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Foram encontradas 50 questões.

2204573 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
Em informática e telecomunicações, a expressão ____________ é sinônimo de informação representada por bits, um modo de armazenar voz, vídeo ou dados e consiste em obter amostras periódicas do sinal original e associa a cada amostra um código binário (zeros e uns). Assim a _____________________ permite maiores velocidades, melhor precisão e maior flexibilidade que a _________________.
 

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2204571 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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SABER E SOFRER
Dizer que o conhecimento faz sofrer tornou-se habitual. O sofrimento foi ligado à filosofia e à literatura a ponto de que não podemos imaginar um filósofo, ou alguém com cara de sábio em meio a livros, pulando carnaval ou curtindo uma piscina. Isso é um mito. Os filósofos e os escritores são ainda hoje constantemente vistos como pessoas que sofrem por conhecerem a alma humana em sua profundidade inacessível aos demais. Não quer dizer que conheçam a alma, nem que haja nela uma profundidade inacessível. Isto é apenas possível. É, sobretudo, uma crença compartilhada e, como tal, organiza nossa visão de muitas coisas. Nunca saberemos se os filósofos antigos eram todos sofredores, nem se conheciam a alma humana. Sabemos apenas que deixaram seu testemunho, no qual confiamos e com os quais devemos discutir hoje para entender o nosso tempo.
Muitos dos pensadores contribuíram com esta imagem tratando o sofrimento como seu objeto de estudos, como Schopenhauer no século XIX. Outros fizeram de seu próprio sofrimento o objeto de suas filosofias, como Pascal no século XVII. Todos tentaram entender a relação entre conhecimento e sofrimento. Dos antigos, Aristóteles, por exemplo, usou um termo de Hipócrates, a melancolia, para explicar a relação do saber com o sofrimento. Tanto para o filósofo, quanto para o médico, a melancolia era um temperamento que explicava, inclusive, a inclinação intelectual de uma pessoa. Além de elucidar o pêndulo entre a loucura e genialidade que caracterizava alguns indivíduos.
Os mais interessantes, porém, são alguns dos padres filósofos da Idade Média que falavam de um certo “demônio do meio dia” que assolava os monges como um fantasma obsedante. Antes dos filósofos perderem a crença em entidades sobrenaturais devido ao longo processo de secularização que levou ao modo de se viver no ocidente sempre a crer em ciência e tecnologia, o dito demônio era considerado a causa da dispersão na leitura, da insatisfação no convívio dentro do mosteiro, do rancor, do torpor, da vontade de morrer, das fantasias de catástrofe, da preguiça, da indolência, e também da culpa por viver no mesmo lugar sem capacidade de agir e ajudar os outros, ao mesmo tempo que responsável por uma crítica geral a tudo, a todos que o cercavam em sua experiência monacal. Era o misto de maldade com desespero, de amor com ódio, de autocrítica com crítica dos outros que caracterizava o quadro melancólico que tanto fazia com que o monge se sentisse um inútil, quanto fazia com que ele se tornasse um escritor, um artista envolvido em ilustrar os livros, um filósofo em busca das verdades próximas ou distantes.
[...]
CONHECER PARA QUÊ?
Que pensar nos faz sofrer pode até ser verdade. Tanto quanto pode ser verdade que pensar pode ser um prazer imenso. Quem se ocupa em conhecer a si mesmo e ao mundo sabe que fará a experiência de prazer e desprazer nesta viagem. Os gregos tinham a ideia do phármakon, remédio e veneno ao mesmo tempo, para explicar a dialética da vida. Ela se aplica ao conhecimento. Podemos sofrer com ele e, do mesmo modo, alegrarmonos.
A melancolia antiga é ancestral direta da nossa depressão. O excesso de depressão nos dias de hoje não deixa de ter relação com a sociedade do conhecimento e da informação em que vivemos. Queremos resolver tudo pelo conhecimento, mas esquecemos de pensar que o conhecimento é uma saída que deve servir a algo mais do que o mero progresso da ciência. O conhecimento como potencial de saída da infelicidade, mesmo que tenha nascido dela. Se alguém busca conhecer a si é porque deve pretender com isso ser feliz. Ser feliz é mais ético e mais bonito do que apenas buscar a si mesmo como uma verdade absoluta. Sobre esta verdade de si ninguém tem garantia. A verdade não deve ser uma ilusão da resposta, mas a busca.
Adaptado de TIBURI, M. Disponível em: http://www.marciatiburi.com.br/textos/saberesofrer.htm. Acesso em 21 jun. 2017.
Em “Os filósofos e os escritores são ainda hoje constantemente vistos como pessoas que sofrem por conhecerem a alma humana [...]”, o termo destacado é um advérbio de
 

