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Desconstruindo o significado de trabalho
Por Marcio Svartman
O contexto atual em que vivemos nos convida a repensar e desconstruir o significado do trabalho, alguns conceitos em que estamos imersos.
A própria palavra usada no título, “desconstruir”, vem desse modelo mecanicista que absorvemos com maestria desde a Revolução Industrial. Desconstruir é o oposto de construir, que significa reunir as diferentes partes de um edifício, de uma máquina, de um aparelho; dar forma.
A linguagem no ambiente de trabalho está repleta de palavras como: engrenar, construir times, consertar, etc. É incrível, mas essas palavras fazem sentido total para nós, mesmo falando de organismos vivos e orgânicos que somos. Sem contar os jargões que foram absorvidos como regras pré-estabelecidas, como esses: “Deus ajuda quem cedo madruga” e “Tempo é dinheiro”.
Essas duas expressões nos parecem óbvias, mas você já parou para se questionar sobre o significado delas? Façamos as perguntas: por que tempo é dinheiro e por que madrugar é um valor importante?
Esses conceitos refletem os pensamentos do modelo de trabalho mecanicista, pós Revolução Industrial, e mais presente em economias menos desenvolvidas. Eles fazem parte dos modelos mecânicos de trabalho: o tempo era diretamente proporcional ao volume de produção, ou seja, tinha que gerar produtividade. O tempo tem que ser usado para produzir!
O trabalhador tem uma tarefa específica para ser realizada: se em mais tempo ele trabalhar, mais vezes aquela atividade será realizada e mais receita gerada a partir daquela mão-de-obra. Esse é um modelo de significado de trabalho que só faz sentido em alguns contextos.
Se você pensar em um contexto em que é preciso cada vez mais exercer a criatividade e a inovação, essas expressões perdem o sentido.
Estar sempre no controle da vida.
Frases do tipo: “Precisamos controlar tudo e todos. Vamos fazer planilhas, monitorar, acompanhar e controlar todos os passos” são parte do modelo atual de trabalho.
Por outro lado, sair do controle tem outro significado para nós: é aceitar um estado constante de evolução, curando, aceitando e lidando com medos, traumas, memórias, crenças. Ou seja, assumindo que não temos o controle da vida.
Cada vez que eu consigo me movimentar do lugar onde estou, há um processo de cura e descontrole. Cada tensão, cada angústia, cada dor que a vida me traz é um convite da vida. Há um processo de libertação e de crescimento e de abrir mão do que é possível controlar hoje.
Do mesmo modo, o que dificulta entender essa visão é que muitas vezes achamos que ao nos desenvolvermos como ser e nos libertarmos, o processo é sempre bom, o tempo todo, e isso não é verdade: faz parte do processo aceitar os nós, aceitar as dificuldades e sofrer.
Logo, ao desconstruir o significado de trabalho, que possamos evoluir para uma forma de viver mais autêntica e de acordo com nossa espécie de seres: orgânicos, vivos e em constante transformação.
(Disponível em: https://exame.com/blog/gestao-fora-da-caixa/desconstruindo-o-significado-de-
trabalho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta palavra que tenha sido formada pelo mesmo processo do vocábulo “descontrole”.
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Desconstruindo o significado de trabalho
Por Marcio Svartman
O contexto atual em que vivemos nos convida a repensar e desconstruir o significado do trabalho, alguns conceitos em que estamos imersos.
A própria palavra usada no título, “desconstruir”, vem desse modelo mecanicista que absorvemos com maestria desde a Revolução Industrial. Desconstruir é o oposto de construir, que significa reunir as diferentes partes de um edifício, de uma máquina, de um aparelho; dar forma.
A linguagem no ambiente de trabalho está repleta de palavras como: engrenar, construir times, consertar, etc. É incrível, mas essas palavras fazem sentido total para nós, mesmo falando de organismos vivos e orgânicos que somos. Sem contar os jargões que foram absorvidos como regras pré-estabelecidas, como esses: “Deus ajuda quem cedo madruga” e “Tempo é dinheiro”.
Essas duas expressões nos parecem óbvias, mas você já parou para se questionar sobre o significado delas? Façamos as perguntas: por que tempo é dinheiro e por que madrugar é um valor importante?
