Foram encontradas 90 questões.

Fonte: https://www.facebook.com/
photo?fbid=1062709941886543&set=a.640857770738431. Acesso em: 19 ago. 2024.
Provas
Questão presente nas seguintes provas

Fonte: https://www.facebook.com/
photo?fbid=1062709941886543&set=a.640857770738431. Acesso em: 19 ago. 2024.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O CAVALO E O BURRO
Monteiro Lobato
O cavalo e o burro seguiam juntos para a cidade. O cavalo
contente da vida, folgando com uma carga de quatro arrobas
apenas, e o burro — coitado!gemendo sob o peso de oito.Em
certo ponto, o burro parou e disse:
— Não posso mais!Esta carga excede as minhas forças, e o
remédio é repartirmos o peso irmãmente, seis arrobas para cada
um.
O cavalo deu um pinote e relinchou uma gargalhada.
— Ingênuo!Quer então que eu arque com seis arrobas quando
posso tão bem continuar com as quatro?Tenho cara de tolo?
O burro gemeu:
— Egoísta!Lembre-se que, se eu morrer, você terá que seguir
com a carga de quatro arrobas e mais a minha.
O cavalo pilheriou de novo e a coisa ficou por isso.Logo adiante,
porém, o burro tropica, vem ao chão e rebenta.
Chegam os tropeiros, maldizem a sorte e, sem demora, arrumam
com as oito arrobas do burro sobre as quatro do cavalo egoísta.
E como o cavalo refuga, dão-lhe de chicote em cima, sem dó nem
piedade.
— Bem feito! exclamou o papagaio.Quem mandou ser mais
burro que o pobre burro e não compreender que o verdadeiro
egoísmo era aliviá-lo da carga em excesso? Tome! Gema
dobrado agora…
Fonte: LOBATO, Monteiro Lobato. Fábulas. São Paulo, Editora Brasiliense, 1994.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O CAVALO E O BURRO
Monteiro Lobato
O cavalo e o burro seguiam juntos para a cidade. O cavalo
contente da vida, folgando com uma carga de quatro arrobas
apenas, e o burro — coitado!gemendo sob o peso de oito.Em
certo ponto, o burro parou e disse:
— Não posso mais!Esta carga excede as minhas forças, e o
remédio é repartirmos o peso irmãmente, seis arrobas para cada
um.
O cavalo deu um pinote e relinchou uma gargalhada.
— Ingênuo!Quer então que eu arque com seis arrobas quando
posso tão bem continuar com as quatro?Tenho cara de tolo?
O burro gemeu:
— Egoísta!Lembre-se que, se eu morrer, você terá que seguir
com a carga de quatro arrobas e mais a minha.
O cavalo pilheriou de novo e a coisa ficou por isso.Logo adiante,
porém, o burro tropica, vem ao chão e rebenta.
Chegam os tropeiros, maldizem a sorte e, sem demora, arrumam
com as oito arrobas do burro sobre as quatro do cavalo egoísta.
E como o cavalo refuga, dão-lhe de chicote em cima, sem dó nem
piedade.
— Bem feito! exclamou o papagaio.Quem mandou ser mais
burro que o pobre burro e não compreender que o verdadeiro
egoísmo era aliviá-lo da carga em excesso? Tome! Gema
dobrado agora…
Fonte: LOBATO, Monteiro Lobato. Fábulas. São Paulo, Editora Brasiliense, 1994.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O CAVALO E O BURRO
Monteiro Lobato
O cavalo e o burro seguiam juntos para a cidade. O cavalo
contente da vida, folgando com uma carga de quatro arrobas
apenas, e o burro — coitado!gemendo sob o peso de oito.Em
certo ponto, o burro parou e disse:
— Não posso mais!Esta carga excede as minhas forças, e o
remédio é repartirmos o peso irmãmente, seis arrobas para cada
um.
O cavalo deu um pinote e relinchou uma gargalhada.
— Ingênuo!Quer então que eu arque com seis arrobas quando
posso tão bem continuar com as quatro?Tenho cara de tolo?
O burro gemeu:
— Egoísta!Lembre-se que, se eu morrer, você terá que seguir
com a carga de quatro arrobas e mais a minha.
O cavalo pilheriou de novo e a coisa ficou por isso.Logo adiante,
porém, o burro tropica, vem ao chão e rebenta.
Chegam os tropeiros, maldizem a sorte e, sem demora, arrumam
com as oito arrobas do burro sobre as quatro do cavalo egoísta.
E como o cavalo refuga, dão-lhe de chicote em cima, sem dó nem
piedade.
— Bem feito! exclamou o papagaio.Quem mandou ser mais
burro que o pobre burro e não compreender que o verdadeiro
egoísmo era aliviá-lo da carga em excesso? Tome! Gema
dobrado agora…
Fonte: LOBATO, Monteiro Lobato. Fábulas. São Paulo, Editora Brasiliense, 1994.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O CAVALO E O BURRO
Monteiro Lobato
O cavalo e o burro seguiam juntos para a cidade. O cavalo
contente da vida, folgando com uma carga de quatro arrobas
apenas, e o burro — coitado!gemendo sob o peso de oito.Em
certo ponto, o burro parou e disse:
— Não posso mais!Esta carga excede as minhas forças, e o
remédio é repartirmos o peso irmãmente, seis arrobas para cada
um.
O cavalo deu um pinote e relinchou uma gargalhada.
— Ingênuo!Quer então que eu arque com seis arrobas quando
posso tão bem continuar com as quatro?Tenho cara de tolo?
