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Foram encontradas 50 questões.

2444189 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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No Windows XP, a combinação de teclas ALT+TAB:

 

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2443920 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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Leia o texto e responda à questão proposta:

Ainda não estive com o livro nas mãos, mas já ouvi algo a respeito e me parece que deve ser uma leitura não só interessante como necessária. Chama-se “O culto da emoção”, do filósofo francês Michel Lacroix, onde ele defende que a busca irrefreável por emoções fortes, tendência dos dias de hoje, é, no fundo, um sintoma da nossa insensibilidade. “É de lirismo verdadeiro que precisamos, não de adrenalina”, diz o autor. Ou seja, andamos muito trepidantes e frenéticos, mas pouco contemplativos.

Generalizando, dá pra dizer que todos nós ficamos meio robotizados e só conseguimos nos emocionar se formos estimulados pela velocidade e pelo risco: só se houver perigo, só se for radical, só se for inédito, só se causar impacto. Não que isso deva ser contraindicado. Creio que uma dose de enfrentamento com o desconhecido faz bem para qualquer pessoa. Testar os próprios limites pode ser não só prazeroso como educativo, desde que você se responsabilize(a) pelo que faz e não arraste forçosamente aqueles que nada têm a ver com suas ambições aventureiras. Vá você e que Deus lhe acompanhe.

O que não dá é para viciar-se em novidades e perder a capacidade de comover-se com o banal, pela simples razão que emoção nenhuma é banal se for autêntica. Só as emoções obrigatórias é que são ordinárias. Nascimentos, casamentos e mortes emocionam apenas os que estão realmente envolvidos, senão é teatro − aquele teatrinho básico que se pratica em sociedade.(b)

Lembro como se fosse ontem, mas aconteceu há exatos 20 anos. Eu estava sozinha − não havia um único rosto conhecido a menos de um oceano de distância − sentada na beira de um lago, recanto especialmente bonito. Foi então que me bateu uma felicidade sem razão(c) e sem tamanho. Deve ser o que chamam de plenitude. Não havia acontecido nada, eu apenas havia atingido uma conexão absoluta comigo mesma. Não há como contar isso sem ser piegas. Aliás, não há como contar, ponto. Não foi algo pensado, teorizado, arquitetado: foi apenas um sentimento, esta coisa tão rara.

De lá pra cá, nem hino nacional, nem gol, nem parabéns a você me tocam de fato. Isso são alegrias encomendadas, e mesmo quando bem-vindas, ainda assim são apenas alegrias, que é diferente de comoção . O que me cala profundamente(d) é perceber uma verdade que escapou dos lábios de alguém, um gesto que era pra ser invisível mas eu vi, um olhar que disse tudo, uma demonstração sincera de amizade, um cenário esplendoroso, um silêncio que se basta. E também sensações íntimas e indivisíveis: você conquistou, você conseguiu, você superou. Quem, além de você, vai alcançar a dimensão das suas pequenas vitórias particulares?

Eu disse pequenas? Me corrijo(e). Contemplar um lago, rever um amigo, rezar para seu próprio deus, ver seu filho crescer, perdoar, gostar de si mesmo: tudo isso é gigantesco pra quem ainda sabe sentir.

(MEDEIROS, Martha. Revista O GLOBO: 09/07/2006)

A ênclise do pronome átono que constitui exigência da variante formal da língua escrita encontra-se indicada em:

 

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2443697 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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Analise as assertivas abaixo e assinale a que está em DESACORDO com a Lei Orgânica Municipal de Linhares.

 

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2443518 Ano: 2012
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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A Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF (Lei Complementar n º 101, de 4 de maio de 2000) no sentido de preservar o patrimônio público:

 

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2443095 Ano: 2012
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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O Exame da Documentação Original é uma das principais técnicas de auditoria. Este procedimento visa à comprovação das transações que por exigências legais, comerciais ou de controle, são evidenciadas por documentos comprobatórios. Assim, NÃO deve estar contemplada neste escopo de tarefas a verificação da(o):

 

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2442930 Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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Segundo a Lei n° 4.320/64, são créditos adicionais, as autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente dotadas na Lei de Orçamento. Os créditos adicionais são classificados pela referida lei em modalidades distintas, entre estas os créditos suplementares. Quanto aos créditos suplementares, assinale a alternativa correta.