Esses conceitos refletem os pensamentos do modelo de trabalho mecanicista, pós Revolução Industrial, e mais presente em economias menos desenvolvidas. Eles fazem parte dos modelos mecânicos de trabalho: o tempo era diretamente proporcional ao volume de produção, ou seja, tinha que gerar produtividade. O tempo tem que ser usado para produzir!
O trabalhador tem uma tarefa específica para ser realizada: se em mais tempo ele trabalhar, mais vezes aquela atividade será realizada e mais receita gerada a partir daquela mão-de-obra. Esse é um modelo de significado de trabalho que só faz sentido em alguns contextos.
Se você pensar em um contexto em que é preciso cada vez mais exercer a criatividade e a inovação, essas expressões perdem o sentido.
Estar sempre no controle da vida.
Frases do tipo: “Precisamos controlar tudo e todos. Vamos fazer planilhas, monitorar, acompanhar e controlar todos os passos” são parte do modelo atual de trabalho.
Por outro lado, sair do controle tem outro significado para nós: é aceitar um estado constante de evolução, curando, aceitando e lidando com medos, traumas, memórias, crenças. Ou seja, assumindo que não temos o controle da vida.
Cada vez que eu consigo me movimentar do lugar onde estou, há um processo de cura e descontrole. Cada tensão, cada angústia, cada dor que a vida me traz é um convite da vida. Há um processo de libertação e de crescimento e de abrir mão do que é possível controlar hoje.
Do mesmo modo, o que dificulta entender essa visão é que muitas vezes achamos que ao nos desenvolvermos como ser e nos libertarmos, o processo é sempre bom, o tempo todo, e isso não é verdade: faz parte do processo aceitar os nós, aceitar as dificuldades e sofrer.
Logo, ao desconstruir o significado de trabalho, que possamos evoluir para uma forma de viver mais autêntica e de acordo com nossa espécie de seres: orgânicos, vivos e em constante transformação.
(Disponível em: https://exame.com/blog/gestao-fora-da-caixa/desconstruindo-o-significado-de-
trabalho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica um sinônimo possível para a palavra “maestria”.
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Desconstruindo o significado de trabalho
Por Marcio Svartman
O contexto atual em que vivemos nos convida a repensar e desconstruir o significado do trabalho, alguns conceitos em que estamos imersos.
A própria palavra usada no título, “desconstruir”, vem desse modelo mecanicista que absorvemos com maestria desde a Revolução Industrial. Desconstruir é o oposto de construir, que significa reunir as diferentes partes de um edifício, de uma máquina, de um aparelho; dar forma.
A linguagem no ambiente de trabalho está repleta de palavras como: engrenar, construir times, consertar, etc. É incrível, mas essas palavras fazem sentido total para nós, mesmo falando de organismos vivos e orgânicos que somos. Sem contar os jargões que foram absorvidos como regras pré-estabelecidas, como esses: “Deus ajuda quem cedo madruga” e “Tempo é dinheiro”.
Essas duas expressões nos parecem óbvias, mas você já parou para se questionar sobre o significado delas? Façamos as perguntas: por que tempo é dinheiro e por que madrugar é um valor importante?
Esses conceitos refletem os pensamentos do modelo de trabalho mecanicista, pós Revolução Industrial, e mais presente em economias menos desenvolvidas. Eles fazem parte dos modelos mecânicos de trabalho: o tempo era diretamente proporcional ao volume de produção, ou seja, tinha que gerar produtividade. O tempo tem que ser usado para produzir!
O trabalhador tem uma tarefa específica para ser realizada: se em mais tempo ele trabalhar, mais vezes aquela atividade será realizada e mais receita gerada a partir daquela mão-de-obra. Esse é um modelo de significado de trabalho que só faz sentido em alguns contextos.
Se você pensar em um contexto em que é preciso cada vez mais exercer a criatividade e a inovação, essas expressões perdem o sentido.
Estar sempre no controle da vida.
Frases do tipo: “Precisamos controlar tudo e todos. Vamos fazer planilhas, monitorar, acompanhar e controlar todos os passos” são parte do modelo atual de trabalho.
