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De acordo com a Norma Brasileira de Contabilidade – NBC TA 530 – Amostragem em Auditoria: 1 A10, o nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta o tamanho da amostra exigido.
Considerando o trecho apresentado, analise as afirmativas a seguir:
I. Sendo o fator considerado pelo auditor o aumento na taxa tolerável de desvio, a redução do tamanho da amostra será o efeito.
PORQUE
II. Quanto menor a taxa tolerável de desvio, maior o tamanho da amostra precisa ser.
É correto afirmar que
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Um auditor, visando verificar a veracidade das informações e registros contábeis, realizou o exame da escrituração contábil, analisando, entre outros, o controle de Contas a Receber, de Despesas com Diárias e Passagens.
Esse procedimento de auditoria é denominado
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Os papéis de trabalho constituem a documentação preparada pelo auditor ou fornecida a este na execução da auditoria.
CREPALDI, 2019)
Em relação ao tema, analise as afirmativas a seguir:
I. Os papéis de trabalho são de propriedade exclusiva do auditor e sua confidencialidade é dever permanente dele.
II. O auditor deve adotar procedimentos apropriados para manter a custódia dos papéis de trabalho pelo prazo de cinco anos, a partir da emissão de seu parecer.
III. São pontos essenciais dos papéis de trabalho a concisão, a objetividade, a limpeza e a lógica.
IV. O arquivamento deve ser feito em: Pasta Permanente, que inclui os papéis que são de importância contínua por mais de um exercício como estatuto, ou Pasta Corrente, composta pelos papéis do exercício em curso como balancetes.
É correto o que se afirma somente em
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A razão entre o número de funcionários recém-contratados e o número de funcionários que já atuavam em uma certa empresa é de 1/4. Sabe-se que, após essa contratação, a empresa possui, ao todo, 155 funcionários.
Então, a diferença entre o número de funcionários que já atuavam na empresa e o número de funcionários recém-contratados é
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Uma empresa, ao entrevistar 250 candidatos a respeito do conhecimento deles do idioma inglês e do idioma espanhol, obteve o seguinte resultado:
- 140 falam inglês;
- 110 falam espanhol;
- 60 não falam inglês nem espanhol.
Dos candidatos entrevistados, falam inglês e espanhol um total de
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As famílias de Carlos e de Gisele vivem na mesma casa, e a divisão das despesas mensais é proporcional ao número de pessoas de cada família. Na família de Carlos, são quatro pessoas e, na de Gisele, cinco.
Se a despesa, num certo mês, foi de R$ 1 890,00, quanto pagou, em reais, a família de Gisele?
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Na figura a seguir, temos representados os três primeiros termos de uma sequência de figuras constituídas por círculos geometricamente iguais. Cada termo da sequência, com exceção do primeiro, tem mais três círculos do que o termo anterior.

Quantos círculos tem o 100° termo da sequência?
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Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.
O Brasil pode liderar a transição para
uma bioeconomia circular
O Brasil é a nação de maior biodiversidade do planeta, com 15% a 20% da quantidade de espécies estimadas. De acordo com dados do Governo Federal, há cerca de 116 mil espécies animais e 46 mil espécies vegetais catalogadas, dispersas pelos biomas terrestres e ecossistemas marinhos. Apesar de parecerem dados expressivos, calcula-se que esses números representem apenas um pequeno percentual da diversidade do país, já que a identidade de centenas de milhares de outros organismos permanece um mistério.
Grande parte dessa biodiversidade, no entanto, antes mesmo de ser conhecida, está ameaçada por atividades humanas não sustentáveis. A devastação descontrolada da Amazônia, por exemplo, faz com que estejamos num momento em que a taxa de destruição é muito mais rápida que a velocidade de descoberta de novas espécies.
