Foram encontradas 40 questões.
O emprego da vírgula está CORRETO na alternativa:
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Marque a alternativa cuja frase está com a regência verbal INCORRETA, de acordo com a norma culta.
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Assinale a alternativa em que o pronome destacado NÃO está empregado corretamente, de acordo com as regras da gramática normativa.
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A relação de sentido estabelecida pela oração destacada NÃO está correta em:
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A alternativa em que o sinal indicativo de crase foi empregado CORRETAMENTE, segundo as regras da norma culta, é:
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Leia com atenção o fragmento da canção de Chico Buarque, a próxima questão será relativa à mesma.
A Banda
Estava à toa na vida
O meu amor me chamou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
A minha gente sofrida
Despediu-se da dor
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
O homem sério que contava dinheiro parou
O faroleiro que contava vantagem parou
A namorada que contava as estrelas parou
Para ver, ouvir e dar passagem
A moça triste que vivia calada sorriu
A rosa triste que vivia fechada se abriu
E a meninada toda se assanhou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
( ... )
A passagem da banda provocou nas pessoas da cidade:
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Leia com atenção a notícia abaixo, as próximas duas questões serão relativas à mesma.
Se você parar para pensar ...
Na correria do dia a dia, o urgente não vem deixando tempo para o importante. Essa constatação, carregada de estranha _____ , obriga-nos quase a tratar como uma circunstância paralela e eventual aquela que deve ser considerada a marca humana por excelência: a capacidade de reflexão e consciência. Aliás, em alguns momentos, as pessoas usam até urna advertência ( quando querem afirmar que algo não vai bem ou está errado): "Se você parar para pensar ... "
Por que parar para pensar? Será tão dificil pensar enquanto continua fazendo outras coisas ou, melhor ainda, seria possível fazer sem pensar e, num determinado momento, ter de parar? Ora, pensar é uma atitude contínua, e não um evento episódico! Não é preciso parar - nem se deve fazê-lo - sob pena de romper com nossa liberdade consciente. Isso, de certa forma, retoma uma séria brincadeira feita pelo escritor francês Anatole France (Nobel de Literatura em 1921, um mestre da ironia e do ceticismo) quando dizia: "O pensamento é uma doença peculiar de certos indivíduos, que, a propagar-se, em breve acabaria com a espécie".
Talvez "pensar mais" não levasse necessariamente ao "término da espécie", mas, com muita probabilidade, dificultaria a presença daqueles no mundo dos negócios e da comunicação que só entendem e tratam as pessoas como consumidores vorazes e insanos. Talvez um "pensar mais" nos levasse a gritar que basta de tantos imperativos. Compre! Olhe! Veja! Faça! Leia! Sinta! E a vontade própria e o desejo sem contornos? E (ainda lembra?) a liberdade de decidir, escolher, _____, aderir? Será um basta do corpo e da mente que não mais aguentam tantas medicinas, tantas dietas compulsórias, tantas ordens da moda e admoestações da mídia; corpo e mente que carecem, cada dia mais, de horas de sono complementares, horas de lazer suplementares e horas de sossego regulamentares, quase esgotados na capacidade de persistir, combater e evitar o amortecimento dos sentidos e dos sonhos pessoais e sinceros.
Essa demora em "pensar mais", esse retardamento da reflexão como uma atitude continuada e deliberada, vem produzindo um fenômeno quase coletivo: mais e mais pessoas querendo desistir, largar tudo com vontade imensa de sumir, na ânsia de mudar de vida, transformar-se, livrando-se das pequenas situações que as torturam, que as amarguram, que as esvaem. Vêm à tona impulsos de romper as amarras da civilidade e partir, céleres, em direção ao incerto, ao sedutor repouso oferecido pela irracionalidade e pela inconsequência. Desejo "grandão" de experimentar o famoso "primeiro a gente enlouquece e, depois, vê como é que fica ... " Cansaço imenso de um grande sertão com diminutas veredas?
Quando o inglês (nascido na Índia) George Orwell, no final dos anos 40 do século passado, publicou a obra "1984" - urna assustadora utopia negativa quanto ao futuro das sociedades, nas quais não haveria liberdade, individualidade e privacidade -, despontou no Ocidente um disfarçado e ansiado _____ (apoiado em urna simulada expectativa): tudo aquilo que ele colocara no livro jamais poderia acontecer nem se relacionava com o porvir do mundo capitalista. No entanto a macabra história sobre uma sociedade totalitária vai além de fatos abstratos e atinge hoje, em cheio, o terreno da " mercadolatria". Orwell disse que, numa sociedade como a que prenunciou, "o criine de pensar não implica a morte, crime de pensar é a própria morte".
Pouco importa, dado que ser humano é ser capaz de dizer "não" ao que parece não ter alternativa. Apesar dos constrangimentos e da tentativa de sequestro da nossa subjetividade, pensar não é, de fato, crime e, por isso, claro, não se deve parar.
CORTELLA, Mário Sérgio. Se você parar para pensar. (Do livro Não nascemos prontos! - provocaçõesfilosóficas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006)
O significado contextual do termo destacado NÃO está correto em:
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Leia com atenção a notícia abaixo, as próximas duas questões serão relativas à mesma.
