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A diferença entre uma câmera, convencional (analógica) e uma digital e que, nesta última, existe um sensor digital no lugar do filme fotográfico. Sendo assim, o sensor capta a imagem do objeto através da luz, transformando-a em uma série de
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O espectro visível é a decomposição da luz branca em que, através de um prisma, passa-se a enxergar as cores do arcoíris. Assim, a luz branca é uma mistura de radiações de diferentes comprimentos de onda que são medidos em unidades extremamente pequenas, chamadas de nanômetros (nn). Então, de acordo com a temperatura de cor, a luz natural ao meio dia corresponde, aproximadamente, a medida em Kelvin de
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As câmeras fotográficas possuem ajustes como os pré-programas (scene). A quantidade de modos de cena é variável de acordo com o modelo e seu público-alvo. Esses ajustes, em muitas câmeras, vêm como ícones alusivos ao próprio motivo da foto. Os modos retrato e paisagem são ajustes automáticos que priorizam a abertura do diafragma. Desse modo, qual será a profundidade de campo nesses modos?
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Existe uma escala universal de aberturas do diafragma que se baseia em unidades denominadas "passos" ou "números f/". Os números crescem à medida que a abertura se faz menor, portanto f/5.6 é menor que f/4, mas maior que f/8. Então, se a abertura do diafragma estiver no f16 e o fotógrafo abrir um passo (f11), a quantidade de luz que entrará no sensor será
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Oh! Minas Gerais
O irresistível sotaque dos mineiros me encanta.
Sei que deveria ir mais a Minas Gerais do que vou, umas duas, três vezes ao ano. Pra rever meus parentes, meus amigos, pra não perder o sotaque.
Sotaque que, acho eu, fui perdendo ao longo dos anos, desde aquele 1973, quando abandonei Belo Horizonte pra ir morar a mais de dez mil quilômetros de lá.
Senti isso quando, outro dia, pousei no aeroporto de Uberlândia e fui direto na lanchonete comer um pão de queijo que, fora de brincadeira, é mesmo o mais gostoso do mundo.
- Cê qué qui eu isquento um tiquinho procê?
Foi assim que a mocinha me recebeu, quase de braços abertos, como se fosse uma amiga íntima de longo tempo.
Sei não, mas eu acho que o sotaque mineiro aumentou – e muito – desde que parti.
Quando peguei o primeiro avião com destino à felicidade, todos chamavam o centro de Belo Horizonte de cidade. O trólebus subia a Rua da Bahia, as pessoas tomavam Guarapan, andavam de Opala, ouviam Fagner cantando Manera Fru Fru, Manera, chamavam acidente de trombada e a polícia de Radio Patrulha.
Como pode, meu filho mais velho, que nasceu tão longe de Beagá, e, que hoje mora lá, me ligar e perguntar:
- E ai pai, tudo jóia, tudo massa?
A repórter Helena de Grammont, quando ainda trabalhava no Show da Vida, voltou encantada de lá e veio logo me perguntar se o sotaque mineiro era mesmo assim ou se estavam brincando com ela. Helena estava no carro da Globo, procurando um endereço perto de Belo Horizonte, quando perguntou para um guarda de trânsito se ele poderia ajudá-la. A resposta veio de imediato.
- Cê ségui essa istrada toda vida e quando acabá o piche, cê quebra pra lá e continua siguino toda vida!
Já virou folclore esse negócio de mineiro engolir parte das palavras. Debaixo da cama é badacama, conforme for é confórfô, quilo de carne é kidicarne, muito magro é magrilin, atrás da porta é trádaporta, ponto de ônibus é pôndions, litro de leite é lidileiti, massa de tomate é mastumati e tira isso daí é tirisdaí.
Isso é verdade. Um garoto que mora em São Paulo foi a Minas Gerais e voltou com essa: Lá deve ser muito mais fácil aprender o português porque as palavras são muito mais curtas.
Mineiro quando para num sinal de trânsito, se está vermelho, ele pensa: Péra. Se pisca o amarelo: Prestenção. Quando vem o verde: Podií.