É um cenário de corrida contra o tempo, pois a cada vez que uma área é desmatada, destruímos parte da biodiversidade que nunca mais conheceremos – uma vez perdida, provavelmente o será para sempre. Isso porque muitas espécies são encontradas somente em determinada região do globo, e em mais nenhuma. São as espécies endêmicas, que requerem atenção quanto a sua preservação. No Brasil, há preocupação especial com a Mata Atlântica e o Cerrado, biomas classificados como hotspots de biodiversidade por serem regiões com níveis excepcionais de endemismo e graves percentuais de perda de hábitat.
Para além do impacto ambiental, a perda de nossa biodiversidade e a ignorância a respeito dela precisam ser analisadas do ponto de vista dos possíveis impactos econômicos e das oportunidades de desenvolvimento desperdiçadas. Atividades essenciais para a economia brasileira, como a agropecuária e a produção de alimentos e bebidas, são altamente dependentes do equilíbrio da natureza. É um contrassenso expandir essas atividades sem considerar as consequências da perda de diversidade nesses sistemas produtivos no médio e longo prazo.
A biodiversidade também deve ser considerada um ativo para alavancar o desenvolvimento econômico e social no Brasil. Ao desconhecer seu potencial, deixamos de produzir novos bioprodutos, como medicamentos, suplementos alimentares, biocombustíveis e cosméticos, entre outros.
É nesse contexto que nas últimas décadas o mundo vem discutindo oportunidades para passar à era da bioeconomia. Antes de mais nada, é preciso ressaltar que o termo bioeconomia pode ter muitos significados, dependendo do interlocutor. Aquela que pode beneficiar o Brasil de forma significativa é a que faz uso de recursos naturais em conjunto com novas tecnologias para criar produtos e serviços mais sustentáveis, sem prejuízo da biodiversidade. No caso brasileiro, um país com atuação consolidada no agronegócio, também é interessante incorporar conceitos da economia circular à bioeconomia. O modelo de bioeconomia circular irá gerar cadeias produtivas com menos desperdício, por meio da implantação de sistemas econômicos de ciclos fechados que aproveitam matérias-primas de forma mais completa, pois os resíduos gerados em um processo passam a ser matéria-prima na produção de novos produtos, agregando valor à cadeia como um todo.
Contudo, hoje, mesmo levando em conta o que já se conhece, há pouquíssimos estudos aprofundados que nos permitem usufruir de todas as potencialidades de nossa biodiversidade. Por exemplo, se olharmos para cadeias produtivas de frutos nativos como açaí, macaúba, cambuci, uvaia, jabuticaba ou licuri, vamos identificar uma gama de resíduos com uma diversidade química ainda pouco explorada, que por sua vez poderia ser fonte para obtenção de novos bioprodutos e derivados sintéticos. Essas potencialidades, no entanto, só serão desvendadas com o estímulo à pesquisa e à experimentação científica.
Tais estudos fundamentais, que vão da classificação de novos microrganismos, animais e plantas a pesquisas direcionadas a aplicações industriais, podem constituir a base do desenvolvimento sustentável descentralizado e duradouro com potencial de impactar economias locais, já que a biodiversidade varia de um bioma para o outro. Por exemplo, a produção de insumos de alto valor agregado na Amazônia por meio de empreendimentos de base biotecnológica pode aumentar a geração de empregos e a demanda pela profissionalização da população local, minimizando efeitos migratórios para grandes centros.
A abundância de recursos naturais põe o país numa posição privilegiada para assumir um papel de liderança mundial na era da bioeconomia. Dificilmente, porém, novos medicamentos e inovações biotecnológicas surgirão enquanto a biodiversidade brasileira não for pesquisada e financiada de forma sistemática e contínua, com visão multidisciplinar e investimentos de longo prazo. Somente o fomento da pesquisa científica, além do investimento em infraestrutura e educação, darão ao país a oportunidade de se transformar num importante agente na produção de bioprodutos de alto valor agregado. Assim, a exploração racional de nossos recursos naturais pode se somar à nossa já consolidada produção de commodities, dando suporte ao desenvolvimento tecnológico.