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2204566 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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No ano de 2007, a Agência Nacional de Telecomunicações no Brasil aprovou uma mudança na telefonia que possibilitou aos usuários a troca de operadora móvel ou fixa com permanência do mesmo número telefônico. Esse serviço é conhecido como
 

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2204557 Ano: 2017
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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A “carga horária de trabalho” de telefonistas e atendentes de telemarketing é específica e deve ser respeitada pelos empregadores. Existem algumas particularidades em relação à carga horária diária e semanal, com limitações previstas e pré-estabelecidas. Nesse sentido, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. O empregado telefonista deve trabalhar, no máximo, 6 horas diárias totalizando 36 horas semanais.
II. A legislação trabalhista permite, em caso extraordinário de necessidade", a prorrogação de mais 2 horas de trabalho no dia.
III. A legislação permite que se forme um acordo entre empregado e empregador, a fim de se estabelecer um acordo livre que favoreça ambas as partes.
IV. O empregado telefonista deve trabalhar, no máximo, 7 horas diárias, totalizando 42 horas semanais.
 

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2204550 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Em janeiro de 2008, a comunicação telefônica na Índia, Egito e alguns países do Oriente médio sofreu um forte abalo após um incidente de rompimento de cabos submarinos. Esse incidente afetou quase 75% da capacidade do Egito e países do Oriente Médio em se comunicar com a Europa. O motivo foi o rompimento de dois cabos que ficam no mar mediterrâneo. Além da transmissão via cabos marítimos, existe uma outra tecnologia muito utilizada para transmitir ligações de voz e internet entre locais distantes ou separados por mares e oceanos. Assinale a alternativa que corresponde a essa tecnologia.
 

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2204533 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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O turismo é uma atividade econômica extremamente importante, podendo desempenhar um papel decisivo em termos de desenvolvimento de determinadas regiões. Nesse sentido, o Paraná apresenta uma vasta riqueza cultural, histórica e natural, evidenciada pelos seguintes locais, EXCETO

 

