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Foram encontradas 60 questões.

470133 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: CETREDE
Orgão: Câm. Horizonte-CE
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Um pequeno silo de trigo perdeu 15% da carga por conta de uma infiltração. Vendeu-se 1/3 da carga restante e ainda ficou com 42,5 toneladas. Portanto, a carga inicial em toneladas, antes da infiltração, era de
 

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467100 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Câm. Horizonte-CE
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Sermão do bom ladrão
Invocando o pensamento de Santo Agostinho, mostrou a diferença entre os reinos onde se comprovam opressões e injustiças e as covas dos ladrões; naqueles, os latrocínios ou as ladroeiras são enormes; nestes, os covis dos ladrões representam-se por reinos pequenos, e comprova essa afirmação narrando de passagem histórica com Alexandre Magno:
Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo mar Eritreu a conquistar a Índia; e como fosse trazido à sua presença um pirata, que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício; porém ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim:
Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou
ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador?
Assim é.
O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza; o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres
Mas, Sêneca, que sabia bem distinguir as qualidades e interpretar as significações, a uns e outros definiu com o mesmo nome. Se o rei de Macedônia, ou de qualquer outro, fizer o que faz o ladrão e o pirata, o ladrão, o pirata e o rei, todos têm o mesmo lugar, e merecem o mesmo nome.
Quando li isto em Sêneca não me admirei tanto de que um estoico se atrevesse uma tal sentença em Roma, reinando nela Nero. O que mais me admirou e quase envergonhou, foi que os nossos oradores evangélicos em termo de príncipes católicos e timoratos, ou para emenda ou para a cautela, não preguem a mesma doutrina.
Prosseguindo ainda nessas considerações, lança verrinas contra os poderosos: O ladrão que furta para comer não vai nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são os outros ladrões de maior calibre e de mais alta esfera; os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento distingue muito bem São Basílio Magno.
Não só são ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com mancha, já com forças roubam cidades e reinos: os outros furtam debaixo do seu risco; estes, sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados.
Diógenes em tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros da justiça levava a enforcar uns ladrões e começou a bradar: lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos.
Padre Antônio Vieira
Analisando, sintaticamente, a oração “Quando li isto em Sêneca”, assinale o item INCORRETO.
 

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466945 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Câm. Horizonte-CE
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Sermão do bom ladrão
Invocando o pensamento de Santo Agostinho, mostrou a diferença entre os reinos onde se comprovam opressões e injustiças e as covas dos ladrões; naqueles, os latrocínios ou as ladroeiras são enormes; nestes, os covis dos ladrões representam-se por reinos pequenos, e comprova essa afirmação narrando de passagem histórica com Alexandre Magno:
Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo mar Eritreu a conquistar a Índia; e como fosse trazido à sua presença um pirata, que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício; porém ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim:
Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou
ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador?
Assim é.
O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza; o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres
Mas, Sêneca, que sabia bem distinguir as qualidades e interpretar as significações, a uns e outros definiu com o mesmo nome. Se o rei de Macedônia, ou de qualquer outro, fizer o que faz o ladrão e o pirata, o ladrão, o pirata e o rei, todos têm o mesmo lugar, e merecem o mesmo nome.
Quando li isto em Sêneca não me admirei tanto de que um estoico se atrevesse uma tal sentença em Roma, reinando nela Nero. O que mais me admirou e quase envergonhou, foi que os nossos oradores evangélicos em termo de príncipes católicos e timoratos, ou para emenda ou para a cautela, não preguem a mesma doutrina.
Prosseguindo ainda nessas considerações, lança verrinas contra os poderosos: O ladrão que furta para comer não vai nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são os outros ladrões de maior calibre e de mais alta esfera; os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento distingue muito bem São Basílio Magno.
Não só são ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com mancha, já com forças roubam cidades e reinos: os outros furtam debaixo do seu risco; estes, sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados.
Diógenes em tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros da justiça levava a enforcar uns ladrões e começou a bradar: lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos.
Padre Antônio Vieira.
O pirata põe em evidência a Alexandre que
 

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459488 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Câm. Horizonte-CE
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Sermão do bom ladrão
Invocando o pensamento de Santo Agostinho, mostrou a diferença entre os reinos onde se comprovam opressões e injustiças e as covas dos ladrões; naqueles, os latrocínios ou as ladroeiras são enormes; nestes, os covis dos ladrões representam-se por reinos pequenos, e comprova essa afirmação narrando de passagem histórica com Alexandre Magno:
Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo mar Eritreu a conquistar a Índia; e como fosse trazido à sua presença um pirata, que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício; porém ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim:
Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou
ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador?
Assim é.
O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza; o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres
Mas, Sêneca, que sabia bem distinguir as qualidades e interpretar as significações, a uns e outros definiu com o mesmo nome. Se o rei de Macedônia, ou de qualquer outro, fizer o que faz o ladrão e o pirata, o ladrão, o pirata e o rei, todos têm o mesmo lugar, e merecem o mesmo nome.
Quando li isto em Sêneca não me admirei tanto de que um estoico se atrevesse uma tal sentença em Roma, reinando nela Nero. O que mais me admirou e quase envergonhou, foi que os nossos oradores evangélicos em termo de príncipes católicos e timoratos, ou para emenda ou para a cautela, não preguem a mesma doutrina.
Prosseguindo ainda nessas considerações, lança verrinas contra os poderosos: O ladrão que furta para comer não vai nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são os outros ladrões de maior calibre e de mais alta esfera; os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento distingue muito bem São Basílio Magno.
Não só são ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com mancha, já com forças roubam cidades e reinos: os outros furtam debaixo do seu risco; estes, sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados.
Diógenes em tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros da justiça levava a enforcar uns ladrões e começou a bradar: lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos.
Padre Antônio Vieira.
[...] roubar pouco é culpa, roubar muito é grandeza, § 4, é exemplo de
 

