Foram encontradas 45 questões.
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UniFil
Orgão: Câm. Jataizinho-PR
( ) Concorrência é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase inicial de habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação exigidos no edital para execução de seu objeto.
( ) Tomada de preços é a modalidade de licitação entre interessados devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação.
( ) Concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias.
( ) Leilão é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para a venda de bens móveis inservíveis para a administração ou de produtos legalmente apreendidos ou penhorados, ou para a alienação de bens imóveis prevista no art. 19, a quem oferecer o maior lance, igual ou superior ao valor da avaliação.
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Conforme disposto na Resolução nº 003/2012 da Câmara Municipal de Jataizinho – Estado Do Paraná, Título II – Da Perda de Mandato de Prefeito e de Vereador, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. A perda de mandato de Vereador, nos termos da Lei Orgânica do Município de Jataizinho, poderá ocorrer pelo não-comparecimento, na sessão legislativa, à terça parte das sessões ordinárias da Câmara, salvo licença ou missão por esta autorizada.
II. A perda de mandato de Vereador, nos termos da Lei Orgânica do Município de Jataizinho, poderá ocorrer pela perda ou suspensão dos direitos políticos.
III. A perda de mandato de Vereador, nos termos da Lei Orgânica do Município de Jataizinho, poderá ocorrer por decretação da Justiça Eleitoral nos casos previstos na Constituição Federal.
IV. A perda de mandato de Vereador, nos termos da Lei Orgânica do Município de Jataizinho, poderá ocorrer por condenação criminal em fase de recurso no segundo grau de jurisdição.
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Conforme disposto na Resolução nº 007/2004 da Câmara Municipal De Jataizinho – Estado Do Paraná, assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
“Fica a Câmara autorizada a subsidiar os cursos de aperfeiçoamento dos servidores efetivos, desde que haja convergência com as necessidades administrativas e as funções do cargo, em até __________ do custo total.”
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Os relatos de medo, dor e surpresa em Brumadinho
Moradores dizem que sirenes de alerta não tocaram
Por Bárbara Ferreira e Camila Bastos
Para quem mora em Brumadinho (MG), na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a última sexta-feira do mês de janeiro trouxe uma tragédia que pode superar em número de vítimas o desastre de Mariana, na região central do estado, há três anos. Testemunhas descrevem o momento do rompimento da Barragem 01, da Mina do Feijão, falam do medo de não rever familiares e conhecidos, e dizem que as sirenes de alerta não tocaram no momento da ruptura da barragem. Até a noite desta sexta-feira, o governo de Minas havia confirmado o resgaste de sete corpos e cerca de 150 desaparecidos em Brumadinho.
O técnico de eletromecânica Maicon Vitor, de 22 anos, viu a destruição chegar assim que saiu do refeitório da empresa. Ele havia acabado de almoçar e seguia para o vestiário quando ouviu a barragem romper.
— Desceu arrastando oficinas, escritórios, o refeitório tudo que estava na frente foi embora – disse ele, que deixou para trás 14 amigos e a mãe, motorista da mina.
Maicon contou como escapou para a rota de fuga – estabelecida pela Vale e ensinada em treinamentos – com outros cerca de 40 funcionários.
— Depois que a barragem desceu, eu e mais dois voltamos para ajudar no resgaste – disse ele.
Além de auxiliar no salvamento de duas mulheres, eles também retiraram dos escombros o corpo de um motorista da empresa.
O bombeiro civil D. resume como um “cenário de completa destruição” o que encontrou ao chegar ao local. Ele, que preferiu não se identificar, diz que foi uma das primeiras pessoas a acessar a área da mineradora.
— Não ouvi a sirene tocar. Logo que cheguei, sabia que havia muitos mortos. Conseguia ver partes dos corpos. Havia poucas pessoas no local e logo o resgate começou a chegar. Era um completo caos. Desde o início eu sabia que sobreviventes seriam poucos — relatou D.
A falha no equipamento de segurança também foi relatada por Maicon Vitor, que ouviu o barulho da tragédia, mas garante o silêncio das sirenes. Mesmo atônito com a situação, ele permaneceu no local para auxiliar nas buscas.
— Todo mundo que não foi soterrado permaneceu aqui. Estamos esperando informações — disse ele.
[...]
Disponível em https://oglobo.globo.com/brasil/os-relatos-de-medo-dor-surpresa-em-brumadinho-23404274
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Os relatos de medo, dor e surpresa em Brumadinho
Moradores dizem que sirenes de alerta não tocaram
Por Bárbara Ferreira e Camila Bastos
Para quem mora em Brumadinho (MG), na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a última sexta-feira do mês de janeiro trouxe uma tragédia que pode superar em número de vítimas o desastre de Mariana, na região central do estado, há três anos. Testemunhas descrevem o momento do rompimento da Barragem 01, da Mina do Feijão, falam do medo de não rever familiares e conhecidos, e dizem que as sirenes de alerta não tocaram no momento da ruptura da barragem. Até a noite desta sexta-feira, o governo de Minas havia confirmado o resgaste de sete corpos e cerca de 150 desaparecidos em Brumadinho.
O técnico de eletromecânica Maicon Vitor, de 22 anos, viu a destruição chegar assim que saiu do refeitório da empresa. Ele havia acabado de almoçar e seguia para o vestiário quando ouviu a barragem romper.
