Foram encontradas 40 questões.
3970613
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
Disciplina: Português
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
Provas:
Saneamento ganha novo peso nas discussões climáticas da
COP30
Por Lussana Neves*
A COP30, realizada em Belém (PA), consolidou uma
mudança importante no debate global sobre clima: a
universalização do saneamento básico deixou de ser tratada
apenas como um tema social e passou a ocupar posição central
na pauta ambiental internacional.
Delegações de mais de 160 países têm destacado que
não é possível falar em adaptação climática, redução de
desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água
potável e ao tratamento de esgoto.
A discussão avança em conformidade com a Agenda
2030 e com o ODS 6, que estabelece a meta de garantir
saneamento universal. A lógica é simples e inequívoca: quanto
mais vulnerável uma população é — especialmente as
comunidades sem coleta e tratamento de esgoto — maior o
impacto que sofre diante de eventos climáticos extremos.
Inundações, contaminação de mananciais, proliferação de
doenças e perda de qualidade de vida são apenas alguns dos
efeitos diretos.
No Brasil, o desafio é urgente. O Marco Legal do
Saneamento determina que, até 2033, 90% dos brasileiros
tenham acesso à coleta e ao tratamento de esgoto. No entanto,
ainda hoje 44,5% da população permanece à margem desse
direito básico. O atraso deixa claro que o país precisa combinar
infraestrutura estrutural com novas abordagens capazes de
responder às realidades locais.
É nesse cenário que o saneamento móvel ganha espaço.
Em regiões isoladas, áreas rurais, comunidades ribeirinhas ou
bairros urbanos não regularizados — onde redes convencionais
demoram anos para chegar — soluções como coleta de efluentes,
limpeza de fossas, fornecimento de água potável e descarte
certificado se consolidam como alternativas rápidas e eficientes.
Empresas especializadas já atendem setores complexos,
como grandes mineradoras, mostrando que o modelo é
tecnicamente seguro e operacionalmente viável.
A ampliação dessas soluções pode reduzir
significativamente o tempo de espera por serviços essenciais,
evitando que milhões de pessoas continuem expostas a um
cotidiano marcado por fossas improvisadas, valas abertas e
contaminação de rios e córregos. Além do impacto sobre a saúde
pública, o esgoto não tratado intensifica a crise climática ao liberar
metano, um dos gases mais potentes na intensificação do efeito
estufa.
A inclusão do saneamento na agenda climática da
COP30 reforça um consenso crescente: sem acesso universal à
água e ao esgoto, não há desenvolvimento sustentável possível.
Diretora administrativa da Liderban
Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/saneamento-ganha-novopeso-nas-discuss-es-climaticas-da-cop30-1.1093685. Acessado em 09.12.2025.
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3970612
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
Disciplina: Português
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
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Saneamento ganha novo peso nas discussões climáticas da
COP30
Por Lussana Neves*
A COP30, realizada em Belém (PA), consolidou uma
mudança importante no debate global sobre clima: a
universalização do saneamento básico deixou de ser tratada
apenas como um tema social e passou a ocupar posição central
na pauta ambiental internacional.
Delegações de mais de 160 países têm destacado que
não é possível falar em adaptação climática, redução de
desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água
potável e ao tratamento de esgoto.
A discussão avança em conformidade com a Agenda
2030 e com o ODS 6, que estabelece a meta de garantir
saneamento universal. A lógica é simples e inequívoca: quanto
mais vulnerável uma população é — especialmente as
comunidades sem coleta e tratamento de esgoto — maior o
impacto que sofre diante de eventos climáticos extremos.
Inundações, contaminação de mananciais, proliferação de
doenças e perda de qualidade de vida são apenas alguns dos
efeitos diretos.
No Brasil, o desafio é urgente. O Marco Legal do
Saneamento determina que, até 2033, 90% dos brasileiros
tenham acesso à coleta e ao tratamento de esgoto. No entanto,
ainda hoje 44,5% da população permanece à margem desse
direito básico. O atraso deixa claro que o país precisa combinar
infraestrutura estrutural com novas abordagens capazes de
responder às realidades locais.