O burro gemeu:
— Egoísta!Lembre-se que, se eu morrer, você terá que seguir
com a carga de quatro arrobas e mais a minha.
O cavalo pilheriou de novo e a coisa ficou por isso.Logo adiante,
porém, o burro tropica, vem ao chão e rebenta.
Chegam os tropeiros, maldizem a sorte e, sem demora, arrumam
com as oito arrobas do burro sobre as quatro do cavalo egoísta.
E como o cavalo refuga, dão-lhe de chicote em cima, sem dó nem
piedade.
— Bem feito! exclamou o papagaio.Quem mandou ser mais
burro que o pobre burro e não compreender que o verdadeiro
egoísmo era aliviá-lo da carga em excesso? Tome! Gema
dobrado agora…
Fonte: LOBATO, Monteiro Lobato. Fábulas. São Paulo, Editora Brasiliense, 1994.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O CAVALO E O BURRO
Monteiro Lobato
O cavalo e o burro seguiam juntos para a cidade. O cavalo
contente da vida, folgando com uma carga de quatro arrobas
apenas, e o burro — coitado!gemendo sob o peso de oito.Em
certo ponto, o burro parou e disse:
— Não posso mais!Esta carga excede as minhas forças, e o
remédio é repartirmos o peso irmãmente, seis arrobas para cada
um.
O cavalo deu um pinote e relinchou uma gargalhada.
— Ingênuo!Quer então que eu arque com seis arrobas quando
posso tão bem continuar com as quatro?Tenho cara de tolo?
O burro gemeu:
— Egoísta!Lembre-se que, se eu morrer, você terá que seguir
com a carga de quatro arrobas e mais a minha.
O cavalo pilheriou de novo e a coisa ficou por isso.Logo adiante,
porém, o burro tropica, vem ao chão e rebenta.
Chegam os tropeiros, maldizem a sorte e, sem demora, arrumam
com as oito arrobas do burro sobre as quatro do cavalo egoísta.
E como o cavalo refuga, dão-lhe de chicote em cima, sem dó nem
piedade.
— Bem feito! exclamou o papagaio.Quem mandou ser mais
burro que o pobre burro e não compreender que o verdadeiro
egoísmo era aliviá-lo da carga em excesso? Tome! Gema
dobrado agora…
Fonte: LOBATO, Monteiro Lobato. Fábulas. São Paulo, Editora Brasiliense, 1994.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O CAVALO E O BURRO
Monteiro Lobato
O cavalo e o burro seguiam juntos para a cidade. O cavalo
contente da vida, folgando com uma carga de quatro arrobas
apenas, e o burro — coitado!gemendo sob o peso de oito.Em
certo ponto, o burro parou e disse:
— Não posso mais!Esta carga excede as minhas forças, e o
remédio é repartirmos o peso irmãmente, seis arrobas para cada
um.
O cavalo deu um pinote e relinchou uma gargalhada.
— Ingênuo!Quer então que eu arque com seis arrobas quando
posso tão bem continuar com as quatro?Tenho cara de tolo?
O burro gemeu:
— Egoísta!Lembre-se que, se eu morrer, você terá que seguir
com a carga de quatro arrobas e mais a minha.
O cavalo pilheriou de novo e a coisa ficou por isso.Logo adiante,
porém, o burro tropica, vem ao chão e rebenta.
Chegam os tropeiros, maldizem a sorte e, sem demora, arrumam
com as oito arrobas do burro sobre as quatro do cavalo egoísta.
E como o cavalo refuga, dão-lhe de chicote em cima, sem dó nem
piedade.
— Bem feito! exclamou o papagaio.Quem mandou ser mais
burro que o pobre burro e não compreender que o verdadeiro
egoísmo era aliviá-lo da carga em excesso? Tome! Gema
dobrado agora…
Fonte: LOBATO, Monteiro Lobato. Fábulas. São Paulo, Editora Brasiliense, 1994.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O CAVALO E O BURRO
Monteiro Lobato
O cavalo e o burro seguiam juntos para a cidade. O cavalo
contente da vida, folgando com uma carga de quatro arrobas
apenas, e o burro — coitado!gemendo sob o peso de oito.Em
certo ponto, o burro parou e disse:
— Não posso mais!Esta carga excede as minhas forças, e o
remédio é repartirmos o peso irmãmente, seis arrobas para cada
um.
O cavalo deu um pinote e relinchou uma gargalhada.
— Ingênuo!Quer então que eu arque com seis arrobas quando
posso tão bem continuar com as quatro?Tenho cara de tolo?
O burro gemeu:
— Egoísta!Lembre-se que, se eu morrer, você terá que seguir
com a carga de quatro arrobas e mais a minha.
O cavalo pilheriou de novo e a coisa ficou por isso.Logo adiante,
porém, o burro tropica, vem ao chão e rebenta.
Chegam os tropeiros, maldizem a sorte e, sem demora, arrumam
com as oito arrobas do burro sobre as quatro do cavalo egoísta.
E como o cavalo refuga, dão-lhe de chicote em cima, sem dó nem
piedade.
— Bem feito! exclamou o papagaio.Quem mandou ser mais
burro que o pobre burro e não compreender que o verdadeiro
egoísmo era aliviá-lo da carga em excesso? Tome! Gema
dobrado agora…
Fonte: LOBATO, Monteiro Lobato. Fábulas. São Paulo, Editora Brasiliense, 1994.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Nos termos da Constituição, a República apresenta objetivos,
fundamentos e princípios que a regem. Entre seus objetivos está
o/a:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container