Por outro lado, sair do controle tem outro significado para nós: é aceitar um estado constante de evolução, curando, aceitando e lidando com medos, traumas, memórias, crenças. Ou seja, assumindo que não temos o controle da vida.
Cada vez que eu consigo me movimentar do lugar onde estou, há um processo de cura e descontrole. Cada tensão, cada angústia, cada dor que a vida me traz é um convite da vida. Há um processo de libertação e de crescimento e de abrir mão do que é possível controlar hoje.
Do mesmo modo, o que dificulta entender essa visão é que muitas vezes achamos que ao nos desenvolvermos como ser e nos libertarmos, o processo é sempre bom, o tempo todo, e isso não é verdade: faz parte do processo aceitar os nós, aceitar as dificuldades e sofrer.
Logo, ao desconstruir o significado de trabalho, que possamos evoluir para uma forma de viver mais autêntica e de acordo com nossa espécie de seres: orgânicos, vivos e em constante transformação.
(Disponível em: https://exame.com/blog/gestao-fora-da-caixa/desconstruindo-o-significado-de-
trabalho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Observe a imagem a seguir e assinale a expressão retirada do texto que melhor traduz o seu significado.

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Desconstruindo o significado de trabalho
Por Marcio Svartman
O contexto atual em que vivemos nos convida a repensar e desconstruir o significado do trabalho, alguns conceitos em que estamos imersos.
A própria palavra usada no título, “desconstruir”, vem desse modelo mecanicista que absorvemos com maestria desde a Revolução Industrial. Desconstruir é o oposto de construir, que significa reunir as diferentes partes de um edifício, de uma máquina, de um aparelho; dar forma.
A linguagem no ambiente de trabalho está repleta de palavras como: engrenar, construir times, consertar, etc. É incrível, mas essas palavras fazem sentido total para nós, mesmo falando de organismos vivos e orgânicos que somos. Sem contar os jargões que foram absorvidos como regras pré-estabelecidas, como esses: “Deus ajuda quem cedo madruga” e “Tempo é dinheiro”.
Essas duas expressões nos parecem óbvias, mas você já parou para se questionar sobre o significado delas? Façamos as perguntas: por que tempo é dinheiro e por que madrugar é um valor importante?
Esses conceitos refletem os pensamentos do modelo de trabalho mecanicista, pós Revolução Industrial, e mais presente em economias menos desenvolvidas. Eles fazem parte dos modelos mecânicos de trabalho: o tempo era diretamente proporcional ao volume de produção, ou seja, tinha que gerar produtividade. O tempo tem que ser usado para produzir!
O trabalhador tem uma tarefa específica para ser realizada: se em mais tempo ele trabalhar, mais vezes aquela atividade será realizada e mais receita gerada a partir daquela mão-de-obra. Esse é um modelo de significado de trabalho que só faz sentido em alguns contextos.
Se você pensar em um contexto em que é preciso cada vez mais exercer a criatividade e a inovação, essas expressões perdem o sentido.
Estar sempre no controle da vida.
Frases do tipo: “Precisamos controlar tudo e todos. Vamos fazer planilhas, monitorar, acompanhar e controlar todos os passos” são parte do modelo atual de trabalho.
Por outro lado, sair do controle tem outro significado para nós: é aceitar um estado constante de evolução, curando, aceitando e lidando com medos, traumas, memórias, crenças. Ou seja, assumindo que não temos o controle da vida.
Cada vez que eu consigo me movimentar do lugar onde estou, há um processo de cura e descontrole. Cada tensão, cada angústia, cada dor que a vida me traz é um convite da vida. Há um processo de libertação e de crescimento e de abrir mão do que é possível controlar hoje.
Do mesmo modo, o que dificulta entender essa visão é que muitas vezes achamos que ao nos desenvolvermos como ser e nos libertarmos, o processo é sempre bom, o tempo todo, e isso não é verdade: faz parte do processo aceitar os nós, aceitar as dificuldades e sofrer.
Logo, ao desconstruir o significado de trabalho, que possamos evoluir para uma forma de viver mais autêntica e de acordo com nossa espécie de seres: orgânicos, vivos e em constante transformação.