É nesse cenário que o saneamento móvel ganha espaço.
Em regiões isoladas, áreas rurais, comunidades ribeirinhas ou
bairros urbanos não regularizados — onde redes convencionais
demoram anos para chegar — soluções como coleta de efluentes,
limpeza de fossas, fornecimento de água potável e descarte
certificado se consolidam como alternativas rápidas e eficientes.
Empresas especializadas já atendem setores complexos,
como grandes mineradoras, mostrando que o modelo é
tecnicamente seguro e operacionalmente viável.
A ampliação dessas soluções pode reduzir
significativamente o tempo de espera por serviços essenciais,
evitando que milhões de pessoas continuem expostas a um
cotidiano marcado por fossas improvisadas, valas abertas e
contaminação de rios e córregos. Além do impacto sobre a saúde
pública, o esgoto não tratado intensifica a crise climática ao liberar
metano, um dos gases mais potentes na intensificação do efeito
estufa.
A inclusão do saneamento na agenda climática da
COP30 reforça um consenso crescente: sem acesso universal à
água e ao esgoto, não há desenvolvimento sustentável possível.
Diretora administrativa da Liderban
Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/saneamento-ganha-novopeso-nas-discuss-es-climaticas-da-cop30-1.1093685. Acessado em 09.12.2025.
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3970611
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
Disciplina: Português
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
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Saneamento ganha novo peso nas discussões climáticas da
COP30
Por Lussana Neves*
A COP30, realizada em Belém (PA), consolidou uma
mudança importante no debate global sobre clima: a
universalização do saneamento básico deixou de ser tratada
apenas como um tema social e passou a ocupar posição central
na pauta ambiental internacional.
Delegações de mais de 160 países têm destacado que
não é possível falar em adaptação climática, redução de
desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água
potável e ao tratamento de esgoto.
A discussão avança em conformidade com a Agenda
2030 e com o ODS 6, que estabelece a meta de garantir
saneamento universal. A lógica é simples e inequívoca: quanto
mais vulnerável uma população é — especialmente as
comunidades sem coleta e tratamento de esgoto — maior o
impacto que sofre diante de eventos climáticos extremos.
Inundações, contaminação de mananciais, proliferação de
doenças e perda de qualidade de vida são apenas alguns dos
efeitos diretos.
No Brasil, o desafio é urgente. O Marco Legal do
Saneamento determina que, até 2033, 90% dos brasileiros
tenham acesso à coleta e ao tratamento de esgoto. No entanto,
ainda hoje 44,5% da população permanece à margem desse
direito básico. O atraso deixa claro que o país precisa combinar
infraestrutura estrutural com novas abordagens capazes de
responder às realidades locais.
É nesse cenário que o saneamento móvel ganha espaço.
Em regiões isoladas, áreas rurais, comunidades ribeirinhas ou
bairros urbanos não regularizados — onde redes convencionais
demoram anos para chegar — soluções como coleta de efluentes,
limpeza de fossas, fornecimento de água potável e descarte
certificado se consolidam como alternativas rápidas e eficientes.
Empresas especializadas já atendem setores complexos,
como grandes mineradoras, mostrando que o modelo é
tecnicamente seguro e operacionalmente viável.
A ampliação dessas soluções pode reduzir
significativamente o tempo de espera por serviços essenciais,
evitando que milhões de pessoas continuem expostas a um
cotidiano marcado por fossas improvisadas, valas abertas e
contaminação de rios e córregos. Além do impacto sobre a saúde
pública, o esgoto não tratado intensifica a crise climática ao liberar
metano, um dos gases mais potentes na intensificação do efeito
estufa.
A inclusão do saneamento na agenda climática da
COP30 reforça um consenso crescente: sem acesso universal à
água e ao esgoto, não há desenvolvimento sustentável possível.
Diretora administrativa da Liderban
Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/saneamento-ganha-novopeso-nas-discuss-es-climaticas-da-cop30-1.1093685. Acessado em 09.12.2025.