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2204532 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Mitologia: as dietas
Daniel Piza
A neurose por emagrecimento no mundo atual é diretamente proporcional à falta de tempo no dia-a-dia. Porque tem poucas horas livres, exceto para a TV, a maioria das pessoas come mal e é sedentária; logo, está mais e mais vulnerável à propaganda de regimes e exercícios milagrosos – que as fazem emagrecer por alguns meses e depois voltar ao que eram ou a situação pior. Há fenômenos que ressurgem periodicamente, como agora o da corrida (“cooper”, no passado), mas que são subprodutos das mesmas questões. O que menos se encontra é a tão alardeada moderação. O tom dominante é o exagero para cima ou para baixo.
O ponto é o seguinte: se você quiser emagrecer, precisa comer menos e melhor; reduzir doces, massas e gorduras, principalmente à noite. O resto é redundância midiática. Praticar esportes é para manter o peso (depois de emagrecer) e o condicionamento, afinal 30 minutos na esteira consomem menos que 400 calorias ou dois sucos de laranja. Esse papo de que caminhar uma hora por dia emagrece é bobagem, assim como essas dietas que suprimem um grupo de alimentos (a carne vermelha é sempre o diabo da lista, embora tenha proteínas dificilmente substituíveis), para não falar de regimes “da lua” e outros semi-esoterismos. Capas e capas de revistas anunciam “segredos” numa área em que eles não existem. Mas, tal como o silicone e a fast-food, seu apelo está em iludir o público com efeitos fáceis.
Já virar maratonista amador depois de certa idade, lamento, não vai lhe garantir vida mais longeva. Muito menos pele bonita. Se esse for o estilo de vida que deseja, parabéns e boa sorte. Mas não venha dizer que é uma espécie de existência ideal, como se passar duas ou três horas do dia se exercitando fosse uma prerrogativa de perfeição moral ou visual, não um vício narcisista em muitos casos (que poderiam ser batizados de “serotoninômanos”). Não dá para querer que todo mundo seja atleta. Três dias de atividade física por semana são mais que suficientes para um cidadão empregado que tenha filhos, vida social e cultural, etc. E ajudam a emagrecer, mas bem menos que a redução calórica. A mania do emagrecimento é sintoma de uma sociedade que cada vez mais convive com a obesidade por mistura de fatores alimentares e genéticos. Olhar feio para pessoas que estão 5 kg acima do peso, como se fosse motivo de discriminação, é, para dizer o mínimo, irrealista. Não é preciso ter, sei lá, 10% de taxa de gordura para ter saúde, autoestima ou beleza, itens que dependem de muitos fatores além da vontade e do dinheiro. Mas a boa forma física pode ter alguma chance quando não é exaltada como fonte de juventude eterna.
Fonte: http://www.estadao.com.br/blogs/daniel-piza/mitologias-as-dietas/. Acesso em: Junho/2017.
Sobre o o título “Mitologia: as dietas” e sua relação com o tex to, é correto afirmar que
 