Mas não é só esse sotaque delicioso que o mineiro carrega dentro dele. Carrega também um jeitinho de ser.
A Gabi, amiga nossa mineira, que mora em São Paulo há anos, toda vez que vem, aqui em casa, chega com um balaio de casos de Minas Gerais.
Da última vez que foi a Minas, ela viu na mesa de café da tia Teresa uma capinha de crochê, cobrindo a embalagem do adoçante. Achou aquilo uma graça e comentou com a tia prendada. Pra quê? Tem dias que Teresa não dorme, preocupada querendo saber qual é a marca do adoçante que a Gabi usa, pra ela fazer uma capinha igual, já que ela gostou tanto. Chega a ligar interurbano pra São Paulo:
- Num isquéci de mi falá a marca do seu adoçante não, preu fazê a capinha de crocrê procê...
Coisa de mineiro.
Bastou ela contar essa história que a Catia, outra amiga mineira – e praticante – que estava aqui em casa também, contar a história de um doce de banana divino que comeu na casa da mãe, dona Ita, a última vez que foi lá. Depois de todos elogiarem aquele doce que merecia ser comido de joelhos, ela revelou o segredo:
- Cês criditam que eu vi um cacho de banana madurin, bonzin ainda, no lixo do vizinho, e pensei: Genti, num podêmo dispidiçá não!
Mais de quarenta anos depois de ter deixado minha terra querida, o jeito mineiro de ser me encanta e cada vez mais.
Quer saber o que é ser mineiro? No final dos anos 80, quando o meu primeiro casamento se acabou, minha mãe, que era uma mineira cem por cento, queria saber se eu já “tinha outra”, como se diz lá em Minas Gerais. Um dia, cedo ainda, ela me telefonou e, ao invés de perguntar assim, na lata, se eu já tinha um novo amor, usou seu modo bem mineiro de ser:
- Eu tava pensâno em comprá um jogo de cama procê, mas tô aqui sem sabê. Sua cama nova é di casal ou di soltero?
ADAPTADO. VILLAS, Alberto. Oh! Minas Gerais. In: Carta Capital. Publicado em 10 fev. 2017. Disponível em https://www.cartacapital.com. br/cultura/oh-minas-gerais.
No fragmento “[...] minha mãe, que era uma mineira cem por cento, queria saber se eu já “tinha outra”, como se diz lá em Minas Gerais, [...]”, o termo destacado exerce a função de
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Um componente que, somado ao cartão de memória, substitui o filme fotográfico na câmera digital é o sensor de imagem, sendo os dois tipos de sensores mais usados no mercado o CCD e o CMOS. O tamanho do sensor está diretamente relacionado à qualidade da imagem e o ângulo de visão. Considerando o exposto, qual sensor NÃO possui fator de corte (Crop)?
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Os circuitos digitais são circuitos eletrônicos que possuem em seu funcionamento uma lógica binária, ou seja, toda informação é processada e guardada em forma de
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Na edição de imagem, o que se refere ao grau pelo qual a cor de fundo pode ser vista através da camada do primeiro plano denomina-se
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Um dos métodos para descobrir a qualidade das fontes luminosas é baseado na escala de temperatura de cor. Uma peça metálica quanto mais aquecida no fogo mais fica branca e, quando não sofre alteração química, ela torna-se azul. O que define a cor não é a substância, mas a temperatura de cor, ou seja, dos tons quentes aos tons frios. A temperatura de cor é medida em valores Kelvin, ou em mireds, (valores microrrecíprocos). Sendo os valores Kelvin semelhantes aos graus Celsius, em quais valores, na temperatura de cor, iniciam essa medida?
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O flash é uma fonte de luz artificial e que funciona como um raio de sol portátil. É importante saber utilizá-lo com criatividade para se obter efeitos naturais. Para isso, é necessário saber quais são os tipos de flash, suas características, suas funções e potências. A potência do flash é medida pelo número-guia, que é dado de acordo com a sensibilidade do filme fotográfico. Com base no exposto, quanto ao número-guia do flash, assinale a alternativa INCORRETA.
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