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3970610
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
Disciplina: Português
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
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Saneamento ganha novo peso nas discussões climáticas da
COP30
Por Lussana Neves*
A COP30, realizada em Belém (PA), consolidou uma
mudança importante no debate global sobre clima: a
universalização do saneamento básico deixou de ser tratada
apenas como um tema social e passou a ocupar posição central
na pauta ambiental internacional.
Delegações de mais de 160 países têm destacado que
não é possível falar em adaptação climática, redução de
desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água
potável e ao tratamento de esgoto.
A discussão avança em conformidade com a Agenda
2030 e com o ODS 6, que estabelece a meta de garantir
saneamento universal. A lógica é simples e inequívoca: quanto
mais vulnerável uma população é — especialmente as
comunidades sem coleta e tratamento de esgoto — maior o
impacto que sofre diante de eventos climáticos extremos.
Inundações, contaminação de mananciais, proliferação de
doenças e perda de qualidade de vida são apenas alguns dos
efeitos diretos.
No Brasil, o desafio é urgente. O Marco Legal do
Saneamento determina que, até 2033, 90% dos brasileiros
tenham acesso à coleta e ao tratamento de esgoto. No entanto,
ainda hoje 44,5% da população permanece à margem desse
direito básico. O atraso deixa claro que o país precisa combinar
infraestrutura estrutural com novas abordagens capazes de
responder às realidades locais.
É nesse cenário que o saneamento móvel ganha espaço.
Em regiões isoladas, áreas rurais, comunidades ribeirinhas ou
bairros urbanos não regularizados — onde redes convencionais
demoram anos para chegar — soluções como coleta de efluentes,
limpeza de fossas, fornecimento de água potável e descarte
certificado se consolidam como alternativas rápidas e eficientes.
Empresas especializadas já atendem setores complexos,
como grandes mineradoras, mostrando que o modelo é
tecnicamente seguro e operacionalmente viável.
A ampliação dessas soluções pode reduzir
significativamente o tempo de espera por serviços essenciais,
evitando que milhões de pessoas continuem expostas a um
cotidiano marcado por fossas improvisadas, valas abertas e
contaminação de rios e córregos. Além do impacto sobre a saúde
pública, o esgoto não tratado intensifica a crise climática ao liberar
metano, um dos gases mais potentes na intensificação do efeito
estufa.
A inclusão do saneamento na agenda climática da
COP30 reforça um consenso crescente: sem acesso universal à
água e ao esgoto, não há desenvolvimento sustentável possível.
Diretora administrativa da Liderban
Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/saneamento-ganha-novopeso-nas-discuss-es-climaticas-da-cop30-1.1093685. Acessado em 09.12.2025.
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3970609
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
Disciplina: Português
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
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Saneamento ganha novo peso nas discussões climáticas da
COP30
Por Lussana Neves*
A COP30, realizada em Belém (PA), consolidou uma
mudança importante no debate global sobre clima: a
universalização do saneamento básico deixou de ser tratada
apenas como um tema social e passou a ocupar posição central
na pauta ambiental internacional.
Delegações de mais de 160 países têm destacado que
não é possível falar em adaptação climática, redução de
desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água
potável e ao tratamento de esgoto.
A discussão avança em conformidade com a Agenda
2030 e com o ODS 6, que estabelece a meta de garantir
saneamento universal. A lógica é simples e inequívoca: quanto
mais vulnerável uma população é — especialmente as
comunidades sem coleta e tratamento de esgoto — maior o
impacto que sofre diante de eventos climáticos extremos.
Inundações, contaminação de mananciais, proliferação de
doenças e perda de qualidade de vida são apenas alguns dos
efeitos diretos.
No Brasil, o desafio é urgente. O Marco Legal do
Saneamento determina que, até 2033, 90% dos brasileiros
tenham acesso à coleta e ao tratamento de esgoto. No entanto,
ainda hoje 44,5% da população permanece à margem desse
direito básico. O atraso deixa claro que o país precisa combinar
infraestrutura estrutural com novas abordagens capazes de
responder às realidades locais.
É nesse cenário que o saneamento móvel ganha espaço.
Em regiões isoladas, áreas rurais, comunidades ribeirinhas ou
bairros urbanos não regularizados — onde redes convencionais
demoram anos para chegar — soluções como coleta de efluentes,
limpeza de fossas, fornecimento de água potável e descarte
certificado se consolidam como alternativas rápidas e eficientes.