— Desceu arrastando oficinas, escritórios, o refeitório tudo que estava na frente foi embora – disse ele, que deixou para trás 14 amigos e a mãe, motorista da mina.
Maicon contou como escapou para a rota de fuga – estabelecida pela Vale e ensinada em treinamentos – com outros cerca de 40 funcionários.
— Depois que a barragem desceu, eu e mais dois voltamos para ajudar no resgaste – disse ele.
Além de auxiliar no salvamento de duas mulheres, eles também retiraram dos escombros o corpo de um motorista da empresa.
O bombeiro civil D. resume como um “cenário de completa destruição” o que encontrou ao chegar ao local. Ele, que preferiu não se identificar, diz que foi uma das primeiras pessoas a acessar a área da mineradora.
— Não ouvi a sirene tocar. Logo que cheguei, sabia que havia muitos mortos. Conseguia ver partes dos corpos. Havia poucas pessoas no local e logo o resgate começou a chegar. Era um completo caos. Desde o início eu sabia que sobreviventes seriam poucos — relatou D.
A falha no equipamento de segurança também foi relatada por Maicon Vitor, que ouviu o barulho da tragédia, mas garante o silêncio das sirenes. Mesmo atônito com a situação, ele permaneceu no local para auxiliar nas buscas.
— Todo mundo que não foi soterrado permaneceu aqui. Estamos esperando informações — disse ele.
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Os relatos de medo, dor e surpresa em Brumadinho
Moradores dizem que sirenes de alerta não tocaram
Por Bárbara Ferreira e Camila Bastos
Para quem mora em Brumadinho (MG), na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a última sexta-feira do mês de janeiro trouxe uma tragédia que pode superar em número de vítimas o desastre de Mariana, na região central do estado, há três anos. Testemunhas descrevem o momento do rompimento da Barragem 01, da Mina do Feijão, falam do medo de não rever familiares e conhecidos, e dizem que as sirenes de alerta não tocaram no momento da ruptura da barragem. Até a noite desta sexta-feira, o governo de Minas havia confirmado o resgaste de sete corpos e cerca de 150 desaparecidos em Brumadinho.
O técnico de eletromecânica Maicon Vitor, de 22 anos, viu a destruição chegar assim que saiu do refeitório da empresa. Ele havia acabado de almoçar e seguia para o vestiário quando ouviu a barragem romper.
— Desceu arrastando oficinas, escritórios, o refeitório tudo que estava na frente foi embora – disse ele, que deixou para trás 14 amigos e a mãe, motorista da mina.
Maicon contou como escapou para a rota de fuga – estabelecida pela Vale e ensinada em treinamentos – com outros cerca de 40 funcionários.
— Depois que a barragem desceu, eu e mais dois voltamos para ajudar no resgaste – disse ele.
Além de auxiliar no salvamento de duas mulheres, eles também retiraram dos escombros o corpo de um motorista da empresa.
O bombeiro civil D. resume como um “cenário de completa destruição” o que encontrou ao chegar ao local. Ele, que preferiu não se identificar, diz que foi uma das primeiras pessoas a acessar a área da mineradora.
— Não ouvi a sirene tocar. Logo que cheguei, sabia que havia muitos mortos. Conseguia ver partes dos corpos. Havia poucas pessoas no local e logo o resgate começou a chegar. Era um completo caos. Desde o início eu sabia que sobreviventes seriam poucos — relatou D.
A falha no equipamento de segurança também foi relatada por Maicon Vitor, que ouviu o barulho da tragédia, mas garante o silêncio das sirenes. Mesmo atônito com a situação, ele permaneceu no local para auxiliar nas buscas.
— Todo mundo que não foi soterrado permaneceu aqui. Estamos esperando informações — disse ele.
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Moradores dizem que sirenes de alerta não tocaram
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O técnico de eletromecânica Maicon Vitor, de 22 anos, viu a destruição chegar assim que saiu do refeitório da empresa. Ele havia acabado de almoçar e seguia para o vestiário quando ouviu a barragem romper.
— Desceu arrastando oficinas, escritórios, o refeitório tudo que estava na frente foi embora – disse ele, que deixou para trás 14 amigos e a mãe, motorista da mina.
Maicon contou como escapou para a rota de fuga – estabelecida pela Vale e ensinada em treinamentos – com outros cerca de 40 funcionários.
— Depois que a barragem desceu, eu e mais dois voltamos para ajudar no resgaste – disse ele.
Além de auxiliar no salvamento de duas mulheres, eles também retiraram dos escombros o corpo de um motorista da empresa.
O bombeiro civil D. resume como um “cenário de completa destruição” o que encontrou ao chegar ao local. Ele, que preferiu não se identificar, diz que foi uma das primeiras pessoas a acessar a área da mineradora.
— Não ouvi a sirene tocar. Logo que cheguei, sabia que havia muitos mortos. Conseguia ver partes dos corpos. Havia poucas pessoas no local e logo o resgate começou a chegar. Era um completo caos. Desde o início eu sabia que sobreviventes seriam poucos — relatou D.
A falha no equipamento de segurança também foi relatada por Maicon Vitor, que ouviu o barulho da tragédia, mas garante o silêncio das sirenes. Mesmo atônito com a situação, ele permaneceu no local para auxiliar nas buscas.
— Todo mundo que não foi soterrado permaneceu aqui. Estamos esperando informações — disse ele.
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Analise: “Todo mundo que não foi soterrado permaneceu aqui” e assinale a alternativa que apresenta o sujeito da oração.
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