Foram encontradas 40 questões.
Com base no Art. 17 do Regime Jurídico do Município de Ibarama, não interrompem o exercício:
Provas
Pessoas com mobilidade reduzida passam a ter direitos garantidos em casa
Apesar das dificuldades de acesso e locomoção para deficientes ainda existirem, graças à Lei de Acessibilidade – pelo menos em ambientes públicos – já houve avanços. Porém, dentro de casa é outra realidade, mas, desde o fim de janeiro, a obrigação de acessibilidade também se aplica para ambientes privados. O Decreto Federal nº 9.451/2018, que regulamenta o artigo 58 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com DeficiênciaA), determina que todas as unidades residenciais deverão ser adaptáveis, ou seja, o projeto do imóvel deve ter dimensões internas ou quantidades de ambientes que possam atender diferentes necessidades em variados momentos.
“É um processo evolutivo para que todos os espaços sejam acessíveis e adaptáveis”, explica a arquiteta Grazielli Gomes Rocha. “É importante porque isso não tem a ver apenas com a idade ou deficiência, é uma visão mais ampla para incluir a todos”, comenta.
Hoje os prédios comerciais já estão adaptados, em sua maioria, mas os residenciais só mudaram na parte de comum acesso. Embora a lei não se aplique aos prédios antigos, a partir de agora, as novas construções deverão ter dimensões e opções de planta que estejam dentro do padrão de acessibilidadeB). Por exemplo, espaço de largura de corredores, a altura do vaso sanitário e outros detalhes terão que contemplar o cenário para atender pessoas que tenham alguma dificuldade de mobilidadeC).
“Mesmo sendo uma opção no layout, é uma fase importante porque está no início, tudo pode ser pensado antecipadamente e as condições de mudar algum detalhe no futuro serão facilitadas”, explica a arquiteta.
Segundo ela, a Lei de Inclusão vai resgatar a qualidade de uso dos espaços que, ao longo do tempo, se perdeu com a diminuição dos ambientes e uma das vantagens de que as plantas sejam adaptáveisD) é que isso ainda ajuda na longevidade do investimento. Muitas vezes o imóvel é comprado em uma fase da vida que, mais à frente, com o avanço da idade, muda.
Como Grazielli diz, “a casa onde moramos é nossa raiz”. Porém, não é incomum que eventualmente uma escada ou um banheiro que não possa ser alteradoD) levem as pessoas a trocar o imóvel e deixar para trás o seu canto. “Isso afeta o psicológico das pessoas: como mudar a relação delas com o ambiente em que se sentem seguras?”, aponta a especialista. A arquiteta conclui que, com a lei, as casas agora serão mais práticas e o conforto pode ser longevo. “A questão é focada na qualidade de vida para as pessoas”, comemora.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa na qual a palavra “que” NÃO tenha sido empregada como pronome relativo.
Provas
Considerando que todos os alunos das escolas municipais têm transporte público e que alguns desses alunos cursam o ensino fundamental, então pode-se deduzir que:
Provas
Conforme o Art. 4º da Constituição Federal de 1988, a República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:
I. Independência nacional.
II. Prevalência dos direitos humanos.
III. Concorrência entre os Estados.
IV. Proibição de asilo político.
Quais estão INCORRETAS?
Provas
Pessoas com mobilidade reduzida passam a ter direitos garantidos em casa
Apesar das dificuldades de acesso e locomoção para deficientes ainda existirem, graças à Lei de Acessibilidade – pelo menos em ambientes públicos – já houve avanços. Porém, dentro de casa é outra realidade, mas, desde o fim de janeiro, a obrigação de acessibilidade também se aplica para ambientes privados. O Decreto Federal nº 9.451/2018, que regulamenta o artigo 58 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, determina que todas as unidades residenciais deverão ser adaptáveis, ou seja, o projeto do imóvel deve ter dimensões internas ou quantidades de ambientes que possam atender diferentes necessidades em variados momentos.
“É um processo evolutivo para que todos os espaços sejam acessíveis e adaptáveis”, explica a arquiteta Grazielli Gomes Rocha. “É importante porque isso não tem a ver apenas com a idade ou deficiência, é uma visão mais ampla para incluir a todos”, comenta.
Hoje os prédios comerciais já estão adaptados, em sua maioria, mas os residenciais só mudaram na parte de comum acesso. Embora a lei não se aplique aos prédios antigos, a partir de agora, as novas construções deverão ter dimensões e opções de planta que estejam dentro do padrão de acessibilidade. Por exemplo, espaço de largura de corredores, a altura do vaso sanitário e outros detalhes terão que contemplar o cenário para atender pessoas que tenham alguma dificuldade de mobilidade.