(Disponível em: https://exame.com/blog/gestao-fora-da-caixa/desconstruindo-o-significado-de-
trabalho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa INCORRETA de acordo com as informações do texto.
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Desconstruindo o significado de trabalho
Por Marcio Svartman
O contexto atual em que vivemos nos convida a repensar e desconstruir o significado do trabalho, alguns conceitos em que estamos imersos.
A própria palavra usada no título, “desconstruir”, vem desse modelo mecanicista que absorvemos com maestria desde a Revolução Industrial. Desconstruir é o oposto de construir, que significa reunir as diferentes partes de um edifício, de uma máquina, de um aparelho; dar forma.
A linguagem no ambiente de trabalho está repleta de palavras como: engrenar, construir times, consertar, etc. É incrível, mas essas palavras fazem sentido total para nós, mesmo falando de organismos vivos e orgânicos que somos. Sem contar os jargões que foram absorvidos como regras pré-estabelecidas, como esses: “Deus ajuda quem cedo madruga” e “Tempo é dinheiro”.
Essas duas expressões nos parecem óbvias, mas você já parou para se questionar sobre o significado delas? Façamos as perguntas: por que tempo é dinheiro e por que madrugar é um valor importante?
Esses conceitos refletem os pensamentos do modelo de trabalho mecanicista, pós Revolução Industrial, e mais presente em economias menos desenvolvidas. Eles fazem parte dos modelos mecânicos de trabalho: o tempo era diretamente proporcional ao volume de produção, ou seja, tinha que gerar produtividade. O tempo tem que ser usado para produzir!
O trabalhador tem uma tarefa específica para ser realizada: se em mais tempo ele trabalhar, mais vezes aquela atividade será realizada e mais receita gerada a partir daquela mão-de-obra. Esse é um modelo de significado de trabalho que só faz sentido em alguns contextos.
Se você pensar em um contexto em que é preciso cada vez mais exercer a criatividade e a inovação, essas expressões perdem o sentido.
Estar sempre no controle da vida.
Frases do tipo: “Precisamos controlar tudo e todos. Vamos fazer planilhas, monitorar, acompanhar e controlar todos os passos” são parte do modelo atual de trabalho.
Por outro lado, sair do controle tem outro significado para nós: é aceitar um estado constante de evolução, curando, aceitando e lidando com medos, traumas, memórias, crenças. Ou seja, assumindo que não temos o controle da vida.
Cada vez que eu consigo me movimentar do lugar onde estou, há um processo de cura e descontrole. Cada tensão, cada angústia, cada dor que a vida me traz é um convite da vida. Há um processo de libertação e de crescimento e de abrir mão do que é possível controlar hoje.
Do mesmo modo, o que dificulta entender essa visão é que muitas vezes achamos que ao nos desenvolvermos como ser e nos libertarmos, o processo é sempre bom, o tempo todo, e isso não é verdade: faz parte do processo aceitar os nós, aceitar as dificuldades e sofrer.
Logo, ao desconstruir o significado de trabalho, que possamos evoluir para uma forma de viver mais autêntica e de acordo com nossa espécie de seres: orgânicos, vivos e em constante transformação.
(Disponível em: https://exame.com/blog/gestao-fora-da-caixa/desconstruindo-o-significado-de-
trabalho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. A autora explica o significado de uma das palavras constantes no título a fim de justificar por que o conceito de trabalho precisa ser ressignificado.
II. O autor compara os seres humanos a máquinas empregadas para uma forma de trabalho.
III. De acordo com o texto, o modelo de trabalho baseado na produção incessante é comum em economias desenvolvidas.
Quais estão corretas?
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Desconstruindo o significado de trabalho
Por Marcio Svartman
O contexto atual em que vivemos nos convida a repensar e desconstruir o significado do trabalho, alguns conceitos em que estamos imersos.
A própria palavra usada no título, “desconstruir”, vem desse modelo mecanicista que absorvemos com maestria desde a Revolução Industrial. Desconstruir é o oposto de construir, que significa reunir as diferentes partes de um edifício, de uma máquina, de um aparelho; dar forma.
