternativas abaixo, a afirmação que não está em concordância com as expostas pelo autor.
 

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2629317 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Franca-SP

O pavão



Esses dias, limpando os armários empoeirados do tempo, encontrei um exemplar do Jornal “O Globo”, de primeiro de agosto de 1960, eu nem tinha nascido ainda, era coisa do meu pai. Comecei a folhear e bater os olhos em notícias antigas, eis que me deparei com uma crônica de Rubem Braga! Que grata surpresa...reconheci nela o maestro das palavras. Resolvi trazê-la para lermos, como uma singela homenagem a um grande escritor que nos deixou a exatos 23 anos.

Coloquei uma foto do texto original e, logo abaixo, o transcrevi.

Enunciado 3214526-1

Assim começa a crônica: “Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade”.

Ainda Rubem Braga, notado pelo lirismo com que abordava o cotidiano, a simplicidade, a vida diária em suas crônicas, vai nos abarcando quando une o pavão ao amor, isso é genialidade! Vejam:

“Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico”.

Perceberam como um assunto tão comum se torna poesia no trato dado por uma mente perspicaz, um discurso plausível e uma alma sensível? Então, esses são os qualificativos encontrados na maioria de seus textos, pelo menos é assim que os senti... Isso mesmo: texto é sentido.

Fonte/Autor: BRAGA, Rubem. O pavão. O Globo. Rio de Janeiro, 1 ago. 1960. Acervo da Fundação Casa de Rui Barbosa; Portal da Crônica Brasileira. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/11513/o-pavao.Texto ampliado especificamente para este concurso.

No que se refere à compreensão e à interpretação de textos, identifique dentre as alternativas abaixo, a afirmação que não está em concordância com as ideias encadeadas por Rubem Braga.
 

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2629372 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Franca-SP
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Cris foi ao banco para retirar um valor em dinheiro para pagar uma dívida, porém lembrou parcialmente de sua senha do cartão que é formada por 4 números. Cris sabe que a senha começa por um número par e termina por um número ímpar. Nessas condições, o total de tentativas possíveis que Cris deve digitar para que acerte exatamente a senha do cartão é:
Questão Anulada

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