(Ayla Sant’Ana da Silva, pesquisadora do Instituto Nacional de Tecnologia e docente
do Programa de Pós-Graduação em Bioquímica da UFRJ.
https://www1.folha.uol.com.br/blogs/ciencia-fundamental/2023/01/o-brasil-pode-
liderar- a-transicao-para-uma-bioeconomia-circular.shtml. 5.jan.2023)
É um cenário de corrida contra o tempo, pois a cada vez que (1) uma área é desmatada, destruímos parte da biodiversidade que (2) nunca mais conheceremos – uma vez perdida, provavelmente o será para sempre.
As ocorrências do QUE no período acima, se classificam, respectivamente, como
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Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.
O Brasil pode liderar a transição para
uma bioeconomia circular
O Brasil é a nação de maior biodiversidade do planeta, com 15% a 20% da quantidade de espécies estimadas. De acordo com dados do Governo Federal, há cerca de 116 mil espécies animais e 46 mil espécies vegetais catalogadas, dispersas pelos biomas terrestres e ecossistemas marinhos. Apesar de parecerem dados expressivos, calcula-se que esses números representem apenas um pequeno percentual da diversidade do país, já que a identidade de centenas de milhares de outros organismos permanece um mistério.
Grande parte dessa biodiversidade, no entanto, antes mesmo de ser conhecida, está ameaçada por atividades humanas não sustentáveis. A devastação descontrolada da Amazônia, por exemplo, faz com que estejamos num momento em que a taxa de destruição é muito mais rápida que a velocidade de descoberta de novas espécies.
É um cenário de corrida contra o tempo, pois a cada vez que uma área é desmatada, destruímos parte da biodiversidade que nunca mais conheceremos – uma vez perdida, provavelmente o será para sempre. Isso porque muitas espécies são encontradas somente em determinada região do globo, e em mais nenhuma. São as espécies endêmicas, que requerem atenção quanto a sua preservação. No Brasil, há preocupação especial com a Mata Atlântica e o Cerrado, biomas classificados como hotspots de biodiversidade por serem regiões com níveis excepcionais de endemismo e graves percentuais de perda de hábitat.
Para além do impacto ambiental, a perda de nossa biodiversidade e a ignorância a respeito dela precisam ser analisadas do ponto de vista dos possíveis impactos econômicos e das oportunidades de desenvolvimento desperdiçadas. Atividades essenciais para a economia brasileira, como a agropecuária e a produção de alimentos e bebidas, são altamente dependentes do equilíbrio da natureza. É um contrassenso expandir essas atividades sem considerar as consequências da perda de diversidade nesses sistemas produtivos no médio e longo prazo.
A biodiversidade também deve ser considerada um ativo para alavancar o desenvolvimento econômico e social no Brasil. Ao desconhecer seu potencial, deixamos de produzir novos bioprodutos, como medicamentos, suplementos alimentares, biocombustíveis e cosméticos, entre outros.
É nesse contexto que nas últimas décadas o mundo vem discutindo oportunidades para passar à era da bioeconomia. Antes de mais nada, é preciso ressaltar que o termo bioeconomia pode ter muitos significados, dependendo do interlocutor. Aquela que pode beneficiar o Brasil de forma significativa é a que faz uso de recursos naturais em conjunto com novas tecnologias para criar produtos e serviços mais sustentáveis, sem prejuízo da biodiversidade. No caso brasileiro, um país com atuação consolidada no agronegócio, também é interessante incorporar conceitos da economia circular à bioeconomia. O modelo de bioeconomia circular irá gerar cadeias produtivas com menos desperdício, por meio da implantação de sistemas econômicos de ciclos fechados que aproveitam matérias-primas de forma mais completa, pois os resíduos gerados em um processo passam a ser matéria-prima na produção de novos produtos, agregando valor à cadeia como um todo.