A linguagem no ambiente de trabalho está repleta de palavras como: engrenar, construir times, consertar, etc. É incrível, mas essas palavras fazem sentido total para nós, mesmo falando de organismos vivos e orgânicos que somos. Sem contar os jargões que foram absorvidos como regras pré-estabelecidas, como esses: “Deus ajuda quem cedo madruga” e “Tempo é dinheiro”.
Essas duas expressões nos parecem óbvias, mas você já parou para se questionar sobre o significado delas? Façamos as perguntas: por que tempo é dinheiro e por que madrugar é um valor importante?
Esses conceitos refletem os pensamentos do modelo de trabalho mecanicista, pós Revolução Industrial, e mais presente em economias menos desenvolvidas. Eles fazem parte dos modelos mecânicos de trabalho: o tempo era diretamente proporcional ao volume de produção, ou seja, tinha que gerar produtividade. O tempo tem que ser usado para produzir!
O trabalhador tem uma tarefa específica para ser realizada: se em mais tempo ele trabalhar, mais vezes aquela atividade será realizada e mais receita gerada a partir daquela mão-de-obra. Esse é um modelo de significado de trabalho que só faz sentido em alguns contextos.
Se você pensar em um contexto em que é preciso cada vez mais e ercer a criatividade e a inovação, essas expressões perdem o sentido.
Estar sempre no controle da vida.
Frases do tipo: “Precisamos controlar tudo e todos. Vamos fazer planilhas, monitorar, acompanhar e controlar todos os passos” são parte do modelo atual de trabalho.
Por outro lado, sair do controle tem outro significado para nós: é aceitar um estado constante de evolução, curando, aceitando e lidando com medos, traumas, memórias, cren as. Ou seja, assumindo que não temos o controle da vida.
Cada vez que eu consigo me movimentar do lugar onde estou, há um processo de cura e descontrole. Cada tensão, cada angústia, cada dor que a vida me tra é um convite da vida. Há um processo de libertação e de crescimento e de abrir mão do que é possível controlar hoje.
Do mesmo modo, o que dificulta entender essa visão é que muitas vezes achamos que ao nos desenvolvermos como ser e nos libertarmos, o processo é sempre bom, o tempo todo, e isso não é verdade: faz parte do processo aceitar os nós, aceitar as dificuldades e sofrer.
Logo, ao desconstruir o significado de trabalho, que possamos evoluir para uma forma de viver mais autêntica e de acordo com nossa espécie de seres: orgânicos, vivos e em constante transformação.
(Disponível em: https://exame.com/blog/gestao-fora-da-caixa/desconstruindo-o-significado-de-
trabalho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas em destaque no texto.
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Determine o par ordenado do ponto mínimo de uma função quadrática definida por !$ f(x) = x^2+ 3x – 4 !$.
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O futuro demanda solidariedade
Por Luciana Allan
A questão de planejar o amanhã não é corriqueira e o mundo todo está debruçado sobre isso. Num contexto de ensino híbrido, com aulas parte presenciais, parte remotas, os alunos precisarão desenvolver de maneira mais consistente habilidades como autodisciplina para estudar em casa, por exemplo. Isso exige alterações no foco dos professores, que precisam ter tempo e apoio para serem treinados no uso das tecnologias digitais.
E não podemos esquecer os fatores sociais. Como tornar padrão o ensino a distância quando uma parcela considerável da população mundial tem acesso precário à internet? No Brasil, a penetração da rede nos domicílios é de 67% em média – na classe A é de 99%, enquanto na D e E despenca para 40%.
No caso específico do Brasil, a pandemia gerou rupturas familiares importantes. Muitas crianças e jovens perderam pais ou mães arrimos de família para a Covid-19. O isolamento social e o freio de arrumação na economia deixaram muita gente desempregada e muitos autônomos sem renda. Isso certamente terá um efeito na evasão escolar, que já é alta no Brasil, especialmente no ensino médio.
O maior desafio que temos adiante é planejar as novas estratégias de ensino. Pelo que temos visto, até aqui a educação remota foi emergencial e não uma solução. É preciso criar redes colaborativas entre gestores, professores e coordenadores para que se compartilhem as boas práticas a fim de que todos possam evoluir.