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2204526 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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SABER E SOFRER
Dizer que o conhecimento faz sofrer tornou-se habitual. O sofrimento foi ligado à filosofia e à literatura a ponto de que não podemos imaginar um filósofo, ou alguém com cara de sábio em meio a livros, pulando carnaval ou curtindo uma piscina. Isso é um mito. Os filósofos e os escritores são ainda hoje constantemente vistos como pessoas que sofrem por conhecerem a alma humana em sua profundidade inacessível aos demais. Não quer dizer que conheçam a alma, nem que haja nela uma profundidade inacessível. Isto é apenas possível. É, sobretudo, uma crença compartilhada e, como tal, organiza nossa visão de muitas coisas. Nunca saberemos se os filósofos antigos eram todos sofredores, nem se conheciam a alma humana. Sabemos apenas que deixaram seu testemunho, no qual confiamos e com os quais devemos discutir hoje para entender o nosso tempo.
Muitos dos pensadores contribuíram com esta imagem tratando o sofrimento como seu objeto de estudos, como Schopenhauer no século XIX. Outros fizeram de seu próprio sofrimento o objeto de suas filosofias, como Pascal no século XVII. Todos tentaram entender a relação entre conhecimento e sofrimento. Dos antigos, Aristóteles, por exemplo, usou um termo de Hipócrates, a melancolia, para explicar a relação do saber com o sofrimento. Tanto para o filósofo, quanto para o médico, a melancolia era um temperamento que explicava, inclusive, a inclinação intelectual de uma pessoa. Além de elucidar o pêndulo entre a loucura e genialidade que caracterizava alguns indivíduos.
Os mais interessantes, porém, são alguns dos padres filósofos da Idade Média que falavam de um certo “demônio do meio dia” que assolava os monges como um fantasma obsedante. Antes dos filósofos perderem a crença em entidades sobrenaturais devido ao longo processo de secularização que levou ao modo de se viver no ocidente sempre a crer em ciência e tecnologia, o dito demônio era considerado a causa da dispersão na leitura, da insatisfação no convívio dentro do mosteiro, do rancor, do torpor, da vontade de morrer, das fantasias de catástrofe, da preguiça, da indolência, e também da culpa por viver no mesmo lugar sem capacidade de agir e ajudar os outros, ao mesmo tempo que responsável por uma crítica geral a tudo, a todos que o cercavam em sua experiência monacal. Era o misto de maldade com desespero, de amor com ódio, de autocrítica com crítica dos outros que caracterizava o quadro melancólico que tanto fazia com que o monge se sentisse um inútil, quanto fazia com que ele se tornasse um escritor, um artista envolvido em ilustrar os livros, um filósofo em busca das verdades próximas ou distantes.
[...]
CONHECER PARA QUÊ?
Que pensar nos faz sofrer pode até ser verdade. Tanto quanto pode ser verdade que pensar pode ser um prazer imenso. Quem se ocupa em conhecer a si mesmo e ao mundo sabe que fará a experiência de prazer e desprazer nesta viagem. Os gregos tinham a ideia do phármakon, remédio e veneno ao mesmo tempo, para explicar a dialética da vida. Ela se aplica ao conhecimento. Podemos sofrer com ele e, do mesmo modo, alegrarmonos.
A melancolia antiga é ancestral direta da nossa depressão. O excesso de depressão nos dias de hoje não deixa de ter relação com a sociedade do conhecimento e da informação em que vivemos. Queremos resolver tudo pelo conhecimento, mas esquecemos de pensar que o conhecimento é uma saída que deve servir a algo mais do que o mero progresso da ciência. O conhecimento como potencial de saída da infelicidade, mesmo que tenha nascido dela. Se alguém busca conhecer a si é porque deve pretender com isso ser feliz. Ser feliz é mais ético e mais bonito do que apenas buscar a si mesmo como uma verdade absoluta. Sobre esta verdade de si ninguém tem garantia. A verdade não deve ser uma ilusão da resposta, mas a busca.
Adaptado de TIBURI, M. Disponível em: http://www.marciatiburi.com.br/textos/saberesofrer.htm. Acesso em 21 jun. 2017.
No que se refere à natureza tipológica, em Saber e sofrer, o tipo predominante é
 

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2204518 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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A tirinha a seguir possui como parte verbal apenas a frase “começa mais um dia”. Apesar de aparentar ser simples, essa frase ganha novos e mais complexos sentidos a partir das imagens que a antecedem e acompanham. Sobre isso, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s) correta(s).
I. No último quadrinho, a imagem é esclarecida apenas por “mais um dia”, de modo que a palavra “começa” é irrelevante.
II. O verbo “começa” é invariável, de modo que, se fossem “vários dias” em vez de “mais um dia”, a frase ficaria “começa vários dias”.
III. A palavra “começa” se relaciona com os fatos descritos nos primeiros quadrinhos: acordar, comer algo e sair de casa (pegando o elevador), na medida em que são ações típicas do começo do dia de um trabalhador.
Enunciado 2618363-1
 

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2204501 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s). O conselho diretor da agência nacional de telecomunicações fez uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei nº 9.472/1997, e pelo art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto nº 2.338, de 7 de outubro de 1997, e deliberou vários direitos e deveres dos consumidores em relação ao uso da telefonia. Referente a “sigilo”, assegurou-se:
I. a inviolabilidade e o segredo de sua comunicação, respeitadas as hipóteses e condições constitucionais e legais de quebra de sigilo de telecomunicações.
II. a confidencialidade parcial das informações, podendo haver quebra de sigilo nos casos de solicitação feita pelo cliente diretamente para a prestadora de serviço.
III. que a prestadora deve assegurar que todos aqueles que tiverem acesso às informações previstas no artigo citado observem as obrigações de sigilo.
IV. que a prestadora deve garantir o sigilo total de todas as informações, não sendo possível, sob hipótese alguma, a quebra.
 

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