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459366 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CETREDE
Orgão: Câm. Horizonte-CE
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Leia as afirmativas a seguir e assinale (V) para as VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.
( ) A concorrência é a modalidade de licitação cabível para despesas de grande valor, devendo ser publicado com, no mínimo, 30 (trinta) dias de intervalo entre a publicação e o recebimento das propostas, quando o contrato a ser celebrado não contemplar o regime de empreitada integral ou quando a licitação for do tipo melhor técnica ou técnica e preço.
( ) O agente público poderá ser punido criminalmente no caso de agir com culpa ao devassar o sigilo de proposta apresentada em procedimento licitatório, ou proporcionar a terceiro o ensejo de devassá-lo.
( ) Os critérios de aceitação da proposta; a antecipação das cláusulas contratuais, com a necessária fixação do prazo de fornecimento; as sanções para a hipótese de inadimplência; e a avaliação prévia dos bens ou serviços a serem contratados são providências que deverão ser adotadas na denominada fase interna do processo licitatório na modalidade Pregão.
( ) A rescisão do contrato, previsto na Lei Federa, 8.666/93, poderá ser determinada por ato unilateral e escrito da Administração, no caso de desatendimento das determinações regulares da autoridade designada para acompanhar e fiscalizar a sua execução, assim como as de seus superiores.
Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.
 

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459283 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CETREDE
Orgão: Câm. Horizonte-CE
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Assinale a opção CORRETA acerca do controle de constitucionalidade.

 

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A relação entre o zika vírus e o nascimento de bebês com o cérebro menor já foi comprovada. O vírus pode invadir a placenta, entrar na corrente sanguínea do feto e provocar uma inflamação no cérebro.
Isso pode causar
 

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446336 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: CETREDE
Orgão: Câm. Horizonte-CE
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Na casa de Paulo, há duas torneiras que enchem um mesmo tanque. A primeira, sozinha, leva 2 horas menos que a segunda sozinha; juntas, levam 2h24min para enchê-lo. Quanto tempo levaria cada uma sozinha?
 

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A primeira-dama do Estado, Onélia Maria Leite de Santana e o titular da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS), Josbertini Clementino, reuniram-se nesta terça-feira (15), às 9 horas, no auditório do órgão, com gestores de 47 municípios cearenses com foco no Programa Mais Infância, para apresentação de critérios de seleção das cidades que desejam concorrer à instalação de Brinquedopraças.

Enunciado 2679318-1

Na última nesta sexta-feira (11), eles também estiveram reunidos com prefeitos e secretários municipais com o intuito de apresentar os critérios de seleção das cidades que desejam concorrer à instalação das Praças Mais Infância.

O Programa Mais Infância, oferecendo a instalação das Praças Mais Infância,

I. oferta espaços lúdicos recreativos que asseguram o direito das crianças de viver seu estado natural.

II. desenvolve nas crianças suas capacidades físicas, cognitivas e psicológicas.

III. fortalece o convívio familiar e comunitário do entorno desses espaços.

IV. contribui com a formação de grupos de pedintes que incluem crianças nas ações.

V. favorece uma situação de ociosidade entre pais e filhos.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.

 

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446302 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Câm. Horizonte-CE
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Sermão do bom ladrão
Invocando o pensamento de Santo Agostinho, mostrou a diferença entre os reinos onde se comprovam opressões e injustiças e as covas dos ladrões; naqueles, os latrocínios ou as ladroeiras são enormes; nestes, os covis dos ladrões representam-se por reinos pequenos, e comprova essa afirmação narrando de passagem histórica com Alexandre Magno:
Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo mar Eritreu a conquistar a Índia; e como fosse trazido à sua presença um pirata, que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício; porém ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim:
Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou
ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador?
Assim é.
O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza; o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres
Mas, Sêneca, que sabia bem distinguir as qualidades e interpretar as significações, a uns e outros definiu com o mesmo nome. Se o rei de Macedônia, ou de qualquer outro, fizer o que faz o ladrão e o pirata, o ladrão, o pirata e o rei, todos têm o mesmo lugar, e merecem o mesmo nome.
Quando li isto em Sêneca não me admirei tanto de que um estoico se atrevesse uma tal sentença em Roma, reinando nela Nero. O que mais me admirou e quase envergonhou, foi que os nossos oradores evangélicos em termo de príncipes católicos e timoratos, ou para emenda ou para a cautela, não preguem a mesma doutrina.
Prosseguindo ainda nessas considerações, lança verrinas contra os poderosos: O ladrão que furta para comer não vai nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são os outros ladrões de maior calibre e de mais alta esfera; os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento distingue muito bem São Basílio Magno.
Não só são ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com mancha, já com forças roubam cidades e reinos: os outros furtam debaixo do seu risco; estes, sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados.
Diógenes em tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros da justiça levava a enforcar uns ladrões e começou a bradar: lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos.
Padre Antônio Vieira.
O que envergonhou o autor foi o fato de
 

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