Contudo, hoje, mesmo levando em conta o que já se conhece, há pouquíssimos estudos aprofundados que nos permitem usufruir de todas as potencialidades de nossa biodiversidade. Por exemplo, se olharmos para cadeias produtivas de frutos nativos como açaí, macaúba, cambuci, uvaia, jabuticaba ou licuri, vamos identificar uma gama de resíduos com uma diversidade química ainda pouco explorada, que por sua vez poderia ser fonte para obtenção de novos bioprodutos e derivados sintéticos. Essas potencialidades, no entanto, só serão desvendadas com o estímulo à pesquisa e à experimentação científica.
Tais estudos fundamentais, que vão da classificação de novos microrganismos, animais e plantas a pesquisas direcionadas a aplicações industriais, podem constituir a base do desenvolvimento sustentável descentralizado e duradouro com potencial de impactar economias locais, já que a biodiversidade varia de um bioma para o outro. Por exemplo, a produção de insumos de alto valor agregado na Amazônia por meio de empreendimentos de base biotecnológica pode aumentar a geração de empregos e a demanda pela profissionalização da população local, minimizando efeitos migratórios para grandes centros.
A abundância de recursos naturais põe o país numa posição privilegiada para assumir um papel de liderança mundial na era da bioeconomia. Dificilmente, porém, novos medicamentos e inovações biotecnológicas surgirão enquanto a biodiversidade brasileira não for pesquisada e financiada de forma sistemática e contínua, com visão multidisciplinar e investimentos de longo prazo. Somente o fomento da pesquisa científica, além do investimento em infraestrutura e educação, darão ao país a oportunidade de se transformar num importante agente na produção de bioprodutos de alto valor agregado. Assim, a exploração racional de nossos recursos naturais pode se somar à nossa já consolidada produção de commodities, dando suporte ao desenvolvimento tecnológico.
(Ayla Sant’Ana da Silva, pesquisadora do Instituto Nacional de Tecnologia e docente
do Programa de Pós-Graduação em Bioquímica da UFRJ.
https://www1.folha.uol.com.br/blogs/ciencia-fundamental/2023/01/o-brasil-pode-
liderar- a-transicao-para-uma-bioeconomia-circular.shtml. 5.jan.2023)
Atividades essenciais para a economia brasileira, como a agropecuária e a produção de alimentos e bebidas, são altamente dependentes do equilíbrio da natureza.
O segmento sublinhado no período acima, em relação a ele como um todo, desempenha papel de
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O Brasil pode liderar a transição para
uma bioeconomia circular
O Brasil é a nação de maior biodiversidade do planeta, com 15% a 20% da quantidade de espécies estimadas. De acordo com dados do Governo Federal, há cerca de 116 mil espécies animais e 46 mil espécies vegetais catalogadas, dispersas pelos biomas terrestres e ecossistemas marinhos. Apesar de parecerem dados expressivos, calcula-se que esses números representem apenas um pequeno percentual da diversidade do país, já que a identidade de centenas de milhares de outros organismos permanece um mistério.
Grande parte dessa biodiversidade, no entanto, antes mesmo de ser conhecida, está ameaçada por atividades humanas não sustentáveis. A devastação descontrolada da Amazônia, por exemplo, faz com que estejamos num momento em que a taxa de destruição é muito mais rápida que a velocidade de descoberta de novas espécies.
É um cenário de corrida contra o tempo, pois a cada vez que uma área é desmatada, destruímos parte da biodiversidade que nunca mais conheceremos – uma vez perdida, provavelmente o será para sempre. Isso porque muitas espécies são encontradas somente em determinada região do globo, e em mais nenhuma. São as espécies endêmicas, que requerem atenção quanto a sua preservação. No Brasil, há preocupação especial com a Mata Atlântica e o Cerrado, biomas classificados como hotspots de biodiversidade por serem regiões com níveis excepcionais de endemismo e graves percentuais de perda de hábitat.