Empresas especializadas já atendem setores complexos,
como grandes mineradoras, mostrando que o modelo é
tecnicamente seguro e operacionalmente viável.
A ampliação dessas soluções pode reduzir
significativamente o tempo de espera por serviços essenciais,
evitando que milhões de pessoas continuem expostas a um
cotidiano marcado por fossas improvisadas, valas abertas e
contaminação de rios e córregos. Além do impacto sobre a saúde
pública, o esgoto não tratado intensifica a crise climática ao liberar
metano, um dos gases mais potentes na intensificação do efeito
estufa.
A inclusão do saneamento na agenda climática da
COP30 reforça um consenso crescente: sem acesso universal à
água e ao esgoto, não há desenvolvimento sustentável possível.
Diretora administrativa da Liderban
Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/saneamento-ganha-novopeso-nas-discuss-es-climaticas-da-cop30-1.1093685. Acessado em 09.12.2025.
I. em “além”, tem-se uma palavra paroxítona terminada em “em”;
II. em “saúde”, tem-se uma palavra paroxítona acentuada devido ao “u” tônico de um hiato;
III. em “pública”, o acento não é mais necessário desde a reforma promovida pelo Novo Acordo Ortográfico;
IV. em “climática”, tem-se uma palavra proparoxítona acentuada por terminar na vogal “a”.
A partir dos itens acima, assinale a alternativa correta.
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3970608
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
Disciplina: Português
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
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Saneamento ganha novo peso nas discussões climáticas da
COP30
Por Lussana Neves*
A COP30, realizada em Belém (PA), consolidou uma
mudança importante no debate global sobre clima: a
universalização do saneamento básico deixou de ser tratada
apenas como um tema social e passou a ocupar posição central
na pauta ambiental internacional.
Delegações de mais de 160 países têm destacado que
não é possível falar em adaptação climática, redução de
desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água
potável e ao tratamento de esgoto.
A discussão avança em conformidade com a Agenda
2030 e com o ODS 6, que estabelece a meta de garantir
saneamento universal. A lógica é simples e inequívoca: quanto
mais vulnerável uma população é — especialmente as
comunidades sem coleta e tratamento de esgoto — maior o
impacto que sofre diante de eventos climáticos extremos.
Inundações, contaminação de mananciais, proliferação de
doenças e perda de qualidade de vida são apenas alguns dos
efeitos diretos.
No Brasil, o desafio é urgente. O Marco Legal do
Saneamento determina que, até 2033, 90% dos brasileiros
tenham acesso à coleta e ao tratamento de esgoto. No entanto,
ainda hoje 44,5% da população permanece à margem desse
direito básico. O atraso deixa claro que o país precisa combinar
infraestrutura estrutural com novas abordagens capazes de
responder às realidades locais.
É nesse cenário que o saneamento móvel ganha espaço.
Em regiões isoladas, áreas rurais, comunidades ribeirinhas ou
bairros urbanos não regularizados — onde redes convencionais
demoram anos para chegar — soluções como coleta de efluentes,
limpeza de fossas, fornecimento de água potável e descarte
certificado se consolidam como alternativas rápidas e eficientes.
Empresas especializadas já atendem setores complexos,
como grandes mineradoras, mostrando que o modelo é
tecnicamente seguro e operacionalmente viável.
A ampliação dessas soluções pode reduzir
significativamente o tempo de espera por serviços essenciais,
evitando que milhões de pessoas continuem expostas a um
cotidiano marcado por fossas improvisadas, valas abertas e
contaminação de rios e córregos. Além do impacto sobre a saúde
pública, o esgoto não tratado intensifica a crise climática ao liberar
metano, um dos gases mais potentes na intensificação do efeito
estufa.
A inclusão do saneamento na agenda climática da
COP30 reforça um consenso crescente: sem acesso universal à
água e ao esgoto, não há desenvolvimento sustentável possível.
Diretora administrativa da Liderban
Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/saneamento-ganha-novopeso-nas-discuss-es-climaticas-da-cop30-1.1093685. Acessado em 09.12.2025.