Se você parar para pensar ...
Na correria do dia a dia, o urgente não vem deixando tempo para o importante. Essa constatação, carregada de estranha _____ , obriga-nos quase a tratar como uma circunstância paralela e eventual aquela que deve ser considerada a marca humana por excelência: a capacidade de reflexão e consciência. Aliás, em alguns momentos, as pessoas usam até urna advertência ( quando querem afirmar que algo não vai bem ou está errado): "Se você parar para pensar ... "
Por que parar para pensar? Será tão dificil pensar enquanto continua fazendo outras coisas ou, melhor ainda, seria possível fazer sem pensar e, num determinado momento, ter de parar? Ora, pensar é uma atitude contínua, e não um evento episódico! Não é preciso parar - nem se deve fazê-lo - sob pena de romper com nossa liberdade consciente. Isso, de certa forma, retoma uma séria brincadeira feita pelo escritor francês Anatole France (Nobel de Literatura em 1921, um mestre da ironia e do ceticismo) quando dizia: "O pensamento é uma doença peculiar de certos indivíduos, que, a propagar-se, em breve acabaria com a espécie".
Talvez "pensar mais" não levasse necessariamente ao "término da espécie", mas, com muita probabilidade, dificultaria a presença daqueles no mundo dos negócios e da comunicação que só entendem e tratam as pessoas como consumidores vorazes e insanos. Talvez um "pensar mais" nos levasse a gritar que basta de tantos imperativos. Compre! Olhe! Veja! Faça! Leia! Sinta! E a vontade própria e o desejo sem contornos? E (ainda lembra?) a liberdade de decidir, escolher, _____, aderir? Será um basta do corpo e da mente que não mais aguentam tantas medicinas, tantas dietas compulsórias, tantas ordens da moda e admoestações da mídia; corpo e mente que carecem, cada dia mais, de horas de sono complementares, horas de lazer suplementares e horas de sossego regulamentares, quase esgotados na capacidade de persistir, combater e evitar o amortecimento dos sentidos e dos sonhos pessoais e sinceros.
Essa demora em "pensar mais", esse retardamento da reflexão como uma atitude continuada e deliberada, vem produzindo um fenômeno quase coletivo: mais e mais pessoas querendo desistir, largar tudo com vontade imensa de sumir, na ânsia de mudar de vida, transformar-se, livrando-se das pequenas situações que as torturam, que as amarguram, que as esvaem. Vêm à tona impulsos de romper as amarras da civilidade e partir, céleres, em direção ao incerto, ao sedutor repouso oferecido pela irracionalidade e pela inconsequência. Desejo "grandão" de experimentar o famoso "primeiro a gente enlouquece e, depois, vê como é que fica ... " Cansaço imenso de um grande sertão com diminutas veredas?
Quando o inglês (nascido na Índia) George Orwell, no final dos anos 40 do século passado, publicou a obra "1984" - urna assustadora utopia negativa quanto ao futuro das sociedades, nas quais não haveria liberdade, individualidade e privacidade -, despontou no Ocidente um disfarçado e ansiado _____ (apoiado em urna simulada expectativa): tudo aquilo que ele colocara no livro jamais poderia acontecer nem se relacionava com o porvir do mundo capitalista. No entanto a macabra história sobre uma sociedade totalitária vai além de fatos abstratos e atinge hoje, em cheio, o terreno da " mercadolatria". Orwell disse que, numa sociedade como a que prenunciou, "o criine de pensar não implica a morte, crime de pensar é a própria morte".
Pouco importa, dado que ser humano é ser capaz de dizer "não" ao que parece não ter alternativa. Apesar dos constrangimentos e da tentativa de sequestro da nossa subjetividade, pensar não é, de fato, crime e, por isso, claro, não se deve parar.
CORTELLA, Mário Sérgio. Se você parar para pensar. (Do livro Não nascemos prontos! - provocaçõesfilosóficas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006)
Assinale a afirma o INCORRETA.
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Disciplina: Direito Tributário
Banca: FUNVAPI
Orgão: Câm. Limoeiro Anadia-AL
Renúncia de receita que é o perdão da multa, que visa excluir o crédito tributário na parte relativa à multa aplicada pelo sujeito ativo ao sujeito passivo, por infrações cometidas por este anteriorn1ente à vigência da lei que a concedeu, não abrangendo o crédito tributário já em cobrança, em débito para com a Fazenda, cuja incidência também já havia ocorrido.
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Leia com atenção a tirinha abaixo, a próxima questão será relativa à mesma.

Analise as seguintes afirmações:
I - "aos seus barcos" em a função sintática de objeto indireto do verbo "referir-se".
II - "de meus entes queridos" tem a função sintática de complemento nominal do termo "necessidades".
III - O emprego da vírgula na frase "Se fosse viver sua vida novamente, faria algo diferente?" se justifica por separar orações c ordenadas.
IV - O termo desta ado em "passando mais tempo cuidando DAS NECESSIDADES" tem a função sintática de objeto dito do verbo "cuidar".
É CORRETO o que se afirma apenas no{s) item(ns):
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