 

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2442426 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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Diante da disponibilidade apenas dos seguintes saldos das contas contábeis:

Estoque de Mercadorias $ 4.854,00
Receita de vendas $ 4.240,00
Duplicatas a Receber $ 3.200,00
CMV $ 1.760,00
Duplicatas a Pagar $ 1.294,00
Despesa com ICMS $ 680,00
Despesas de Juros $ 480,00
Despesas com Salários $ 400,00
Receitas de Descontos $ 306,00
Devolução de Vendas $ 240,00
ICMS a Recolher $ 200,00
Despesas com COFINS $ 120,00
Despesas de Descontos $ 80,00
Despesas com PIS $ 26,00

Ao confeccionar a DRE – Demonstração de Resultados do Exercício, você concluiu que o resultado operacional bruto foi de:

 

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2441735 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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Segundo o CPC – Comitê de Pronunciamentos Contábeis –, em seu pronunciamento técnico CPC 24, um evento subsequente ao período a que se referem as demonstrações contábeis é aquele evento, favorável ou desfavorável, que ocorre entre a data final do período a que se referem as demonstrações e a data na qual é autorizada a emissão dessas demonstrações. Quanto aos ajustes posteriores dos valores reconhecidos nas demonstrações contábeis, assinale a alternativa correta.

 

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2441440 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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Leia o texto e responda à questão proposta:

Ainda não estive com o livro nas mãos, mas já ouvi algo a respeito e me parece que deve ser uma leitura não só interessante como necessária. Chama-se “O culto da emoção”, do filósofo francês Michel Lacroix, onde ele defende que a busca irrefreável por emoções fortes, tendência dos dias de hoje, é, no fundo, um sintoma da nossa insensibilidade. “É de lirismo verdadeiro que precisamos, não de adrenalina”, diz o autor. Ou seja, andamos muito trepidantes e frenéticos, mas pouco contemplativos.

Generalizando, dá pra dizer que todos nós ficamos meio robotizados e só conseguimos nos emocionar se formos estimulados pela velocidade e pelo risco: só se houver perigo, só se for radical, só se for inédito, só se causar impacto. Não que isso deva ser contraindicado. Creio que uma dose de enfrentamento com o desconhecido faz bem para qualquer pessoa. Testar os próprios limites pode ser não só prazeroso como educativo, desde que você se responsabilize pelo que faz e não arraste forçosamente aqueles que nada têm a ver com suas ambições aventureiras. Vá você e que Deus lhe acompanhe.

O que não dá é para viciar-se em novidades e perder a capacidade de comover-se com o banal, pela simples razão que emoção nenhuma é banal se for autêntica. Só as emoções obrigatórias é que são ordinárias. Nascimentos, casamentos e mortes emocionam apenas os que estão realmente envolvidos, senão é teatro − aquele teatrinho básico que se pratica em sociedade.

Lembro como se fosse ontem, mas aconteceu há exatos 20 anos. Eu estava sozinha − não havia um único rosto conhecido a menos de um oceano de distância − sentada na beira de um lago, recanto especialmente bonito. Foi então que me bateu uma felicidade sem razão e sem tamanho. Deve ser o que chamam de plenitude. Não havia acontecido nada, eu apenas havia atingido uma conexão absoluta comigo mesma. Não há como contar isso sem ser piegas. Aliás, não há como contar, ponto. Não foi algo pensado, teorizado, arquitetado: foi apenas um sentimento, esta coisa tão rara.

De lá pra cá, nem hino nacional, nem gol, nem parabéns a você me tocam de fato. Isso são alegrias encomendadas, e mesmo quando bem-vindas, ainda assim são apenas alegrias, que é diferente de comoção. O que me cala profundamente é perceber uma verdade que escapou dos lábios de alguém, um gesto que era pra ser invisível mas eu vi, um olhar que disse tudo, uma demonstração sincera de amizade, um cenário esplendoroso, um silêncio que se basta. E também sensações íntimas e indivisíveis: você conquistou, você conseguiu, você superou. Quem, além de você, vai alcançar a dimensão das suas pequenas vitórias particulares?