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3970607
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
Disciplina: Português
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
Provas:
Saneamento ganha novo peso nas discussões climáticas da
COP30
Por Lussana Neves*
A COP30, realizada em Belém (PA), consolidou uma
mudança importante no debate global sobre clima: a
universalização do saneamento básico deixou de ser tratada
apenas como um tema social e passou a ocupar posição central
na pauta ambiental internacional.
Delegações de mais de 160 países têm destacado que
não é possível falar em adaptação climática, redução de
desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água
potável e ao tratamento de esgoto.
A discussão avança em conformidade com a Agenda
2030 e com o ODS 6, que estabelece a meta de garantir
saneamento universal. A lógica é simples e inequívoca: quanto
mais vulnerável uma população é — especialmente as
comunidades sem coleta e tratamento de esgoto — maior o
impacto que sofre diante de eventos climáticos extremos.
Inundações, contaminação de mananciais, proliferação de
doenças e perda de qualidade de vida são apenas alguns dos
efeitos diretos.
No Brasil, o desafio é urgente. O Marco Legal do
Saneamento determina que, até 2033, 90% dos brasileiros
tenham acesso à coleta e ao tratamento de esgoto. No entanto,
ainda hoje 44,5% da população permanece à margem desse
direito básico. O atraso deixa claro que o país precisa combinar
infraestrutura estrutural com novas abordagens capazes de
responder às realidades locais.
É nesse cenário que o saneamento móvel ganha espaço.
Em regiões isoladas, áreas rurais, comunidades ribeirinhas ou
bairros urbanos não regularizados — onde redes convencionais
demoram anos para chegar — soluções como coleta de efluentes,
limpeza de fossas, fornecimento de água potável e descarte
certificado se consolidam como alternativas rápidas e eficientes.
Empresas especializadas já atendem setores complexos,
como grandes mineradoras, mostrando que o modelo é
tecnicamente seguro e operacionalmente viável.
A ampliação dessas soluções pode reduzir
significativamente o tempo de espera por serviços essenciais,
evitando que milhões de pessoas continuem expostas a um
cotidiano marcado por fossas improvisadas, valas abertas e
contaminação de rios e córregos. Além do impacto sobre a saúde
pública, o esgoto não tratado intensifica a crise climática ao liberar
metano, um dos gases mais potentes na intensificação do efeito
estufa.
A inclusão do saneamento na agenda climática da
COP30 reforça um consenso crescente: sem acesso universal à
água e ao esgoto, não há desenvolvimento sustentável possível.
Diretora administrativa da Liderban
Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/saneamento-ganha-novopeso-nas-discuss-es-climaticas-da-cop30-1.1093685. Acessado em 09.12.2025.
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3970606
Ano: 2025
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
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Saneamento ganha novo peso nas discussões climáticas da
COP30
Por Lussana Neves*
A COP30, realizada em Belém (PA), consolidou uma
mudança importante no debate global sobre clima: a
universalização do saneamento básico deixou de ser tratada
apenas como um tema social e passou a ocupar posição central
na pauta ambiental internacional.
Delegações de mais de 160 países têm destacado que
não é possível falar em adaptação climática, redução de
desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água
potável e ao tratamento de esgoto.
A discussão avança em conformidade com a Agenda
2030 e com o ODS 6, que estabelece a meta de garantir
saneamento universal. A lógica é simples e inequívoca: quanto
mais vulnerável uma população é — especialmente as
comunidades sem coleta e tratamento de esgoto — maior o
impacto que sofre diante de eventos climáticos extremos.
Inundações, contaminação de mananciais, proliferação de
doenças e perda de qualidade de vida são apenas alguns dos
efeitos diretos.
No Brasil, o desafio é urgente. O Marco Legal do
Saneamento determina que, até 2033, 90% dos brasileiros
tenham acesso à coleta e ao tratamento de esgoto. No entanto,
ainda hoje 44,5% da população permanece à margem desse
direito básico. O atraso deixa claro que o país precisa combinar
infraestrutura estrutural com novas abordagens capazes de
responder às realidades locais.
