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Um jardineiro precisa plantar palmeiras ao longo da via de entrada da Câmara Municipal de determinada cidade. Essa via é retilínea e mede 14,4 m.
Se o jardineiro precisa plantar as palmeiras de modo que duas delas fiquem nos extremos da via e a distância entre as palmeiras seja sempre igual a 1,6m, a quantidade de palmeiras que o jardineiro precisa plantar é
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O teste de software é uma tarefa que deve ser capaz de verificar se um novo software atende a vários aspectos. Existem vários tipos de teste de software, cada um específico para um aspecto a ser testado.
Os Testes de Caixa Preta, Testes de Interface e Testes de Estresse são utilizados, respectivamente, para testar
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2523489
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEG
Orgão: Câm. Itumbiara-GO
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEG
Orgão: Câm. Itumbiara-GO
No estado de Goiás, existem vários eventos culturais reconhecidos nacional e internacionalmente. Um deles é o Festival Internacional de Cultura Alternativa.
Esse evento acontece
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A modernização da gestão é uma tendência na administração pública, especialmente após a introdução da administração gerencial no âmbito do serviço público brasileiro.
A própria Constituição Federal aborda a necessidade da introdução de melhorias gerenciais no serviço público ao estabelecer que
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Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.

Disponível em: <http://valinhostemtudo.com.br/?page=noticia&id=1677>. Acesso em: 30 jun. 2016.
O texto foi escrito com o objetivo principal de
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Leia com atenção o texto a seguir para responder à questão.
Assim que adquiriu um terreno no Setor Bela Vista, em Goiânia, ainda na década de 80, o ex-goleiro, Gilberto Aparecido da Silva, atualmente treinador de goleiros do Vila Nova, contratou um pedreiro para erguer um muro e delimitar a área. Quando voltou para conferir o trabalho, ele levou um susto. O pé de pequi estava no chão. “O pedreiro simplesmente tinha cortado sem necessidade”, lembra.
Gilberto conta que por sorte o pequizeiro acabou crescendo novamente. Hoje no local existem algumas salas de comércio alugadas pelo treinador de goleiros, mas sempre com uma recomendação: “Ninguém toca no meu pé de pequi!”.
Ele diz ainda que aprovou a lei que determina o cultivo da espécie em Goiânia. “Também dentro da cidade eu sou a favor da preservação. Na minha opinião é uma posição importante para o município”, afirma.
Quem passa pela Rua T-65, quase na esquina com a Rua S-2, pode observar a árvore à esquerda da pista. “Espero que com as construções, com o progresso, eles deixem o meu pé de pequi por aqui, porque sempre tem alguém admirando na época que ele dá fruto”, espera.
NUNES, Pedro. Fã de pequi luta por árvore. O Popular. Goiânia, p. 15. 12 de jun. 2016.
No segundo parágrafo, na frase “Ninguém toca no meu pé de pequi!”, o ponto de exclamação reforça a ideia de
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
PASSADO & PRESENTE
Os franceses desprezavam os gregos. Os gregos desprezavam os italianos. Os italianos desprezavam os egípcios, os egípcios desprezavam todo mundo e todo mundo despreza os judeus. A frase é de Roger Peyrefitte, descrevendo o ambiente da Universidade do Cairo por ocasião de uma das crises que envolviam o nacionalismo árabe.
Pinço a frase e medito sobre ela. Infelizmente, sempre foi assim, não apenas em relação à nacionalidade de cada um, mas também em relação ao sexo, religião, faixa etária, preferências literárias, musicais e fisiológicas. O desprezo pela opinião do outro e mais do que pela opinião, pela condição do outro, acompanha a trajetória do homem pela história.
Fala-se na juventude, espera-se dela um comportamento melhor, ela própria se acredita o estágio mais bacana da evolução do homem na face da Terra. Mas os jovens se formam e informam através do desprezo e desse modo repetem e agravam o incrível carrossel de burrice e violência que acompanha a humanidade desde que o primeiro macaco descobriu que, com o osso do seu inimigo, podia matar os inimigos. Foi assim que o macaco deu o salto na escala zoológica e se tornou antropoide, mais tarde, homem.
No caso daqueles que se acreditam na vanguarda da história, eles apenas mudam o objeto do desprezo, a gíria, o visual, mas continuam a repetir a mesma tolice das gerações anteriores, dividindo primariamente o bem do mal, o vermelho do preto, o sim do não. Outro dia, reli as cartas que Mário de Andrade insistia em mandar a seus admiradores. Ele rompia com um passado na medida em que criava um novo passado. A condição de jovem acaba se limitando a uma veste, a códigos que já nascem velhos.
É bobagem negar o passado que nada mais é do que a sucessão fluida de presentes.
CONY, Carlos Heitor. Passado & presente. Folha de S. Paulo. 15 out. 2006. p. A2.
Na frase “Ele rompia com um passado na medida em que criava um novo passado”, os termos destacados desempenham a função de
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Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.

Disponível em: <http://valinhostemtudo.com.br/?page=noticia&id=1677>. Acesso em: 30 jun. 2016.
Na frase “... e ganhe pontos como cidadão”, a palavra destacada está sendo empregada, no texto, com sentido
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De acordo com a Constituição Federal de 1988, os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis
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Leia com atenção o texto a seguir para responder à questão.
Assim que adquiriu um terreno no Setor Bela Vista, em Goiânia, ainda na década de 80, o ex-goleiro, Gilberto Aparecido da Silva, atualmente treinador de goleiros do Vila Nova, contratou um pedreiro para erguer um muro e delimitar a área. Quando voltou para conferir o trabalho, ele levou um susto. O pé de pequi estava no chão. “O pedreiro simplesmente tinha cortado sem necessidade”, lembra.
Gilberto conta que por sorte o pequizeiro acabou crescendo novamente. Hoje no local existem algumas salas de comércio alugadas pelo treinador de goleiros, mas sempre com uma recomendação: “Ninguém toca no meu pé de pequi!”.
Ele diz ainda que aprovou a lei que determina o cultivo da espécie em Goiânia. “Também dentro da cidade eu sou a favor da preservação. Na minha opinião é uma posição importante para o município”, afirma.
Quem passa pela Rua T-65, quase na esquina com a Rua S-2, pode observar a árvore à esquerda da pista. “Espero que com as construções, com o progresso, eles deixem o meu pé de pequi por aqui, porque sempre tem alguém admirando na época que ele dá fruto”, espera.
NUNES, Pedro. Fã de pequi luta por árvore. O Popular. Goiânia, p. 15. 12 de jun. 2016.
A frase que expressa uma opinião é:
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