Um dos alentos que a pesquisa nos trouxe é saber que ao menos um terço dos respondentes estão redirecionando o foco do currículo para o desenvolvimento de competências e habilidades, tais como colaboração, interação, resolução de problemas e pensamento crítico. Outro ponto positivo é que a pandemia valorizou os professores, cujo papel fundamental foi reconhecido pelos pais e mães que estão tendo de lidar com as crianças e jovens em casa nestes tempos de isolamento social.
Podemos dizer que a construção do “novo normal” passa pelo afastamento cada vez maior das instituições de ensino de seu papel de repositório de conteúdo para um contexto de construção de saberes e competências, inclusive éticas, a fim de que nossas crianças e jovens possam estar melhor preparados para um futuro que ainda lhes parece incerto e sem sentido. Mais do que nunca, a escola precisa repensar seu papel.
Como também bem pontuou um pensador da educação: “quando as crianças voltarem às escolas, irão encontrar um mundo diferente. Os professores terão o grande desafio de ser não somente instrutores, mas bons mentores, facilitadores. O ensinar não é um processo transacional, é relacional. É preciso conhecer os sonhos e aspirações dos alunos”.
Além de atacarmos as questões socioeconômicas e investirmos na valorização e formação dos professores, que são urgentes e estão em pleno debate com a votação da PEC 015/2015, precisamos também ouvir e praticar as palavras de especialistas no assunto como Andreas, Maria João e Mr Kung. Só assim a pandemia deixará uma herança valiosa para a educação. De outra forma, perderemos a chance de fazer do “novo normal” um “normal melhor”.
(Disponível em: https://exame.com/blog/crescer-em-rede/ao-inves-de-um-novo-normal-um-normal-
melhor-para-educacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que classifica corretamente o pronome “cujo”.
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O futuro demanda solidariedade
Por Luciana Allan
A questão de planejar o amanhã não é corriqueira e o mundo todo está debruçado sobre isso. Num contexto de ensino híbrido, com aulas parte presenciais, parte remotas, os alunos precisarão desenvolver de maneira mais consistente habilidades como autodisciplina para estudar em casa, por exemplo. Isso exige alterações no foco dos professores, que precisam ter tempo e apoio para serem treinados no uso das tecnologias digitais.
E não podemos esquecer os fatores sociais. Como tornar padrão o ensino a distância quando uma parcela considerável da população mundial tem acesso precário à internet? No Brasil, a penetração da rede nos domicílios é de 67% em média – na classe A é de 99%, enquanto na D e E despenca para 40%.
No caso específico do Brasil, a pandemia gerou rupturas familiares importantes. Muitas crianças e jovens perderam pais ou mães arrimos de família para a Covid-19. O isolamento social e o freio de arrumação na economia deixaram muita gente desempregada e muitos autônomos sem renda. Isso certamente terá um efeito na evasão escolar, que já é alta no Brasil, especialmente no ensino médio.
O maior desafio que temos adiante é planejar as novas estratégias de ensino. Pelo que temos visto, até aqui a educação remota foi emergencial e não uma solução. É preciso criar redes colaborativas entre gestores, professores e coordenadores para que se compartilhem as boas práticas a fim de que todos possam evoluir.
Um dos alentos que a pesquisa nos trouxe é saber que ao menos um terço dos respondentes estão redirecionando o foco do currículo para o desenvolvimento de competências e habilidades, tais como colaboração, interação, resolução de problemas e pensamento crítico. Outro ponto positivo é que a pandemia valorizou os professores, cujo papel fundamental foi reconhecido pelos pais e mães que estão tendo de lidar com as crianças e jovens em casa nestes tempos de isolamento social.
Podemos dizer que a construção do “novo normal” passa pelo afastamento cada vez maior das instituições de ensino de seu papel de repositório de conteúdo para um contexto de construção de saberes e competências, inclusive éticas, a fim de que nossas crianças e jovens possam estar melhor preparados para um futuro que ainda lhes parece incerto e sem sentido. Mais do que nunca, a escola precisa repensar seu papel.
