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599555
Ano: 2015
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: CETREDE
Orgão: Câm. Horizonte-CE
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: CETREDE
Orgão: Câm. Horizonte-CE
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Analise as afirmativas a seguir.
I. O ato administrativo geral, abstrato e impessoal não enseja mandado de segurança.
II. Controvérsia sobre matéria de direito não impede a concessão de mandado de segurança.
III. Cabe a concessão de segurança com base em fundamento de direito não alegado na inicial, por ser aplicável o princípio jura novit curia.
IV. A complexidade dos fatos exclui por si só o caminho do mandado de segurança.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
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Qual o juro de R$ 940,00 à taxa de 7% a.a. após 2 anos? (juros simples)
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Sermão do bom ladrão
Invocando o pensamento de Santo Agostinho, mostrou a diferença entre os reinos onde se comprovam opressões e injustiças e as covas dos ladrões; naqueles, os latrocínios ou as ladroeiras são enormes; nestes, os covis dos ladrões representam-se por reinos pequenos, e comprova essa afirmação narrando de passagem histórica com Alexandre Magno:
Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo mar Eritreu a conquistar a Índia; e como fosse trazido à sua presença um pirata, que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício; porém ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim:
Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou
ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador?
ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador?
Assim é.
O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza; o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres
Mas, Sêneca, que sabia bem distinguir as qualidades e interpretar as significações, a uns e outros definiu com o mesmo nome. Se o rei de Macedônia, ou de qualquer outro, fizer o que faz o ladrão e o pirata, o ladrão, o pirata e o rei, todos têm o mesmo lugar, e merecem o mesmo nome.
Quando li isto em Sêneca não me admirei tanto de que um estoico se atrevesse uma tal sentença em Roma, reinando nela Nero. O que mais me admirou e quase envergonhou, foi que os nossos oradores evangélicos em termo de príncipes católicos e timoratos, ou para emenda ou para a cautela, não preguem a mesma doutrina.
Prosseguindo ainda nessas considerações, lança verrinas contra os poderosos: O ladrão que furta para comer não vai nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são os outros ladrões de maior calibre e de mais alta esfera; os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento distingue muito bem São Basílio Magno.
Não só são ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com mancha, já com forças roubam cidades e reinos: os outros furtam debaixo do seu risco; estes, sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados.
Diógenes em tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros da justiça levava a enforcar uns ladrões e começou a bradar: lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos.
Padre Antônio Vieira
[...] medroso, § 2, no plural muda o timbre da vogal da sílaba tônica de fechado para aberto como todas as palavras da alternativa
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576181
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETREDE
Orgão: Câm. Horizonte-CE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETREDE
Orgão: Câm. Horizonte-CE
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Horizonte, unidade federativa do Estado do Ceará, localiza-se na microrregião do Município de Pacajus e mesorregião metropolitana de Fortaleza (IBGE/2008), tem como municípios limítrofes
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Quero dividir R$ 28.280,00 de forma que eu tenha um número igual de cada nota. Quantas notas terei de R$ 20,00 de R$ 10,00 e de R$ 5,00?
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Dividir o número 26 em três partes inversamente proporcionais a 2, 3 e 4, respectivamente?
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543669
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETREDE
Orgão: Câm. Horizonte-CE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETREDE
Orgão: Câm. Horizonte-CE
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As diferenças entre zika, chikungunya e dengue
Médicos alertam que sintomas das doenças são semelhantes.
Do G1 Rio
Os nomes estranhos dos vírus foram importados de outros continentes. O chikungunya apareceu pela primeira vez, na Tanzânia; o zika tem origem nas florestas de Uganda e o vírus da dengue pode ter vindo da África ou Ásia. Mesmo com nomes distintos, os sinais das doenças são bem semelhantes. A febre, por exemplo, é alta no caso da dengue e chikungunya. Já na zika, é baixa. Quem tem zika apresenta dores leves nas articulações. Na chikungunya, essa dor é intensa e na dengue, moderada. As manchas vermelhas podem aparecer nas três doenças, só que são mais frequentes na zika e com coceira. Já a vermelhidão nos olhos só aparece na zika e na chikungunya.