Para além do impacto ambiental, a perda de nossa biodiversidade e a ignorância a respeito dela precisam ser analisadas do ponto de vista dos possíveis impactos econômicos e das oportunidades de desenvolvimento desperdiçadas. Atividades essenciais para a economia brasileira, como a agropecuária e a produção de alimentos e bebidas, são altamente dependentes do equilíbrio da natureza. É um contrassenso expandir essas atividades sem considerar as consequências da perda de diversidade nesses sistemas produtivos no médio e longo prazo.
A biodiversidade também deve ser considerada um ativo para alavancar o desenvolvimento econômico e social no Brasil. Ao desconhecer seu potencial, deixamos de produzir novos bioprodutos, como medicamentos, suplementos alimentares, biocombustíveis e cosméticos, entre outros.
É nesse contexto que nas últimas décadas o mundo vem discutindo oportunidades para passar à era da bioeconomia. Antes de mais nada, é preciso ressaltar que o termo bioeconomia pode ter muitos significados, dependendo do interlocutor. Aquela que pode beneficiar o Brasil de forma significativa é a que faz uso de recursos naturais em conjunto com novas tecnologias para criar produtos e serviços mais sustentáveis, sem prejuízo da biodiversidade. No caso brasileiro, um país com atuação consolidada no agronegócio, também é interessante incorporar conceitos da economia circular à bioeconomia. O modelo de bioeconomia circular irá gerar cadeias produtivas com menos desperdício, por meio da implantação de sistemas econômicos de ciclos fechados que aproveitam matérias-primas de forma mais completa, pois os resíduos gerados em um processo passam a ser matéria-prima na produção de novos produtos, agregando valor à cadeia como um todo.
Contudo, hoje, mesmo levando em conta o que já se conhece, há pouquíssimos estudos aprofundados que nos permitem usufruir de todas as potencialidades de nossa biodiversidade. Por exemplo, se olharmos para cadeias produtivas de frutos nativos como açaí, macaúba, cambuci, uvaia, jabuticaba ou licuri, vamos identificar uma gama de resíduos com uma diversidade química ainda pouco explorada, que por sua vez poderia ser fonte para obtenção de novos bioprodutos e derivados sintéticos. Essas potencialidades, no entanto, só serão desvendadas com o estímulo à pesquisa e à experimentação científica.
Tais estudos fundamentais, que vão da classificação de novos microrganismos, animais e plantas a pesquisas direcionadas a aplicações industriais, podem constituir a base do desenvolvimento sustentável descentralizado e duradouro com potencial de impactar economias locais, já que a biodiversidade varia de um bioma para o outro. Por exemplo, a produção de insumos de alto valor agregado na Amazônia por meio de empreendimentos de base biotecnológica pode aumentar a geração de empregos e a demanda pela profissionalização da população local, minimizando efeitos migratórios para grandes centros.
A abundância de recursos naturais põe o país numa posição privilegiada para assumir um papel de liderança mundial na era da bioeconomia. Dificilmente, porém, novos medicamentos e inovações biotecnológicas surgirão enquanto a biodiversidade brasileira não for pesquisada e financiada de forma sistemática e contínua, com visão multidisciplinar e investimentos de longo prazo. Somente o fomento da pesquisa científica, além do investimento em infraestrutura e educação, darão ao país a oportunidade de se transformar num importante agente na produção de bioprodutos de alto valor agregado. Assim, a exploração racional de nossos recursos naturais pode se somar à nossa já consolidada produção de commodities, dando suporte ao desenvolvimento tecnológico.
(Ayla Sant’Ana da Silva, pesquisadora do Instituto Nacional de Tecnologia e docente
do Programa de Pós-Graduação em Bioquímica da UFRJ.
https://www1.folha.uol.com.br/blogs/ciencia-fundamental/2023/01/o-brasil-pode-
liderar- a-transicao-para-uma-bioeconomia-circular.shtml. 5.jan.2023)
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