Eu disse pequenas? Me corrijo. Contemplar um lago, rever um amigo, rezar para seu próprio deus, ver seu filho crescer, perdoar, gostar de si mesmo: tudo isso é gigantesco pra quem ainda sabe sentir.

(MEDEIROS, Martha. Revista O GLOBO: 09/07/2006)

Para sustentar seu ponto de vista, a autora recorre a todas as estratégias argumentativas a seguir, EXCETO:

 

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2440998 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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Leia o texto e responda à questão proposta:

Ainda não estive com o livro nas mãos, mas já ouvi algo a respeito e me parece que deve ser uma leitura não só interessante como necessária. Chama-se “O culto da emoção”, do filósofo francês Michel Lacroix, onde ele defende que a busca irrefreável por emoções fortes, tendência dos dias de hoje, é, no fundo, um sintoma da nossa insensibilidade. “É de lirismo verdadeiro que precisamos, não de adrenalina”, diz o autor. Ou seja, andamos muito trepidantes e frenéticos, mas pouco contemplativos.

Generalizando, dá pra dizer que todos nós ficamos meio robotizados e só conseguimos nos emocionar se formos estimulados pela velocidade e pelo risco: só se houver perigo, só se for radical, só se for inédito, só se causar impacto. Não que isso deva ser contraindicado. Creio que uma dose de enfrentamento com o desconhecido faz bem para qualquer pessoa. Testar os próprios limites pode ser não só prazeroso como educativo, desde que você se responsabilize pelo que faz e não arraste forçosamente aqueles que nada têm a ver com suas ambições aventureiras. Vá você e que Deus lhe acompanhe.

O que não dá é para viciar-se em novidades e perder a capacidade de comover-se com o banal, pela simples razão que emoção nenhuma é banal se for autêntica. Só as emoções obrigatórias é que são ordinárias. Nascimentos, casamentos e mortes emocionam apenas os que estão realmente envolvidos, senão é teatro − aquele teatrinho básico que se pratica em sociedade.

Lembro como se fosse ontem, mas aconteceu há exatos 20 anos. Eu estava sozinha − não havia um único rosto conhecido a menos de um oceano de distância − sentada na beira de um lago, recanto especialmente bonito. Foi então que me bateu uma felicidade sem razão e sem tamanho. Deve ser o que chamam de plenitude. Não havia acontecido nada, eu apenas havia atingido uma conexão absoluta comigo mesma. Não há como contar isso sem ser piegas. Aliás, não há como contar, ponto. Não foi algo pensado, teorizado, arquitetado: foi apenas um sentimento, esta coisa tão rara.

De lá pra cá, nem hino nacional, nem gol, nem parabéns a você me tocam de fato. Isso são alegrias encomendadas, e mesmo quando bem-vindas, ainda assim são apenas alegrias, que é diferente de comoção . O que me cala profundamente é perceber uma verdade que escapou dos lábios de alguém, um gesto que era pra ser invisível mas eu vi, um olhar que disse tudo, uma demonstração sincera de amizade, um cenário esplendoroso, um silêncio que se basta. E também sensações íntimas e indivisíveis: você conquistou, você conseguiu, você superou. Quem, além de você, vai alcançar a dimensão das suas pequenas vitórias particulares?

Eu disse pequenas? Me corrijo. Contemplar um lago, rever um amigo, rezar para seu próprio deus, ver seu filho crescer, perdoar, gostar de si mesmo: tudo isso é gigantesco pra quem ainda sabe sentir.

(MEDEIROS, Martha. Revista O GLOBO: 09/07/2006)

Altera-se o sentido do enunciado: “Testar os próprios limites pode ser NÃO SÓ PRAZEROSO COMO EDUCATIVO” (parágrafo 2) com a substituição do termo em destaque por:

 

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