É nesse cenário que o saneamento móvel ganha espaço.
Em regiões isoladas, áreas rurais, comunidades ribeirinhas ou
bairros urbanos não regularizados — onde redes convencionais
demoram anos para chegar — soluções como coleta de efluentes,
limpeza de fossas, fornecimento de água potável e descarte
certificado se consolidam como alternativas rápidas e eficientes.
Empresas especializadas já atendem setores complexos,
como grandes mineradoras, mostrando que o modelo é
tecnicamente seguro e operacionalmente viável.
A ampliação dessas soluções pode reduzir
significativamente o tempo de espera por serviços essenciais,
evitando que milhões de pessoas continuem expostas a um
cotidiano marcado por fossas improvisadas, valas abertas e
contaminação de rios e córregos. Além do impacto sobre a saúde
pública, o esgoto não tratado intensifica a crise climática ao liberar
metano, um dos gases mais potentes na intensificação do efeito
estufa.
A inclusão do saneamento na agenda climática da
COP30 reforça um consenso crescente: sem acesso universal à
água e ao esgoto, não há desenvolvimento sustentável possível.
Diretora administrativa da Liderban
Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/saneamento-ganha-novopeso-nas-discuss-es-climaticas-da-cop30-1.1093685. Acessado em 09.12.2025.
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Questão presente nas seguintes provas
3970605
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
Disciplina: Português
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
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Saneamento ganha novo peso nas discussões climáticas da
COP30
Por Lussana Neves*
A COP30, realizada em Belém (PA), consolidou uma
mudança importante no debate global sobre clima: a
universalização do saneamento básico deixou de ser tratada
apenas como um tema social e passou a ocupar posição central
na pauta ambiental internacional.
Delegações de mais de 160 países têm destacado que
não é possível falar em adaptação climática, redução de
desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água
potável e ao tratamento de esgoto.
A discussão avança em conformidade com a Agenda
2030 e com o ODS 6, que estabelece a meta de garantir
saneamento universal. A lógica é simples e inequívoca: quanto
mais vulnerável uma população é — especialmente as
comunidades sem coleta e tratamento de esgoto — maior o
impacto que sofre diante de eventos climáticos extremos.
Inundações, contaminação de mananciais, proliferação de
doenças e perda de qualidade de vida são apenas alguns dos
efeitos diretos.
No Brasil, o desafio é urgente. O Marco Legal do
Saneamento determina que, até 2033, 90% dos brasileiros
tenham acesso à coleta e ao tratamento de esgoto. No entanto,
ainda hoje 44,5% da população permanece à margem desse
direito básico. O atraso deixa claro que o país precisa combinar
infraestrutura estrutural com novas abordagens capazes de
responder às realidades locais.
É nesse cenário que o saneamento móvel ganha espaço.
Em regiões isoladas, áreas rurais, comunidades ribeirinhas ou
bairros urbanos não regularizados — onde redes convencionais
demoram anos para chegar — soluções como coleta de efluentes,
limpeza de fossas, fornecimento de água potável e descarte
certificado se consolidam como alternativas rápidas e eficientes.
Empresas especializadas já atendem setores complexos,
como grandes mineradoras, mostrando que o modelo é
tecnicamente seguro e operacionalmente viável.
A ampliação dessas soluções pode reduzir
significativamente o tempo de espera por serviços essenciais,
evitando que milhões de pessoas continuem expostas a um
cotidiano marcado por fossas improvisadas, valas abertas e
contaminação de rios e córregos. Além do impacto sobre a saúde
pública, o esgoto não tratado intensifica a crise climática ao liberar
metano, um dos gases mais potentes na intensificação do efeito
estufa.
A inclusão do saneamento na agenda climática da
COP30 reforça um consenso crescente: sem acesso universal à
água e ao esgoto, não há desenvolvimento sustentável possível.
Diretora administrativa da Liderban
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Questão presente nas seguintes provas
3970737
Ano: 2025
Disciplina: Arquivologia
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
Disciplina: Arquivologia
Banca: Instituto Seletiva
Orgão: Câm. Independência-CE
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Sobre classificação arquivística, assinale a alternativa correta.
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Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
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