Como também bem pontuou um pensador da educação: “quando as crianças voltarem às escolas, irão encontrar um mundo diferente. Os professores terão o grande desafio de ser não somente instrutores, mas bons mentores, facilitadores. O ensinar não é um processo transacional, é relacional. É preciso conhecer os sonhos e aspirações dos alunos”.
Além de atacarmos as questões socioeconômicas e investirmos na valorização e formação dos professores, que são urgentes e estão em pleno debate com a votação da PEC 015/2015, precisamos também ouvir e praticar as palavras de especialistas no assunto como Andreas, Maria João e Mr Kung. Só assim a pandemia deixará uma herança valiosa para a educação. De outra forma, perderemos a chance de fazer do “novo normal” um “normal melhor”.
(Disponível em: https://exame.com/blog/crescer-em-rede/ao-inves-de-um-novo-normal-um-normal-
melhor-para-educacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica o número correto de artigos presentes no trecho a seguir: “Só assim a pandemia deixará uma herança valiosa para a educação.”
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O futuro demanda solidariedade
Por Luciana Allan
A questão de planejar o amanhã não é corriqueira e o mundo todo está debruçado sobre isso. Num contexto de ensino híbrido, com aulas parte presenciais, parte remotas, os alunos precisarão desenvolver de maneira mais consistente habilidades como autodisciplina para estudar em casa, por exemplo. Isso exige alterações no foco dos professores, que precisam ter tempo e apoio para serem treinados no uso das tecnologias digitais.
E não podemos esquecer os fatores sociais. Como tornar padrão o ensino a distância quando uma parcela considerável da população mundial tem acesso precário à internet? No Brasil, a penetração da rede nos domicílios é de 67% em média – na classe A é de 99%, enquanto na D e E despenca para 40%.
No caso específico do Brasil, a pandemia gerou rupturas familiares importantes. Muitas crianças e jovens perderam pais ou mães arrimos de família para a Covid-19. O isolamento social e o freio de arrumação na economia deixaram muita gente desempregada e muitos autônomos sem renda. Isso certamente terá um efeito na evasão escolar, que já é alta no Brasil, especialmente no ensino médio.
O maior desafio que temos adiante é planejar as novas estratégias de ensino. Pelo que temos visto, até aqui a educação remota foi emergencial e não uma solução. É preciso criar redes colaborativas entre gestores, professores e coordenadores para que se compartilhem as boas práticas a fim de que todos possam evoluir.
Um dos alentos que a pesquisa nos trouxe é saber que ao menos um terço dos respondentes estão redirecionando o foco do currículo para o desenvolvimento de competências e habilidades, tais como colaboração, interação, resolução de problemas e pensamento crítico. Outro ponto positivo é que a pandemia valorizou os professores, cujo papel fundamental foi reconhecido pelos pais e mães que estão tendo de lidar com as crianças e jovens em casa nestes tempos de isolamento social.
Podemos dizer que a construção do “novo normal” passa pelo afastamento cada vez maior das instituições de ensino de seu papel de repositório de conteúdo para um contexto de construção de saberes e competências, inclusive éticas, a fim de que nossas crianças e jovens possam estar melhor preparados para um futuro que ainda lhes parece incerto e sem sentido. Mais do que nunca, a escola precisa repensar seu papel.
Como também bem pontuou um pensador da educação: “quando as crianças voltarem às escolas, irão encontrar um mundo diferente. Os professores terão o grande desafio de ser não somente instrutores, mas bons mentores, facilitadores. O ensinar não é um processo transacional, é relacional. É preciso conhecer os sonhos e aspirações dos alunos”.
Além de atacarmos as questões socioeconômicas e investirmos na valorização e formação dos professores, que são urgentes e estão em pleno debate com a votação da PEC 015/2015, precisamos também ouvir e praticar as palavras de especialistas no assunto como Andreas, Maria João e Mr Kung. Só assim a pandemia deixará uma herança valiosa para a educação. De outra forma, perderemos a chance de fazer do “novo normal” um “normal melhor”.
(Disponível em: https://exame.com/blog/crescer-em-rede/ao-inves-de-um-novo-normal-um-normal-
melhor-para-educacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que classifica corretamente o sujeito da oração a seguir: “precisamos também ouvir e praticar as palavras de especialistas no assunto”.
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