Sobre estas doenças é correto afirmar que
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Sermão do bom ladrão
Invocando o pensamento de Santo Agostinho, mostrou a diferença entre os reinos onde se comprovam opressões e injustiças e as covas dos ladrões; naqueles, os latrocínios ou as ladroeiras são enormes; nestes, os covis dos ladrões representam-se por reinos pequenos, e comprova essa afirmação narrando de passagem histórica com Alexandre Magno:
Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo mar Eritreu a conquistar a Índia; e como fosse trazido à sua presença um pirata, que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício; porém ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim:
Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou
ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador?
ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador?
Assim é.
O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza; o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres
Mas, Sêneca, que sabia bem distinguir as qualidades e interpretar as significações, a uns e outros definiu com o mesmo nome. Se o rei de Macedônia, ou de qualquer outro, fizer o que faz o ladrão e o pirata, o ladrão, o pirata e o rei, todos têm o mesmo lugar, e merecem o mesmo nome.
Quando li isto em Sêneca não me admirei tanto de que um estoico se atrevesse uma tal sentença em Roma, reinando nela Nero. O que mais me admirou e quase envergonhou, foi que os nossos oradores evangélicos em termo de príncipes católicos e timoratos, ou para emenda ou para a cautela, não preguem a mesma doutrina.
Prosseguindo ainda nessas considerações, lança verrinas contra os poderosos: O ladrão que furta para comer não vai nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são os outros ladrões de maior calibre e de mais alta esfera; os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento distingue muito bem São Basílio Magno.
Não só são ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com mancha, já com forças roubam cidades e reinos: os outros furtam debaixo do seu risco; estes, sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados.
Diógenes em tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros da justiça levava a enforcar uns ladrões e começou a bradar: lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos.
Padre Antônio Vieira.
É ideia central do texto.
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Sermão do bom ladrão
Invocando o pensamento de Santo Agostinho, mostrou a diferença entre os reinos onde se comprovam opressões e injustiças e as covas dos ladrões; naqueles, os latrocínios ou as ladroeiras são enormes; nestes, os covis dos ladrões representam-se por reinos pequenos, e comprova essa afirmação narrando de passagem histórica com Alexandre Magno:
Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo mar Eritreu a conquistar a Índia; e como fosse trazido à sua presença um pirata, que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício; porém ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim:
Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou
ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador?
ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador?
Assim é.
O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza; o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres
Mas, Sêneca, que sabia bem distinguir as qualidades e interpretar as significações, a uns e outros definiu com o mesmo nome. Se o rei de Macedônia, ou de qualquer outro, fizer o que faz o ladrão e o pirata, o ladrão, o pirata e o rei, todos têm o mesmo lugar, e merecem o mesmo nome.
Quando li isto em Sêneca não me admirei tanto de que um estoico se atrevesse uma tal sentença em Roma, reinando nela Nero. O que mais me admirou e quase envergonhou, foi que os nossos oradores evangélicos em termo de príncipes católicos e timoratos, ou para emenda ou para a cautela, não preguem a mesma doutrina.
Prosseguindo ainda nessas considerações, lança verrinas contra os poderosos: O ladrão que furta para comer não vai nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são os outros ladrões de maior calibre e de mais alta esfera; os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento distingue muito bem São Basílio Magno.
Não só são ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com mancha, já com forças roubam cidades e reinos: os outros furtam debaixo do seu risco; estes, sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados.
Diógenes em tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros da justiça levava a enforcar uns ladrões e começou a bradar: lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos.
Padre Antônio Vieira.
[...] verrinas, § 6, e lerdo, § 2, significam respectivamente
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Sobre os contratos administrativos, analise as afirmativas a seguir.
I. O instrumento de contrato é obrigatório nos casos de dispensa e inexigibilidade, cujos preços estejam compreendidos nos limites das modalidades de licitação, concorrência e tomada de preço.
II. É cabível a rescisão unilateral do contrato por meio de ato escrito da administração, pelo cometimento reiterado de faltas na execução do contrato anotadas em registro próprio pelo representante da administração.
III. A administração pública responde, solidariamente com o contratado, pelos encargos previdenciários resultantes da execução do contrato.
Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).
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