“Mesmo sendo uma opção no layout, é uma fase importante porque está no início, tudo pode ser pensado antecipadamente e as condições de mudar algum detalhe no futuro serão facilitadas”, explica a arquiteta.
Segundo ela, a Lei de Inclusão vai resgatar a qualidade de uso dos espaços que, ao longo do tempo, se perdeu com a diminuição dos ambientes e uma das vantagens de que as plantas sejam adaptáveis é que isso ainda ajuda na longevidade do investimento. Muitas vezes o imóvel é comprado em uma fase da vida que, mais à frente, com o avanço da idade, muda.
Como Grazielli diz, “a casa onde moramos é nossa raiz”. Porém, não é incomum que eventualmente uma escada ou um banheiro que não possa ser alterado levem as pessoas a trocar o imóvel e deixar para trás o seu canto. “Isso afeta o psicológico das pessoas: como mudar a relação delas com o ambiente em que se sentem seguras?”, aponta a especialista. A arquiteta conclui que, com a lei, as casas agora serão mais práticas e o conforto pode ser longevo. “A questão é focada na qualidade de vida para as pessoas”, comemora.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que indica o termo que exerce a função de adjunto adnominal no trecho a seguir, retirado do texto: “Hoje (1) os prédios comerciais (2) já (3) estão adaptados, em sua maioria, mas os residenciais só mudaram na parte (4) de comum acesso (5)”.
Provas
Pessoas com mobilidade reduzida passam a ter direitos garantidos em casa
Apesar das dificuldades de acesso e locomoção para deficientes ainda existirem, graças à Lei de Acessibilidade – pelo menos em ambientes públicos – já houve avanços. Porém, dentro de casa é outra realidade, mas, desde o fim de janeiro, a obrigação de acessibilidade também se aplica para ambientes privados. O Decreto Federal nº 9.451/2018, que regulamenta o artigo 58 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, determina que todas as unidades residenciais deverão ser adaptáveis, ou seja, o projeto do imóvel deve ter dimensões internas ou quantidades de ambientes que possam atender diferentes necessidades em variados momentos.
“É um processo evolutivo para que todos os espaços sejam acessíveis e adaptáveis”, explica a arquiteta Grazielli Gomes Rocha. “É importante porque isso não tem a ver apenas com a idade ou deficiência, é uma visão mais ampla para incluir a todos”, comenta.
Hoje os prédios comerciais já estão adaptados, em sua maioria, mas os residenciais só mudaram na parte de comum acesso. Embora a lei não se aplique aos prédios antigos, a partir de agora, as novas construções deverão ter dimensões e opções de planta que estejam dentro do padrão de acessibilidade. Por exemplo, espaço de largura de corredores, a altura do vaso sanitário e outros detalhes terão que contemplar o cenário para atender pessoas que tenham alguma dificuldade de mobilidade.
“Mesmo sendo uma opção no layout, é uma fase importante porque está no início, tudo pode ser pensado antecipadamente e as condições de mudar algum detalhe no futuro serão facilitadas”, explica a arquiteta.
Segundo ela, a Lei de Inclusão vai resgatar a qualidade de uso dos espaços que, ao longo do tempo, se perdeu com a diminuição dos ambientes e uma das vantagens de que as plantas sejam adaptáveis é que isso ainda ajuda na longevidade do investimento. Muitas vezes o imóvel é comprado em uma fase da vida que, mais à frente, com o avanço da idade, muda.
Como Grazielli diz, “a casa onde moramos é nossa raiz”. Porém, não é incomum que eventualmente uma escada ou um banheiro que não possa ser alterado levem as pessoas a trocar o imóvel e deixar para trás o seu canto. “Isso afeta o psicológico das pessoas: como mudar a relação delas com o ambiente em que se sentem seguras?”, aponta a especialista. A arquiteta conclui que, com a lei, as casas agora serão mais práticas e o conforto pode ser longevo. “A questão é focada na qualidade de vida para as pessoas”, comemora.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que apresenta palavra na qual haja a ocorrência de um dígrafo.
Provas
Segundo o Art. 8º do Regime Jurídico do Município de Ibarama, os cargos públicos serão providos por:
I. Nomeação.
II. Recondução.
III. Readaptação.
IV. Aposentadoria.
Quais estão INCORRETAS?
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Ibarama-RS
São secretarias em atividade no município de Ibarama (RS):
I. Saneamento e Limpeza Urbana.
II. Educação, Cultura, Turismo e Desportos.
III. Assistência Social.
Quais estão corretas?
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Ibarama-RS
O aniversário de Ibarama (RS) é comemorado no dia:
Provas
De acordo com o Art. 49 do Regime Jurídico do Município de Ibarama, será tornada sem efeito a designação do servidor que não entrar em exercício da função gratificada no prazo de quantos dias a contar do ato de investidura?
Provas
Caderno Container